Hipocrisia, malandrice, vigarice, cinismo, instinto baixos e de roubo, falsidade e má fé são as qualidades que caracterizam a ampla maioria dos políticos. Os políticos portugueses não só as têm todas como as têm aperfeiçoado com o maior esmero.
O primeiro-ministro faz jus à sua fama de mentiroso, de prometer o que nem lhe passa pela cabeça cumprir, de afrontoso arrogante. Acusado de traidor pela Human Rights Watch, tem tido um percurso vergonhoso marcado por acções anti-sociais/anti-socialistas, tais como as descritas em alguns dos posts da mesma autoria do presente: Déspota Iluminado Mete a Pata na Poça, O Nazismo Ressuscitado em Portugal, O Déspota Iluminado, assim como pelo menos noutra meia dúzia de posts que realçam as suas façanhas. É um carácter bem enquadrado nas linhas dos políticos nacionais, um exemplo do que jamais deveria ser e de que os carneiros dos eleitores tudo permitem.
Não obstante o que Sócrates tem demonstrado ser, não está só na sua cátedra ranhosa e há mesmo quem lhe bata a palma. Com efeito, a Manela Leiteira tem demonstrado a sua exímia superioridade na falsidade, na banha da cobra, na blasfema mentira que equivale a chamar de estúpidos, aos gritos a quem a houve, por julgar que a vão acreditar. E muitos acreditam para seu próprio mal. Por uma vez que o Sócrates disse uma única verdade, possivelmente a única em anos, desmente-o ao ele referir que o partido dela queria destruir a Segurança Social e o Serviço Nacional de Saúde, tornando-os privados e pagos.
Ora isto é verdade, não passando duma simples constatação, um assunto que foi abordado em devida altura em pelo menos cinco posts do Blog do Leão Pelado [1, 2, 3, 4, 5]. De acordo com as explicações do Cagão Feliz, por ele testemunhadas em diversas entrevistas e alocuções, a Seg. Soc. e a Saúde em Portugal deveriam seguir caminho idêntico ao que seguiram noutros países da Europa, ou seja, segundo ele, serem pagas por contribuições privadas e asseguradas também privadamente. Por outras palavras, ter dois serviços, um para os que podiam pagar e outro para os pobres, cavando ainda mais o fosso entre uns e outros, instituindo oficialmente uma separação de classes de cidadania.
O que o miserável canalha escondeu foi que não contava senão uma parte da verdade, construindo uma mentira monstruosa sobre uma verdade parcial. Com efeito o sistema existe, mas não desse modo e sem ter como consequência uma separação de classes. Tomemos, por exemplo a Suíça, precisamente por ser tão bem conhecida como país super capitalista, ainda que também de democracia directa. O serviço de saúde do Estado é efectivamente financiado por instituições seguradoras privadas. Começou por ter contribuições de diferentes níveis, criando uma separação entre mais ricos e mais pobres, notando-se, todavia, que todos tinham direito aos mesmos médicos e serviços de saúde, sendo a diferença apenas ao nível da hotelaria. Contrariamente ao sistema de inspiração comunista português que provoca os «engarrafamentos» conhecidos e restringe os nossos direitos, qualquer pessoa sempre pôde e pode consultar o médico que quiser e tratar-se onde deseje.
Mais tarde, mesmo sendo estas diferenças apenas ao nível das contribuições e dos serviços anexos de hotelaria, os governos eliminaram ainda todas as diferenças, obrigando as seguradoras a praticarem contribuições idênticas em todo o país e em todas as condições, democraticamente. Continuou, contudo a possibilidade de se ser internado em quarto privado, sendo esta diferença paga à parte. Aliás, todos os actos médicos são tabelados não é possível a qualquer hospital, do estado ou privado, aplicar uma tarifa diferente do previsto na tabela. Era isto o que o pulha do Cagão queria fazer? Não, como muito bem explicou tratava-se dum sistema livre em que quem não pagasse não tinha direitos. O monstro encobriu a verdade porque queria tramar os portugueses.
Ainda no país deste exemplo, quanto à Seg. Soc., como as reformas e pensões estavam a ser ameaçadas por os fundos não serem suficientes para as providenciarem num futuro relativamente próximo, na década de 1970 foi criado um sistema de contribuição adicional, semi-privado. Neste sistema, cada empregado e entidade patronal passaram a descontar ou contribuir para um fundo junto duma seguradora, o qual foi regido por um regulamento restrito. Este fundo destinou-se a vir ser acrescentado à pensão de reforma, de invalidez ou outra equiparada. No caso em que o empregado mude de emprego tem direito a uma parte do que o empregador descontou a seu favor, proporcional aos anos que o seu emprego durou, chegando a ser à totalidade. Em certos casos previstos pela legislação, apenas em certas condições especiais, o titular do fundo pode usar o seu dinheiro noutra aplicação que não seja a sua pensão de reforma. Era isto o que o pulha do Cagão queria fazer? Não, como muito bem explicou tratava-se dum sistema livre em que quem não o pagasse não tinha direitos. O monstro encobriu a verdade porque queria tramar os portugueses.
Aqui está como os monstros políticos nos tratam, verdadeiramente ao coice, logro, mentira, falsidade, genuína malvadez, oportunismo nojento. Tudo lhes serve para conquistarem o poder para dele se aproveitarem e enriquecerem roubando-nos de diversos modos. A forma como se debatem, tão evidente na Leiteira e que mais clara é impossível, não esconde nem ensombra que o único alvo não é o de servir a nação (a nós) mas o de correrem com o partido que estiver no governo, seja ele qual for, para eles se apoderarem dele.
Quando ela fazia parte do governo, esse governo só não destruiu completamente a Segurança Social e o sistema de pensões por falta de tempo. A Mizé das Nozes Pintainho, por exemplo, provedora da Stª Casa da Misericórdia, planeou tratar da saúde aos idosos sem meios de subsistência, suprimindo todas as ajudas de urgência ou não, participações nos medicamentos, etc., pura malvadez. Algum destes canalhas ressuscitará aqueles que assassinaram?
A ter em mente que em todos os países genuinamente democráticos, a Saúde, as Pensões para idosos e a Segurança Social em geral são considerados como bases dos Direitos Humanos.
Quando será que vamos ouvir a Manela confessar que a falta actual de médicos com todos os males que dela resultam são obra 100% de quem decretou a diminuição das vagas para medicina: o Cavaco? Claro que como os médicos levam muitos anos em formação e estágio, só muito mais tarde essa decisão veio a mostrar os seus resultados funestos para toda a população.
Quando será que vamos ouvir a Manela confessar que a actual situação da miséria e incapacidade profissional das empresas e seus empregados, agravada pela crise mundial, se deve ao modo corrupto e mal intencionado como os governos do Cavaco usaram os fundos de coesão europeus, roubados, esbanjados e mal utilizados. As empresas ficaram sem ser modernizadas e os empregados nunca tiveram a formação, muito menos contínua como nos países que avançaram. Assim, todos nos têm passado facilmente à frente.
A Manela é actualmente a política mais repulsiva, incrivelmente vencendo até o próprio Sócrates de longe.
Não se pode continuar a permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.
É esta a bases de todos os males em Portugal e nada mudará sem que antes se resolva este caso basilar. A atacar por todos os meios. A democracia directa apresenta-se como a panaceia indicada: rédeas neles!
4 de abril de 2009
Hipocrisia e Cinismo, Valores Basilares dos Políticos
Autor:
Mentiroso
às
21:41
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Tópicos: Clãs, Hipocrisia, Incoerências, Indignidade, reformar o regime
26 de março de 2009
Acabe-se com a Corrupção, a Ganância, o Roubo ao Estado, a Banha da Cobra, as Oligarquias Mafiosas
Transcreve-se um post com um texto bem claro. Pena é que o sentido associativo, tão comum nos países do norte não tenha até agora feito caminho em Portugal. Ainda não se compreendeu por cá que ninguém jamais faz seja o que for pela população senão ela própria ou por ela obrigado, vigiado e à rédea curta. É precisamente a esse facto que se devem as diferenças de maior ou menor democracia, ou até a sua ausência, de país para país.
Está na hora de mudar Portugal
Fundação do Movimento para a Democracia Directa
É hora! Sem aliviar a luta, é hora da conjurar a construção do futuro! Sem medo do desafio patriótico que aqui se lança.
É hora de libertar a alma, abrir o coração e unir vontades. Ousemos!
É esta a hora, e nenhuma outra tardia, de criar um movimento para a democracia directa. Um movimento de cidadania activa, que congregue cidadãos de diversas origens, cores e áreas políticas, filosóficas, religiosas e culturais, para restabelecer as regras do jogo democrático. Um movimento - que não é um partido - para promover a reforma da democracia representativa e recuperar o poder do povo, usurpado por representantes iníquos.
A situação gravíssima do País, sofrida no descalabro da alta/baixa política, reclama a bravura da intervenção pública. Por isso, é hora de convocar os cidadãos de boa fé e rija fibra, para a renúncia do conforto, o risco da iniciativa e o esforço do serviço humilde da comunidade. Quem sinta, que se junte! Quem sofra, que se erga! Quem queira, que se una! Puxemos para a acção conjunta a alma justa e vigorosa dos cidadãos preocupados!
No próximo sábado, 28-3-2009, pelas 15 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, vai ser fundado o "Movimento para a Democracia Directa - DD". Se aceita a Declaração de Princípios que abaixo publico, junte-se a nós, venha á reunião de fundação em Alcobaça, divulgue a nossa proposta nos blogues, nos fora e por mail, e traga um amigo também.
Tendo em conta a degenerescência irreparável da democracia representativa para uma oligarquia de representantes, só aproximando os cidadãos da escolha e decisão políticas será possível desenvolver continuamente em Portugal os valores da Democracia, do Estado de Direito, da Liberdade e da Dignidade Humana. Assim, os membros concordam com a afirmação e a promoção de um Movimento para a Democracia Directa.
Peço, a quem concordar, que divulgue a fundação do Movimento pelo grupo de contactos e a publique nos respectivos blogues. Quem esteja interessado em aderir, mas não possa vir à reunião de fundação em Alcobaça neste sábado, ou o pretenda fazer posteriormente, escreva para democraciadirecta.portugal@gmail.com.
Claro que lá estarei!
Autor:
Mentiroso
às
18:00
2
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Tópicos: Ataque à democracia, Cidadania, Clãs, Hipocrisia, Ladroagem, Máfia, reformar o regime
5 de maio de 2008
Reformar o regime
A humanidade brinda-nos de quando em vez com pensadores que contribuem para que o mundo avance passos mais largos para uma vida mais feliz. Porém, as pessoas agarradas a vícios, preconceitos e interesses inconfessáveis, ou não dão importância a palavras sábias ou as utilizam de forma enviesada obtendo resultados indesejáveis. O último caso foi em meados do século XIX.
Mas as ideias não deixam de brotar, embora as melhores se ocultem pela modéstia dos seus autores que, como no caso que a seguir apresento, procuram disfarçar toda a sua sapiência e sensatez como sendo apenas um sonho e uma «brincadeira», mas confessam que se sentiriam muito felizes se deixassem de ser utopia e se tornassem realidade.
Vejamos este acordar idealista, generoso, talvez profético, da pensadora e escritora Alexandra Caracol que entre outras coisas conseguiu criar uma filha, a Débora, de forma que, para a sua tenra idade, é uma exímia pianista e violinista. É o fruto prático das teorias que tem divulgado nos seus livros.
Vejamos o seu sonho ou profecia:
Hoje acordei mais idealista do que o costume e com vontade de partilhar os meus devaneios. Nunca gostei de politica e, cada vez, tenho menos respeito pelos políticos, mas acordei com uma forte vontade de ser escolhida para chegar a um lugar de destaque e poder apresentar propostas de lei. Claro que isto são apenas sonhos até porque teria que receber uma grande Luz Divina e Ele me cegar de tal maneira que eu não conseguisse pensar no horror que a politica me inspira.
Mas, continuando nos meus devaneios e fazendo de conta que pudesse possuir algum talento e poder, apresentaria as seguintes propostas:
- Todos aqueles que têm algum cargo político (começando por mim) se possuem outro sustento que não advém desse mesmo cargo político, das duas uma: ou deixam de usufruir qualquer ganho resultante desse cargo político ou passam a ganhar o salário mínimo nacional.
- Aos que somente se sustentam através do que resulta da sua actividade politica ou cargo então passam a ganhar 1500 euros mensais que serão acertados todos os anos, de acordo com os acertos feitos na população restante de Portugal.
- Os salários mínimos para o cidadão comum passarão a ser de 750 euros mensais.
- Nenhum ordenado na nação deve ultrapassar os 5000 euros, com excepção dos empresários, que deverão aplicar parte do lucro na abertura de novos postos de trabalho.
- Está suspensa a compra de viaturas de luxo para qualquer pessoa em cargo de eminência na politica nacional.
- Está suspenso todo e qualquer subsidio para as pessoas em cargo de eminência na politica nacional.
- As viagens, jantares, ou qualquer outro evento relacionado com o serviço público devem ser previamente submetidos a aprovação de uma comissão de fiscalização competente que não tenha qualquer cargo político e seja constituída paritariamente por elementos de todos os partidos, mesmo sem assento na AR. Quando for aprovado algum evento as despesas inerentes serão pagas através de uma rubrica existente para esse mesmo efeito. No final será apresentado um relatório que explique os benefícios obtidos para o Estado.
- Todas as instituições religiosas independentemente da religião ou ensinamentos que professam devem pagar impostos ao Estado, à semelhança de qualquer associação ou clube.
- Será estabelecida uma comissão fiscalizadora isenta de partidarismos que fiscalizará, com rigor e isenção, as instituições religiosas, políticos, clubes de futebol, futebolistas e artistas para que todos passem a cumprir correctamente suas obrigações fiscais.
- Será estabelecido um limite (1500 euros) para os ordenados dos futebolistas.
- As reformas de todos os portugueses (políticos e futebolistas incluídos) não serão superiores a 7500 euros mensais devendo ser feito acertos anuais de acordo com a inflação, e indexadas ao salário mínimo nacional.
- Para além do ordenado mínimo nacional (750 euros), cada cidadão receberá por cada membro a seu cargo 500 euros para que possa suportar todos os encargos de educação, saúde e outras despesas inerentes.
- Haverá um incentivo monetário (para além do ordenado base) para quem estiver a trabalhar em emprego como efectivo. O subsídio será dividido pela entidade empregadora e pelo funcionário (250 euros para cada um).
Penso que, para começar, estas medidas seriam por si suficientes para diminuir o desemprego e a divida externa.
Quanto ao desejo desenfreado de se ser político seria diminuído, ou seja muitos actuais políticos ou pessoas em cargos de eminência quereriam demitir-se pois o "tacho" ganho não os satisfaria. Pelo contrário, os que aceitassem continuar a trabalhar seriam os que estariam de coração sincero para levantar o país e para lutar pelo bem dos portugueses. Isso seria garantia de que os políticos se dedicariam a defender os interesses de Portugal acima dos interesses próprios e do seu partido.
Estas e outras propostas creio que ajudariam a melhorar a vida dos portugueses e, quiçá, poderiam elevar a confiança dos portugueses nos políticos e fomentar um forte patriotismo, infelizmente esquecido há muito.
E fico por aqui com os meus devaneios.
Alexandra Caracol"
NOTA: Cara Alexandra, será um sonho ou uma profecia, uma premonição? Achei graça ao pormenor do Futebol. Deixaria de haver profissionalismo e regressaríamos ao desporto por desporto, por amor à camisola, aos jogos de solteiros contra casados. O desporto passaria a seguir o lema do criador dos Jogos Olímpicos modernos, barão Pierre de Coubertin (1863-1937), «alma sã em corpo são».
Autor:
A. João Soares
às
17:27
1 mentiras
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