Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


20 de agosto de 2012

Sacrifícios Iguais Para Todos
Miséria para Gerações

Este governo destruiu a vida das pessoas e o emprego, chama piegas aos portugueses que ficaram tesos. Em conjunto com o Coveiro da nação, proclama que os sacrifícios são a dividir por todos e diz que faz esforços para criar emprego. O emprego vai atingir cerca de 20% pelo fim do ano. Com os cortes parciais dos salários, a que chamam inapropriadamente subsídios, dos subsídios de desemprego, para alimentar e vestir os filhos vai ser preciso roubar.

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10 de julho de 2012

Relvas e os Médicos

A partir de agora, a todos os que tenham exercido a profissão de médico por mais de X anos sem terem frequentado os cursos vão ser dados diplomas, admitidos na Ordem dos Médicos e terão equivalência aos médicos formados, mesmo que tenham passado o tempo do curso a colar cartazes. É a adopção tácita e generalizada das Novas Oportunidades. Justifica plenamente o que em toda a Europa se crê da competência e dos cursos nacionais em que nem os médicos nem os dentistas podem exercer nos países mais avançados.
Novo diploma das universidades nacionais: Doutor em Vigarice.

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16 de setembro de 2011

Frases Célebres do Coelho Para Recordar

Vale a pena coleccionar algumas frases, ditos, apartes, afirmações, detalhes, comentários ou outros pequenos acontecimentos para recordarmos mais tarde e podermos avaliar com realidade os casos em causa ou a sinceridade ou honestidade daqueles que com elas se comprometeram, apoiados em factos reais.

Eis pois algumas frases em que o Coelho empenhou a sua palavra e o pouquíssimo que lhe resta duma honra já bem roída por um acórdão de condenação dum tribunal criminal sem falar noutras vigarices em investigação agora provavelmente suspensas. O criminoso que o autor principal da miséria actual nacional, o Cavaco, pois, escolheu para acabar de enterrar o país: um criminoso que agora se nos revela ainda como um pantomineiro de meia-tigela, aldrabão e vigarista. Só em Portugal, um criminoso condenado pode ocupar lugares de relevo no estado e até ser nomeado primeiro-ministro, havendo quem lhe chame democracia.

A regra nacional é: quanto mais ordinário for, maior será a sua aceitação política e a sua bestialidade reconhecida como mérito. Nunca um governo teve tantos ministros rascas e ordinários e até um criminoso como o actual. Veja-se no artigo precedente, entre tantos outros. Quer tiver princípios que reflicta sobre a realidade.

Ouçamo-lo.


"Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."

"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."

"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."

"Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."

"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."

"O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."

"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."

"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."

"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."

"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."

"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."

"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."

"Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."

"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."

"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."

"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."

"A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."

"Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"

"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."

"Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."

"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"



Conta de Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os twites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011.

Em lugar de emprenhar pelos ouvidos, influenciados pelos ladrões corruptos e pela jornaleiragem em conluio, que cada um use a sua própria pouca capacidade de análise que ainda lhe reste e tire as suas conclusões.

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4 de maio de 2011

PEC IV Aprovado Com Pequenos Ajustes

A quem quer que tenha ouvido o discurso do Catroga de ontem à noite, seria impossível de não perceber o atrapalhamento e o atabalhoamento daquele impostor, como metia as patas pelas mãos, balbuciava e dizia parvoeiras desconexas.

Durante algum tempo não passou de um mero publicista do seu partido, nem foram mais do isso as cartas que escreveu quase uma por dia, meros panfletos publicitários sem qualquer uso ou utilidade. Doutor em marketing, falsidade e banha da cobra, os principais atributos de todas as oligarquias mafiosas nacionais. Quanto melhor for nestas qualidades, maior é a garantia do seu sucesso. Os partidos assim o querem por os portugueses assim o aprovarem.

Pior ainda foi o canalha do Coelho, que sem pejo nem a mínima sombra de honestidade se ri e goza com o atraso mental geral nacional. Assim o revela pelo seu procedimento em declarar que as obrigações do país agora proclamadas pelo triunvirato eram melhores que o PEC IV; que ele tinha colaborado para uma melhoria. Volta a gozar indecentemente um pobre povo incapaz de reflectir, amnésico e inapto para compreender o que se passa, o que ouve ou o que vê. Descobre os mais baixos sentimentos entre os seus infames pares de todos os partidos, batendo-os aos pontos. Que outra vitória poderia colocar tão grande vilão numa posição de mais profunda repugnância.

Ele sabia muito bem que a UE tinha aprovado esse PEC e que essa decisão era necessária, irrevogável e os seus pontos principais não negociáveis (impostos). Portanto, o que ficou provado, a conclusão a cuja admissão não podemos fugir e que foi indubitavelmente o único motivo que impulsionou este baixo vigarista e Sacana Mor nacional a reprovar o PEC IV, foi que a base única da sua reprovação foi exclusivamente para poder derrubar um governo (bem ou mal) eleito, que a reprovação nacional das suas ideias de malandro não lhe permitia fazer de outro modo. As suas intenções, que tantos têm acusado e muitos mais desconfiado, estão finalmente provadas com nítida limpidez

Na realidade, este PEC adaptado não era nem é o que o país precisa. Não resolve os casos do atraso nem de recuperação do país há muito provocado pela destruição levada a efeito pelos governos do Cavaco, fulcrais na origem da miséria, da improdutividade e da falta de competitividade. O Sócrates mente descaradamente quando diz que o seu PEC resolve tudo isto. Por demais, nem de longe ajuda a colmatar o abismo existente entre mais ricos e mais pobres, a maior urgência nacional e uma das duas pedras angulares da falta de democracia nacionais, em que a outra é a própria constituição antidemocrática. Por isso, o Sócrates volta a mentir, mas como – infelizmente para nós – o Canalha do Coelho consegue ser ainda pior, não pode deixar de ser aprovado por um povo mentalmente castrado que não compreende que qualquer aprovação de qualquer político mafioso é a melhor contribuição para a manutenção e solidificação do sistema que arruinou o país e fez dos sus habitantes os mais miseráveis da Europa sob todos os aspectos.

Toda esta fauna, cuja única finalidade na vida é a de viver impunemente à conta dos portugueses que roubam, seria julgada e condenada se Portugal fosse um estado de direito. Não o é. A justiça e a magistratura estão podres de corrupção. Estão comprados pelas máfias com privilégios e mordomias imerecidos, injustificados e antidemocráticos, inexistentes nos países que o são. Limitam-se em aproveitar os bens imerecidos com que as máfias os comprar para a sua cooperação. Não investigam nem condenam crimes políticos ou por eles cometidos, tanto na vida profissional como na privada. Conhece-se um sem-número destes casos a todos os níveis. Quem quer que conheça uma condenação que o mencione.

Não pode haver democracia com esta justiça nem com uma constituição que afasta deliberadamente do poder aquele a quem, ridiculamente, chama soberano e entrega esse poder às máfias, a quem reconhece todos os direitos para fazer uso desse afastamento, incluindo o de revogar referendos, já nela reconhecidos como casos excepcionais. Permite que as máfias oligárquicas façam leis de privilégios e que absolvam os seus crimes.

São estes factos que têm sido cada vez mais reconhecidos internacionalmente e que classificaram Portugal como não sendo uma democracia e reconheceram os seus habitantes como atrasados e estúpidos por não serem capazes de o compreender e de domar dos seus políticos. De serem mansos e tudo admitirem e aprovarem. Uma outra reprovação internacional bastante significativa é a conclusão dos factos mencionados quanto aos média, tal como se encontra no cabeçalho deste blog desde o seu início. Ou seja, como as finanças dominam e falseiam as informações em seu proveito. Foi esta a causa do embrutecimento total da população q7ue lhe ti rou a capacidade de entendimento.

Até quando vão os carneiros permitir a continuidade deste estado? Porque sem nada se faze, eles não vão largar a galinha dos ovos de ouro.

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