Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


8 de setembro de 2013

Comissão de Ética da AR = Comissão de Promoção da Corrupção

Não acredita no título porque só crê na papa já mastigada que os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, lhe impingem? Não nota que essa papa já trás o veneno dentro para lhe pôr a grilheta mental e continua a votar em quem lhe saca o que é seu e vive à sua conta.

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20 de agosto de 2012

Sacrifícios Iguais Para Todos
Miséria para Gerações

Este governo destruiu a vida das pessoas e o emprego, chama piegas aos portugueses que ficaram tesos. Em conjunto com o Coveiro da nação, proclama que os sacrifícios são a dividir por todos e diz que faz esforços para criar emprego. O emprego vai atingir cerca de 20% pelo fim do ano. Com os cortes parciais dos salários, a que chamam inapropriadamente subsídios, dos subsídios de desemprego, para alimentar e vestir os filhos vai ser preciso roubar.

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26 de fevereiro de 2012

A Crise Acaba no Fim do Ano!

Ah! Ah! Ah!
Como eles nos gozam!

Não há ninguém que lhes atafulhe as cloacas que têm por cima dos queixos com a matéria de cloaca?

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17 de janeiro de 2012

O Grande Bluff

O governo cumpre tudo o que o partido apodrecido tem vindo a anunciar desde há anos: o alargamento da fossa entre ricos e pobres, que já era a mais profunda da UE. Como nos admirarmos quando o partido no governo cumpre honestamente aquilo que, abertamente ou não, sempre mostrou ser o que intencionava fazer?

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14 de novembro de 2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

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7 de outubro de 2011

Crise!
Qual Crise? Para Quem?

Este governo prossegue na mesma linha de corrupção iniciada pelo Cavaco e que, depois dele, todos os governos, sem excepção, se empenharam dedicadamente em engrandecer.

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28 de abril de 2011

Vergonhosas Campanhas Eleitorais dos Ladrões Nacionais

Todas as campanhas de todos os partidos usam os mesmíssimos meios: meia dúzia de factos juntos a mentiras que só servem para lograr os portugueses e escamotear o essencial. Ultimamente apareceram patriotas à pazada. Quem são eles, se não os que representam os partidos que assassinaram o país. Matem-nos também.

Portugal tem o pior crescimento económico do último século. Há quase três anos que o Eurostat publicou que o atraso de Portugal era de pouco mais de vinte anos antes da Abrilada, passara para mais de 52! Seria impossível de se atrasar tanto em poucos anos. Tirem-se as conclusões.

A dívida pública, desde há mais de 35 anos que acelera, sem contar com os roubos dos governantes, os seus extravios, má administração e criação duma imensidade de paraísos de nomeação para os sanguessugas em que não há concursos de admissão. Mais de 600 instituições, direcções, órgãos e organizações independentes, entidades, sue entidades, empresas ditas do estado, gabinetes, secretarias, governos civis, órgãos regionais, etc., foram criados através destes 35 anos para albergarem os f.d.p. dos parasitas dos partidos, enquanto a restante população tem que trabalhar para os sustentar e pagar os roubos.

São os componentes (militantes, famílias e amigos) das seitas de criminosos que formam as máfias políticas. Veja-se o exemplo ao fim deste artigo.

À parte isto, a dívida é mesmo pública, que através dos mesmos anos, em lugar de preparar o país para o futuro (agora), deu aos portugueses a ilusão de que eram ricos, endividando-se para que cada um pudesse viver acima dos seus meios num país que passou a importar o que deixou de produzir. O grosso da dívida é de todos.

O mal começou com o abatimento das frotas pesqueiras para que outros viessem cá pescar e importarmos o seu nosso peixe. Com a destruição da agricultura, enquanto os outros países promoveram e modernizaram e a expansão das suas e também até batatas passámos a importar. Com a destruição da indústria que passou para mãos estrangeiras (investimento, chamaram) enquanto os industriais nacionais berravam por socorro. Com tudo o que produzia desbaratado, que esperar daí a uma ou duas décadas. Seremos cegos? A construção e venda (exportação) de casas de habituação incrível e inigualável a nível mundial foi um dos maiores pesos na economia. (Ver aqui)

Analisando como as pessoas votam, o que dá votos com povos atrasados e desinformados é vigarice, mentira falsidade, banha da cobra e, sobretudo, baixa ordinarice. Para este último, basta compreender porque é que a Manela Leiteira fez da lavandaria nacional o símbolo da baixeza e ordinarice nacionais. E teve continuidade. É um povo de baixos sentimentos e ordinário. Sabe votar em consequência. Por que se queixa então?

Para tudo isto há razões. O responsável número um numa democracia é o povo, mas em Portugal não há nem pode haver democracia com uma constituição que o afasta deliberadamente do poder e permite que os políticos obrem a seu bel-prazer, roubem como, quando e quanto querem, com toda a impunidade das leis que a tal constituição fantoche lhes permite fabricar para lhes dar impunidade. Uma justiça cooperante que abafa a corrupção não a investigando e jornaleiros que encobrem ambos os criminosos.

Para tudo isto há razões: os carneiros tudo permitem, por isso têm sempre tido os governos que merecem. Outra prova da inexistência da democracia é precisamente que não paramos de ouvir essa palavra e outras que lhe estão associadas, como direitos, mas ninguém fala em obrigações. Onde há democracia ninguém fala nela – vive-se. Estes constatos tão simples são deveras gritantes.

Para tudo isto há razões. Há mais de vinte e cinco anos que foram preconizadas e isso serviu para chacota. Foram publicadas há mais de dez e nem podia vir a ser de outro modo. Não é preciso ser bruxo, são auto-evidentes. Quem só agora admite vê-lo tem sido tão culpado como aqueles que incrimina e merece bem o que lhe acontece. São estes os segundos culpados, logo a seguir aos jornaleiros que tudo encobriram, mas que para protegerem as máfias nada contaram sobre como se vive nas democracias.

Não há outro método para uma democracia. Para que os políticos sejam representantes do povo têm que tomar as decisões no interesse daqueles que representam e não nos próprios. Não podem ter liberdade para o contrário. Tem que haver um sistema de controlo dos mandatários pelos seus mandantes. É lógico. Não podem substituir os eleitos pelos que eles designam, ou também não terão legitimidade. Todos os lugares da administração devem ser postos a concurso e não ocupados por parasitas. Mesmo os juízes devem estar sujeitos ao mesmo controlo, ou a justiça não poderá mudar.

Acabe-se com o gozo dos vígaros, dos ladrões e dos parasitas. Acabe-se com o regabofe. Quem quer que permaneça impávido a este abuso monstruoso está a colaborar para o mal geral.

Não votar é uma demonstração de desinteresse e tudo aceitar e admitir. Votar em branco é mostrar desacordo, reprovar.


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Exemplo de família mafiosa na Ilha da Ma(ma)deira
(Recebido por e-mail)

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Andreia Jardim - (filha) - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Filipa Cunha e Silva - (mulher) - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Patrícia - (filha 1) - Serviços de Segurança Social
Raquel - (filha 2) - Serviços de Turismo
Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Carlos Estudante - (marido) - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Sara Relvas - (filha) - Directora Regional da Formação Profissional
Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Sidónio Fernandes - (irmão) - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Jaime Filipe Ramos - (filho) - vice-presidente do pai
Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Bruno Pereira - (filho) - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Cláudia Pereira - (nora) - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Leonardo Catanho - (irmão) - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Patrícia Dantas de Caires - (filha) - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Raul Caires - (genro e marido da Patrícia) - presidente da Madeira Tecnopólo
Luís Dantas - (irmão) - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Cristina Dantas - (filha de Luís Dantas) - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, (marido de Cristina Dantas) - director da Loja do Cidadão

[Lista incompleta]
Direitalha VIP, o verdadeiro motor do enriquecimento da Madeira. Digam lá que não é organizado como uma família da máfia. Não, é máfia mesmo!


Mesmo assim, ainda há que ache piada

Dois pombos, depois de comerem na mão duma pessoa, levantam vôo e diz um para o outro:

- Já viste que nós até parecemos políticos?

- Porque dizes isso?

- Repara bem, mendigamos migalhas às pessoas e uma vez cá no alto, cagamos-lhes em cima!

[Moral da história: o povo tem o que merece.]

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2 de abril de 2011

Armando Vara Sob a Lupa dum Jornal Francês

Mais ou menos em todo o lado os jornalistas têm uma certa tendência para ocultar os factos, publicando «aquilo que eles julgam que vale a pena ou que lhes interessa» na maioria dos casos defendendo as suas ideias políticas.

Clique [aqui] on no título para ler o artigo completo.

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15 de agosto de 2010

Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses.
Mais uma Vez. Terá razão?

Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.

Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.

Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?

Afinal, em que é que esse monte de podridão é melhor que o Sócrates? Não apoiam ambos a corrupção e o roubo de modo idêntico? Pior ainda, quer tirar mais do que o Sócrates já tira aos que menos têm para dar aos que menos precisam e criar classes naquilo a que alcunha de democracia.

Só um canalha pode falar como esse animal podre de cinismo. Porquê? Porque, pela sua estupidez, os portugueses não conhecem nem entendem por terem sido embrutecidos pela corja de jornaleiros desinformadores que lhes encobriram sistematicamente o que se passa pela Europa nas circunstâncias que lhes interessam e filtram o restante para proteger a máfia política. Só nos falam de outras estrumeiras, como a Espanha e o Brasil. O povo de carneiros tudo suporta, podem calcá-lo com o calcanhar que nem bule; desabafa à socapa e jamais se revolta. Cada povo tem o governo que merece e votando nestes ou noutros iguais é isso mesmo que se está a querer.

Como interpretar a sua receita para matar a Seg. Soc. e os Serviços de Saúde universais, se o cínico jamais se atreveu em tocar no modo democrático como países avançados solucionaram o seu financiamento, limitando-se a vociferar imposturas irreais? Tudo isto passa devido à ignorância geral, e ele bem o sabe, que dela se aproveita.

Como interpretar todas estas ideias que só podem aprofundar o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, sendo já Portugal o país europeu onde essa diferença é maior? Alguém ouviu o vigarista que finge preocupar-se tanto com os mais pobres, fazer alguma proposta para um nivelamento social comparável ao dos países europeus? Se não, que feche a comua.

Vem agora o impostor com mais discursos dirigidos a idiotas – que não faltam – roncar que a crise não passa por causa do governo. Que o governo tem feito erros monumentais não é novidade, mas assimilá-los à crise é um abuso de falsário para quem quer que tenha memória e capacidade para pensar pela sua própria cabeça. Não foi o Cavaco quem destruiu as fontes de riqueza nacionais e cujos membros do governo e do partido, familiares e amigos, roubaram e esbanjaram os fundos de coesão europeus que deveriam ter preparado o país para o futuro? Futuro que chegou com país desadaptado e improdutivo, os gestores ignorantes e incapazes. O que foi feito da frota de pesca abatida, da indústria inepta para a concorrência e que desapareceu (um operário português, mesmo ganhando tão pouco, está a ganhar mais do que o que produz)? Que é da agricultura que nos outros países se desenvolveu e cresceu com as ajudas da UE? Quem foi o autor destas desgraças?

É evidente que quando o Coelho diz que a crise não passa por causa do governo, só pode estar a contar com a credulidade pacóvia de quem o ouve e a usar métodos de marketing para virar a opinião geral de que qualquer outro governo não teria feito melhor (neste caso). Toda a gente deveria estudar um pouco de marketing a fim de poder compreender as artimanhas dos publicitários. Em países avançados e democráticos a protecção contra a publicidade abusadora é ensinada nas escolas para as crianças aprendam a defender-se, mas em Portugal nem pensar, poderia fazer diminuir os lucros abusivos dos exploradores do povo. O povo que compre lixo que para nada serve senão para enriquecer os grandes grupos dirigidos por políticos e militantes dos partidos mais votados. É extremamente fácil enganar um povo assim tão profundamente embrutecido e que não foi ensinado a discernir estas armadilhas.

Os problemas da justiça, que ele mencionou tentando cinicamente virar o bico ao prego, são um bom sinal, pois que só reconhecendo os erros se pode emendar o que está mal, e eles estão a vir à superfície. Continuará a haver muito sofisma, mas a semente está lançada e o PGR, bom ou mau, tem prestado uma indubitável e valiosa ajuda a uma polémica útil. A podridão só pode estar dentro da própria justiça e não fora, ou a lógica é uma batata. Se acaso ela se deixa manipular é porque condescende por conveniência. Nas décadas de 1970 e 80 foi de modo idêntico que em França se começaram a responsabilizar os médicos. Aqui, também, estamos com 30 anos de atraso sobre um país que não é muito avançado; lá estão os mais de 50 anos de atraso citados pelo Eurostat. O vigarista pretende desculpar a sua seita, como se o mal da justiça pudesse ter nascido durante o tempo de um só governo; tal como o atraso planeado do país, da crise ou da falta de médicos. Os juízes e os magistrados são tão ineptos, podres e corruptos quanto os gestores, os médicos, os políticos e o povo que em geral os admite como são, mas que o pagam com a própria carne. O mal está nos pais e na geração. Não foram todos criados juntos? São também uns calões, pois que não resolvem mais que metade dos processos que a média dos seus colegas europeus (Eurostat).

Como não sofrerão os verdadeiros adeptos do PPD/PSD ao verem a direcção que este nojento e acólitos neoliberais deram ao partido? Como eles destruíram o partido. Como eles se serviram do seu nome para o remodelarem e reviraram no sentido oposto. Os malditos assassinaram o partido.

A democracia directa poderia pôr uma rédea neste e noutros animais da mesma espécia.


Artigos complementares:
Redução do Deficit Método Neoliberal
Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos
Discurso Vazio dum Sonso Vigarista
A Desgraça do PSD

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31 de julho de 2010

Democracia Sem Igualdade Nem Direito à Justiça?

Quem quer que continue a acreditar piamente na maior impostura nacional, que «Portugal é uma democracia», leia o que escreve uma vítima dessa «democracia», como anotado ao fim da transcrição deste e-mail.

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Em Março de 2002 comprei um PPR a um balcão do banco TOTTA. Abri com €1000 e era tirado da minha conta á ordem €50 todos os meses que eram acrescentados á conta do PPR. Achei que era boa ideia pois alguma coisa que acontecesse no futuro tinha ali um pé de meia onde me agarrar. Até porque não era o primeiro que fazia (noutras instituições) e nunca tinha tido problemas.

Li o contrato, ficando com as condições gerais em meu poder, as quais dizem bem explícito que não posso levantar o PPR em caso algum, antes de 5 anos, a menos que me encontrasse no desemprego de longa de duração ou doença que me impossibilitasse de trabalhar.

Ora em Fevereiro de 2004 fiquei desempregada! Fui vivendo tapando dum lado, destapando do outro. Até que cheguei a um ponto que em Outubro de 2006 tive que recorrer ao PPR pois estava em risco de perder a minha casa.

Nessa altura tinha depositado no PPR á volta de €4000 e dirigi-me a um balcão do TOTTA para fazer um resgate de €1700 o qual foi feito sem qualquer problema nem perguntas nem pedido de qualquer documento que provasse a minha situação de desemprego (ainda perguntei se devia entregar alguma prova e disseram que não precisava, é que o PPR só fazia os 5 anos em Março de 2007, daí a minha pergunta).

Em Janeiro, e como a situação subsistia, dirigi-me novamente ao Balcão para fazer novo resgate, desta vez de €1000, e cancelar as entregas periódicas de €50, pois não podia continuar a faze-lo. Demoraram quase um mês para transferir o dinheiro para a conta á ordem. O DINHEIRO NÃO APARECIA!

Nessa altura estavam lá cerca de €2450 (4000-1700=2300+150 de 3 meses de entregas de Outubro a Janeiro = 2450?) assim que os €1000 entraram na conta, 1 mês depois do pedido, e achando estranho a demora, desconfiei que se passava qualquer coisa e mais uma vez dirigi-me ao balcão a saber o que se passava. Pedi o resgate do restante dinheiro que seriam 2450?) e o encerramento do PPR, e qual não é o meu espanto!.... a transferência para a conta á ordem foi de... €239.
Pedi explicações e ninguém sabia responder. Dirigi-me então, a concelho do gerente do Balcão, ao TOTTA SEGUROS na Rua da Mesquita em Lisboa. Uma vez ali, fui recebida no hall de entrada, depois de passar por um detector de metais (eu pergunto? quem são os LADRÕES nesta história) onde me foi pedido que fizesse uma carta a pedir as devidas explicações, o que eu fiz ali mesmo.

Quinze dias depois recebo a resposta em casa! Uma carta cheia de equações matemáticas, a justificar o porquê de chegarem aquele valor (239?). Não ficando satisfeita com aquela explicação, até porque não percebia nada daqueles heroglifos, enviei várias cartas registadas a pedir explicações.

Cartas essas que nunca obtiveram resposta da parte do TOTTA SEGUROS.

O tempo ia passando e resposta nada! Decidi então apresentar queixa no INSTITUTO PORTUGUÊS DE SEGUROS. Aí fiz uma carta explicando a situação e entregando fotocópias de todos os papeis, inclusive as condições gerais que tenho em meu poder e pelas quais me regi para comprar aquele produto.

Quase um mês depois, recebo resposta do IPS, que me dava total razão mas como mediador apenas podiam tentar resolver as coisas pela via do diálogo e me aconselhavam a dirigir-me a um advogado pois só pela via judicial seria possível de resolver.

Dirijo-me então á DECO, primeiro por email depois pessoalmente.

Mais uma vez conto toda a minha história. Eles receberam a queixa, avaliaram e o departamento jurídico deu-me razão. A DECO fez várias tentativas de contacto mas o TOTTA SEGUROS nunca se dignou responder, até que a DECO me enviou uma carta a informar-me que tinha que encerrar o processo visto o TOTTA não responder ás cartas por eles enviadas (a uns sócios expõem os casos na comunicação social, a outros fica por isso mesmo) e eles (DECO) apenas funcionam como moderadores e não têm poderes jurídicos para resolver as situações. Mais uma vez me aconselham a ir para tribunal.

Acontece, meus amigos, que pelo valor em causa (€1300 que o TOTTA me ROUBOU) nenhum advogado quer pegar no assunto e como não tenho dinheiro (o TOTTA ficou-me lá com o resto) para fazer pagar esta injustiça não consigo pôr as coisas a funcionar.

Este é o País que temos meus amigos!

Contra os grandes como é que nos defendemos?

Já pensaram o quanto somos frágeis em relação aos bancos?

Eles põem e dispõem do nosso dinheiro como muito bem entendem, tiram dinheiro das nossas contas, dizendo que são taxas daqui e dali sem nos darem cavaco.

Já pensaram nisso??

PASSEM POR FAVOR, ESTE EMAIL AO MAIOR NUMERO DE PESSOAS POSSIVEL, para que estes abusos não continuem!!

Hoje foi comigo! amanhã pode ser com vocês!

Vamos alertar as pessoas, para evitar que sejam enganadas e não comprar estes produtos a estes LADRÕES que têm cada vez mais lucros á nossa conta.

BEM HAJAM POR TEREM LIDO ATÉ AO FIM E REPASSAREM!

Sandra Salgueiro


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Como podem passar-se casos deste género? No caso presente não pode ser apenas o abuso, tem que ser, sobretudo, a impunidade no abuso incrivelmente adicionado à impossibilidade de contestação. Se os abusos fossem penalizados, de certo que os abusadores teriam mais cautela antes de se decidirem a roubar os outros impunemente.

Não temos só uma justiça podre e regida por pedantes, arrogantes incompetentes, muitos deles novatos inexperientes, politizados, sindicalizados como operários não obstante tomarem-se por soberanos quando mais não são que meros representantes do soberano. Temos também uma justiça em que ninguém acredita nem confia, que é inatingível devido às decisões tomadas pelo PSD e mantidas pelo PS.

Uma democracia exige igualdade de acesso à justiça para todos. Acesso igual para ricos e pobres. Todos com o mesmo direito de ter um advogado de sua escolha e imediatamente após o nascimento da necessidade. Ora tudo isto é absolutamente o contrário do que se passa em Portugal.

Alguém já leu ou ouviu algum jornaleiro denunciar este assunto?

Conjuntamente com a igualdade no acesso ao ensino, à saúde e a uma política de reformas baseada em cálculos de aplicação universal, o acesso à justiça faz parte das condições imprescindíveis à simples existência duma democracia. Não nos enganemos, o voto é um mero meio e a existência duma constituição nem se prova necessária pois que se conhece que no Reino Unido não existe uma constituição escrita, sabendo-se bem que é um dos maiores exemplos de democracia, pelo menos a mais antiga dos tempos modernos.

O direito à justiça gratuito e atempado é imprescindível para prestar acesso à justiça, mas nem um nem outro existem em Portugal.

Só tem direito à justiça gratuita quem estiver literalmente a morrer de fome ou quase, mas mesmo assim não totalmente. É-lhe atribuído um advogado geralmente estagiário e sempre sem experiência, que doutro modo não consegue ter clientes, apenas competente no encaminhamento da papelada e demais burocracias, e que perde quase todos os processos. Que esperança vã poderá assim ter o assistido que justiça lhe seja feita?

Alguém já leu ou ouviu algum jornaleiro denunciar este assunto tão importante?

A justiça é negada num caso de necessidade de qualquer contestação, geralmente 15 dias. Para um pobre ter acesso à justiça ou a um advogado para lhe fazer uma contestação, tem que requerer à Segurança Social e aguardar a resposta, a qual antes demorava pouco mais de um mês e que ultimamente tem chagado a mais de três! Como contestar em 15 dias?! Ou seja, o direito à contestação foi ab-rogado do já antidemocrático direito igualitário à justiça.

Alguém já leu ou ouviu algum jornaleiro denunciar este assunto?

Ora aqui está porque a Sandra Salgueiro, autora do e-mail acima transcrito, se encontrou na dramática situação que nos conta. A razão deste post é por a maioria das pessoas não estar ao corrente desta catastrófica e lancinante realidade que além de gerar injustiça, promove uma insegurança maior que a resultante da recente violência.

Alguém já leu ou ouviu algum jornaleiro denunciar este assunto?

Na narração transcrita também se reconhece que o Instituto Português de Seguros é mais uma das múltiplas instituições sem qualquer utilidade e apenas criadas para tachos em que os políticos roubam os seus salários e mordomias à população contribuinte.

Na mesma narração, sobressai ainda que a DECO embora uma organização de interesse, é puramente comercial. Só se ocupa de casos dos seus associados ou que lhe proporcionem uma publicidade substancial que lhes faça aumentar sensivelmente o número de aderentes pagantes. Todavia, não nos podemos esquecer de que a sua vocação não é a de substituir as obrigações do estado.

Sublinha-se ainda a falta de justiça e a decorrente impunidade no crime que estes governos implantaram, assim permitida por uma legislação que despreza os princípios basilares da democracia.

Alguém já leu ou ouviu algum jornaleiro denunciar este assunto? Afinal, se não é para informar, nem mesmo em questões da mais alta importância, para que servem estes animais impostores?

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30 de abril de 2009

Mafia Oligárquica Legisla Para Apoio da Corrupção Política

Em consenso unânime, os partidos aprovaram hoje uma lei cuja única finalidade possível é a da fomentação e da protecção à corrupção política.

Numa conjuntura em que se impõem medidas económicas, as oligarquias partidárias – mais uma vez demonstrando que apenas governam para roubar a nação – aprovaram uma lei sobre o financiamento dos partidos, por unanimidade, que lhes permite encobrir os roubos por corrupção, aumentando 55 vezes o limite desse financiamento em dinheiro líquido. Tudo isto apenas sob o pretexto da necessidade de financiamento do PC na festa do Avante. Em princípio, a lei seria apenas no sentido de permitir a recolha de fundos em dinheiro na festa do Avante, embora com a definição de um limite, e deveria também diferenciar o montante das multas em função da dimensão do partido a que se refere. Os vigaristas mafiosos não perderam a ocasião para a transformar numa defesa da sua própria corrupção. Não restam dúvidas de que os partidos portugueses são associações de malfeitores que se apoiam mutuamente na defesa dos interesses ilícitos comuns.

Sobre o PS já conheciamos as peripécias sobre o assunto e as suas recusas em fazer algo significativo para diminuir a corrupção política. Agora, vê-se também e transparentemente a que ponto a Manela Leiteira nos mente e é vigarista. Nenhuma das pequenas medidas ou mezinhas que o governo tem aposto para fingir contrariar a corrupção tem escapado às críticas da miserável impostora que é a chiba, por insuficientes. De certo que têm sido até mais que insuficientes, mas ela revele-nos agora claramente o seu pensamento ao juntar-se aos outros corruptos para aprovar a lei que lhes permite roubar sem prestar contas, a lei que lava as mãos aos criminosos.

Todos os partidos têm feito um grande alarido contra a corrupção e agora prova-se que, tal como de costume, tem sido tudo banha da cobra barata para papalvos e o que pretendem é unicamente aumentar a corrupção que fingem reprovar paralelamente com a sua impunidade. É a maior afronta e o maior escândalo de todos os tempos, bem superior à arrogância e marketing do Sócrates ou da Leiteira sozinhos; Nem tem equivalente ou semelhança, pois que vem alargar o caminho da corrupção e da sua impunidade.

Num tempo recorde, a lei foi discutida combinada e aprovada por unanimidade pela cambada de deputados corruptos de todos os partidos, facto que atesta o grau e a expansão da corrupção política nacional.

Constata-se claramente como todas as alegações neste sentido expostas neste blog, assim como no do Leão Pelado ou no Site da Mentira! Apenas pecam por insuficientes.

Somos governados por criminosos de direito comum e de alto calibre.

Vamos continuar a votar nas associações de malfeitores constituídas em partidos políticos, nas oligarquias da máfia? Corramos com eles! Ponham-se-lhes rédeas bem curtas, obriguem-se a prestar contas aos que os elegem. Vote-se em branco, que nenhum dos partidos merece a mínima confiança. Votar num ou noutro é o que eles querem para se irem revezando na exploração: ora rouba uma oligarquia, ora rouba outra. Votar neles é aprová-los, a eles e ao sistema. O sistema tem que passar a impossibilitar a promulgação de leis que não obtenham a aprovação directa da população, num sistema de democracia directa.

Aguardemos agora para ver como o Cavaco se pronunciará, o principal autor da actual miséria nacional à excepção da parte causada pela crise mundial e que pretende chorara lágrimas de crocodilo.

Vejam-se os detalhes:
Público
Diário de Notícias
Sol
Notícias

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24 de abril de 2009

Políticos Anularam a Utilidade do 25 de Abril

É o falhanço do golpe de Estado Militar de 25 de Abril de 1974 que está na origem daquilo a que se convencionou chamar de Revolução dos Cravos ou Revolução de ABRIL. Esta opinião que perfilho desde aquele dia, hoje data histórica, tornou-se já uma asserção pacificamente aceite pelos mais destacados protagonistas militares do evento (Melo Antunes, por exemplo) e também por alguns historiadores isentos, no sentido de não enfeudados a certos interesses político-partidários.

25 de Abril de 1995
Aventino Teixeira (16.07.1932 – 10.04.2009)
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35 anos após, o único feito notável é que o país – em relação aos outros países europeus – acumulou um atraso de mais de cerca de 25 anos sobre os 20 e tal que já tinha no dia do golpe. Foi o que a corrupção e a máfia política nos ofereceram. Até hoje, os únicos que lucraram com a Abrilada foram os que compõe essa máfia oligárquica que se apoderou do país e os jornaleiros que tudo de interesse nos encobrem e nos projectaram numa ignorância profunda. Com efeito, tanto políticos como jornalistas gozam hoje duma liberdade que não tiveram durante o Estado Novo, a qual têm usado no seu exclusivo interesse pessoal, enriquecendo roubando o país e desprezando os interesses nacionais. Devido à deformação da sociedade operada pela corrupção e interesses ilícitos da máfia oligárquica, o cidadão comum goza hoje de muito menos liberdade do que no tempo do Estado Novo. Afinal a liberdade não se limita nem se restringe à liberdade de expressão, mas a tudo aquilo que faz parte da vida normal, e essa foi posta em causa, espezinhada por essa máfia na defesa dos seus interesses particulares.

Até hoje, nenhum partido nem governo instaurou qualquer plano de base para o progresso do país, nem mesmo utilizando os fundos de coesão europeus especialmente criados e recebidos para essa finalidade. Nunca houve uma verdadeira preparação dos empresários nem uma formação contínua dos seus empregados. Os fundos foram roubados, mal administrados e desbaratados de diversas formas, principalmente pelos governos do Cavaco, que ainda deixou o governo com um défice superior a 5%! É obra! Já todos se terão esquecido do enorme número de novos-ricos que apareceram nessa altura? Eram políticos, familiares, amigos e alguns oportunista com sorte. Para nosso mal o Cavaco não é o único a recriminar, mas apenas o autor da nossa miséria actual, a crise não se gerou nos últimos anos.

Continuamos a ter um sistema de saúde que por mal administrado sai tanto ou mais caro que o dos países onde ele é bom e com uma cobertura muito mais abrangente. É um sistema arcaico e do velho estilo comunista em que nem tampouco se pode escolher o médico que se deseje. Inacreditável e aceite por todos devido à desinformação jornaleira.

Os jornalistas deixaram se ser profissionais para passarem a defender os interesses dos seus patrões. São uma miséria didáctica não funcional; não informam a população daquilo que ela pode usar em seu interesse nem sobre como defender-se dos golpes dos políticos e dominá-los, escamoteiam os bons resultados políticos levados a cabo em países avançados controlados pelos seus povos, impedindo assim o seu conhecimento neste país e que se possam seguir ideias comprovadas como úteis. Isto gerou a ignorância política da população, que não compreende que o seu interesse pode ser o contrário do do seu partido, sendo assim usada pelos partidos como mero material de voto (carne para canhão). Depois, como Victor Hugo escreveu na década de 1860, a ignorância é a mãe da estupidez.

Afinal, 25 de Abril para quê? Que se comemora hoje para além dum sonho jamais realizado, deste período de aproveitamento da máfia oligárquica política, dos roubos descarados, da passividade dum povo entorpecido e anestesiado e sem qualquer reacção, que não aprendeu nem foi ensinado como usar a sua liberdade para domesticar as bestas políticas corruptas, mas que foi amestrado para tudo lhes admitir e aceitar, apenas respingando mansamente. Em italiano, manzo (manso) é um boi. Recordou-nos recentemente o General Eanes que devemos pedir contas aos políticos. Porque não o faz este povo embrutecido que permite ser flagelado impunemente de tal forma?

Temos que compreender que votar num partido ou noutro é fazermos o jogo dos corruptos, é irmos substituindo uma oligarquia por outra, assim se revezando e todas continuarem a aproveitar-se para nos roubarem e manterem na maior das misérias da Europa. Não devemos aceitar o que a corrupção nos impinge no seu próprio interesse e contra o nosso, devemos analisar os factos passados e deles tirar conclusões sem nos deixarmos influenciar. Em seguida devemos agir em consequência. Chega de palavreado.


Um longo relato, resumo da história moderna e da sociedade, não contado pelos conhecidos historiadores interesseiros: veja aqui.
Outros posts sobre a mesma matéria foram recentemente publicados neste blog. Queira vê-los abaixo, p.f.
Outro post sobre o assunto se seguirá muito em breve.
Veja-se ainda aqui e ainda aqui e aqui

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27 de março de 2009

Corrupção e Bandalheira Gerais

A corrupção continua de vento em popa. Cada vez que alguém surge a fsalar contra ela é logo condenado, afastado, calado, apontado como dizendo falsidades e desacreditado. Já vimos isso acontecer a vários (infelizmente poucos) dos quais o caso do Cravinho é de certo o mais conhecido e lembrado.

Veio agora o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto, meter de novo a colher em campo de corrupção e responsabolização. esta última é também a maior chaga que apoquenta o bando de incapazes que prospera pelo país fora. Ninguém quer aceitar qualquer responsabilidade, seja do que for. Para onde o mandarão quando ele terminar o seu actual mandato? Caso a seguir...

É evidente que ao ele falar logo se levantaram vozes reaccionárias. Que mais se esperaria? Como não têm resposta às questões levantadas, insultam, mentem, desculpam-se atacando. Novidade? Na bandalheira geral nacional e na defesa da corrupção é de certo o mais comum. Concebeu-se a ideia errada, impingida por políticos corruptos no seu interesse próprio, que a desresponsabilização é aceitável e até normal. Assim, eles, os maiores canalhas, podem lavar as mão e continuar a roubar o Estado impunemente.

No que o Marinho e Pinto mente, descaradamente ou para aliviar a carga, é em dizer que a polícia judiciária é das melhores da Europa e que por isso é conhecida. Afinal, não fazem eles parte da mesma geração rasca que se tem expandido por todo o país, tal como os próprios juízes, cuja confiança geral neles tem baixado a pique a cada ano que passa, a pondo de hoje ninguém neles confiar? A PJ também, nenhuma polícia doutro país nela confia e tem feito um nome que pior seria impossível. Estão ao mesmo nível da bandalheira geral.

Não se pode aventurar muito neste caso do Freeport, mas é evidente que se coincidência existir nas alturas em que veio ao de cima, será de admirar. As coincidências existem, naturalmente, mas são sempre de desconfiar, muito mais quando se repetem, como no presente caso. Mais não se pode dizer, apenas que da parte dos políticos tudo é verdadeiramente de esperar sem surpresa, pois que são a maior ralé que existe ao cimo da terra, compondo-se de bandos de parasitas cujo propósito não é o de governar o país, mas o de em nome disso roubarem quanto podem, raramente se interessando pelo que deveria ser o seu trabalho.

Afinal, nada mais sabem fazer, nada mais lhes interessa. Pelos resultados do seu procedimento podem considerar-se como traidores. Em Portugal, esses resultados dificelmente poderiam ser mais evidentes. Até os países da antiga Cortina de Ferro vão passando todos à frente, um após outro. Com corrupção e políticos assim não pode haver progresso. Ates da Abrilada tínhamos um atraso de pouco mais de 20 anos sobre a média europeia; há cerca de dois anos o Eurostat afirmou que esse atraso era superior a 52 anos.

Agradeçamos ao sua autor principal, que esbanjou os fundos de coesão europeus, ainda roubados pelos políticos e seus compadres. Não houve formação de empresários nem de trabalhadores. As frotas de pesca foram abatidas, a agricultura foi dada a outros países que por ela se interessaram, a indústria foi devastada. Como não esperar a situação de miséria actual? Com esse caminho e esses métodos, só um perfeito desmiolado esperaria progresso. Os portugueses provaram ser ainda piores que isso, pois que elegeram o seu próprio carrasco a presidente!

Não obstante tudo isto, seria bom que se viesse a conhecer que o caso do Freeport fosse uma conspiração política ajudada por jornaleiros já de si imundos mesmo sem o presente caso. Não é que nos interesse defender o Sócrates ou qualquer outro da mesma massa de que todos eles são feitos com as raríssimas excepções que provam a regra. O interesse nesse sentido seria que finalmente se apanharia uma realidade incontestável, a qual demonstraria o que aquela gentalha realmente é; que serviria de exemplo e de toda a razão para muito maior pressão sobre eles: para os controlar.

Que importam os partidos na conjuntura nacional actual? Os partidos, tal como se apresentam em países oligárquicos como Portugal, não são mais do que formações mafiosas alta e extrememente maléficas para o país, sejam quais eles forem, apenas camufladas sob um nome de partido. Note-se como esta cambada deturpa os verdadeiros ideais dos seus partidos. O Partido Socialista, por exemplo, toma decisões neo-liberais definitivamente contra os seus ideais de base. O PSD, contrariamente ao que o seu nome indica e aos ideais da sua fundação, coloca-se totalmente à direita. Não foram os PSDs dos países do Norte da Europa que financiaram e ajudaram a fundar o PS portugês? Existem documentos da época a provarem-no. Este facto tem sido camuflado por ambos e escondido a ponto que quase todos se esqueceram. Cada um deles quer ceifar em seara alheia.

Se, para além de todas as outras calamidades, os partidos não justificam os seus ideais não podem merecer a mínima confiança da parte da população. Não servem o que deveriam ser as suas funções, são uma escória pretenciosamente política.

Mais uma vez se recorda que enquanto a população nada fizer no sentido de controlar esses animais sanguinários (matam sem arma, mas efectivamente de diversos modos) raivosos de ganância e de roubo, nada poderá mudar. Foi assim – domando os animais políticos – que se chegou à democracia nos países mais democráticos, por isso os mais desenvolvidos socialmente: dominando os políticos e jamais permitindo que sejam eles a dominar-nos. Poderia ser diferente em Portugal? De outro modo, sem isto, não há nem pode haver democracia; o resto mais não é do que simples acessórios que sem a base apenas mascaram. A este propósito veja-se também o post imediatamente anterior a este.

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26 de fevereiro de 2009

Roubo dos Telefones Autorizado Pela ANACOM
e Muito Mais

Embora poucos pareçam sabê-lo, as comunicações de todo o género são um dos pilares do desenvolvimento. Daí os fundos da União Europeia que ajudaram a construir uma rede rodoviária decente em que, mesmo assim, se têm colocado obstáculos, como as portagens. Aqueles que defendem o lema utilizador-pagador, ou estão desinformados ou são políticos que pretendem conquistar votos de toda a maneira e como de costume em detrimento da totalidade da população. Estes últimos são decididamente traidores devido ao modo como operam, servindo a sua ganância (os votos) contra os interesses do País (o desenvolvimento). Afinal, se o produto de o lucro do desenvolvimento são a dividir por todos, porque deverão ser apenas uns a pagar (os utilizadores)? Mais uma vez nos desviamos dos métodos que desenvolveram os países mais avançados da Europa, mas continua a pretender-se que queremos avançar. Certamente não é esse o alvo de quem legisla.

No mesmo sentido resolveu a União Europeia fazer baixar os preços das telecomunicações, incluindo os dos telefones. Em cumprimento da directiva, o governo português mandou aplicar as tarifas ao segundo em lugar de ao minuto. Os operadores, relutantemente, ainda tentaram lutar contra esta disposição, estúpida e desnecessariamente, pois que não está na mão do governo nacional fugir à directiva. Como não conseguiram manter o roubo desse modo, deram a volta e aumentaram os preços das chamadas. Que cada um faça as contas de quanto passou ou vai passar a custar um minuto de comunicação pelas novas tarifas. Chegar-se-á à fácil conclusão que os aumentos das tarifas de comunicações telefónicas chegam a ultrapassar os 20% nalguns casos.

Afinal, alguns se perguntarão, para que serve a ANACOM, que permite todos os abusos contra a população, a legalização do roubo do utilizador pelo prestador de serviços? A corrupção é simplesmente a mesma do costume: favorecer os administradores das empresas – que como se sabe são os usurpadores desses cargos – a fim de que mereçam os seus prémios por estratégias de roubo a adicionar a salários já por si escandalosos.

Até quando vai a populaça tola e palhaça permitir a continuidade desta e de outras explorações? Por quanto tempo vão ainda os carneiros continuar a lamber a mão de quem os degola, como fizeram ao Cavaco, pai da actual pobreza nacional, excepto no que toca à crise internacional. Não foi ele e a sua seita e acólitos quem esbanjou os fundos de coesão, cuja finalidade era a de preparar as empresas e o país em geral para um futuro moderno e competitivo? Não foi isso que ele fez e todos nos recordamos como esse dinheiro, ao contrário do que deveria ser o seu destino, jorrou a rodos para os bolsos dos corruptos e corruptores, como espalhou o restante para dar a ilusão de riqueza, o que gerou inflação e um défice de 5% ao a sua seita de ladrões saltar do poleiro. As maioria das empresas continua a trabalhar com métodos de meados do século passado e os seus empregados nunca foram reciclados nem tomados em consideração como a matéria prima para o desenvolvimento, não podendo dar a produção necessária ao desenvolvimento, à modernização, à competição. Não foi o ainda o seu governo que praticamente acabou com a indústria nacional?

Em guisa de agradecimento, os carneiros decidiram agradecer-lhe o matadouro que ele pôs em funcionamento elegendo-o para a presidência do país. Ele, o traidor amigo dos castelhanos, que referindo-se à próxima canonização de D. Nuno Álvares Pereira diz ser um exemplo para coisa e tal (que interessa que coisa ele diz, se a realidade é bem outra?). Já agora, o melhor será ele mandar demolir as estátuas do Condestável e de D. João I, os monumentos aos Restauradores, o mosteiro da batalha, etc., etc. A recordar que a canalha jornaleira da RTP não fez qualquer alusão à data do 1º de Dezembro nesse dia. Nem o baboso do presidente abriu a comua a esse sujeito. Onde estão as paradas militares nas comemorações de há anos? Pode-se apodar tal gentalha de qualquer outro termo que não seja o de traidores? Qual?

Não se faça nada para erradicar a corrupção política generalizada e nada mudará. Haverá ainda algum pacóvio a acreditar que esses animais vão repudiar a galinha dos ovos de ouro, sobre tudo quando são perfeitamente incapazes de fazer outra coisa a governar o país para além de satisfazerem a sua ganância desmedida e aumentar o cada vez maior fosso entre ricos e pobres. Se não se correr com eles a mal, é óbvio que a bem jamais as sanguessugas nos deixarão.

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