Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


11 de agosto de 2011

Nova Explosão
Novamente Abafada

Explodiu de novo em Inglaterra. Não é novidade, as explosões sucedem-se há anos, principalmente lá e na Alemanha. A frequência não tem parado de aumentar desde há cerca de duas décadas, mas há já alguns anos que quase deixou de se ouvir falar. Passaram a ser abafadas em nome do multiculturismo e a acusar de racistas àqueles que expõem a sua origem.

Os jornais nada dizem sobre essa origem. Só a internet permite uma auscultação mais próxima. Os jornais na internet raramente mencionam a origem, mas também raramente apagam os comentários, como por vezes se constata em Portugal. É neles que se reconhece a opinião popular e não nos noticiários ao serviço das multinacionais que pagam as campanhas eleitorais da política corrupta e se tornam seus mestres e donos. Estes, bombardeando-nos constantemente com mentiras que defendem os interesses dos grandes capitais. Os grandes capitais estão interessados na imigração para mão-de-obra barata dos latifundiários internacionais que cada vez mais se aglomeram.

Como exemplo a uma escala muito pequena, não há ainda muito que vimos Sonaecom, do grupo Sonae, apoderar-se do Clix e pouco depois da Rede4. Sob uma enorme propaganda publicitária de baixas de preços, os clientes da Rede4 viram as suas tarifas aumentadas e regalias confiscadas. Sempre dizendo que tudo era melhor e mais barato. Os lorpas acreditam e compram. Como sempre. Os carneiros, como se lê nos sites dos jornais ingleses.

O descontentamento sobre a imigração muçulmana, sobretudo a africana muçulmana, não pára de crescer pela Europa, sobretudo nos países onde ela é mais forte. O problema é esses indivíduos virem cheios de ódio e de inveja. Os governos apoiam a sua liberdade selvagem e os tribunais não os condenam. Os ingleses dizem que dentro de duas gerações 70% da população será de origem de países muçulmanos.

Os repetidos motins, raramente noticiados, são simples e pura destruição, em grande parte dos seus próprios bairros para que os governos lhes construam casas novas gratuitamente com o dinheiro da população trabalhadora autóctone. Sobre últimos, os dirigentes policiais dizem que nunca presenciaram tal destruição sem motivo aparente: destruir por destruir. Segundo dizem também os comentários dos leitores nos jornais,

A RTP e a SIC afirmaram que a origem dos tumultos foi a morte de um muçulmano. Mentira, segundo a polícia inglesa.

«Andrew Gilligan, um editor do London Telegraph apanhado no meio dum tumulto.,, tudo isto não passa de simples criminalidade sem qualquer motivação política. […] Não estão a atacar edifícios oficiais. Estão a atacar sapatarias e outras lojas e a roubar tudo o que podem levar.»

«Nathan John, CEO da Youth Enlightenment Limited, diz que a polícia estava completamente sem preparação para este distúrbio.» Segundo comentários, a intenção, para além da destruição para obter novos bairros para eles, é a de clamarem por aquilo a que chamam democracia islâmica «em que partes do corpo podem ser decepadas à descrição, onde mulheres podem ser lapidadas à morte, espancadas pelos maridos, violadas por qualquer um que o deseje e serem tratadas como gado em geral. Uma “democracia” onde os homens são obrigados a irem à mesquita e terem os seus negócios confiscados se os abrem durante as orações ao seu “deus” satânico. […] Afinal, o Islão é a religião de amor, paz e tolerância.»

Alguém comenta: «Gostaria que os guetos e Tottenham se mantivessem em ruinas até que os imigrantes, muçulmanos ou não musculamos, abandonassem o país.»

Muitos condenam a impunidade destes imigrantes. «…há centenas de “detenções”, mas podem apostar todo o vosso dinheiro em como apenas uma mão cheia deles serão acusados e se/quando aparecerem em tribunal dão-lhes uma palmadinha no pulso e uma sentença de pena suspensa.»

A notícia intitulada «Reportagem Chocante Revela que 92% dos Gangs Estupradores em Londres são Imigrantes» de 18 de Novembro de 2009, segundo o comando da Polícia Metropolitana (Polícia Municipal), parece ter sido a última que acusava abertamente os autores. Desde então, é a completa desinformação forçada.

Em sequência da violência e da frequência das violações de inglesas, muitos gritam: «Castrem esses bastardos! Porque os deixam em liberdade? Estou enojado e cansado de ouvir que tais crimes horríveis cometidos por esta escória de filhos da puta se livram da justiça. Deviam ensinar-se artes marciais às raparigas desde a mais tenra idade e ser ensinadas a não vestir merdas misogínicas.» Outros perguntam: «Por quanto tempo vamos aguentar permitir que estes selvagens matem as nossas mulheres para decidirmos acabar com eles?» Ou ainda por um norte-americano: «Os países europeus deviam castrar os muçulmanos que violassem qualquer mulher ou rapariga.»

De notar que uma boa parte dos comentários acusa como piores os africanos que adoptaram o islamismo e não tanto os originários de países tradicionalmente islâmicos. Esta combinação parece ter originado uma mistura explosiva.

Estes comentários foram extraídos do The European Union Times, mas outros idênticos podem ser lidos na maioria dos jornais que não apagam comentários desde que contem verdades, ainda que alguns as possam tomar hipocritamente por ofensivas. Afinal, ou é verdade ou não é; ou é facto confirmado ou não.

De notar ainda que a polícia inglesa só emprega meios considerados extremos em situações extremas. Por exemplo, embora equipada de agulhetas (a que muitos alcunham de canhões) de água o seu uso é limitado e só sob permissão especial do governo. À hora desta publicação essa autorização ainda não foi dada. A polícia inglesa é considerada a melhor polícia de proximidade do mundo. O contrário da bruta e incapaz polícia portuguesa, devido ao seu estado lamentável, abandonada por todos os governos, sem treino nem orientação capazes, com incapacidade intelectual ou psicológica para as suas funções, demonstrando inabilidade e procedendo dum modo que os ingleses classificam de moron. Põem-se desnorteados aos tiros nem por vezes saberem mesmo sabem a quê. Por demais sofrem do mal geral: orgulho em serem estúpidos e atrasados e extremamente calões.

Facto inacreditável: Entre 2006 e 2010, a Europa Ocidental absorveu 40 milhões de imigrantes e nessa altura esperava-se que muito em breve se ultrapassassem os 85 milhões. Este acontecimento, só por si, pode criar problemas de grande envergadura se não for convenientemente tratado. A melhor revolução mundial que poderia ocorrer neste momento seria a expatriação total dos imigrantes muçulmanos. Ao chegarem aos seus países de origem, as mudanças para melhor que eles provocariam, a bem ou a mal, seriam extremamente úteis para o progresso humano.

Raros são hoje os países europeus que, como a Suíça, embora etnicamente heterogénea, não permitem serem colonizados nem evangelizados pelos imigrantes. Não obstante ser o país da Europa Ocidental com a maior percentagem de imigrantes (23%), aproximadamente o dobro do segundo, a Alemanha (12,3%), não se registam motins nem demonstrações. Os minaretes foram abolidos em 2008. Os imigrantes devem adaptar-se ao país e não o contrário. Se não aceitam são expulsos. De resto, gozam de todas as liberdades de que os autóctones usufruem.

Se em relação à Suíça a organização dos imigrantes deixa muito a desejar, em Portugal é pior como em tudo o resto, uma calamidade. Todos sabemos dos laços de sangue que nos unem à maioria dos brasileiros, visto que uma boa parte tem origem diversa. Contudo, desde que em 7 de Setembro de 1822 D. Pedro IV de Portugal (mais tarde I do Brasil) gritou Liberdade ou morte às margens do Ipiranga e proclamou a independência do Brasil, os brasileiros passaram a ser estrangeiros e como tal devem ser tratados, como eles mesmos muito bem fazem com os portugueses. Em Portugal há lojas pertencentes a imigrantes de várias procedências, todos conhecem. Em muitas delas encontram-se indivíduos de nacionalidade diferente da dos proprietários, incluindo portuguesa, o que é normal dada a proporcionalidade. Al guém já viu uma loja pertencente a imigrante brasileiro com empregados que não sejam brasileiros? Chama-se a isto racismo nazi porque distingue uma única raça de entre as outras. Não o fazem noutro país, mas os imigrantes brasileiros em Portugal mostram ser inequivocamente racistas.

Com grande frequência ouvimos muçulmanos dizer que a sua religião é de paz, amor e tolerância. Sem pôr em dúvida o pacifismo daqueles que o afirmam, para terminar fica aqui uma questão em aberto: Se é como eles dizem como explicarão eles acções deste género, mundialmente, na sua quase totalidade perpetradas apenas por muçulmanos defensores da chária?

Outros artigos sobre o mesmo tópico ou idêntico:
Explodiu!
Explosão abafada
Imigrantes colonizadores
Fim dos Minaretes na Suíça – Incompreensível Para os Desinformados
Colonizados no seu Próprio País


Adenda (12-8-11)
Notícias provenientes dos EUA relatam grande número de ataques de africanos a europeus, principalmente em cidades como Filadélfia, Los Angeles, Chicago, Cleveland, Washington, etc., num estilo muito diferente daquele que tem decorrido em Inglaterra. São ataques pontuais em que pequenos grupos de africanos atacam directamente brancos.
Não os acusam formalmente de actaques racistas. Eis as razões:
It looked like they were just going after white guys, white people,” Roffers told Wisconsin’s Newsradio 620.
But while some witness accounts suggest the attacks are race-based, law enforcement officials say they have no evidence to prove it.
There was “no confession or anything else” to suggest the July 29 attacks in Philadelphia were “racially motivated,” Philadelphia Police Department First Deputy Commissioner Richard Ross told FoxNews.com.

Sabeendo que os EUA têm sido o país onde os imigrantes melhor se adaptam devido a paraticamente toda a população ser imigrante ou descendente, tirem-se conclusões sobre o multiculturalismo.

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26 de julho de 2011

Explosão Abafada

Após os grandes scoops jornaleirsticos sobre a carnificina na Noruega, começou-se a abafar o caso, ou melhor, a desviar a atenção da possível realidade, aliás muito mais provável do que aquilo em que querem que acreditemos.

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25 de julho de 2011

Explodiu!

Os acontecimentos destes últimos dias na Noruega não são mais do que o levantar da ponta de um véu sobre o resultado dos governos europeus terem obrigado a polícia e os bombeiros a esconder, proibindo-os de revelar a realidade à imprensa. A isto junta-se ainda a irresponsabilidade e pura estupidez jornaleira em que uns 90% a 95% acredita e tenta impingir a ideia de que na conjuntura mundial vigente é possível incluir semitas (muçulmanos e judeus) numa multicultura europeia.


Sim, poderia ser possível, se os EUA não tivessem provocado a clivagem que impuseram no médio oriente em defesa do espírito do mal nazi que habita no povo maldito de Israel sionista. O desaparecimento ou a exterminação dessa ramificação judaica seria a maior contribuição para a paz mundial. Sem essa semente do mal poderia talvez formar-se uma monocultura euro-judaico-muçulmana. Todavia, com os espíritos dos perseguidos pelos EUA revoltados e ao rubro, nem uma miragem chaga a ser.

Este sentimento tem sido aproveitado por organizações extremistas e terroristas para angariar militantes com uma aumentada facilidade, fomentando o seu crescimento. De nada serve lutar contra eles enquanto se lhes incrementem as condições de existência e de expansão.

Se os EUA não solucionarem o problema que eles próprios criaram no médio oriente e a Europa continuar com um cachorro, atrás e a dar ao rabo, que outro país – talvez o Irão – tome a iniciativa de o fazer. Como estamos, a Europa corre cada ano mais e maiores riscos face à sua indecisão e tolerância do mal. Vamos nós ou a s nossas famílias morrer em ataques anticondescendência europeus face ao mal?

Entretanto, os governos, com o conluio dos grandes conglomerados da desinformação, iludem as populações, fazem-lhes acreditar que uma multicultura europeia é possível nestas circunstâncias. Antes (e depois) dos tumultos de 2009, em França, foram ocultados muitos acontecimentos. Notícias do género da padeira que correu com um magrebino da sua padaria provincial armada duma caçadeira, na década de 1980, deixaram de aparecer na imprensa. A França tem culpas diferentes e mais agravantes que os outros países por ter sido ela mesma que, durante a década de 1960, foi contratar um grande número de magrebinos para as suas fábricas de automóveis. Construíram-lhes bairros (guetos), que quando, menos de vinte anos depois, as fábricas deixaram progressivamente de exportar, salvo para países do terceiro mundo (como Portugal) e seus territórios ou DOMTOM (ultramar francês – não, não rejeitaram as suas colónias como Portugal), foram obrigadas a reorganizar-se, modernizar-se e fazer despedimentos em massa e o estado nada fez para evitar que a miséria desses imigrantes convertesse os seus guetos em antros do pequeno crime pela sobrevivência. Os filhos e os netos, que sofram com os pais, odeiam justamente os franceses.

Não é o mesmo em toda a Europa, mas cada país tem os seus problemas semelhantes. Escondem o descontentamento dos autóctones em serem literalmente colonizados pelos imigrantes. Destroem os valores, as tradições e o modo de vida seculares, a religião e os costumes dos povos. Trocaram a política lógica e correcta de imigração em que os imigrantes deviam adaptar-se aos países que os acolhiam pela obrigação dos nacionais a submeterem-se ao modo de vida e cultura dos imigrantes. Erro colossal que os povos, assim colonizados se recusam aceitar, não obstante o encobrimento do facto pelos governos, que escondem actos populares espontâneos originados na revolta e desculpam actos de imposições da parte dos imigrantes.

Na Grã-Bretanha, a maioria dos muçulmanos nas gerações de cerca de 15 a 25 anos de idade apoiam abertamente a Al-Qaeda e todas as suas façanhas terroristas. Embora mais tolerante, o povo inglês não pode nem quer aceitar a sua verdadeira perda de independência. Na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Itália as revoltas populares vêm há muito aumentando, mas continuamente encobertas pelos respectivos governos que dão instruções à polícia e aos bombeiros para esconderem os factos a uma imprensa já por si dominada pelas grandes empresas de comunicações e povoada por gente crédula, como citado acima. Continuem assim e não se admirem pelas consequências.

De sublinhar que nos raros países em que a imigração não é excluída, mas controlada, estes casos não têm lugar. No caso da Suíça, existem quotas de imigração por origem adaptadas às circunstâncias nacionais. Os imigrantes são distribuídos pelos cantões e neles fixados, por cotas, evitando a formação de guetos, favorecendo a sua adaptação ao modo de vida, aos vizinhos, ao clima, ao país em si. «De 5,9% em 1950, a proporção de estrangeiros não cessou de aumentar para atingir 21,7% em 2009. E o aumento prossegue.» É de longe o país europeu com a maior percentagem de imigrantes e refugiados, com cerca do triplo da média daqueles que mais imigrantes albergam, exceptuando os casos especiais do Luxemburgo, da Estónia e da Lituânia. Porém, os problemas aqui em questão não têm lugar nesse país. Os imigrantes adaptam o seu modo de vida ao do país que os recebe em lugar de quererem colonizar os autóctones e de lhes impor o seu próprio modo de vida. Não estão contentes? Desopilem. Prevarica? São repatriados após julgamento e cumprimento de pena, directamente à saída da prisão. Nestas condições não admira que a população os aceite nem que não haja demonstrações contra eles.

Portugal, ainda bem longe dos 5%, já demonstra problemas básicos. A taxa de emprego dos imigrantes é superior à dos nacionais. Alguma coisa parece estar errada. Os gráficos no site da Presidência da República apenas consideram os países da UE, como se os restantes não fossem europeus. Alarves.

Os governos suíços têm demonstrado capacidade para lidar com a imigração e em evitar catástrofes como a actual. Inversamente, outros governos, como o norueguês, mostram a sua incapacidade e provocam catástrofes de que são eles próprios os principais culpados. Há que reflectir e copiar os resultados confirmados como desejados e nunca o que já provou estar errado, procedimento que tem feito de Portugal a estrumeira da Europa.

O grande número de holandeses e alemães que emigraram para a América do Sul, sobretudo para o Brasil a a Argentina, tiveram de se aclimatar e adaptar a enormes diferenças comportamentais, sociais, culturais, etc., a viverem de um modo quase o inverso daquele a que estavam habituados. Conseguiram e eles e os seus descendentes sentem-se hoje felizes. Então os muçulmanos não são também humanos? Que se adaptem, pois, e que desistam e se lhes proíba de tentarem adaptar os países europeus aos seus desejos. Se não estão bem, mudem-se. Não só ninguém os obriga a permanecer contra vontade, como é essa a solução universal para tudo. Que direito têm, pois, à excepção que prejudica o semelhante?

Quando se pergunta aos jornais porque não publicaram tal ou tal distúrbio, respondem que não é importante ou que não tem qualquer significado. Existem registos destes factos em vários países. Multiplicam-se assim, exponencialmente, os acontecimentos que são ocultados aos povos: tumultos, revoltas, distúrbios, motins, etc., mas não se lhes consegue abater um descontentamento que não pára de crescer devido à continuidade no aumento dos procedimentos que lhe dão razão. Não se podem abrir as fronteiras a um processo de destruição interna apoiada por partidos do género do nosso Bloco da Esquerda ou ainda mais avançados em ideias destruidoras.

Os povos estão conscientes de que a Europa está a perder aquilo que é europeu, as tradições, os costumes, o modo de vida, a religião, etc. e a instabilidade na resposta cresce, ainda que camuflada por governos e jornaleiros. Os partidos de extrema direita aumentam em número e engrossam em apoiantes.

Na Noruega, um indivíduo, Anders Behring Breivik, sacrifica a sua liberdade num gesto premeditado no sentido de chamar a atenção dos europeus. Não se pode aprovar ou defender o seu método bárbaro, mas a necessidade duma solução impõe-se. Impõe-se uma compreensão, uma busca pela razão para evitar que se repita e a tomada de medidas que conduzam a uma resolução que acabe com a razão fundamentada das manifestações que se repetem e se vão continuamente agravando. Ele é o autor de alguns dos vídeos que circularam por toda a Europa sobre o perigo da imigração muçulmana não assimilada e que tiveram enorme aceitação em Portugal. Estranho, para muitos, o povo norueguês está de luto e triste, mas não manifesta qualquer sentimento de revolta. Os falsários jornaleiros mostram-se estupefactos, mas não o explicam.

No dia da desgraça, um chefe da polícia, Roger Andresen, impelido pela ordem superior de ocultar a verdadeira motivação e procurando dar uma razão, diz a uns jornalistas que se trata dum caso dum fundamentalista cristão. Contudo, se lermos o que esse dito fundamentalista escreveu, publicado e acessível a qualquer um na internet, ainda que as traduções automáticas deixem muito a desejar, é impossível tirar-se semelhante conclusão. No entanto, os abortos do costume, a jornaleiragem, generalidade portuguesa, logo papaguearam irresponsavelmente a desinformação sem se terem previamente assegurado de que a afirmação era ou não verdadeira. Os bandalhos encenaram a notícia com desenhos de histórias aos quadradinhos, caricaturas, outros desenhos e música. Gentalha falsificadores de notícias e de pulhas inúteis.

Estes casos só podem recrudescer paralelamente ao descontentamento geral. Há que pôr um ponto final neles. Um avanço nesse sentido é retirar aos muçulmanos a razão inegável que actualmente têm para se revoltarem contra o procedimento europeu no médio oriente, submetido aos desígnios dos interesses dos EUA, desalinhando-se dessa posição que impede a paz na região e que, como se vê, atinge também a Europa.

«Dentro de quatro dias, o Conselho de Segurança da ONU reunir-se-á e o mundo terá oportunidade de aceitar uma nova proposta capaz de reverter décadas de fracasso nas negociações para a paz entre Israel e Palestina: o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU.» A razão do presente artigo não é esta, mas a coincidência no tempo juntou as duas intenções numa única por estarem tão intimamente ligadas. Não nos resta dúvida de que o terrorismo de Israel deve acabar nem que a paz no médio oriente fará beneficiar a Europa, tirando aos muçulmanos o principal motivo inegável de discórdia geral com os europeus. Eles vivem cá, pelo que todos beneficiamos.

Assine a petição para a implementação da restante parte do acordo que reconheceu Israel uma nação juntamente com a Palestina e de que esta ainda não beneficiou como de seu direito reconhecido desde 1947. Acabemos com a colonização, os campos de concentração, as matanças e vinganças, a expulsão dos autóctones para lhes roubar as terras. Acabemos com a escravização de um povo. Lembremo-nos ainda que segundo estudos etnológicos dos povos da região, os palestinos, ainda que arabizados e misturados ao longo de mais de dois milénios, já referidos pelos egípcios antigos, sobretudo do reinado de Ramsés II, são europeus originários das ilhas gregas de sudeste.

Assine a petição europeia promovida pela Avaaz.org.

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Veja a sondagem sobre a duração do actual governo nacional.

Nota: Se os números dos IPs que aparecerem em mais de um voto, a secção em que eles se inserirem serão banidas destas sondagens e o voto extra retirado.

Adenda:
Segundo noticiado hoje (25-7-11), os tribunais noruegueses aceitaram o pedido da polícia (instruída pelo governo, como mencionado) para que o julgamento se faça a portas fechadas. Esta decisão confirma plenamente o que está na base do presente artigo: o encobrimento intencional da realidade, imposto pelos governos à polícia, aos bombeiros e aos tribunais para nada deixar transpirar. Ficam assim livres para manipular a realidade, moldando-a à sua conveniência, para prosseguimento duma política de destruição dos valores europeus, da religião e do modo de vida, com submissão às imigrações de verdadeiros terroristas incivilizados e selvagens. Sublinha-se que a ideia duma multicultura europeia não é totalmente rejeitável. Inaceitável é o caminho escolhido para atingir esse fim difícil, que só poderá conduzir a uma catástrofe quase total, senão mesmo total.

A notícia do fim do dia, diminuindo o número de mortes anunciadas de 93 para 66 e 76, ainda que uma só já fosse demasiado, explicita-nos a confiança que podemos depositar nos irresponsáveis e vigaristas que nos mentem sem cessar.

Para se formar uma ideia do que o Anders Breivik escreveu e do que as pessoas realmente pensam e não do que a jornaleiragem nos quer impingir, vejam-se os comentários no seu vídeo polémico no Youtube.

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5 de junho de 2011

Os Portugueses Elegeram um Criminoso Condenado

Os portugueses elegeram um criminoso condenado com conselheiros tais como O Dias Loureiro, o Catroga e outros da mesma estirpe. Este acontecimento não pode ser considerado como simples partidismo dos eleitores.

Ao elegerem um criminoso fizeram uma declaração e uma confissão que todos os que votaram num criminoso fazem sobre os seus princípios, sobre os seus valores, sobre a honra, o cumprimento das leis, a sua própria moralidade. Sobretudo quando havia uma variedade de escolha de candidatos para todos os gostos em quem votar e escolheram o único ou o maior criminoso de entre eles.

O nome de Portugal já estava bem sujo, tal como visto pelos povos democráticos europeus devido a aprovarem a corrupção, julgando que dela poderiam também tirar proveito. Devido aos baixos valores e princípios que adoptaram. Devido a não mostrarem capacidade em controlar os seus próprios políticos.

Agora, elegendo um criminoso atiraram literalmente com o nome do país para a lama mais suja que sai dos esgotos. Por demais, um criminosohá muito mal visto nos meios da UE por incompetente.

A partir de hoje, este blog passa a enunciar o nome do criminoso apenas como Criminoso.

Para esclarecimentos sobre os seus crimes, veja-se a lista dos crimes, das condenações e das investigações da justiça, consumados ou em curso, no artigo descritivo neste blog, imediatamente anterior a este. Todas as confirmações ou dúvidas podem ser vistas ou esclarecidas nos documentos oficiais.

Em Portugal o crime compensa e, como já diversas vezes escrito neste blog, só os pilha-galinhas são condenados. Os maiores criminosos elegem-se.

No estrangeiro está-se perfeitamente ao corrente deste procedimento. Chegam a dizer que Portugal devia estar fora da UE por o povo não saber agir nem comportar-se como numa democracia.

Não podemos, porém, deixar de lembrar a causa a origem do engano em que a população portuguesa vive: A desinformação sistemática, assim como a encenação das notícias; os jornaleiros que dão scoops para tolos, ao editarem as notícias manipulam-nas e modifica-nas quase todas, o grau da manipulação atinge o mais alto nível para inverterem o sentido a 180°. Este exemplo é mais do que uma prova [aqui]

Afinal, ocultando crimes, os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial, elegeram este Criminoso tal como elegeram duas vezes um muito maior por ter destruído o país: O Cavaco.


Adenda
Neste post não ficou bem clara a sua relação com aquele que imediatamente o precede e do qual este é a sequência lógica. Embora tenha havido uma tentativa de esclarecimento na página dos comentários, parece que a dúvida persiste, tendo mesmo sido aproveitada como arma de contradição, como se pôde ler no Facebook [Rui Taher – vocifera no seu blogue contra a quem chama criminoso nem tem coragem de lhe chamar plo nome].
Com esta adenda, espera-se desfazer e evitar qualquer confusão desta sorte e apresentam-se as devidas desculpas por o facto não ter ficado logo bem claro no corpo do post.

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26 de maio de 2011

Origem da Inversão de Valores

Carta enviada de uma mãe a outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP-1 (recebido por e-mail de um ex-colega de armas):


De mãe para mãe...

Cara Senhora,

Vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.

Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência. Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho. A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e
despesas para o visitar. Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.

No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me esquecia:
Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.

No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

Direitos Humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!



Para quem queira reflectir:

Que poderia ter sido o que gerou esta inversão de valores? Quem substituiu os verdadeiros e tradicionais heróis nacionais, implantando os novos heróis rascas? Quem nos convenceu de que a culpa dum roubo é de quem se deixou roubar? Que o valor dos conhecimentos é menos importante que ignorância e a incompetência desde que haja uma cunha, pois que é a norma política dos parasitas que nos governam? Quem nos convenceu de que éramos perfeitos? A tal ponto que não conseguimos ver os nossos defeitos reais para os podermos corrigir e justificar alguma perfeição, ou no mínimo a intenção?

Foi a corrupção política que, com a ajuda da indigna jornaleirada em perfeito conluio, nos cegou e convenceu para que, revendo-nos neles, aprovássemos os seus roubos e votássemos neles. Continuemos, pois, a votar neles a fim de que tudo do que nos queixamos e merecemos por neles termos votado se perpetue para seu bem e nosso mal.

Pelo menos reconheçamos que somos muito mais atrasados e estúpidos do que os magrebinos. Alguém conhece verdadeiramente o nível de instrução e de vida na Líbia? Não, porque também persistem em no-lo esconderem.

Quem quiser mudar não vote num qualquer partido que arvore o slogan da mudança. É mais um slogan como todos os precedentes. Votem em Branco.Os partidos querem todos convencer-nos de que isto é uma asneira porque é o que mais medo lhes faz. Se mesmo assim não resultar, não fiquemos à espera do milagre irreal de que os ogres nos deixem controlá-los: Para a rua e fora com eles!

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5 de dezembro de 2010

Valores para uma boa Liderança

Segundo o artigo abaixo transcrito, uma escala de valores do género das virtudes militares é imprescindível para o êxito de uma boa liderança, em qualquer organização de qualquer dimensão. Recordo que os conceitos aqui expressos no post «pensar antes de decidir» foram retirados de literatura militar relativa ao «estudo da situação» que mais não é do que a preparação da decisão que deve ser tomada a cada momento sobre cada problema. Quando diz que «em situações de grande crise um líder deve ser "militar"», não quer dizer que seja um general, mas um gestor com mão firme chefiando a equipa segundo as exigências que refere e explica no texto. Compare-se o texto com as realidades nacionais, de leis mal feitas que logo são criticadas, alteradas, adicionadas de excepções e/ou anuladas e substituídas por outras também carentes da devida preparação. Veja-se o funcionamento da equipa em repetidas contradições entre o chefe e os membros da equipa e entre estes.

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30 de junho de 2010

Miséria Humana

O texto adiante reproduzido foi escrito pelo conhecido professor, ensaísta e escritor Eduardo Prado Coelho e publicado no jornal Público há pouco mais de três anos.

Dele sobressaem dois pontos: (1) nada mudou até hoje, não obstante os portugueses em geral estarem convencidos que se têm civilizado, aprendido a viver e serem dignos de apreço e consideração; (2) demonstra o atraso mental dum povo que pretende exigir que os seus políticos sejam honestos, quando cada um se considera isento desse cumprimento por excepção. Nada pode revelar melhor a veracidade do provérbio «cada povo tem o governo que merece» nem melhor justificar que a miséria financeira ou o sucesso sem roubo estão directamente dependentes da capacidade mental.

Em Portugal ainda há quem pense que «cada um por si» em lugar de «todos em conjunto» ou «um por todos, todos por um» são a garantia do sucesso e o melhor modo de viver. Ainda se está bem longe de se saber viver em civismo democrático. Cada um pensa ser, por direito democrático, uma excepção particular às regras de democracia e delas especialmente isento. Como esperar qualquer melhoria dependente destes princípios, quando se vive e se faz tudo o que é possível para evitar que tal possa vir a acontecer?! Enquanto não se compreender como se deve viver em sociedade nenhuma melhoria há a esperar e todas as patranhas dos políticos não passarão disso mesmo: patranhas para estultos e atrasados mentais.

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A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria-prima de um país. Porque pertenço a um país onde a esperteza é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais o que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal e se tira um só jornal, deixando-se os demais onde estão.

Pertenço ao país onde as empresas privadas são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar a alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para lhe não dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.

Como "matéria-prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos, essa "chico-espertertice portuguesa" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são portugueses como nós, eleitos por nós. Nascidos aqui, não em outra parte.

Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria-prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa Portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda. Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e estou seguro que o encontrarei quando me olhar no espelho. Aí está. Não preciso procurá-lo em outro lado. E você, o que pensa? Medite!

Eduardo Prado Coelho


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E então? Algum pobre pasmado ou desmiolado acreditará ainda que tudo há-de mudar nos outros sem que ele mesmo mude? Estupidez? Não. Cúmulo da estupidez? Também não, ou não só, vivem na idade da pedra, mas com muita auto-estima. Ao ouvi-los, até os juízes assim pensam. As crianças, como produto natural dos pais, são por eles transformadas em pequenos monstros, futuros grandes monstros quando adultas. Reflicta-se o que virá a ser a filha da autora da mensagem reproduzida abaixo, impedida de estudar e aprender.


Os circos armados no parlamento com as comissões de ética – que antes de terem início já se sabe que não podem chegar a qualquer conclusão à parte o roubo para as algibeiras dos que as compõem – são outras tantas evidências do estado do país, ou não fosse essa a única razão para que elas continuem a exercer-se.

Civismo, cultura, consciência, honestidade, valores fundamentados (não heróis rascas) e bons princípios são as palavras-chave que serviram de modelo às democracias-modelo mais avançadas que tanto se enaltecem. No entanto, só de estrumeiras como a Espanha os labregos e impostores jornaleiros nos querem impingir os piores exemplos. Se Portugal se tivesse colado a países avançados e lhes tivesse seguido as pegadas que os levaram ao sucesso, de certo não seria arrastado no mesmo esgoto que a Espanha.

A corrupção política existe em todo o mundo, mas como em Portugal é um exagero só possível pela ignorância popular que a permite e como anormais pensa que não e assim muito errado, que pode também tirar proveito (que loucura!).

O avanço dos países civilizados europeus, porém, deve-se ao contrário. Estes problemas e outros idênticos foram-nos criados pela contínua e persistente desinformação da jornaleirada imunda que teima em esconder-nos a realidade, simultaneamente criando nos atrasados um orgulho tão desmedido como injustificável por se basear em valores rascas e incivilizados. Ficou assim a população impedida de lutar contra a corrupção política ficando entregue ao seu bel prazer e por ignorância impedida de melhorar a sua vida: caiu na desgraça que se conhece.

Vejam-se os dois pontos abaixo. Estamos perto de eleições presidenciais. Como candidatos, temos um assassino e um aldrabão, cada um defendendo a sua máfia, e ainda um homem que provou ser honesto e possuir uma vontade de ferro, indispensável à sua vida profissional (para quem tenha conhecimentos para compreender como e porquê).

Por um lado, os canalhas jornaleiros não param de bojardar sobre os dois trastes monstruosos, mas raramente referem o único digno dos três. Houve mesmo o indivíduo que mais nos roubou no seu tempo, o Mário Soares, que disse – por outras palavras suas – que o honesto não servia para presidente por estar afastado da política. Isto é importante, mas precisamente no sentido contrário com que o Soares pretendeu ridicularizá-lo.

Por outro lado, a estupidez nacional vai de novo patentear-se nessas próximas eleições precisamente rejeitando o único honesto e elegendo um dos monstros abjectos. Absolutamente de acordo com as palavras do E. P. Coelho nas suas duas acepções.

Tendo em consideração o significado das frases do texto transcrito, também não é difícil de concluirmos que tantos blogs que se limitam a críticas políticas sem comparar o comportamento dos políticos ao do povo (como é de uso nos textos do presente autor) são geralmente críticas movidas apenas por fanatismo e sectarismo políticos cegos ou de má fé, como é o caso do blog do José Maria Martins, que mais explicito seria difícil.


Nota: Este artigo do Eduardo Prado Coelho foi já publicado, juntamente com outros de António Barreto e de Paulo M. A. Martins no Blog do Leão Pelado, cerca de dois meses antes do seu falecimento, em 25 Agosto de 2007. O seu artigo, porém, parece estar hoje mais vivo e actual do que quando foi escrito, bem comprovado por todos os acontecimentos que se atropelam sem interrupção e que nos gritam as suas palavras.

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9 de outubro de 2008

A crise financeira devia servir de lição, mas…

A vida passa-se entre duas bermas: o amor ou o cantar de um lado e o medo ou o chorar do outro, sendo da preferência de toda a gente viver mais próximo do amor e do cantar e o mais afastado possível do medo e do chorar. Mas a ambição, a imprudência, a insensatez, os erros sucessivos na busca de mais lucros, contrariando as boas normas, levam a desprezar os sãos princípios e os valores, morais, éticos e sociais e, em consequência, a descambar para o medo e agressividade que dele resulta e o choro devido às más consequências de decisões tomadas com o fito apenas no curto prazo sem pensar no que resultaria num futuro mais afastado.

As crises têm o condão de abrir os olhos a muitos dorminhocos e fazê-los pensar mais maduramente antes de decidirem, assim eles queiram aprender as lições. A actual crise está a ter bons efeitos nuns poucos indivíduos que sabem aprender com a experiência, mas infelizmente são raros.

Foi aqui mostrada uma explicação dos mecanismos que conduziram ao avolumar de uma bolha de lucros sem bases sólidas que, depois de muito dilatada, rebentou levando à falência várias instituições financeiras se não tivessem sido socorridas em força pelos dinheiros públicos, dos contribuintes. Depois, num outro post, em que se apresentavam exemplos da venalidade dos responsáveis e da falta de valores essenciais para a vida em sociedade, defendia-se que a crise podia ter sido evitada ou, no mínimo, reduzidas as suas consequências se tais valores fossem respeitados escrupulosamente.

Mas, o homem desliza facilmente nos maus meandros do vício e tem muita dificuldade em arrepiar caminho. Há exemplos muito degradantes que evidenciam a total ausência de vergonha em pessoas com alta responsabilidade e de quem se espera um procedimento sensato e lógico. São surpresas vindas do animal humano, de que é exemplo o caso referido no seguinte artigo do DN que a seguir se transcreve.

Há sempre alguém que diz não!
Ferreira Fernandes

A seguradora AIG já era famosa quando andava sob o pescoço de Cristiano Ronaldo, na camisola do Manchester. Mas famosa mesmo, mesmo, foi quando os americanos passaram a andar com a AIG ao pescoço. Esganados. Ela falira e não fosse sugarem-se os dinheiros públicos (85 mil milhões de dólares) a empresa fechava. Não fechar é bom e o que é bom festeja-se. Alguns executivos da AIG foram para um luxuoso hotel de Monarch Beach, Califórnia, com factura final de 300 mil euros, entre diárias, almoços e pedicura. Tudo pago pela empresa que, já vimos, era paga pelos contribuintes. Evidentemente, os invejosos do costume foram aos arames - na Câmara dos Representantes, alguns dos eleitos que ainda há pouco tinham votado o resgate da AIG indignaram-se com o abuso. É verdade que aqueles executivos, em superficial análise, parecem não merecer prémio algum, quanto mais pedicura. Como se fosse fácil lidar com a consciência. Esta é aquela voz interior que nos diz que alguém está olhando. Sem poderem usufruir dos luxos com merecida tranquilidade, aqueles executivos estavam, no entanto, a dar-nos uma esperança: a crise não é geral.

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