Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


3 de junho de 2010

Impunidade de Estado Terrorista

Boicote os produtos de Israel - Israel é um estado sionista, nazi e terrorista que não cumpre as resoluçõe das Nações UnidasIsrael, país fora da lei, de sionistas nazis assassinos que nunca respeita as decisões das Nações Unidas, comete acções de pirataria de acordo com a legislação internacional. Assaltaram uma pequena frota de ajuda humanitária ao milhão de presos que esse país de malditos mantém desumanamente no enorme campo de concentração de Gaza.

Em águas internacionais, assaltaram as barcaças de ajuda humanitária descendo de helicópteros por cordas. Os assaltantes sionistas acusam assanhadamente os humanitários por estes se terem defendido do assalto expulsando-os das barcaças a paulada, com cadeiras e outros objectos do género – por não existirem quaisquer armas nas embarcações – como se fosse crime defender-se dum assalto sanguinário daquela peste maldita. Querem assim justificar este acto criminoso. Como de costume, as vítimas dos sionistas são sempre os culpados e nunca têm direito a defesa.

«Richard Falk, o Relator Especial das Nações Unidas para os territórios ocupados, afirma que Israel usou armas mortíferas contra civis desarmados e que matou activistas dos direitos humanos.» Onde está a novidade? Não é o que acontece desde que Israel ocupou aquele território e começou a roubar as terras dos vizinhos?

Às exigências da União Europeia, das Nações Unidas e de outros países e organizações para que se processe um inquérito internacional independente, o assassino mor – Benjamin Netanyahu – chama a isso «hipocrisia» e acrescenta que «Israel tem todos os direitos para interditar armamento e inspeccionar os barcos que possam transportá-lo». O que significa que Israel, em nome desse direito que se arroga, pode piratar barcos em águas internacionais contra a legislação, tem todo o direito de escravizar um povo, manter a sua maior parte em campos de concentração, de lhes roubar a água e outros bens naturais e mesmo de lhes roubar parte do território. Ora, se isto não é uma guerra por o povo dominado não ter meios para a fazer, daí os sacrificados não têm direito a defender-se nem em ripostar os ataques contínuos.

Israel faz frequentes raids de exterminação ou genocídios a Gaza impunemente e quando lhe apetece, como um dos maiores nas primeiras três semanas de 2009, mas às vítimas não é reconhecido o direito de defesa. Movidos por interesse político-económicos na região, sobretudo decorrentes do petróleo, os EUA aprovam todas as barbaridades daquele povo maldito. Os blogs dos israelitas e de outros judeus sionistas reconhecem abertamente que o apoio incondicional dos EUA lhes garante a impunidade para todos os crimes ou actos bárbaros e ilícitos.

Nenhum povo conseguiu até hoje viver em paz com os israelitas, não directamente por causa do próprio povo, mas por a sua maioria aprovar as piores seitas, como a Stern Gang e a Irgun, de que era membro o grande sionista David Yisraeli (que em 1941 propôs a Hitler a criação duma Jerusalém Nazi), precursoras do principal partido, o Likuk. A Irgun foi a pior organização terrorista que matava a torto e a direito, combatida pelos ingleses quando a região se tornou num protectorado anglo-francês a seguir à II Guerra Mundial. De admirar que os seus continuadores (Likud) sigam os mesmos passos e princípios? Os Romanos, um povo dominador mas tolerante, como é bem conhecido, foram obrigados a destruir Jerusalém no ano 70 para acabar com as acções de revolta dos chefes hebreus. Anteriormente, o próprio Pilatos já tinha sido enviado para pacificar a região por ser um homem ponderado. Ora, conhecemos bem o que se passou no seu tempo e os sentimentos dos chefes daqueles bárbaros.

Sempre assim tem sido com esse povo abusador e impune. Jamais cumprem qualquer resolução das Nações Unidas.

Os blogs dos sionistas relatam fielmente como eles contam com a acima mencionada aprovação incondicional dos EUA. Aquando dos crimes cometidos durante o ataque a Gaza em princípios de 2009, eles disseram logo que nada seria feito nos tribunais internacionais devido à protecção dos EUA. Se se quiser conhecer a verdade sobre o que pensa este povo que conta com a impunidade para continuar na sua interminável senda de crimes e genocídios, basta ler os seus blogs. Isso é que é a verdade, o resto é política falsa. Até se pode ler – publicado hoje sobre o presente caso – como contam com esse apoio incondicional por o Obama e o seu partido precisarem do dinheiro dos judeus dos EU para uma eleição ou reeleição. É muito simples conhecer estyes e outros casos; leiam-se os seus blogs se se quiser compreender facilmente a sua mentalidade e intenções. Simplesmente nojento.

Os sionistas afirmam que Gaza é território israelita. Por isso que têm o direito de lá procederem como entenderem. Veja-se mais dum género que não falta. A confiança na impunidade é tão grande que as referências a crimes são amplamente apoiadas e a impunidade abertamente reconhecida. Há muitos mais e investigar é simples. Não emprenhemos pelos ouvidos com este assunto também.

Como terminar com esta escalada sem fim? Enquanto os EUA continuarem a aprovar todos os crimes desses assassinos por meros interesses económicos na região, por acharem que é esse o método mais fácil e que menos lhes custa, nenhuma solução é possível. Sim, há uma, má mas melhor que nenhuma e tudo continuar sem fim à vista. Por a paz ser o maior bem em tempos agitados e a dificuldade para a sua obtenção ser inultrapassável doutra forma, o pior mal seria um bem se permitisse a reposição da paz: a destruição completa de Israel, mais efectiva do que a romana, porque essa só foi efectiva durante muito menos de 2000 anos. Embora se deva reconhecer o direito inabalável a cada povo em ter a sua nação (Timorenses, Kosovo, Bascos, Bósnios, Curdos, Irlandeses, Tibetanos e tantos outros), como mencionado na Carta da Nações Unidas, por interesse universal e para bem da Humanidade é preferível que esse direito seja retirado a jamais aos sionistas.

Tantas lamúrias temos ouvido carpir em nome dos judeus mortos durante a II Guerra Mundial. É verdade que foi uma carnificina, uma desgraça, mas pequeníssima por comparação a casos esquecidos múltiplas vezes mais horrorosos. Os genocídios completos sem deixarem um único sobrevivente das raças exterminadas, as torturas, desventres, cortes de pessoas vivas às postas, desmembramentos, «cesarianas» à espadeirada e rebentar com as cabeças de bebés contra rochas, com um número de mortos superior a 80 milhões (12 vezes o número de judeus, ciganos e árabes exterminados pelos alemães) pelos castelhanos, fazem do holocausto um caso de ridículas proporções.

O caso dos sionistas é apenas uma choradeira para fazer acreditar criminosos como simpáticos e que apenas tem servido para permitir as barbaridades por eles impunemente perpetradas. Acabe-se com isto duma vez. Ao ponto que se chegou todas as soluções são boas. O mal é tão grande que nos chegamos a permitir de pensar ter sido pena Hitler não ter tido um pouco mais de tempo para ter acabado com o que começou.

Algumas informações recentes na Euronews:


http://pt.euronews.net/2010/05/31/ataque-e-um-crime/



http://pt.euronews.net/2010/05/31/israel-ataca-e-contra-ataca/



http://pt.euronews.net/2010/06/02/israel-nao-vai-deixar-que-outros-barcos-cheguem-a-faixa-de-gaza/



http://pt.euronews.net/2010/06/02/activistas-pro-palestinianos-comecam-a-abandonar-israel/



http://pt.euronews.net/2010/06/03/ferimentos-impedem-dois-activistas-de-abandonar-israel/



http://pt.euronews.net/2010/06/03/analista-populacao-turca-olha-para-israel-como-um-inimigo/



http://pt.euronews.net/2010/06/03/mundo-arabe-exige-fim-do-bloqueio-a-gaza/


http://www.euronews.net/news/you/



O último é uma sondagem. A questão é sobre se Israel deveria concordar com uma investigação internacional sobre o ataque à pequena frota humanitária. É evidente que se procedeu bem só poderá concordar. Ao notarmos o relativamente grande número de nãos (neste momento 30%), estes só podem ser sionistas ou seus apoiantes. O mesmo se passa no Facebook, onde estão a reunir-se para apoiarem este acto ilegal e criminoso. Melhor prova do banditismo, terrorismo e criminalidade comuns dum povo execrando que com tal procedimento nem merece existir por ser prejudicial para a humanidade?

Note-se que nalgumas destas versões em português existem divergências dos originais. Procure ler-se as versões em inglês, que não foram adulteradas por jornaleiros portugueses.


Ontem, os EUA afirmaram que Israel está em guerra com o Hamas, o que lhe dava o direito de controlar a sua eventual recepção de armas. Mas que guerra? O que há é unicamente um colonizador e um colonizado. Eram águas internacionais, pelo que foram violadas as leis que se lhe aplicam. Se é uma guerra, então porque é que os EUA e alguns outros querem impedir que um dos países em guerra receba armas? As afirmações são feitas de acordo com as circunstâncias, ao gosto. Hipocrisia em grande escala. Já que não se vê outra solução à vista, resta-nos a esperança de que a Pérsia arrase aqueles selvagens. Bem haja a ajuda do Presidente do Brasil.

Assine a PETIÇÃO internacional da Avaaz.org
Para a versão em português
clique aqui.

Avaaz.org
Em 14 línguas

Ler mais...

29 de janeiro de 2009

A Cobardia e a Ignorância

O Dr. Fernando Nobre, director da AMI,
é suficientemente conhecido para dispensar apresentações ou introduções. Transcreve-se uma declaração sua, acrescentando apenas uma conclusão referente ao futuro do caso que ele cita. Este texto já teve várias publicações, entre eles o http://ferrao.org/, mas parece não ter sido notado.



Grito e choro por Gaza e por Israel

Há momentos em que a nossa consciência nos impede, perante acontecimentos trágicos, de ficarmos silenciosos porque ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia.

O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes ("terroristas") do movimento Hamas.

Importa neste preciso momento refrescar algumas mentes ignorantes ou, muito pior, cínicas e destorcidas:

- Os jovens palestinianos, que são semitas ao mesmo título que os judeus esfaraditas (e não os askenazes que descendem dos kazares, povo do Cáucaso), que desesperados e humilhados actuam e reagem hoje em Gaza são os netos daqueles que fugiram espavoridos, do que é hoje Israel, quando o então movimento "terrorista" Irgoun, liderado pelo seu chefe Menahem Beguin, futuro primeiro ministro e prémio Nobel da Paz, chacinou à arma branca durante uma noite inteira todos os habitantes da aldeia palestiniana de Deir Hiassin: cerca de trezentas pessoas. Esse acto de verdadeiro terror, praticado fria e conscientemente, não pode ser apagado dos Arquivos Históricos da Humanidade (da mesma maneira que não podem ser apagados dos mesmos Arquivos os actos genocidários perpetrados pelos nazis no Gueto de Varsóvia e nos campos de extermínio), horrorizou o próprio Ben Gourion mas foi o acto hediondo que provocou a fuga em massa de dezenas e dezenas de milhares de palestinianos para Gaza e a Cisjordânia possibilitando, entre outros factores, a constituição do Estado de Israel..

- Alguns, ou muitos, desses massacrados de hoje descendem de judeus e cristãos que se islamizaram há séculos durante a ocupação milenar islâmica da Palestina. Não foram eles os responsáveis pelos massacres históricos e repetitivos dos judeus na Europa, que conheceram o seu apogeu com os nazis: fomos nós os europeus que o fizemos ou permitimos, por concordância, omissão ou cobardia! Mas são eles que há 60 anos pagam os nossos erros e nós, a concordante, omissa e cobarde Europa e os seus fracos dirigentes assobiam para o ar e fingem que não têm nada a ver com essa tragédia, desenvolvendo até à náusea os mesmos discursos de sempre, de culpabilização exclusiva dos palestinianos e do Hamas "terrorista" que foi eleito democraticamente mas de imediato ostracizado por essa Europa sem princípios e anacéfala, porque sem memória, que tinha exigido as eleições democrática para depois as rejeitar por os resultados não lhe convirem. Mas que democracia é essa, defendida e apregoada por nós europeus?

- Foi o governo de Israel que, ao mergulhar no desespero e no ódio milhões de palestinianos (privados de água, luz, alimentos, trabalho, segurança, dignidade e esperança ), os pôs do lado do Hamas, movimento que ele incentivou, para não dizer criou, com o intuito de enfraquecer na altura o movimento FATAH de Yasser Arafat. Como inúmeras vezes na História, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, como também aconteceu recentemente no Afeganistão.

- Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras...) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário...a arma atómica!).

- Estranha guerra esta em que o "agressor", os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os "agredidos". Nunca antes visto nos anais militares!

- Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos "heróis" que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!

- Como pode um povo que tanto sofreu, o judeu do qual temos todos pelo menos uma gota de sangue (eu tenho um antepassado Jeremias!), estar a fazer o mesmo a um outro povo semita seu irmão? O governo israelita, por conveniências políticas diversas (eleições em breve...), é hoje de facto o governo mais anti-semita à superfície da terra!

- Onde andam o Sr. Blair, o fantasma do Quarteto Mudo, o Comissário das Nações Unidas para o Diálogo Inter-religioso e os Prémios Nobel da Paz, nomeadamente Elie Wiesel e Shimon Perez? Gostaria de os ouvir! Ergam as vozes por favor! Porque ou é agora ou nunca!

- Honra aos milhares de israelitas que se manifestam na rua em Israel para que se ponha um fim ao massacre. Não estão só a dignificar o seu povo, mas estão a permitir que se mantenha uma janela aberta para o diálogo, imprescindível de retomar como único caminho capaz de construir o entendimento e levar à Paz!

- Honra aos milhares de jovens israelitas que preferem ir para as prisões do que servir num exército de ocupação e opressão. São eles, como os referidos no ponto anterior, que notabilizam a sabedoria e o humanismo do povo judeu e demonstram mais uma vez a coragem dos judeus zelotas de Massada e os resistentes judeus do Gueto de Varsóvia!

Vergonha para todos aqueles que, entre nós, se calam por cobardia ou por omissão. Acuso-os de não assistência a um povo em perigo! Não tenham medo: os espíritos livres são eternos!

É chegado o tempo dos Seres Humanos de Boa Vontade de Israel e da Palestina fazerem calar os seus falcões, se sentarem à mesa e, com equidade, encontrarem uma solução. Ela existe! Mais tarde ou mais cedo terá que ser implementada ou vamos todos direito ao Caos: já estivemos bem mais longe do período das Trevas e do Apocalipse.

É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são.

Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre, 4 de Janeiro de 2009.


Pelo que se pode deduzir, jamais haverá paz na região enquanto a razão e a justiça não forem restabelecidas. As contínuas agressões do estado sionista geram o ódio não só nos adultos, mas sobretudo nas crianças que nele nasceram e cresceram e viram os seus pais assassinados pela sua Resistência ao terrorismo sionista, lutando pela liberdade e pelos Direitos Humanos. Assim, cada vez cresce mais o ódio de geração em geração. O caso é tão claro que pode dizer-se sem receio de errar que quem não o compreender melhor deverá ir tratar-se num psiquiatra. Para detalhes mais alongados sobre este assunto veja-se neste link.

O ensurdecedor silêncio da maioria dos blogs portugueses sobre este assunto não pode deixar de revelar o estado da mentalidade geral nacional.

Ler mais...

6 de janeiro de 2009

A Loucura do Espírito do Mal

Israel, a incarnação do mal, dizendo que quer destruir o Hamas destrói tudo por onde passa. Os EUA demonstram mais uma vez como encaram os Direitos Humanos não só na sua própria nação, mas em todo o mundo. Não esqueçamos que sempre apoiaram e apoiam as ditaduras, como aconteceu com a nossa.

A ignorância geral – provocada por uma propaganda sionista e pelos EUA – permite acreditar aos mais pobres de espírito que qualquer acção do género da parte de Israel poderá alguma vez acabar com a violência na região. A Besta a que nos EUA chamam de presidente diz que compreende o direito de Israel, o agressor contínuo de há sessenta anos, tem em se defender.

Israel não se contentou com o território que lhe foi graciosamente concedido, já sem ter perguntado ao povo que lá estava se o aceitava ou não. A violência começou com as agressões contínuas e aprovadas pelos EUA para roubarem territórios, estabelecerem colónias (na segunda metade do séc. XX!), o que fez nascer o ódio entre os povos da região.

Não se pode falar em paz sem abordar as suas causas e restabelecer a ordem quebrada pelos sionistas. Os assassinos podem assassinar metade da população ou mais, porém quantos mais matarem mais ódio justo geram contra eles. As crianças não nascem com ódio, mas assim que começam a ter compreensão do que se passa à sua volta, o ódio contra o país malvado que os desgraça e o que acontece com os seus familiares só pode crescer dentro deles e ganhar as mais profundas raízes. Assim, a realidade é que o procedimento de Israel só pode aumentar a pilha de lenha para se queimar, perpetuar o mal e até a morte do seu próprio povo e eventualmente um novo extermínio do seu próprio país.

Pelos noticiários que ouvimos e pelo modo como este caso está a ser abordado, os jornaleiros estão a dar a imagem falsa de que história dos distúrbios provocados por Israel começou pelo caso do Hamas. Miseráveis desinformadores que enganam os já de si ignorantes.

Nenhum processo de paz poderá estabelecer a ordem sem que os factos que provocam a violência sejam tomados seriamente em lugar de querer estabelecer novas regras sobre novas falsidades. Dêem o seu a seu dono, expulsem o agressor em casa alheia e julguem os criminosos de guerra de acordo com o direito internacional que os EUA abertamente repudiam. Só assim se poderá chegar à paz, o resto são patranhas inventadas para roubar o agredido e aplaudir o agressor. Se Israel quer tanto a paz, há tantos anos, como falsamente apregoa, como continuam a roubar os territórios e a construir colónias neles? Não é um paradoxo, é a realidade nua e crua, a demonstração da má fé dos agressores e das suas más intenções em que os logrados de todo o mundo acreditam. Há um rol de razões contra a paz por parte dos agressores, mas este é talvez o mais claro.

Os noticiários nunca falam neste assunto básico, preocupando-se com as notícias da hora e encobrindo as causas e a realidade histórica. Repete-se um simples ponto já evocado: Se os castelhanos (outro povo que a história define como escravizador) ocupassem terras portuguesas, expulsassem os seus donos, confiscassem as terras e nelas construíssem bairros e implantassem imigrantes castelhanos e metessem a população portuguesa expulsa em campos de concentração, não se sentiriam os nacionais com direito ao uso da violência como uma forma de resistência enquanto restringidos a uma faixa ou única província, como o Algarve ou o Minho, por exemplo, se outro método para os expulsar não existisse? Ou talvez que os carneiros tudo aceitassem… Mas nem todos os povos são carneiros.

Por muito, muito menos, os heróis franceses da Résistance fizeram explodir tudo o que prejudicasse os alemães e mataram tantos quanto puderam. A não esquecer que a maior cerimónia nacional francesa das últimas décadas foi a homenagem prestada a esses «terroristas» pela altura da primeira eleição presidencial de François Mitterrand. Quem são os heróis?

Quem desejar recordar alguns dos acontecimentos desta triste história desumana, assim como tem sido o comportamento de Israel desde um pouco antes da sua existência, pode fazer uma pequena revisão em http://www.leaopelado.org/exodus.htm.

Ler mais...

30 de dezembro de 2008

Os Novos Nazis

O facto mais significante do movimento nazi na Alemanha da Segunda Guerra Mundial era os seus seguidores crerem ser duma raça superior. Desde 1947 temos um novo povo nazi: Israel sionista.

Aqueles que mais sofreram com os idealismos nazis alemães são os que melhor adoptaram as suas doutrinas, modernizando-as. Israel é um país pária e com a falsidade característica do velho ditado «falso como um judeu», que sempre diz aceitar as resoluções da Organização das Nações Unidas, mas nunca as cumpre = falsidade.

O povo de Israel já era considerado terrorista antes da sua independência, sobretudo devido aos atentados bombistas efectuados contra a administração territorial inglesa. Esta nação tem sido um autêntico espinho maléfico na região já anteriormente à sua fundação, um impedimento da paz. Com efeito, Israel com o apoio incondicional do monstro anti-democrático representado pelos EUA, tem roubado terras e territórios aos árabes, colonizado construindo em terreno alheio e promovido o povoamento das colónias em terras que jamais lhe pertenceram. Israel tem o direito de o fazer e os massacrados não têm o de os expulsar! Israel atacou os vizinhos e a declaração oficial dos EUA foi que o Hamas mostrou mais uma vez o seu comportamento!

Israel é hoje a personificação do mal ma região, mantido nesse lugar pelos EUA como um cão polícia na defesa dos seus interesses. Tal estado tem que acabar. O desequilíbrio actual que abençoa a malvadez dum povo maldito pelas suas obras e acções tem que ter um fim. Esperemos que seja o Irão a pôr-lhe um fim e quanto mais cedo melhor. Que se extermine esse povo amaldiçoado que escraviza os seus vizinhos. Basta de lamentar o que sofreram durante a guerra. A sua maldade é agora tão profunda que sem temer de se ser injusto se pode antes lamentar por os alemães não terem tido tempo para os exterminar por completo. Má semente, semente de Satanás. Os judeus, em actos de pérfida malvadez atroz e segundo um método regular que nada tem a ver com guerra, cortam os bens necessários à vida , como água e electricidade e fecham a passagem para víveres aos miseráveis forçados a viver entre barreiras de arame farpado. Cometem os mais hediondos crimes sem razão aparente. Sabe-se, mas é abafado, tal como tantas outras barbaridades.

Não se compreende que por um lado se diga que existe uma guerra e por outro se forneçam armas ao mais forte e ocupante e se bloqueie o fornecimento e as ajudas ao mais fraco, aquele que é escravizado. É esta a ideia democrática dos EUA. Que o Irão destrua a nação pária, que não deixe pedra sobre pedra, que arranque o espinho do mal da região, que semeia o ódio e as desavenças, a guerra e todas as suas consequências. Que se faça a limpeza necessária para a obtenção duma paz duradoura em nome da justiça e dos direitos humanos.

Em complemento do tamanho reduzido deste post veja-se um texto mais abrangente, que dele faz parte completar e integrante sobre esta conjuntura que se eterniza, nesta página em lugar de o transcrever.

O costume de chamar terroristas aos lutadores pela liberdade inconvenientes, implantado pela política imperialista dos EUA apoiada por escravisadores tradicionais, como os castelhanos (ver sobretudo aqui) e outras nações incivilizadas mantêm outros povos sob a sua pata, em plena contradição com o terrorismo francês durante a Segunda Guerra Mundial, este apoiado pelos EUA e pelos restantes Aliados, também acrescenta e elucida algo de muito útil a este post.

O número exíguo de blogs portugueses que se referem aos correntes acontecimentos não dignifica aqueles que se abstêm.

Adenda: Israel é sobejamente conhecido em todo o mundo como cometendo crimes de guerra do tipo nazi e iugoslavo. Que se esperará para os julgar e os pendurar como aos outros? A não esquecer que «punição colectiva» é um crime de guerra, qualquer que seja a provocação ou o motivo.
Se os castelhanos (outro povo escravizador) ocupassem terras portuguesas, expulsassem os seus donos, confiscassem as terras e nelas implantassem imigrantes castelhanos, não se sentiriam os nacionais com direito ao uso da violência como uma forma de resistência enquanto restringidos a uma faixa ou única província, como o Algarve?
Vejam-se, sobretudo, os links na página acima mencionada como complemento a este post.

Ler mais...