Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


26 de setembro de 2007

Estado da Justiça Revela Estado do País

Juízes inteligentes, competentes e sabichões opõem-se hoje aos conselhos sobre os interesses da criança (Esmeralda) e decidem contradizê-los por completo.

Afinal, para que serve a justiça em Portugal? Frequentemente, assistimos a decisões jurídicas ilógicas, sem pés nem cabeça, discordantes da realidade, inoportunas, que não satisfazem ninguém nem a finalidade da justiça. Um tribunal decidiu hoje ir contra os princípios que defendem os interesses duma criança (princípios de Direitos Humanos, entenda-se) de, em aberta contradição com as conclusões médicas qualificadas que estudaram o comportamento psiquiátrico da criança. Irracional, quando se nota que estes estudos foram encomendados por instituições oficiais.

Os tribunais portugueses estão a converter-se em autênticos circos onde palhaços vão representar os seus actos de arrogância e incapacidade, não satisfazem a população que contesta constantemente os julgamentos. Portugal é um dos países europeus onde há um maior número de recursos contra as decisões judiciais

Que se passa com a justiça portuguesa? A resposta não pode agradar a ninguém, mas não reconhecer um qualquer problema só pode servir para assegurar a sua continuidade. Afinal, vendo o que se pasno comportamento no que respeita à justiça. Os que formam o seu corpo, não cresceram eles com a restante população? Não andaram nas mesmas escolas? Não tiveram os mesmos pais que educam os filhos como se conhece, num país onde o método educacional nunca foi reformado como em países avançados desde o fim da Segunda Guerra Mundial?

As crianças portuguesas continuam a ser educadas por pais incapazes, que por demais mentalmente atrasados moldam filhos iguais. Que se pode esperar da continuidade deste método? No entanto um governo completamente desnorteado e super-arrogante, cujo primeiro-ministro é acusado de traidor dos Direitos Humanos pela Human Rights Watch, em lugar de solucionar os problemas de base, entretém-se a estoirar o dinheiro público noutra tolice mundialmente reconhecida com uma enorme asneirola, segundo rezam os resultados obtidos noutros países: dar computadores para jogos aos alunos para que desistem da escola mais rapidamente, o que é um investimento para economizar na instrução.

A mentalidade desses juízes, tal como a da quase totalidade dos portugueses, foi moldada segundo princípios arcaicos e obsoletos, substituídos há 60 anos nos países que maior progresso fizeram em todos os campos. Alguma razão apoiou esse progresso e por algum motivo os portugueses de hoje são conhecidos nesses países por profundamente atrasados. Por qualquer motivo Portugal continua a fazer um progresso inferior ao dos melhores, o que equivale a continuar a atrasar-se e a distanciar-se deles.

Assim vai a mentalidade da carneirada nacional conduzida por maus pastores. E assim continuará até que o povo soberano exija prestação de contas a todos os pedantes inúteis que se julgam soberanos do soberano. Se não se colocarem os abusadores rascas no seu lugar, que esperar do futuro, se não a consolidação da miséria e da desgraça?

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24 de agosto de 2007

Bombas e Mortes Para Breve
Agradeçamos ao Iberista

O iberista já foi acusado de traidor dos Direitos Humanos pela Human Rights Watch. Que de admirar que agora tenha resolvido ajudar os bandidos e selvagens castelhanos a massacrarem o povo Basco na luta pelos seus direitos, os quais lhe têm sido negados ao longo da história. A sua «guerra contra o inimigo», como Picasso lhe chamou.

O traidor iberista sabe o que está a fazer. Pode ser bastante estúpido, mas não se diga que é inocente e incapaz de discorrer que a ajuda que der aos terroristas castelhanos para massacrarem os Bascos se reflectirá em ceder-lhes o direito para rebentarem bombas em Portugal e matarem portugueses. O cobarde traidor põe assim em risco a vida dos cidadãos nacionais. O povo português deve ajudar os Bascos na sua luta contra os sanguinários castelhanos, oportunistas falsos, segundo a HRW que demonstra como usam todos os meios internacionalmente reconhecidos como ilícitos para massacrarem os Bascos. O site da HRW está repleto de críticas a este procedimento, o qual vai ainda contra o texto da Carta das Nações Unidas e as bases da fundação dessa organização. Claro que para quem já atraiçoe os princípios fundamentais isto não passa de mais um pequeno passo, afinal na mesma direcção, a afirmação dum ser indigno e abjecto.

O Blog do Leão Pelado publicou já um artigo que engloba os problemas do terrorismo e como as suas causas se identificam. Nele se inclue uma referência ao caso basco. Trata-se dum artigo para reflectir sobre estes acontecimento internacionais que, aliás, nem se encontram tão longe de nós e em que, por de mais, nos querem mesmo imiscuir.

O Blog do Leão Pelado publicará em breve um artigo onde se demonstra o ódio mundial aos castelhanos em todo a parte do globo onde esses assassinos estiveram. É simples de descrever, basta citar os casos históricos e os relatos dignos de confiança, inclusivamente o dum espanhol; não é necessário acrescentar nem aumentar a triste realidade. São casos escondidos por iberistas e outros traidores mentirosos no intuito de fazerem passar as suas ideias. A razão de existência do blog da Mentira! é precisamente essa: desmascarar as mentiras.

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7 de julho de 2007

Crime e Bandalheira na Polícia

Agentes da Polícia foram apanhados com a boca na botija, acusados e presos por prevenção. Casos de crimes praticados por agentes das polícias não são novidade. Todavia, a situação em Portugal – em lugar de melhorar – tem-se agravado enormemente na última década. O ministro da Administração Interna diz que nenhuma instituição está livre da prática de crimes. Será esta a realidade ou mais uma realidade fabricada por políticos para se desresponsabilizarem, como se costume?

Agentes foram apanhados em actos criminosos. “Extorsão, furtos, roubos e favorecimento pessoal” e “sequestro” com refém e extorsão, mortes e outros crimes, segundo a notícia do Correio da Manhã. Notícias idênticas foram publicadas por outros jornais, como pelo Diário de Notícias e pelo Jornal de Notícias. Que se passará com as polícias portuguesas que provoque uma constante escalada nos seus comportamentos criminosos?

Fazendo uma única e pequena busca, só no Diário de notícias encontram-se vários casos de menor ou maior criminalidade policial bastante recentes, como por exemplo os três seguintes, dois em Junho de 2007 e outro de Abril:

A cada mês que decorre ouvimos mais desgraças sobre o que se passa com as forces policiais nacionais. Espancam as pessoas nas ruas e nas suas instalações, andam aos tiros à toa e «por dá cá aquela palha», espancam e matam aqueles que perseguem. Durante interrogatórios espancam frequentemente os interrogados, chegam a matá-los e há alguns anos atá arrancaram a cabaça a um. Que selvajaria é esta? Todos factos que no Far West do século XIX se podiam ter feito mais frequentemente, mas não pior. Todos estes acontecimentos se têm vindo a agravar de forma progressiva e contínua, contrariamente aos anúncios dos governos sobre medidas tomadas no sentido de corrigir a situação. É assim, o progresso em Portugal: retrógrado. Enquanto os outros países se têm civilizado, temos aqui uma prova entre tantas das obras dos honestos governantes portugueses.

À semelhança dos políticos que assim os amoldaram e seguindo os seus exemplos, as forcas policiais portuguesas foram-se transformando em bandos de selvagens incompetentes que operam sob os mesmos princípios que os bandos de salteadores. Todos estes acontecimentos cimentaram Portugal nas listas negras de todas as organizações mundiais de defesa dos Direitos Humanos mundiais. Os links para estes casos, que além dos factos acima mencionados incluem tortura, foram já apresentados noutro poste, embora num contexto diferente. Efectivamente, existem mais, como no site do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, mas estes são suficientemente elucidativos e um só que fosse bastava para ser uma vergonha.

Que se passou com estas antigas instituições para terem progressivamente perdido as estribeiras a este ponto? Segundo reportagens e entrevistas aos seus membros apresentadas recentemente, explica-se o mal-estar que se tem instalado nelas. Os agentes não têm qualquer formação, porque aquilo que lhes é administrado como se o fosse, não o é: os resultados estão patentes. Aos agentes não é administrado o ensino necessário nem adequado ao comportamento e procedimento devidos no cumprimento das suas funções. Alguns deles são mortos em serviço devido aos maus procedimentos.

Os agentes com menos de 30 anos de idade vivem sós, na sua maioria, e na sua solidão encontram-se por vezes desorientados ao ponto do índice de suicídios na profissão ter disparado para 5 por ano, dos 22000 que compõem os corpos. É duas vezes e meia a média nacional.

A assistência, o apoio, o aconselhamento e o rastreio são sempre ineficientes e incompetentemente efectuados, ou mesmo inexistentes nalguns casos. Estão praticamente abandonados a si mesmos. Aqueles que os prestam são pseudo profissionais em tudo comparáveis aos que, nos casos ultimamente conhecidos, consideraram professores moribundos aptos para o serviço. Este problema de incompetência entremeado de abuso, ignorância e arrogância é geral no país, a começar pelos governantes, evidentemente. Ao que se conhece, aqueles que sofrem de depressões andam por aí à solta, em serviço e com armas. Eles próprios se consideram perigosos devido à falta de ajuda médico-psicológica e aconselhamento profissional adequado. Situação inconcebível, por comparação às de países que têm um “exército” de pessoal competente adstrito a esse fim. Se matam alguém ou se suicidam, de quem será a responsabilidade por essas mortes e pelo crime? Quem são os verdadeiros criminosos?

Para reflectir e não esquecer. Que significará a coincidência e a relação entre o aumento de crimes praticados pelos agentes da polícia e o aumento dos seus suicídios? Estarão os governantes cegos que pretenderão que nós somos cegos? E porquê?

Paralelamente a estes acontecimentos e coincidências, ainda há mais um. Os meios de combate ao crime têm sido drasticamente reduzidos. Alguns destes factos são simultaneamente explicativos do modo como os governos se têm ocupado das forças de segurança e da incapacidade dos chefes. Uns preferem combater o crime pondo “mais polícias na rua” em lugar de acabarem com a miséria que gera o pequeno crime (que eles invocam como razão para pôr mais polícias na rua) e com a ineficiência da polícia – seriam os procedimentos adequados, mas que não dão votos para lhes permitir continuar com a sua corrupção. Os outros (os chefes) provam a sua incapacidade de controlo, de chefia, de comando e de se fazerem cumprir, por exemplo, reduzindo até o carburante para os veículos. É mais fácil para incapazes.

De quem será, pois a culpa da bandalheira que abrangeu as polícias tão profundamente? Ainda não se ouviu muito sobre a Judiciária, mas dado serem humanos como os outros e estarem sujeitos a condições semelhantes, tudo está encoberto, escondido. Esse pessoal devia também falar.

Entretanto, ouvem-se os dirigentes – parasitas incompetentes como todos os outros dirigentes nomeados pela corrupta corja oligárquica – dizerem frases do género na corporação têm ocorrido "alguns casos de suicídio, poucos”. O bandido acha poucos, talvez quisesse que se suicidassem metade dos agentes por ano! O canalha encobre os culpados; para defender o seu tacho prefere o sofrimento da população pelo comportamento dos agentes e que estes também sofram e continuem a suicidar-se. Que outra razão poderá justificar o seu comportamento, se ele próprio o confessa?

Para se constatarem outros factos altamente significativos e descritivos desta situação originada na corrupção, veja-se um artigo publicado sobre o assunto no site da Mentira!Ou ainda uma descrição de porque vivemos numa lixeira.

A única solução para este problema, assim como para praticamente todos os outros indesejáveis e perniciosos que afectam a desgovernação do estado português de modo idêntico, só pode ser a mesma já mencionada: seguir o exemplo do que os outros povos fizeram com os seus políticos para terminar com a corrupção que originou esta situação.

A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

Não se pode permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional e contra o seu artigo 3º, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.

Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas verdadeiras democracias, o descalabro tem que continuar e é tudo mentira!

Para cúmulo. Tem-se assistido ultimamente à ressuscitação do sistema Nazi ditatorial pelo caminho tomado pele governo pseudo-socialista e pseudo-democrata do Zé Sousa.

Se concordam, façam um esforço para o bem comum e passem a palavra em lugar de procederem como carneiros passivos e inactivos. Há quem esteja enganado, pensando que Deus enviará um arcanjo para salvar atrasados mandriões.

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16 de junho de 2007

Repressão Contra a Liberdadade de Expressão
Pela Amnistia Internacional

Vários países não europeus estão tentando calar a liberdade de expressão na Internet. Alguns casos, como o controlo do conteúdo na China, pelo Google e pela Microsoft mereceram críticas internacionais, mais pesadas da Amnistia Internacional (AI). O caso do bloguista egípcio de 22 anos foi notícia mundial. 25 outros países não europeus estão a aplicar a lei da rolha às suas populações. E aqui?

Estamos certos de que em Portugal nada se poderá fazer nesse sentido, oficialmente e às claras, por obediência à liberdade imposta por Bruxelas. Se a adesão à União Europeia tem inconvenientes, também trouxe algumas conveniências onde os abusos dos políticos corruptos se tornaram costume e tradição. Não se pode passar por cima deste facto sem o lembrar. Contudo, os mal intencionados não pouparão esforços para corromper o sistema por portas e travessas.

Donde se mostra aqui o que recomenda a AI. Segundo a organização dos Direitos Humanos e defensora acérrima de todas as variantes da liberdade, Os blogs, por exemplo, em lugar de se calarem devem proclamar todos os abusos bem alto. Devem insistir em denunciar toda e qualquer restrição, publicar notícias encobertas (como sabemos que os jornaleiros portugueses fazem). Devem publicar tudo aquilo que de qualquer modo for cesurado.

Se a mensagem conseguir passar e as recomendações seguidas, como a AI espera, o mundo futuro será muito melhor. Com efeito, é bem conhecido que os governos raramente expressam os desejos dos seus povos e são os eles causadores de quase toda a infelicidade na terra.

Sugere-se ler o artigo completo num site da AI intitulado Irrepressible.Info (ou seja: Informação Irreprimível). É este o URL onde ela apresenta uma série de métodos e ideias para combater repressão. A não esquecer de assinar tudo que este site peça, pois que a AI tem sido o melhor garante da liberdade mundial, por vezes mesmo o único.

Outras informações, algumas muito recentes.

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