Após os grandes scoops jornaleirsticos sobre a carnificina na Noruega, começou-se a abafar o caso, ou melhor, a desviar a atenção da possível realidade, aliás muito mais provável do que aquilo em que querem que acreditemos.
26 de julho de 2011
Explosão Abafada
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Mentiroso
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25 de julho de 2011
Explodiu!
Os acontecimentos destes últimos dias na Noruega não são mais do que o levantar da ponta de um véu sobre o resultado dos governos europeus terem obrigado a polícia e os bombeiros a esconder, proibindo-os de revelar a realidade à imprensa. A isto junta-se ainda a irresponsabilidade e pura estupidez jornaleira em que uns 90% a 95% acredita e tenta impingir a ideia de que na conjuntura mundial vigente é possível incluir semitas (muçulmanos e judeus) numa multicultura europeia.
Sim, poderia ser possível, se os EUA não tivessem provocado a clivagem que impuseram no médio oriente em defesa do espírito do mal nazi que habita no povo maldito de Israel sionista. O desaparecimento ou a exterminação dessa ramificação judaica seria a maior contribuição para a paz mundial. Sem essa semente do mal poderia talvez formar-se uma monocultura euro-judaico-muçulmana. Todavia, com os espíritos dos perseguidos pelos EUA revoltados e ao rubro, nem uma miragem chaga a ser.
Este sentimento tem sido aproveitado por organizações extremistas e terroristas para angariar militantes com uma aumentada facilidade, fomentando o seu crescimento. De nada serve lutar contra eles enquanto se lhes incrementem as condições de existência e de expansão.
Se os EUA não solucionarem o problema que eles próprios criaram no médio oriente e a Europa continuar com um cachorro, atrás e a dar ao rabo, que outro país – talvez o Irão – tome a iniciativa de o fazer. Como estamos, a Europa corre cada ano mais e maiores riscos face à sua indecisão e tolerância do mal. Vamos nós ou a s nossas famílias morrer em ataques anticondescendência europeus face ao mal?
Entretanto, os governos, com o conluio dos grandes conglomerados da desinformação, iludem as populações, fazem-lhes acreditar que uma multicultura europeia é possível nestas circunstâncias. Antes (e depois) dos tumultos de 2009, em França, foram ocultados muitos acontecimentos. Notícias do género da padeira que correu com um magrebino da sua padaria provincial armada duma caçadeira, na década de 1980, deixaram de aparecer na imprensa. A França tem culpas diferentes e mais agravantes que os outros países por ter sido ela mesma que, durante a década de 1960, foi contratar um grande número de magrebinos para as suas fábricas de automóveis. Construíram-lhes bairros (guetos), que quando, menos de vinte anos depois, as fábricas deixaram progressivamente de exportar, salvo para países do terceiro mundo (como Portugal) e seus territórios ou DOMTOM (ultramar francês – não, não rejeitaram as suas colónias como Portugal), foram obrigadas a reorganizar-se, modernizar-se e fazer despedimentos em massa e o estado nada fez para evitar que a miséria desses imigrantes convertesse os seus guetos em antros do pequeno crime pela sobrevivência. Os filhos e os netos, que sofram com os pais, odeiam justamente os franceses.
Não é o mesmo em toda a Europa, mas cada país tem os seus problemas semelhantes. Escondem o descontentamento dos autóctones em serem literalmente colonizados pelos imigrantes. Destroem os valores, as tradições e o modo de vida seculares, a religião e os costumes dos povos. Trocaram a política lógica e correcta de imigração em que os imigrantes deviam adaptar-se aos países que os acolhiam pela obrigação dos nacionais a submeterem-se ao modo de vida e cultura dos imigrantes. Erro colossal que os povos, assim colonizados se recusam aceitar, não obstante o encobrimento do facto pelos governos, que escondem actos populares espontâneos originados na revolta e desculpam actos de imposições da parte dos imigrantes.
Na Grã-Bretanha, a maioria dos muçulmanos nas gerações de cerca de 15 a 25 anos de idade apoiam abertamente a Al-Qaeda e todas as suas façanhas terroristas. Embora mais tolerante, o povo inglês não pode nem quer aceitar a sua verdadeira perda de independência. Na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Itália as revoltas populares vêm há muito aumentando, mas continuamente encobertas pelos respectivos governos que dão instruções à polícia e aos bombeiros para esconderem os factos a uma imprensa já por si dominada pelas grandes empresas de comunicações e povoada por gente crédula, como citado acima. Continuem assim e não se admirem pelas consequências.
De sublinhar que nos raros países em que a imigração não é excluída, mas controlada, estes casos não têm lugar. No caso da Suíça, existem quotas de imigração por origem adaptadas às circunstâncias nacionais. Os imigrantes são distribuídos pelos cantões e neles fixados, por cotas, evitando a formação de guetos, favorecendo a sua adaptação ao modo de vida, aos vizinhos, ao clima, ao país em si. «De 5,9% em 1950, a proporção de estrangeiros não cessou de aumentar para atingir 21,7% em 2009. E o aumento prossegue.» É de longe o país europeu com a maior percentagem de imigrantes e refugiados, com cerca do triplo da média daqueles que mais imigrantes albergam, exceptuando os casos especiais do Luxemburgo, da Estónia e da Lituânia. Porém, os problemas aqui em questão não têm lugar nesse país. Os imigrantes adaptam o seu modo de vida ao do país que os recebe em lugar de quererem colonizar os autóctones e de lhes impor o seu próprio modo de vida. Não estão contentes? Desopilem. Prevarica? São repatriados após julgamento e cumprimento de pena, directamente à saída da prisão. Nestas condições não admira que a população os aceite nem que não haja demonstrações contra eles.
Portugal, ainda bem longe dos 5%, já demonstra problemas básicos. A taxa de emprego dos imigrantes é superior à dos nacionais. Alguma coisa parece estar errada. Os gráficos no site da Presidência da República apenas consideram os países da UE, como se os restantes não fossem europeus. Alarves.
Os governos suíços têm demonstrado capacidade para lidar com a imigração e em evitar catástrofes como a actual. Inversamente, outros governos, como o norueguês, mostram a sua incapacidade e provocam catástrofes de que são eles próprios os principais culpados. Há que reflectir e copiar os resultados confirmados como desejados e nunca o que já provou estar errado, procedimento que tem feito de Portugal a estrumeira da Europa.
O grande número de holandeses e alemães que emigraram para a América do Sul, sobretudo para o Brasil a a Argentina, tiveram de se aclimatar e adaptar a enormes diferenças comportamentais, sociais, culturais, etc., a viverem de um modo quase o inverso daquele a que estavam habituados. Conseguiram e eles e os seus descendentes sentem-se hoje felizes. Então os muçulmanos não são também humanos? Que se adaptem, pois, e que desistam e se lhes proíba de tentarem adaptar os países europeus aos seus desejos. Se não estão bem, mudem-se. Não só ninguém os obriga a permanecer contra vontade, como é essa a solução universal para tudo. Que direito têm, pois, à excepção que prejudica o semelhante?
Quando se pergunta aos jornais porque não publicaram tal ou tal distúrbio, respondem que não é importante ou que não tem qualquer significado. Existem registos destes factos em vários países. Multiplicam-se assim, exponencialmente, os acontecimentos que são ocultados aos povos: tumultos, revoltas, distúrbios, motins, etc., mas não se lhes consegue abater um descontentamento que não pára de crescer devido à continuidade no aumento dos procedimentos que lhe dão razão. Não se podem abrir as fronteiras a um processo de destruição interna apoiada por partidos do género do nosso Bloco da Esquerda ou ainda mais avançados em ideias destruidoras.
Os povos estão conscientes de que a Europa está a perder aquilo que é europeu, as tradições, os costumes, o modo de vida, a religião, etc. e a instabilidade na resposta cresce, ainda que camuflada por governos e jornaleiros. Os partidos de extrema direita aumentam em número e engrossam em apoiantes.
Na Noruega, um indivíduo, Anders Behring Breivik, sacrifica a sua liberdade num gesto premeditado no sentido de chamar a atenção dos europeus. Não se pode aprovar ou defender o seu método bárbaro, mas a necessidade duma solução impõe-se. Impõe-se uma compreensão, uma busca pela razão para evitar que se repita e a tomada de medidas que conduzam a uma resolução que acabe com a razão fundamentada das manifestações que se repetem e se vão continuamente agravando. Ele é o autor de alguns dos vídeos que circularam por toda a Europa sobre o perigo da imigração muçulmana não assimilada e que tiveram enorme aceitação em Portugal. Estranho, para muitos, o povo norueguês está de luto e triste, mas não manifesta qualquer sentimento de revolta. Os falsários jornaleiros mostram-se estupefactos, mas não o explicam.
No dia da desgraça, um chefe da polícia, Roger Andresen, impelido pela ordem superior de ocultar a verdadeira motivação e procurando dar uma razão, diz a uns jornalistas que se trata dum caso dum fundamentalista cristão. Contudo, se lermos o que esse dito fundamentalista escreveu, publicado e acessível a qualquer um na internet, ainda que as traduções automáticas deixem muito a desejar, é impossível tirar-se semelhante conclusão. No entanto, os abortos do costume, a jornaleiragem, generalidade portuguesa, logo papaguearam irresponsavelmente a desinformação sem se terem previamente assegurado de que a afirmação era ou não verdadeira. Os bandalhos encenaram a notícia com desenhos de histórias aos quadradinhos, caricaturas, outros desenhos e música. Gentalha falsificadores de notícias e de pulhas inúteis.
Estes casos só podem recrudescer paralelamente ao descontentamento geral. Há que pôr um ponto final neles. Um avanço nesse sentido é retirar aos muçulmanos a razão inegável que actualmente têm para se revoltarem contra o procedimento europeu no médio oriente, submetido aos desígnios dos interesses dos EUA, desalinhando-se dessa posição que impede a paz na região e que, como se vê, atinge também a Europa.
«Dentro de quatro dias, o Conselho de Segurança da ONU reunir-se-á e o mundo terá oportunidade de aceitar uma nova proposta capaz de reverter décadas de fracasso nas negociações para a paz entre Israel e Palestina: o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU.» A razão do presente artigo não é esta, mas a coincidência no tempo juntou as duas intenções numa única por estarem tão intimamente ligadas. Não nos resta dúvida de que o terrorismo de Israel deve acabar nem que a paz no médio oriente fará beneficiar a Europa, tirando aos muçulmanos o principal motivo inegável de discórdia geral com os europeus. Eles vivem cá, pelo que todos beneficiamos.
Assine a petição para a implementação da restante parte do acordo que reconheceu Israel uma nação juntamente com a Palestina e de que esta ainda não beneficiou como de seu direito reconhecido desde 1947. Acabemos com a colonização, os campos de concentração, as matanças e vinganças, a expulsão dos autóctones para lhes roubar as terras. Acabemos com a escravização de um povo. Lembremo-nos ainda que segundo estudos etnológicos dos povos da região, os palestinos, ainda que arabizados e misturados ao longo de mais de dois milénios, já referidos pelos egípcios antigos, sobretudo do reinado de Ramsés II, são europeus originários das ilhas gregas de sudeste.
Assine a petição europeia promovida pela Avaaz.org.
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Veja a sondagem sobre a duração do actual governo nacional.
Nota: Se os números dos IPs que aparecerem em mais de um voto, a secção em que eles se inserirem serão banidas destas sondagens e o voto extra retirado.
Adenda:
Segundo noticiado hoje (25-7-11), os tribunais noruegueses aceitaram o pedido da polícia (instruída pelo governo, como mencionado) para que o julgamento se faça a portas fechadas. Esta decisão confirma plenamente o que está na base do presente artigo: o encobrimento intencional da realidade, imposto pelos governos à polícia, aos bombeiros e aos tribunais para nada deixar transpirar. Ficam assim livres para manipular a realidade, moldando-a à sua conveniência, para prosseguimento duma política de destruição dos valores europeus, da religião e do modo de vida, com submissão às imigrações de verdadeiros terroristas incivilizados e selvagens. Sublinha-se que a ideia duma multicultura europeia não é totalmente rejeitável. Inaceitável é o caminho escolhido para atingir esse fim difícil, que só poderá conduzir a uma catástrofe quase total, senão mesmo total.
A notícia do fim do dia, diminuindo o número de mortes anunciadas de 93 para 66 e 76, ainda que uma só já fosse demasiado, explicita-nos a confiança que podemos depositar nos irresponsáveis e vigaristas que nos mentem sem cessar.
Para se formar uma ideia do que o Anders Breivik escreveu e do que as pessoas realmente pensam e não do que a jornaleiragem nos quer impingir, vejam-se os comentários no seu vídeo polémico no Youtube.
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Mentiroso
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3 de junho de 2010
Impunidade de Estado Terrorista
http://www.euronews.net/news/you/
Israel, país fora da lei, de sionistas nazis assassinos que nunca respeita as decisões das Nações Unidas, comete acções de pirataria de acordo com a legislação internacional. Assaltaram uma pequena frota de ajuda humanitária ao milhão de presos que esse país de malditos mantém desumanamente no enorme campo de concentração de Gaza.
Em águas internacionais, assaltaram as barcaças de ajuda humanitária descendo de helicópteros por cordas. Os assaltantes sionistas acusam assanhadamente os humanitários por estes se terem defendido do assalto expulsando-os das barcaças a paulada, com cadeiras e outros objectos do género – por não existirem quaisquer armas nas embarcações – como se fosse crime defender-se dum assalto sanguinário daquela peste maldita. Querem assim justificar este acto criminoso. Como de costume, as vítimas dos sionistas são sempre os culpados e nunca têm direito a defesa.
«Richard Falk, o Relator Especial das Nações Unidas para os territórios ocupados, afirma que Israel usou armas mortíferas contra civis desarmados e que matou activistas dos direitos humanos.» Onde está a novidade? Não é o que acontece desde que Israel ocupou aquele território e começou a roubar as terras dos vizinhos?
Às exigências da União Europeia, das Nações Unidas e de outros países e organizações para que se processe um inquérito internacional independente, o assassino mor – Benjamin Netanyahu – chama a isso «hipocrisia» e acrescenta que «Israel tem todos os direitos para interditar armamento e inspeccionar os barcos que possam transportá-lo». O que significa que Israel, em nome desse direito que se arroga, pode piratar barcos em águas internacionais contra a legislação, tem todo o direito de escravizar um povo, manter a sua maior parte em campos de concentração, de lhes roubar a água e outros bens naturais e mesmo de lhes roubar parte do território. Ora, se isto não é uma guerra por o povo dominado não ter meios para a fazer, daí os sacrificados não têm direito a defender-se nem em ripostar os ataques contínuos.
Israel faz frequentes raids de exterminação ou genocídios a Gaza impunemente e quando lhe apetece, como um dos maiores nas primeiras três semanas de 2009, mas às vítimas não é reconhecido o direito de defesa. Movidos por interesse político-económicos na região, sobretudo decorrentes do petróleo, os EUA aprovam todas as barbaridades daquele povo maldito. Os blogs dos israelitas e de outros judeus sionistas reconhecem abertamente que o apoio incondicional dos EUA lhes garante a impunidade para todos os crimes ou actos bárbaros e ilícitos.
Nenhum povo conseguiu até hoje viver em paz com os israelitas, não directamente por causa do próprio povo, mas por a sua maioria aprovar as piores seitas, como a Stern Gang e a Irgun, de que era membro o grande sionista David Yisraeli (que em 1941 propôs a Hitler a criação duma Jerusalém Nazi), precursoras do principal partido, o Likuk. A Irgun foi a pior organização terrorista que matava a torto e a direito, combatida pelos ingleses quando a região se tornou num protectorado anglo-francês a seguir à II Guerra Mundial. De admirar que os seus continuadores (Likud) sigam os mesmos passos e princípios? Os Romanos, um povo dominador mas tolerante, como é bem conhecido, foram obrigados a destruir Jerusalém no ano 70 para acabar com as acções de revolta dos chefes hebreus. Anteriormente, o próprio Pilatos já tinha sido enviado para pacificar a região por ser um homem ponderado. Ora, conhecemos bem o que se passou no seu tempo e os sentimentos dos chefes daqueles bárbaros.
Sempre assim tem sido com esse povo abusador e impune. Jamais cumprem qualquer resolução das Nações Unidas.
Os blogs dos sionistas relatam fielmente como eles contam com a acima mencionada aprovação incondicional dos EUA. Aquando dos crimes cometidos durante o ataque a Gaza em princípios de 2009, eles disseram logo que nada seria feito nos tribunais internacionais devido à protecção dos EUA. Se se quiser conhecer a verdade sobre o que pensa este povo que conta com a impunidade para continuar na sua interminável senda de crimes e genocídios, basta ler os seus blogs. Isso é que é a verdade, o resto é política falsa. Até se pode ler – publicado hoje sobre o presente caso – como contam com esse apoio incondicional por o Obama e o seu partido precisarem do dinheiro dos judeus dos EU para uma eleição ou reeleição. É muito simples conhecer estyes e outros casos; leiam-se os seus blogs se se quiser compreender facilmente a sua mentalidade e intenções. Simplesmente nojento.
Os sionistas afirmam que Gaza é território israelita. Por isso que têm o direito de lá procederem como entenderem. Veja-se mais dum género que não falta. A confiança na impunidade é tão grande que as referências a crimes são amplamente apoiadas e a impunidade abertamente reconhecida. Há muitos mais e investigar é simples. Não emprenhemos pelos ouvidos com este assunto também.
Como terminar com esta escalada sem fim? Enquanto os EUA continuarem a aprovar todos os crimes desses assassinos por meros interesses económicos na região, por acharem que é esse o método mais fácil e que menos lhes custa, nenhuma solução é possível. Sim, há uma, má mas melhor que nenhuma e tudo continuar sem fim à vista. Por a paz ser o maior bem em tempos agitados e a dificuldade para a sua obtenção ser inultrapassável doutra forma, o pior mal seria um bem se permitisse a reposição da paz: a destruição completa de Israel, mais efectiva do que a romana, porque essa só foi efectiva durante muito menos de 2000 anos. Embora se deva reconhecer o direito inabalável a cada povo em ter a sua nação (Timorenses, Kosovo, Bascos, Bósnios, Curdos, Irlandeses, Tibetanos e tantos outros), como mencionado na Carta da Nações Unidas, por interesse universal e para bem da Humanidade é preferível que esse direito seja retirado a jamais aos sionistas.
Tantas lamúrias temos ouvido carpir em nome dos judeus mortos durante a II Guerra Mundial. É verdade que foi uma carnificina, uma desgraça, mas pequeníssima por comparação a casos esquecidos múltiplas vezes mais horrorosos. Os genocídios completos sem deixarem um único sobrevivente das raças exterminadas, as torturas, desventres, cortes de pessoas vivas às postas, desmembramentos, «cesarianas» à espadeirada e rebentar com as cabeças de bebés contra rochas, com um número de mortos superior a 80 milhões (12 vezes o número de judeus, ciganos e árabes exterminados pelos alemães) pelos castelhanos, fazem do holocausto um caso de ridículas proporções.
O caso dos sionistas é apenas uma choradeira para fazer acreditar criminosos como simpáticos e que apenas tem servido para permitir as barbaridades por eles impunemente perpetradas. Acabe-se com isto duma vez. Ao ponto que se chegou todas as soluções são boas. O mal é tão grande que nos chegamos a permitir de pensar ter sido pena Hitler não ter tido um pouco mais de tempo para ter acabado com o que começou.
Algumas informações recentes na Euronews:
http://pt.euronews.net/2010/05/31/ataque-e-um-crime/
http://pt.euronews.net/2010/05/31/israel-ataca-e-contra-ataca/
http://pt.euronews.net/2010/06/02/israel-nao-vai-deixar-que-outros-barcos-cheguem-a-faixa-de-gaza/
http://pt.euronews.net/2010/06/02/activistas-pro-palestinianos-comecam-a-abandonar-israel/
http://pt.euronews.net/2010/06/03/ferimentos-impedem-dois-activistas-de-abandonar-israel/
http://pt.euronews.net/2010/06/03/analista-populacao-turca-olha-para-israel-como-um-inimigo/
http://pt.euronews.net/2010/06/03/mundo-arabe-exige-fim-do-bloqueio-a-gaza/
O último é uma sondagem. A questão é sobre se Israel deveria concordar com uma investigação internacional sobre o ataque à pequena frota humanitária. É evidente que se procedeu bem só poderá concordar. Ao notarmos o relativamente grande número de nãos (neste momento 30%), estes só podem ser sionistas ou seus apoiantes. O mesmo se passa no Facebook, onde estão a reunir-se para apoiarem este acto ilegal e criminoso. Melhor prova do banditismo, terrorismo e criminalidade comuns dum povo execrando que com tal procedimento nem merece existir por ser prejudicial para a humanidade?
Note-se que nalgumas destas versões em português existem divergências dos originais. Procure ler-se as versões em inglês, que não foram adulteradas por jornaleiros portugueses.
Ontem, os EUA afirmaram que Israel está em guerra com o Hamas, o que lhe dava o direito de controlar a sua eventual recepção de armas. Mas que guerra? O que há é unicamente um colonizador e um colonizado. Eram águas internacionais, pelo que foram violadas as leis que se lhe aplicam. Se é uma guerra, então porque é que os EUA e alguns outros querem impedir que um dos países em guerra receba armas? As afirmações são feitas de acordo com as circunstâncias, ao gosto. Hipocrisia em grande escala. Já que não se vê outra solução à vista, resta-nos a esperança de que a Pérsia arrase aqueles selvagens. Bem haja a ajuda do Presidente do Brasil.
Para a versão em português
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Mentiroso
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