Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


15 de agosto de 2013

Vamos Lá Puxar Pela Memória

Agora que se fala tanto da relação, digamos, heterodoxa, que o novo ministro dos Negócios Estrangeiros manteve com a Sociedade Lusa de Negócios, proprietária do BPN, talvez seja o momento indicado para puxar pela memória – não é preciso fazer um grande esforço – e recordar outra grande figura que também manteve uma relação, digamos, pouco católica, com o banco liderado por Oliveira e Costa.

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23 de agosto de 2010

Pedro Coelho Continua a Chamar-nos Estúpidos

Se ele insiste, provavelmente somos de verdade, pois que aceitando as patranhas que nos enfia e a falsidade que revela temos mesmo que ser. Doutro modo, como explicar aceitarmos que sejam os mais pobres a pagar a crise?

Os mais pobres que paguem! O cobarde não o diz abertamente, mas as raras soluções que aponta não podem ter outro desfeixe. É a ideia de base a concluir do que ele fala quando menciona que o governo deve reduzir as despesas jamais menciona reduções nos vencimentos e todos os outros ganhos dos políticos, nas benesses, pagamentos de viagens, ajudas de custos (ex.: casos do ministro das finanças e da pega deputada que diz que vive em França), dos automóveis novos (este ano foram mais de M€ 75) para governantes e pessoal dos seus gabinetes, as mobílias renovadas a cada mudança de governo, acabar com as múltiplas instituições parasitárias e outros antros de roubo dos partidos, nem os ordenados monstruosos dos dirigentes de departamentos do estado.

Quantas centenas de milhões ou biliões não se economizariam se isto fosse posto em prática? Até hoje, nenhum imundo corrupto, político ou jornaleiro tocou neste importante assunto ou tentou apresentar cálculos sobre estas despesas (roubos) que tentam esconder.

Já se ouviu o Coelho fazer esta proposta ou outra similar? Afinal, ele não acordou e votou também com os outros oportunistas que apoiaram em uníssono (com uma única excepção) a tal lei dr financia,emto dos partidos para aumentar as suas fortunas, mas que felizmente o Cavaco vetou?

A enorme disparidade entre mais ricos e mais pobres, o fosso que os separa, de longe o maior na União Europeia, tem sido objecto da maioria dos e-mails de tema político que circulam pela Internet, o que revela a grande preocupação dos portugueses a esse respeito. Um deles, para ser curto, menciona

... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos.


Já alguém ouviu o Coelho fazer a mínima referência a esta disparidade, uma enorme desgraça anti-democrática? O Sócrates, idem. Qual é a diferença entre estes dois neoliberais? Um mente com mezinhas em lugar de financiar a Seg. Social e a Saúde; o outro quer destruí-las por completo e cavar o tal fosso ainda mais profundamente. Entre o mau e o pior é só escolher.

Ninguém reclama com voz suficientemente forte e convicta. Estar-se-á à espera que os ladrões matem a sua galinha dos ovos de ouro? Que desgraçada mentalidade.

Precisamos de propostas efectivas e adequadas, não de criticas babosas dirigidas a desmiolados. Não pode ser esta a intenção honesta do Coelho, pois que se fosse não teria desperdiçado a ocasião de falar na justa baixa dos ganhos dos políticos e cargos oficiais e despesas correlacionadas. Fala apenas no ar, sem a necessária precisão. Nunca apresenta propostas honestas, adequadas, concretas e reais.

Já alguém o ouviu ter a mais genial ideia concreta que existe para diminuir o desemprego daqueles que trabalham? Ela é bem simples, basta seguir o que se passa em qualquer país com um mínimo de democracia. Pelo que se constata, em Portugal nem esse mínimo há. Correr com toda a canalha de parasitas partidários que assalta os lugares de administração do estado como se do espólio duma batalha ao estilo do Grande Khan se tratasse, a cada vez que o governo mude de partido e lá permanece até que outro partido tome posse dos tachos e mude as moscas. Fazer ocupar todos esses lugares por gente competente, por concurso público. Competente? Isto não condiz com político corrupto e inepto, pelo que poucos desses parasitas conseguiriam um lugar por concurso.

Os políticos só devem ocupar os lugares dos gabinetes ministeriais, ponto final. Porque é que é assim em todo o mundo e em Portugal os corruptos roubam os empregos à população? Porquê?

Já alguém ouviu o Coelho fazer esta proposta para diminuir o desemprego?

Sendo o estado o maior empregador a nível nacional, de certo que o emprego diminuiria sensivelmente para os trabalhadores e que a administração, dirigida por gente competente seria muito mais eficiente.

As suas críticas são despropositadas, mas mesmo que não o fossem não levam a lado nenhum. O que precisamos é de propostas sensatas, de soluções comprovadas que conduzam ao que os outros países alcançaram. Porém, o vigarista só ladra aos porcos.

Afinal, do Pedro Coelho, o mínimo, ou o melhor que se possa dizer é que não é melhor que os outros corruptos, que defende a corrupção e o abuso, que é um tachista igual. Enfim, um vigarista e aldrabão, um mentiroso e autêntica moeda falsa. O comum dessa gentalha a quem os pacóvios portugueses continuam a permitir que os roubem, aprovando as suas estratégicas lavagens cerebrais e marketing político selvagem dirigido a mentecaptos. Mentecaptos, por não terem nem a capacidade elementar de distinguir entre o útil e o falso, entre o conveniente e o que produzirá desgraça.

Em lugar de propostas bem formadas, o miserável vigarista de meia tigela pica as mentalidades atrasadas com o fantasma do aumento dos impostos, para assustar todos. Muito mais efectivo, fácil e que não compromete os roubos, ganhos ilícitos, impunidade e tantos outros tachos e privilégios injustificáveis de que o partido pretende sacar proveito quando estiver no governo (a sua galinha dos ovos de ouro), que lá chegará com estas ideias e desgraçará ainda mais este povo devido à sua imbecilidade, credulidade e imaturidade política e democrática. Mais um grande passo para trás. Pedro Passos Coelho, o homem dos passos para trás que volta para a toca.

Menos 5% e apenas sobre os ordenados dos parasitas – aventurou o infame aldrabão.

Vejam-se os seguintes artigos recentes e tire-se a conclusão sobre as suas mentiras e falsidades, sobre a podridão que ele esconde sob a sua máscara. Esclarecimentos sobre alguns temas bastante elucidativos que nos têm sido maliciosamente escondidos, como quanto tempo têm durado as constituições em países democráticos ou como os países europeus resolveram o problema do deficit da saúde, alguns há já quase vinte cinco anos, mas ninguém cá o sabe e por isso os políticos se aproveitam em nada fazer ou apresentam ideias escandalosas como o Pedro Coelho ou o Cagão Feliz.


  1. Atraso Planeado

  2. Grande Pata em Pequena Poça

  3. A Desgraça do PSD

  4. Sem Alternativa

  5. Discurso Vazio dum Sonso Vigarista

  6. Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos

  7. Redução do Deficit Método Neoliberal

  8. Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses.
    Mais uma Vez. Terá razão?

Já alguém ouviu o energúmeno falsário apresentar soluções ou propostas concretas no interesse nacional? A única foi a da tal redução dos 5% a gozar os que estão a pagar a crise provocada pelos governos do Cavaco. Críticas desonestas e interesseiras apenas para os seus autores e sem propostas com soluções de interesse nacional, que as guarde dentro da comua.

Se os dados apresentados pelo Sócrates sobre a evolução da conjuntura económica são pura fantasia de aldrabão, a resposta do Coelho e a sua falta de respostas só podem demonstrar a sua irresponsabilidade e má fé. Sobretudo quando as suas críticas não são dirigidas aos autênticos crimes que o primeiro cometeu contra a sociedade. Porquê? Porque os planos do segundo são ainda mais destruidores. Não há escolha.

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16 de outubro de 2009

Democracia à Portuguesa ou
A Antítese da Democracia

A confirmação de desentendimento entre os partidos para governarem o país, contrariamente ao que se passa nos países nórdicos, os mais democráticos, confirma e põe em evidência a ausência dos seus princípios democráticos, a má fé e a ganância na conquista dos tachos e direito ao roubo impune.

Estamos neste momento a assistir ao esforço do Sócrates em governar Portugal e as dificuldades encontradas de acordo com o parágrafo precedente.

O Sócrates foi talvez um dos piores primeiros-ministros no que respeita à arrogância que arvorou no seu governo anterior e consequentes decisões infundadas. Não é que outros não o tenham sido, todos têm sido arrogantes, só que uns disfarçam melhor que outros. Um dos exemplos mais funestos da sua arrogância é provavelmente a falta de diálogo com os professores, impondo regras desadequadas, enquanto requisitos mais importantes e aquilo por onde se devia ter começado foram descurados – o comportamento dos alunos e a qualidade do ensino para ser reconhecido pelos países avançados – passando a ser apenas uma ideia vaga. Outro exemplo foi a adopção dum inconcebível acordo sobre a língua portuguesa, em que tampouco houve uma única reunião com os escolásticos ou ditos mestres e sábios da língua.

Estes abusos da sua parte não significam que não esteja presentemente empenhado numa intenção de capacidade governativa dum estilo bem mais democrático que aquele que até agora prevaleceu em Portugal. A questão de estar honestamente (tanto quanto um político se possa considerar como honesto – honestidade, aqui, refere-se exclusivamente ao assunto em causa) empenhado numa governação democrática em lugar da fantochada do costume. Para sua conveniência? Provavelmente, mas que a realizar-se abre novos caminhos, regras e oportunidades muito mais democráticas para o país.

Tem sido este um ponto sempre defendido nestes blogs, sustentado por um grande número de posts e há anos “martelado” no Site da Mentira. Não se pode mudar de ideias apenas por relativa simpatia ou antipatia por quem agora as arvore. Quem quer que critique apenas por sistema ou fundamentalismo partidário (como com o futebol), sem jamais reconhecer o que estiver bem, não merece o mínimo crédito. É o que a Manela Leiteira fez e que em parte foi reconhecido pela população, pois que mesmo com o enorme descontentamento pelo governo, o seu partido perdeu em toda a linha em ambas as eleições. Disse ela e os seus acólitos que saíram vencedores, mas os números falam mais alto e contrariam-nos.

A possibilidade de que o Sócrates esteja honestamente (honestamente sempre no sentido citado) a optar por um sistema mais democrático e dos de mais alto interesse para o país – pois que diferentemente de outros só pode existir numa democracia – também não implica que de futuro não possa vir a cometer outros crimes políticos idênticos aos que já praticou.

Há, porém, que notar que os políticos portugueses são uma corja de vigaristas e ladrões (vigaristas por vigarizarem os eleitores, ladrões por roubarem o estado), oportunistas que apenas pensam em se servirem do estado para satisfazerem os seus interesses. Jamais eles governam no interesse nacional. Estejamos bem cientes da realidade. As provas são infinitas e conhecidas de todos, começando pelo assalto aos postos da administração pública, a todos os níveis, pela escória de parasitas, militantes e amigos, grandes e pequenos, a cada mudança de partido no governo.

Os políticos portugueses são demasiado animalescos, vis e ladrões, interesseiros e falsos para estarem preparados para o tipo de governação aqui em causa. Não têm formação democrática, mas de ladrões e de vigaristas. Não se interessam pela defesa dos interesses nacionais por estes não corresponderem aos seus. Pelo seu comportamento, por muito que isto se repita nunca é de mais. Os partidos assaltam literalmente os governos para roubarem o estado, único interesse e alvo dos políticos.

Nestas condições não se podem fazer muitas ilusões sobre o que se deve passar num futuro próximo se o povo não correr com eles, a bem ou a mal. De lembrar que coligações com partidos que adoptam leis anti-sociais não podem interessar, ainda menos nesta altura.

Já ouvimos dizer que em lugar de colaborar no governo preferem fazer uma «oposição responsável». Para quem não emprenhe pelos ouvidos isto é uma confissão de declaração de guerra. «Os portugueses que se lixem, o que queremos é reconquistar os tachos.» Dificilmente estas declarações poderiam ser mais claras.

Outro disse que «se um governo propõe coligações com todos os partidos com ideias opostas está mais interessado em continuar no governo que no país…» Outra confissão, além de que se trata duma frase 200% anti-democrática face à realidade política constatada nos países que são exemplos de democracia. Vindo de quem vem, o Portas Judas, não é inesperado. Nada do género nos pode admirar vindo dum indivíduo da pior espécie de burlões, cuja táctica tradicional tem sido só e apenas vinculada pelo baixo instinto de enganar os mais pobres a fim de que com os seus votos ele os possa roubar para dar aos que mais têm.

A imaturidade e ingenuidade política dum povo atrasado e ignorante, mas que se crê sabedor e espertalhão, permitem que tais procedimentos possam frutificar. São cidadãos sérios, honestos e honrados, que protestam quererem políticos de confiança. Por isso que elegem criminosos condenados e democráticos que afirmam que »ética e política nada têm a ver uma com a outra».

Conhecemos também as idiotices dos outros dois partidos de esquerda, ditadas por interesses semelhantes: os interesses do país não correspondem aos seus. Juram o contrário. Ou melhor, perjuram, porque na ocasião de o provarem tomam outra direcção.

Os partidos que não são governo têm responsabilidades políticas: recebem dinheiro do estado. Não são apenas oposição, e têm o dever de colaborar na governação por intermédio do parlamento. Se não o querem fazer, mas apenas receber os Euros, estão a roubar o estado. Que se vão embora.

As eleições devem ser aceites, quer se concorde, quer não, inclusivamente e sobretudo pelos partidos. Os partidos devem colaborar em qualquer governo no interesse nacional. Sempre. A vontade do povo tem que ser respeitada, esteja ela certa ou errada, bem ou mal. Caso edificativo se passa actualmente na Venezuela: o procedimento do Hugo Chavez pode ser extremamente criticável, mas é aquele que os venezuelanos escolhem e aprovam. Para se fazerem escolhas acertadas e defenderem os seus próprios interesses, a cultura é necessária e imprescindível. Foi como se passou e continua a passar-se nos países nórdicos.

O que se passa actualmente com o partido socialista no governo passar-se-ia igualmente se fosse outro, nem se tenham ilusões. O problema não está nem nunca esteve nos partidos, todos eles necessários numa democracia, mas unicamente na corja mafiosa que os compõe, o que impede infalivelmente a existência de uma democracia. Portugal não é nem pode ser uma democracia. Só um ignorante, um atrasado mental ou papagaio o podem afirmar. A demonstração do atraso, ignorância e estupidez geral nacionais, que entregam a populaça nas mãos dos políticos sem escrúpulos ficou amplamente demonstrada no post anterior intitulado Judas.

Por demais, a constituição é uma esterqueira que permite tudo o que se passa e muito mais; dir-se-ia um manual para trapaceiros e burlões. A justiça, composta por gente que cresceu com eles e frequentou as mesmas escolas, só pode ter o mesmo crédito. Juízes que fazem greves como funcionários e que como eles exigem direitos semelhantes! Onde se viu? Outro bando de rascas arrogantes.

Que podemos esperar destes destruidores do país em nome dos seus interesses próprios? Nada de bom para Portugal, disso não restam dúvidas. Os tachos e a inveja dominam toda essa canalha abjecta. Em lugar de defenderem os interesses nacionais e aproveitarem a ocasião do momento para mostrarem algum civismo e procederem um pouco mais honestamente, à semelhança dos países democráticos que deveriam copiar, demonstram rancor por não poderem também roubar, defendendo unicamente as suas oligarquias de formação puramente mafiosa.

Que consideração merece esta cambada com tão baixos instintos, malvados mal-intencionados, ladrões e vigaristas, que lançou Portugal numa profunda crise sem fim da qual só com muita sorte e bons governos poderá sair num meio século? Fabricaram a miséria nacional, inventaram escolas cujos cursos importantes não são reconhecidos em países avançados. Nenhum partido jamais fomentou e manteve qualquer programa para o desenvolvimento cultural da população, mantendo-a num atraso incomensurável. Acabe-se com esta canalha. Corra-se com os ladrões, burlões e vigaristas que nos espoliam e nos gozam. Exija-se prestação de contas, domem-se as bestas. Se a bem não for viável, então que seja a mal. Deste modo é que não se pode continuar.

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29 de junho de 2009

O saque ao erário não tem limites

Há situações escandalosas que vêm a público apenas ocasionalmente, o que deixa fora de vista o horizonte limite destas poucas vergonhas. Daí as suspeitas recaírem generalizadamente sobre todos os políticos, embora possa haver eventuais excepções.

Depois de um alto responsável pela ERSE se ter demitido e ficar com um ordenado fabuloso durante dois anos, da rápida promoção de um antigo empregado de balcão da CGD, ser nomeado administrador, passar para o BCP e, depois, ser promovido pela CGD a um escalão superior, assim como dos ordenados dos administradores do BdP aliados a regalias vitalícias mesmo que desempenhem as funções apenas algumas horas, aparece agora um caso não menos espantoso.

Um ex-chefe de gabinete de José Sócrates que é presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP, 98 mil euros, salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais. Este número representa que recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.

A justificar essa remuneração, no ano passado, teve o incómodo de assistir a 10 (dez) reuniões que a «comissão especializada de sustentabilidade e governo societário» realizou. Por cada comissão em média recebeu 9800 euros, equivalente a cerca de 22 salários mínimos nacionais, mensais (por uma reunião de poucas horas!!!).

Para conhecer melhor o assunto poderá ser lida a notícia no Correio da Manhã de hoje.

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