Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


15 de setembro de 2011

Mudança das Moscas

Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.

Afinal, não obstante os muitos incrédulos, sempre era verdade. Todas as análises publicadas neste blog – cujos links se repetem no final – têm sido confirmadas. Para as que ainda não foram basta pacientar um pouco mais para o tempo o constate igualmente.

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10 de junho de 2009

Resultados Eleitorais

Contrariamente ao que possa aparentar, o povo não está a começar a acordar. Senão, vejamos. A inversão do resultado eleitoral era esperada; o que não era lógico era que fosse na medida verificada. Claro que a arrogância do actual governo ligada à sua política neoliberalista que afastou os verdadeiros socialistas de si e se afastaram tanto para a esquerda e para a direita, assim como as medidas e mezinhas tomadas que têm prejudicado altamente a população em geral, deveria ser castigada nas urnas por ser tão recente. Não nos preocupemos, porém, que em relativamente pouco tempo o povo paspalho tudo esquecerá tal como se esqueceu das misérias do Cavaco.

Além do mais, estes resultados, devido à ganância partidária corrupta de corrida ao tacho, mais do que conhecida e assumida desavergonhadamente como o maior roubo e afrontamento ao país, pode mesmo tornar o país ingovernável durante algum tempo. O que talvez não seja assim tão mau como parece caso o povo se revolte, mas alguns oportunistas aparecerão a aproveitar a situação à custa dos parvalhões que compõem a larga maioria da populaça lorpa e desorientada pelo marketing político contra o qual demonstram bem não estarem ainda vacinados.

Em condições «normais» o resultado desta eleição seria um bom augúrio, mas infelizmente não o é. Com efeito, triste reconhecê-lo para quem tenha dois dedos de memória que lhe chegue até ao governo precedente, com o PSD teria sido bem pior. O descalabro estava preparado e até já fora oficialmente anunciado (inacreditável que as pessoas sejam tão profundamente estúpidas e atrasadas a ponto de o terem arrumado para trás da memória): tudo o que até então tinha funcionado como solidariedade social passava a funcionar com dois pesos e duas medidas (como a justiça), serviços para tratar bem os ricos e serviços para espalhar a miséria e a desgraça entre os pobres e matá-los. Ninguém parece já recordar-se que esse governo tirou as ajudas urgentes aos mais pobres, os medicamentos a quem não os podia mesmo comprar, atirou miseráveis e velhos para um gueto de morte, liquidou o direito a advogado quase por completo, etc.

Algumas destas panaceias sociais foram restabelecidas pelo actual governo, mas sempre ao um nível inferior ao do estado anterior. Ultimamente, o governo tem ainda tomado medidas para evitar uma desgraça ainda maior devido à associação da crise mundial com a nacional herdada do Cavaco. É evidente que essas medidas vão aumentar a dívida externa do país, mas vão evitar uma desgraça maior, insuportável para os menos favorecidos, a maioria dos portugueses. Pelo caminho que o governo anterior estava a tomar, ou se começava a morrer aos montes ou seria necessária uma revolução. Talvez que a última tivesse sido melhor em qualquer um dos dois casos.

Não sejamos néscios, que é precisamente com o que a malvadez requintada dos corruptos conta para satisfazer os seus crimes impunemente, que tão bons são uns como os outros. Há muitos outros factores a considerar. O PSD de hoje não tem nada a ver com o de antanho. Passou a ser um partido que tira aos mais pobres para dar aos mais ricos. Tão corruptos são os dum partido como os de outro. O povo é completamente parvo, acreditando nas balelas que os corruptos de todos os partidos lhes contam e esquecendo-se rapidamente das pulhices que lhe fizeram. Inacreditável, estúpido a mais não poder: quanto mais banha da cobra ladram os malvados, mais o povo acredita, como todos os parvalhões e logo emprenham pelos ouvidos.

Aliás, foi precisamente por isso e por o saber que a Manela Leiteira escolheu o Porco em Pé que grunhe, guincha, ruge, ladra e gesticula na Lavandaria Nacional como um autêntico mentecapto e mentindo como o aborto perverso que é. Bem podia ir buscar factos com razão para atacar, que não faltam, mas é o seu procedimento de ordinário e de rasca que move uma populaça não menos ordinária nem menos rasca. Está em família para poder caçar os votos dos tolos suicidários. É o que o povo desmiolado e incapaz de reflectir quer ouvir; não pensa, adopta tudo o que ouve dos corruptos simplesmente porque estes ocupam cargos oficiais de importância que nunca deveriam ocupar. Viu-se bem pelos discursos do Porco em Pé.

O seu lema era que o seu partido iria fazer melhor pelo país, como de costume. Isto passou muito bem porque os desmiolados já se esqueceram do que o seu partido estava a preparar contra a nação e até de que na origem da crise interna estão os roubos, a má administração, a falta de preparação profissional, a falta de médicos, etc., etc. dos governos do Cavaco. Ao que parece, este deve ter reflectido sobre a sua responsabilidade e tem presentemente um discurso muito diferente daquele de quando era primeiro-ministro. Concedamos que se o Cavaco é o primeiro responsável da miséria actual interna, não fala nem procede hoje como no tempo em que tramou o país. Isto, porém, não o iliba da responsabilidade da consequência dos seus actos.

O único caminho, se se quiser verdadeiramente melhorar é o de acabar com este regime fundado sobre uma constituição concebida para que o povo, que deveria ser soberano, seja uma mera máquina acéfala com o único uso de gerar os votos necessários para darem poder aos bandos oligárquico-mafiosos que se revezam no assalto ao estado. O Cavaco, na sua referência à abstenção, chamou a esta chacota uma democracia. Ora numa democracia o povo tem mão nos políticos e isso nem a miserável da constituição o permite. A constituição portuguesa foi redigida com a intenção de permitir o que agora existe, nem há outra hipótese.

Se olharmos um pouco mais longe, para fora das fronteiras, para a verdadeira Europa e não para a estrumeira dos desprezíveis selvagens sanguinários aqui ao lado, poderemos saber o que é uma democracia. Por aqui nada se conhece, tudo é escondido para evitar que algo mude para melhor, que se trate da saúde aos corruptos e se coloquem os políticos no seu lugar de obediência ao povo soberano. No entanto, há muitos séculos que isso existe: uma democracia em que o povo é verdadeiramente soberano.

Foi por isso que os povos suíços tomaram as rédeas nas mãos e a liberdade dos políticos é limitada a um mínimo apenas funcional, como deve ser, praticamente concebendo projectos de lei em oposição a contrapropostas que o povo escolhe, aprova ou recusa. A nossa constituição é absolutamente anti-democrática. Ter uma não significa ser uma democracia, não significa absolutamente nada. Não houve sempre uma constituição durante o Estado Novo?

Não se conhece nada porque a corja jornaleira, em aberto conluio, encobre praticamente tudo o que possa interessar ao povo e que possa conduzir a um melhor sistema. A escuridão por eles gerada tem sido tão profunda que nos podemos perguntar se, por mera falta de conhecimentos, o povo teria capacidade para tomar as decisões que lhe conviessem num regime como o suíço. A não esquecer que os suíços têm mais de sete séculos de experiência. Quando vemos o comportamento dos pais portugueses em relação às escolas e aos professores temos que ficar com sérias dúvidas sobre a capacidade que essa gente teria para tomar decisões. Todavia, pior que o que se passa actualmente seria bem difícil.

Que risota, o tipo que lançava olhares de cobarde durante mais que o primeiro ano da sua presidência, o Sampaio, chegar a falar num acordo entre partidos. Seria a maior das desgraças para o país. Uma corja ainda menos movível. A melhor prova de que todos são iguais verificou-se aquando da votação da lei de financiamento dos partidos onde só houve um político honesto, a excepção que prova a regra. Isto havia de ser na Suíça!... Não se atreveriam nem se poderiam atrever, com o princípio por que se regem e o ditado que têm: estado (políticos) rico e povo pobre ou estado pobre e povo rico.

Açaimá-los e pôr-lhes um cabresto é a única solução, Portugal não é excepção e tanto os exemplos como os resultados demonstram esta necessidade imperiosa.

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30 de abril de 2009

Mafia Oligárquica Legisla Para Apoio da Corrupção Política

Em consenso unânime, os partidos aprovaram hoje uma lei cuja única finalidade possível é a da fomentação e da protecção à corrupção política.

Numa conjuntura em que se impõem medidas económicas, as oligarquias partidárias – mais uma vez demonstrando que apenas governam para roubar a nação – aprovaram uma lei sobre o financiamento dos partidos, por unanimidade, que lhes permite encobrir os roubos por corrupção, aumentando 55 vezes o limite desse financiamento em dinheiro líquido. Tudo isto apenas sob o pretexto da necessidade de financiamento do PC na festa do Avante. Em princípio, a lei seria apenas no sentido de permitir a recolha de fundos em dinheiro na festa do Avante, embora com a definição de um limite, e deveria também diferenciar o montante das multas em função da dimensão do partido a que se refere. Os vigaristas mafiosos não perderam a ocasião para a transformar numa defesa da sua própria corrupção. Não restam dúvidas de que os partidos portugueses são associações de malfeitores que se apoiam mutuamente na defesa dos interesses ilícitos comuns.

Sobre o PS já conheciamos as peripécias sobre o assunto e as suas recusas em fazer algo significativo para diminuir a corrupção política. Agora, vê-se também e transparentemente a que ponto a Manela Leiteira nos mente e é vigarista. Nenhuma das pequenas medidas ou mezinhas que o governo tem aposto para fingir contrariar a corrupção tem escapado às críticas da miserável impostora que é a chiba, por insuficientes. De certo que têm sido até mais que insuficientes, mas ela revele-nos agora claramente o seu pensamento ao juntar-se aos outros corruptos para aprovar a lei que lhes permite roubar sem prestar contas, a lei que lava as mãos aos criminosos.

Todos os partidos têm feito um grande alarido contra a corrupção e agora prova-se que, tal como de costume, tem sido tudo banha da cobra barata para papalvos e o que pretendem é unicamente aumentar a corrupção que fingem reprovar paralelamente com a sua impunidade. É a maior afronta e o maior escândalo de todos os tempos, bem superior à arrogância e marketing do Sócrates ou da Leiteira sozinhos; Nem tem equivalente ou semelhança, pois que vem alargar o caminho da corrupção e da sua impunidade.

Num tempo recorde, a lei foi discutida combinada e aprovada por unanimidade pela cambada de deputados corruptos de todos os partidos, facto que atesta o grau e a expansão da corrupção política nacional.

Constata-se claramente como todas as alegações neste sentido expostas neste blog, assim como no do Leão Pelado ou no Site da Mentira! Apenas pecam por insuficientes.

Somos governados por criminosos de direito comum e de alto calibre.

Vamos continuar a votar nas associações de malfeitores constituídas em partidos políticos, nas oligarquias da máfia? Corramos com eles! Ponham-se-lhes rédeas bem curtas, obriguem-se a prestar contas aos que os elegem. Vote-se em branco, que nenhum dos partidos merece a mínima confiança. Votar num ou noutro é o que eles querem para se irem revezando na exploração: ora rouba uma oligarquia, ora rouba outra. Votar neles é aprová-los, a eles e ao sistema. O sistema tem que passar a impossibilitar a promulgação de leis que não obtenham a aprovação directa da população, num sistema de democracia directa.

Aguardemos agora para ver como o Cavaco se pronunciará, o principal autor da actual miséria nacional à excepção da parte causada pela crise mundial e que pretende chorara lágrimas de crocodilo.

Vejam-se os detalhes:
Público
Diário de Notícias
Sol
Notícias

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