Portugal é uma sociedade que vive na mentira e da mentira numa corrupção contínua onde quem melhor mente é quem ganha por o povo desmiolado nem se dar conta e em lugar de reflectir pelos seus próprios meios se limitar a papaguear o que os que o usam lhe impingem. As falácias deste mostrengo já vêm de há décadas. Os desmiolados papam-nas e querem mais. Ele dá.
11 de julho de 2013
O Presidente das Falácias
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Mentiroso
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2 de fevereiro de 2013
A Volta do Lápis Azul e o
Embuste do Desemprego
Todos conhecemos que o subsídio de desemprego não é eterno. Que o direito de cada um é calculado de acordo com a sua história de emprego. Daí que o número de desempregados seja igual ao número daqueles que recebem o subsídio adicionado ao número dos que, tendo perdido esse direito, continuam sem emprego.
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Autor:
Mentiroso
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29 de março de 2012
«Mentir É a Minha Profissão»
Ou «Mentir É a Minha Vocação». Este título é o mais apropriado e a única conclusão possível para quem tenha ouvido o Coelho, esteja ao corrente da realidade das circunstâncias económicas e financeiras nacionais e conheça as opiniões da totalidade dos economistas mundiais, de renome ou não.
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Autor:
Mentiroso
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25 de março de 2011
Do Mau e do Pior, o Diabo (Cavaco) Que Escolha
A queda do governo tinha sido prevista há muito no Blog da Mentira! A miséria que lavra no país, essa então, há décadas, como se encontra descrito no Site da Mentira! Os desmiolados e os incrédulos, gozavam o autor e tomavam-no por visionário. No entanto, nada havia de mais simples, para isso bastando sacudir a má influência da podridão interna e observar do exterior, tal como dos outros países fizeram, chegando todos à mesma conclusão. Toda a gente o via de elementar que era. Como seria outra coisa possível, quando o Cavaco destruiu a origem das mais importantes fontes de ganhos nacionais? Não contente, espalhou o restante do dinheiro que a sua corja roubou e desbaratou dos fundos de coesão da União Europeia destinados a preparar o país para o futuro, agora. Não existem, portanto, actualmente, condições de recuperação.
Mas não só, que instigou a população inteira a estoirar o seu próprio dinheiro enterrando-se em dívidas que não podia pagar (por não poder produzir após a destruição das fontes de riqueza). Nenhum país enveredou por tal descalabro. Nos países ricos a quase totalidade das pessoas habita em casas alugadas, em grande parte pertencentes a associações, empresas, etc. Os pelintras portugueses foram levados a acreditar que eram ricos à custa da UE e a comprar todos casa. Isto gerou um impulso à construção civil, onde se instalaram muitos políticos parasitas, deu a aparência de riqueza fazendo circular o dinheiro, mas originou também um grande endividamento e falta de fundos nacionais, pois que nada era exportado. Ninguém viu? As máfias políticas sim, mas há um princípio básico de marketing que diz: Tu és OK, eu sou OK. Ou seja, neste caso, as pessoas sentindo-se estupidamente bem [comfortably numb (Pink Floyd)], também estavam contentes com os políticos. O povo anestesiado pela desinformação das bestas jornaleiras, caiu em todos os logros e votava nos seus carrascos. Era a única coisa que interessava às máfias partidárias, que entretanto se apoderaram de todos os lugares mais bem pagos da administração, incompetentes em lugar de contratados por concurso. Repare-se que a maioria dos políticos nacionais são advogados, quase todos falhados, a escola da vigarice, como o mundo conhece. A política portuguesa atrai uma escória de rascas, parasitas, vigaristas, ladrões, impostores, etc.
Os governos que se seguiram aos do Cavaco nada fizeram para inverter a situação. Para quê, se continuavam a sacar os votos dos papalvos a caminho da desgraça, uma desgraça que a eles não atingiria, mas que os fazia enriquecer por fazerem leis que lhes permitiam roubar impunemente. O dinheiro do fundo de coesão da UE continuava a fluir e era usado para tapar os buracos, indemnizações, subvenções, subsídios, etc., nunca para preparar o país para a concorrência. Os sindicatos fizeram muitas greves desnecessárias, nenhuma no sentido de garantir o emprego futuro com a preparação das empresas e o treino contínuo dos que nelas trabalhavam, como se faz nos países ditos ricos. Por isso que são ricos.
A miséria actual, consequência directa destes procedimentos, era mais que previsível e nos países europeus ao corrente mais do que aguardada. No entanto, esperavam que os governos viessem a tomar as medidas adequadas. Se os portugueses sempre votaram nos seus ladrões, porque se surpreendem agora da sorte que procuraram? Pensavam que podiam viver acima dos seus meios sem produzirem, que bastava pedir empréstimos aos bancos, nome que até disfarçaram alcunhando-os de créditos? Ora o crédito, por definição, é o que tem quem tem posses e não o contrário (crença, confiança, fé no que diz alguém).
Porque se queixam, pois, agora? Se a culpa não for deles (pela idade) é dos pais que votaram nas máfias, aprovando-as. Que aguentem sofrendo as consequências do que permitiram e prepararam, que comam o pão que eles próprios amassaram. A estupidez é tanto maior que pela segunda vez elegeram o autor da sua desgraça. Sobretudo quando qualquer dos outros candidatos era melhor; pelo menos nenhum deles foi o gerador da miséria nacional, nem é discutível.
O que espanta ainda mais é que uma grande maioria está parvamente convencida de que mudando de governo tudo vai melhorar. É preciso ser realmente tolo para não ver que ainda estamos apenas à beira da fornalha. Lá para o fim do ano cairão nela. Arderão com muito mais fulgor se o Cabrão-mor do PSD tiver oportunidade de matar mais portugueses, como ele pretende. A partir de agora o Cabrão proibiu o país de obter a ajuda da UE e a que vier será do FMI. A questão de que este faz parte das ajudas proporcionadas pela EU é falso, que nela apenas ocupa um ligar de observador, tal como os tantos observadores nas Nações Unidas. Com os políticos que temos, que não inspiram a mínima confiança senão aos pobres parvos dos portugueses, só se podem esperar as mais pesadas e rigorosas exigências da parte do FMI.
Há quem diga, possivelmente com razão, que o Sócrates provocou a sua saída por não cumprir o dever protocolar de informar o Cavaco antes de ir a Bruxelas. Podemos aqui fazer duas considerações, ainda que a primeira seja discutível. Mesmo errando conscientemente, o que terá maior importância, o protocolo ou o interesse nacional? Afinal, esta pergunta até parece menos discutível. A outra consideração é que, como é costume nacional, as leis não são para respeitar. Não temos os exemplos frequentes dados pela polícia e pela GNR? Não arrombam portas sem permissão judicial, como fizeram à velhota falecida em casa e expulsa por não pagar? Ainda não se viu que a lei lhes fosse aplicada por eles próprios não a cumprirem.
O governo do Sócrates mereceu todas as críticas não partidário-facciosas que lhe fizeram e por vezes mesmo mais sobre assuntos importantes que passaram despercebidos a um povo que ignora as bases da democracia. Alguns desses seus crimes foram devidamente apontados nos blogs do Leão Pelado e da Mentira! Porém, portou-se menos mal quando ao défice, à parte alguns crimes calorosamente apoiados pelo PSD, como de não reduzir ainda mais as grandes fortunas e ordenados em lugar de sacar aos mais pobres, ou de não acabar com os mamões do estado, empresas, instituições, etc..
Inacreditável, que partidos que por todos os meios procuram alargar o fosso entre ricos e pobres (o país da UE em que as diferenças são mais profundas), chorem lágrimas de crocodilo sobre estes assuntos quando se preparam para o fazer ainda com mais requintes de malvadez. O povo é estúpido e o Cabrão-mor aproveita-se gozando-o. Este facto já foi há meses objecto de alguns artigos do autor em vários blogs. Portanto, não é novo, mas apenas nojento que um povo consiga ser tão imbecilmente suicida. Agora diz: Não se podem tratar os portugueses como se não soubessem raciocinar. Ora aqui está uma frase que define e comprova o que fica atrás. Para quem não tenha noções de marketing, fala-se numa mentira para convencer de que é a realidade. Tal como só se fala constantemente em democracia nos países onde ela não existe. Ou como quando ele afirma que o partido não procura ir para o governo a todo o custo. É velho. Ele conhece o atraso mental geral nacional para que tais imposturas produzam votos. Inacreditável, só mesmo em Portugal. Nem em qualquer dos países que viveram décadas em regimes de ditaduras comunistas do mais puro estilo caiem em tais armadilhas. Só mesmo atrasado, só mesmo português.
O que ele devia era explicar à nação porque é que os deputados do seu partido são os cabrões mais ordinários do parlamento. De certo será pela sua frase citada no parágrafo anterior, aqueles que ele diz saberem raciocinar. Essa corja das corjas, esses seres indignos, abjectos e repugnantes não merecem mais que ser tratados desta forma. Todos os seres nascem como os mesmos direitos a tratamento igual e decente, mas podem perdê-los segundo o modo como se comportarem. Chamar cabrões a estes filhos da puta é ainda um cuidado elogio. Como se não bastasse ouvi-los exprimir-se. Não são gente, são facínoras que vivem do roubo, traidores que noutros tempos seriam enforcados e expostos nos pelourinhos como exemplo.
O procedimento do PSD em não discutir o projecto malparido de pobreza do governo foi duramente criticado em toda a UE (Bruxelas, Estrasburgo e países membros) e até mais além. Ficaram perplexos. O descrédito dessa máfia disparou bem baixo. Em Portugal não, claro, não há capacidade mental para o entender. Há até por aí quem diga que o Sócrates e o país prestam vassalagem à UE, à Alemanha e sua matrona. Ter-se-iam esquecido da realidade ou estão a dar tiros à toa como a PSP e a GNR? Esses, é por falta de treino e preparação, mas estes por serem porcos mentirosos. Um facto é que Portugal perdeu a quase totalidade da sua independência ao se agregar à UE, sobretudo no que concerne qualquer assunto que afecte ou possa afectar os interesses dos outros países membros. Não haja ilusões. O segundo facto é que quem tem dinheiro – que ganhou com o seu suor (em lugar de apenas fazer presença de muitas horas no local de trabalho) e assim enriqueceu em lugar de se endividar com empréstimos – é que tem o poder. Se sempre assim foi, como haverá quem se admire por assim continuar? E não é de justiça que assim seja? Quereriam agora que a escumalha de calões e incompetentes mande nos trabalhadores e competentes? Isso, só em Portugal acontece.
Pois quem não acreditar que espere para ver como o PSD, se acaso chegar agora ao governo, semeará o mal, o choro e o ranger de dentes por todo o país. Começará por aumentar os impostos ao consumo e não aos que mais têm e melhor os podem pagar; substituirá o sistema de saúde – que o Sócrates maltratou e arruinou por não saber modernizar e adaptar – por outro que tratará dos ricos e matará os pobres sem piedade, do género daquele que os EUA têm tido. No seu último governo o partido já acabou com o apoio judiciário transformando-o numa simples teoria e num treino para advogados estagiários em que os processos dos que não podem pagar são todos perdidos. A alegria do PSD para aplicar os seus projectos contra a população mais pobre e garantir o adquirido pelos mais ricos está na esperança de poder concretizar todos os seus golpes baixos e canalhices à sua sombra do FMI e com desculpa.
O partido deveria tirar as palavras «Social» e «Democrático» do seu vergonhoso nome. A miséria vem, pois, aí, e em grande. A pobreza vai-se acabar, matam-se os pobres. Aos que acreditam no Cabrão-mor, pode bem repetir-se a tal frase sobre o macaco: Ri-te, ri-te, que quando vires que é para o xx é que choras». Pobre povo, que paga bem a sua estupidez: «Cada povo tem o governo que merece».
O princípio básico da democracia é dominar os políticos. Sem isso não pode haver democracia. Os embusteiros chamam a isto democracia representativa, quando eles não representam mais do que os seus interesses próprios. Não obstante todo o seu sofrimento, os portugueses ainda não compreenderam que não podem deixar essa cambada à solta sem que ela os trame a valer. Em lugar de se atacarem aos verdadeiros males, a maioria dos blogs políticos entretém-se em joguinhos de criancinha endiabrada, ditinhos, criticas que não levam a lado nenhum senão a distrair idiotas. Este disse isto, o outro disse aquilo, aquele arrotou, etc. As questões importantes não as abordam, na maioria dos casos por ferirem os seus partidinhos de ladrões e vigaristas de estimação. Enfim, tipicamente português e justificativo do estado do país; as ideias partidárias sobrepõem-se às do interesse nacional.
Adenda:
Note-se como o Coelho ficou mal visto em Bruxelas, em Estrasburgo e todos os países da União. A sua credibilidade caiu ao fundo do poço, como previsto neste post. Mais uma vez e pelos mesmos motivos nele enunciados, não era difícil de prever. Os portugueses deviam reflectir sobre aquilo que lhes impede de ver e compreender a realidade, a fim de poderem corrigir o tiro e não caírem invariavelmente no conto do vigário.
Note-se ainda como os blogs que querem impor as suas ideias falsas sem admitir argumentação democrática fazem uso da moderação quando não existe uma razão aceitável nem a explicam na página dos comentários.
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Mentiroso
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13 de novembro de 2010
Políticas Corruptas de Partidarismo e Ganância Arruínam a Nação
Quanto mais se ouve falar a máfia oligárquica do actual PSD mais se confirma que para eles (tal como para uma larga maioria) o país não tem a mínima importância. O único interesse nas suas mentes de salteadores, ladrões e canalha reles, o único que importa é conquistarem os tachos que lhes permitem roubar impunemente à sombra das leis corruptas paridas por todos os partidos. O pobre Sá Carneiro deve revolver-se na sua sepultura com a actuação destes malditos que invocam o seu nome para atrair lorpas que caiem como moscas.
Para o assunto específico do título, pouco afecta o comportamento dos políticos de qualquer partido quando se encontram no governo. O que importa na conjuntura actual da profunda miséria nacional em que o Cavaco afundou o país, são os esforços no sentido do seu levantamento, a nível nacional e, evidentemente, a começar pelos políticos que se dizem ser esse o seu dever, pelo que devem dar o exemplo.
[Para os esquecidos, enumeram-se algumas das imensas acções do Cavaco que conduziram à infalível ruina nacional. O roubo, o extravio e o mau uso dos fundos de coesão da EU destinados à preparação de Portugal para a concorrência futura (hoje). O astronómico enriquecimento da máfia governamental de um dia para o outro, incluindo militantes, parentes e amigos. A isto acresceu a destruição da agricultura, da indústria, da pesca, dos estaleiros navais, dos caminhos de ferro e da maioria das fontes de riqueza nacionais. Aumentou os ganhos da sua corja no governo em 51%. No seu último tempo reduziu as vagas para medicina, provocando a presente falta de médicos.]
Neste blog e noutros do autor, por várias vezes foram feitas referências, mais ou menos longas, sobre como se formavam as coligações governamentais nos países democráticos. Um modelo nunca esquecido foi o da pequena Finlândia, por ser exemplar. Os detalhes podem encontrar-se nos seguintes posts entre outros (alguns recentes, outros antigos) e vale a pena ler, não só por ser praticamente desconhecido em Portugal, como devido à incredulidade nacional, de que é essa a mais democrática e melhor forma de governo. É a ignorância que gera esta incredulidade e são a corrupção e a ganância política que impedem a aplicação desta norma da democracia. Trata-se dum modelo comum e os ditos governos de salvação nacional, de excepção, são de excluir.
Resultados das Eleições
Um Voto Mais Democrático
O Coelho Processa o Cavaco
Mais uma vez, na conjuntura actual, nos outros países cresce uma admiração que chega a incredulidade por que Portugal tem um governo minoritário em lugar duma coligação, pois que dessa forma todos os esforços engendrados para o bem do país seriam aprovados sem rejeições fundadas em interesses partidários.
Dividir para reinar – é a máxima da corrupção traidora das oligarquias mafiosas. Destruir o país para roubar em grande – é o conceito do PSD de hoje.
Podemos e devemos incriminar o governo actual pelas imensas barbaridades e crimes que tem cometido ao longo do seu tempo, assim como da abusadora arrogância anterior. Não tem perdão. Não se pode, porém, acusá-lo de falta de cooperação desde as últimas eleições, em que fez imensas propostas públicas para coligações, estas rejeitadas por todos os partidos de todas as cores. Os outros partidos acusam de colaboração com o PSD, o que verdade; o PSD desmente a abertura, mentindo como seu costume. Quem quer que seja que só acuse uns partidos e defenda outro (o «seu»), quando as culpas são gerais, não pode ter a ínfima credulidade. Trata-se dum ignóbil fanático e sectário partidário que, exactamente como os políticos. Põe os «seus» interesses partidários muito à frente dos do país. É isto que, na generalidade, se verifica no que se lê.
Ora o que se passa com este PSD é precisamente a recusa de colaborar na reconstrução nacional. A corja não quer colaboração, rejeita qualquer coligação em que partilhasse o governo. O que quer é todos os tachos ou nada. Como está convencida de que o governo vai cair – pois que é o que sempre se tem verificado em todo o mundo com os governos em alturas de grande miséria nacional – recusa-se a colaborar nessa reconstrução. A isto chama-se traição nacional de alto nível. Claro que os papagaios, papalvos e basbaques são incapazes de compreender o contrário de que as máfias oligárquicas vociferam, pelo que o PSD pode continuar imperturbavelmente na sua acção de afundar o país para sacar os votos aos desmiolados.
Não contente com este comportamento, o chefe do clã, a besta mor, com os seus discursos de contra arranjos tem provocado o descrédito internacional de que o país seja capaz de sair do fundo da cova por incapacidade geral política. Em consequência, com a ajuda da influência externa e dos especuladores, os portugueses com empréstimos têm sido obrigados a desembolsar muito mais ou a perder os seus bens. Que agradeçam aos que os roubam, como de costume e elejam-nos como fizeram com quem lhes preparou o futuro – este presente.
Como nos admirarmos destes factos quando tantos até aprovam os ordenados, todas as mordomias dos políticos e dos juízes e até os enormes subsídios de habitação quando residem na sua comarca, mesmo após se reformarem?
Citando mais uma vez o velho ditado que todos conhecem, mas poucos compreendem pelo comportamento demonstrado, «cada povo tem o governo que merece».
Autor:
Mentiroso
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27 de junho de 2010
O Mito de Abril –
Descalabro e Ruína Nacional
Após 36 anos de desgraça nacional torna-se necessária uma análise profunda – ainda que aqui apenas resumida – das circunstâncias que a originaram. Isto, claro, caso se queira viver em democracia e repudiar a miséria em lugar de prosseguir no mesmo caminho.
[É um artigo longo que não interessa a quem se achar bem informado e já tudo saber.]
Os corruptos e ladrões malditos continuam a afirmar que o sistema que criaram é uma democracia e não uma genuína oligarquia dominada pelas castas que criaram de associações de criminosos que formam os partidos no mais puro e tradicional estilo da máfia siciliana de princípios do século passado apenas adaptado aos tempos modernos. Os mais que conhecidos comportamentos da canalha confirmam que isto não é palavreado vão.
Já para aqui foi transcrito um comentário do blog Do Portugal Profundo, cujo autor adoptou o pseudónimo de Lusitano, que conhece o passado por o ter vivido e de quem as constatações merecem ser ouvidas. Não se trata duma tentativa de reescrever a História no estilo das historietas do trapaceiro desavergonhado do Rosas que mente impudicamente, reinventando e prostituindo a história no seu interesse e no dos outros corruptos da sua laia, que não nos do povo.
Neste comentário vemos mais uma vez os resultados da profunda ignorância de tudo o que pudesse mudar a situação assim interesseira e criminalmente construída e imposta ao povo pela horda de bandidos de meia tigela, pedantes, espertos para a malandrice, mas estúpidos e até por vezes enormemente ordinários, de maus sentimentos e maus profissionais que são os jornaleiros, como reconhecido pelo Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas no caso Manuela Moura Guedes, que provocou inúmeras reclamações de telespectadores. O Conselho afirmou literalmente: «Consideramos esta forma de estar no jornalismo e de fazer jornalismo reprovável».
Os rascas, porém, encobrem e nem não se atrevem a mencionar. Estes canalhas mantiveram o povo ignorante à mercê da corrupção da ladroagem política, contribuindo do modo mais eficaz para a destruição duma nação em nítida consequência da ignorância do seu povo.
Mais uma vez se pergunta: terá esta gentalha direito a uma consideração idêntica àquela que merecem as pessoas honestas, verdadeiras, cumpridoras dos seus deveres e de cujos esforços resulte um bem para a nação? Como tratá-los sem se ser tão hipócritas como eles, se não classificando-os do modo adequado que merecem? Afinal, se os tratássemos como pessoas dignas, como trataríamos aqueles que realmente o são? Donde, defender que estas bestas devam ser tratadas como pessoas dignas, é declarar que os seus próprios princípios assimilam ambos com igual dignidade, ou seja, é declarar-se a si próprio como indigno.
Eu e outros palermas ainda mais sacrificados do que eu, andámos a lutar por uma verdadeira democracia em vão.
Mete-me nojo todo este bacanal em que transformaram Portugal, toda esta gente não merece, nem sequer respeita aqueles que antes de Abril de 74 tiveram o sonho de querer um Portugal melhor, que sofreram física e psicologicamente para que as novas gerações tivessem mais liberdade e uma vida melhor, toda esta gentinha não passa dum monte de estrume, o que mais se vê é gente sem personalidade, sem carácter, sem honra, o que conta, actualmente, é deitar a boca à teta da vaca, o resto que se lixe, mas atenção, a vaca já não tem mais ração para comer e vai secar dentro em pouco, e depois como vai ser???
Olhando para trás, há 40 anos, vejo um jovem, então com 20 anos, que poderia ter um futuro razoável, envolvido em lutas contra um regime autoritário, luta essa, modesta é certo – dentro daquilo que me era possível – até porque estava nessa altura ao serviço das F.A., e olho para esse tempo, e 36 anos após um acontecimento, que na altura me encheu de alegria e esperança, e que vejo? Que afinal foi um esforço em vão.
A raiva é tanta, que maldigo a minha fraca visão, muitos, que nem um palha mexeram antes de Abril, souberam aproveitar-se e hoje estão em situações que não merecem, o oportunismo pós-Abril é mais que muito, não tenho sequer palavras para descrever a minha enorme frustração com esta gente, com estes governantes, com os militares, que parece que vivem noutro mundo, que não vêem nada, não dizem nada, não ouvem nada, já nem falo sequer nos partidos, que, aproveitando-de da ingenuidade e das crenças políticas de cada um, se utilizaram disso para melhor enganar este pobre povo cada vez mais explorado e vilipendiado.
Portugal passou dum país de gente séria e trabalhadora a um coio de facínoras, chulos e oportunistas, quanto menos vergonha se tiver mais proveitos se tiram, pode-se vender a Pátria aos talhões que ninguém reage nem diz nada, pelo contrário, ainda tenta tirar partido disso.
Este pobre país está atravessar a sua maior crise de sempre, não só económica, mas igualmente de valores.
Os Filipes, nomearam um Miguel de Vasconcelos, hoje, há centenas ou milhares de homónimos dessa figura sinistra, o país está podre, está totalmente a saque, transformou-se numa farândola aonde uns milhares de ex-pés descalços conseguiram por artes "mágicas", apoderarem-se duma fatia importante do bolo da Nação, deixando milhões na miséria. Ainda há dias, foi divulgado que 2009 viu crescer mais 600 novos milionários, mas quantas dezenas ou centenas de milhares de pobres e miseráveis não cresceram igualmente no mesmo período???
Fala-se muito em direitos e democracia, mas isso está reservado apenas para alguns privilegiados, para uma corte que até abdica do pai e da mãe se for necessário, se daí tirar proveito.
As novas gerações, ao invés de lutar contra esse vitupério, não, tentam é safar-se como podem, desonrando completamente os seus antepassados que construíram esta Nação à força de sangue e sacrifícios, nada mais lhes parecesse interessar que não o seu futuro, pensando com isso, que vão assegurar alguma coisa, esquecendo que outros atrás virão que os colocarão fora da gamela e assim sucessivamente.
Actualmente temos o pior Presidente da República que por este país passou desde a 2ª República, juntamente com um dos piores senão mesmo o pior 1º Ministro de sempre.
Este duo, tem, cada um à sua maneira, contribuído para levar este país à sua demolição, o último, porque nem uma mercearia consegue governar, o primeiro, porque tendo sido 1º Ministro, porque tendo conhecimentos mais avançados sobre Economia, permitiu que o 1º Ministro estilhaçasse isto tudo só agora falando para dizer que a situação é insustentável.
Se é insustentável, será como Sócrates, quando se desculpou com o facto "do Mundo ter mudado nos últimos 15 dias" para ter aumentar os impostos e retirado regalias e apoios sociais, será que também se serve da mesma cantilena???
Será, que nem sequer reparou que deu um tiro no pé, ao dizer agora uma coisa dessas, não percebeu, que com esse discurso deu munições aos "democratas" do PS para atirarem nele???
Não reagiram em coro Manuel Alegre, Sócrates, Mário Soares, não disseram (e com razão) que esse discurso agora só criava mais dificuldades ao país??? Não percebeu que isso é dar a arma ao bandido, que os especuladores e outros oportunistas do costume, ao ouvirem uma coisa dessas ainda carregam mais no nosso pobre país??? Não percebeu, que até uma criança de dez anos se interrogaria, se o país está insustentável porque é que não falou antes, porque não tomou medidas para evitar isso???
Não disse Manuel Alegre, que o PR tem outras opções, numa clara referência à prerrogativa do Presidente da República poder demitir o Governo se entender que não está a conduzir o país como deve ser???
Não saiu Sócrates como "vítima" da situação, ao referir-se: "que por vezes, tem a impressão de que puxa sozinho pelo país", transformando-se, dessa forma, no "sacrificado" da situação, quando é um dos principais responsáveis pelo desastre nacional???
Não haverá na casa presidencial, um assessor de jeito, que diga ao PR aquilo que é inconveniente dizer publicamente, não só para não prejudicar e dar má imagem do país, como até para si, dando aos opositores armas de arremesso???
Será, que um homem, que com um discurso da "má moeda" deu cabo dum governo do seu partido, que tinha a fama e apregoava que "nunca se enganava e raramente tinha dúvidas", agora consegue dizer uma coisa dessas nesta altura, quando tudo apontava - há muitos anos - para um desfecho destes???
Será, que andava tão entretido a visitar velhinhos e criancinhas que não deu por nada???
Como, pergunto eu, vamos conseguir dar a volta com um dueto destes? Num já ninguém acredita, o outro nada faz para que tenhamos esperança, que tenhamos um futuro, será que se esquecem, que ambos estão debaixo do fogo de observadores internacionais, que podem duma virada aplicar-nos a "teoria da má moeda" e rebentar com este país???
Mas, afinal, foi para isto que eu me lixei???
Raios me partam, nunca acerto em nada, bardamerda para os meus valores, só servem para os outros limparem o cu.
Cumprimentos.
Não é muito difícil de compreender que somos desgovernados, roubados e atirados para uma miséria moral e financeira por bandos de cobardes e traidores. Matem-nos, como ao Miguel de Vasconcelos. Onde está a coragem e a justiça de outros tempos? Substituída por valores rascas e heróis malditos? Então merecemos o que temos.
Para quem não tenha vivido nos tempos da ditadura, aprenda que o que políticos e jornalistas afirmam sobre liberdades é falso por ser apresentado de modo a estropiar a realidade. É verdade que durante o regime não havia liberdade política nem jornalística e que estes eram perseguidos e presos injustamente e os primeiros por vezes assassinados. Porém, na primeira parte o regime foi verdadeiramente abençoado pelo povo (ditadura ou não, era querida pela nação inteira, mais ainda que o actual regime na Venezuela). Além disso, escondem os falsários e impostores mal intencionados que a falta de liberdade era apenas para políticos e jornalistas. Que a justiça não era corrupta em casos apolíticos, nem incapaz como hoje, nem administrada por ignorantes e incompetentes, como hoje, que mais não têm no papo que a arrogância com que pretendem encobrir os seus defeitos monstruosos. Escondem também que por tudo isso a liberdade da população em geral era muito superior à actual, bastando para isso a sua mentalidade seguir o princípio mais simples e básico da democracia e que hoje sabemos não seguir: a liberdade de cada um acaba onde começa a do seu semelhante.
Se esse regime era decididamente mau, o de hoje é bem pior porque assim o fizeram.
Muitos blogs tratam qualquer acto político condenável apropriadamente, mas concluindo sempre com o elogio camuflado do seu partido e uma incriminação do outro. Jamais acusam actos idênticos praticados pela máfia do seu partido.
A única utilidade de tais blogs é uma contribuição para a cega ignorância nacional, mentindo, enganando quem os ler, aprofundar o mal e evitando qualquer melhoria. Porque, afinal, todos os partidos são clãs diferentes do mesmo tipo de máfias, assim como os mesmos criminosos. Enganando, promovendo a simpatia por uma qualquer dessas associações de criminosos é apoiar a continuidade do estado actual pela dita renovação governamental em que o poder apenas passa de mãos criminosas para outras idênticas.
Um exemplo mais que gritante de tais princípios de autêntica malvadez contra a nação inteira é o blog do José Maria Martins. Descrevendo muito bem casos de actos de políticos pelo menos altamente reprováveis, a sua conclusão é invariável e impreterivelmente sempre a mesma. Para ele só existe um único culpado em Portugal: o Partido Socialista. Para ele só existe um partido digno: o Partido Social Democrata. É preciso ser-se completamente tapado e desinformado para se lhe dar crédito, mas ele sabe que o povo o está e a quase todos os níveis; por isso que fala sem receio que o desdigam.
Então – segundo ele – o primeiro é um antro da desgraça social que só conseguiu reunir vigaristas e ladrões? É capaz de ser verdade. Entretanto, o segundo – ainda de acordo com o que ele expressa – é o único formado por gente honesta? Só os tais tapados o poderão crer, não vendo a igualdade entre ambos.
Não será cada um desses partidos a cópia do outro, lutando cada um apenas pela oportunidade de se apoderarem de governo para roubarem o máximo (como todos sabemos bem terem feito no tempo do Cavaco)? A estupidez geral nacional é bem capaz de acreditar nestas falsidades, defendendo o seu partido em lugar dos interesses nacionais em nome de todos. O JMM transformou assim o seu blog sobre assuntos de interesse numa estrumeira de logro e de falsidade para atrasados mentais.
O sectarismo é sempre mau e os seus resultados indesejáveis só podem ser piores. É em parte por sua causa e de outros impostores congéneres que Portugal continuará na mesma desgraça que o seu partido o lançou de início. A união nacional contra o que aflige a nação é imprescindível, e não a desunião e as guerras entre a população, como as promovem os que assim escrevem.
Não se pode deixar frisar que não obstante a existência de tais trafulhas astutos, a maior desgraça do país depende muito mais da jornaleirada pedante e rasca do que de qualquer blog devido à sua óbvia maior audiência. A questão de serem pretensiosos profissionais atribui-lhes automaticamente uma responsabilidade proporcional. Responsabilidade que os canalhas recusam clamando liberdade de expressão. Bando de hipócritas!
Autor:
Mentiroso
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23:32
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mentiras
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15 de agosto de 2009
14 de Agosto de 1385
A «derrota definitiva dos castelhanos» (Wikipédia e Fundação Aljubarrota). Presidente da República, Governo, partidos políticos e jornaleiros abstiveram-se de qualquer referência ao facto, um dos três mais importantes da nacionalidade e marco europeu. Férias? Não, todos repulsivos traidores e cobardes.

Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.
Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História.
Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido absorvido para sempre pelo seu poderoso vizinho castelhano.
Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.
A vitória portuguesa em Aljubarrota permitiu também a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos - que, de outra forma, pura e simplesmente não teria ocorrido.
A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu ás gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.
Quando começarão os cobardes e traidores portugueses – encabeçados por politiqueiros e jornaleiros
– a substituir os nossos valores seculares e símbolos nacionais pelos muçulmanos e castelhanos?
Adenda: Siga os dois links no post.
Autor:
Mentiroso
às
16:27
14
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