Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


2 de fevereiro de 2013

A Volta do Lápis Azul e o
Embuste do Desemprego

Todos conhecemos que o subsídio de desemprego não é eterno. Que o direito de cada um é calculado de acordo com a sua história de emprego. Daí que o número de desempregados seja igual ao número daqueles que recebem o subsídio adicionado ao número dos que, tendo perdido esse direito, continuam sem emprego.

[Clique no título do post para ler a continuação]


Ler mais...

25 de novembro de 2011

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

[Clique no título do post para ler a continuação]


Ler mais...

14 de novembro de 2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

[Clique no título do post para ler a continuação]


Ler mais...

21 de outubro de 2011

Prós e Contras da Coelheira Governamental

Antes das eleições tinha escrito em vários artigos que sob a desculpa do FMI este governo da coelheira iria aproveitar a ocasião para aplicar medidas que alargassem o fosso entre ricos e pobres. Houve incrédulos e críticas ao que era mais do que evidente, não obstante até o Coelho o dizer, primeiro abertamente e depois à socapa.

[Clique no título do post para ler a continuação]


Ler mais...

9 de maio de 2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):


1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. O número de deputados no Parlamento não pode ser diminuído por o povo votar quase só em dois partidos, o que reduziria ou expulsaria alguns dos já pouco representados, Contudo, devem ser profissionalizados como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados? Substituir o pagamento por tempo limitado sem renovação.

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento escandaloso de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... Os ministros que vão trabalhar usando

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos. Que se seivam dos transportes públicos, como noutros países mais ricos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e da Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. Todos os lugares da administração devem ser postos a concurso e não dados a saque a cada mudança de partido no governo.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controlo seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar imediatamente o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Alguém ouviu algum desses ignóbeis ladrões e parasitas tocar num destes assuntos, sequer? É isto que queremos ouvir e não tretas para sacar votos a castrados mentais.

Estes canalhas querem que sejamos nós a pagar os estragos que eles fizeram e não admitem a sua obrigação de contribuírem eles mesmos. Não propõem qualquer das medidas urgentes e justas acabadas de mencionar. É um ultraje, abuso e traição nacional. Mas querem que votemos neles. NUNCA! Voto em branco.


Com a ajuda da Aavaz, nasceu na Índia uma campanha nacional de anticorrupção. Em Inglaterra, a população junta-se contra o poder dominante do conglomerado da informação de Rupert Murdoch que abafa as pequenas empresas de informação independentes e tenta impor as suas ideias modificadas no país, incluindo sondagens falsas e fraudulentas.

Uma petição de 70.000 votos e milhares de chamadas telefónicas ao parlamento no momento crucial, ajudaram a impedir a aprovação duma lei sobre a censura que o Berlusconi queria fazer passar.

Em Espanha, têm-se formado movimentos contra a corrupção. Com a ajuda da Aavaz, mais de 100.000 assinaram uma petição e houve demonstrações monstras no sentido de proibir a participação de políticos corruptos em eleições. A pressão crescente está a alimentar o debate sobre a corrupção e os partidos políticos estão a sentir o aperto. Alguém cá ouviu algo sobre este caso? Pois as bestas que nos desinformam estão bem ao corrente. A RTP até lá tem uma cabra em permanência que nos impinge regularmente todo o lixo daquele povo amaldiçoado pelos seus actos de exterminadores (os maiores, mundialmente) e crimes inigualáveis.

Como é do conhecimento de todos os países árabes revoltam-se contra a corrupção e consequente mão pesada dos seus dirigentes.

Por todo o lado se procura acabar com a corrupção e má administração, com as formações de criminosos em que os políticos se alistam e que impõem a miséria aos povos. À parte as notícias sobre os países árabes, que conhecem os portugueses sobre esta pequena amostra de casos semelhantes? Nada ou quase, porque todas as informações que são úteis à população lhe são maliciosamente escondidas pela corja desinformadora para proteger as máfias oligárquicas que vivem à nossa custa, que nos roubam e fazem a miséria. Em Portugal, um povo mais atrasados do que os outro, persiste em votar cegamente nas mesmas máfias oligárquicas e apoiam-nas como carneiros no matadouro.

Alguém se surpreenderá que os irlandeses e os ingleses não queiram ajudar este ninho de corrupção, sabendo de antemão que o dinheiro recebido seria mal administrado como no anterior e pela mesma corja corrupta? Eles conhecem bem. A Finlândia, país que era pobre como Portugal e que aderiu à UE com Portugal, trabalhou, organizou o seu progresso e obteve resultados entre os mais positivos. Como não compreender a repugnância desse povo em ajudar um país como o nosso com o dinheiro que tanto lhes custou a ganhar?

Tudo isto tem que mudar. Se a bem não se conseguir, tal como se passa nos países civilizados, e continuarem com os mesmos discursos de sacanas, então terá que ser a mal, tal como se passa onde isso se torna necessário. O que não se pode é continuar a sustentar e a aprovar quem nos rouba e desgraça as nossas vidas. Mais de 80% de votos em branco, para começar. Para isto todos devem votar, que cada voto conta.

Ler mais...

25 de abril de 2011

Abrilada
Presidente da Miséria

Mais um discurso do Cavaco para os lorpas; uma contribuição para a continuidade da desgraça nacional.


Enquanto o Sampaio critica justamente a falta de participação do povo na política nacional e afirma que não se tratam doenças novas com métodos antigos, o Cavaco instiga os carneiros a aprovarem a corrupção, o roubo, os privilégios antidemocráticos e a impunidade das máfias pelo seu voto. Leia-se bem o seu discurso sem se deixar embalar pelas palavras empregadas e compreenda-se que é esta a ideia de base que ele encerra acerca das eleições e da continuidade do mal estrutural do país. Porque sabemos bem que nada se pode esperar com os mesmos nem com esta constituição.

O Ramalho Eanes lembra a falta de intervenção cobarde que se tem verificado da parte do Cavaco e instiga à mudança, mas também não se aventura a dizer como. Mário Soares julga que deve elogiar vigaristas a fim de promover uma calma podre na luta das máfias que se estão marimbando completamente para o país.

A presidência do Sampaio não dá aso a elogios. Mostrou-se um cobarde vergonhoso nas suas aparições em público nos primeiros anos. Mostrava olhos de cão medroso e aterrado à procura de qualquer coisa para se esconder debaixo. Não é assim tão distante para o termos esquecido, mesmo para os portugueses amnésicos por natureza. Resta ainda saber se ele teve razão em expulsar o governo do Santana Lopes, mas isso é outro caso. Não obstante, foi aquele que conseguiu hoje ter um discurso mais apropriado ao momento, mais directo às causas e o único que mostrou uma saída mediante uma participação efectiva da população na governação do país. Todavia, não revelou que a constituição, de base claramente antidemocrática, proíbe determinantemente essa participação activa. Na realidade, até permite aos políticos de rejeitar uma petição para referendo nas normas (do que o Louçã se aproveitou para contrariar o desejo nacional). A constituição foi concebida exactamente nesse sentido para deixar as mãos livres às associações de criminosos e de malfeitores que formam as máfias partidárias.

Numa transmissão de hoje, um dos impostores jornaleiros pergunta a uma colega: «Achas que estes discursos vão trazer alguma esperança aos portugueses?» Como não se pode crer que a ignorância possa estar na origem desta pergunta, fazê-la deste modo só poderá ser a de chamar estúpidos aos portugueses e esconder-lhes a verdadeira desgraça em que se enterraram por sua própria culpa. Resultante da sua abdicação no controlo dos políticos. Escondem a dimensão da desgraça e o tempo que vai durar. Todos o escondem.

Pois preparem-se que o mais provável é os filhos e os netos daqueles que têm apoiado este regime de vigarice e ladroagem serem as maiores vítimas, que não vai passar para bem além duma década. A previsão é muito velha, era simples, via-se logo pelo caminho que se estava a tomar e não exigia mais do que usar a sua própria cabeça em lugar de emprenhar pelos ouvidos com slogans e outros estratagemas de banha da cobra. Para garantir a continuidade basta votar neles – como instiga o Cavaco – em lugar de votar em branco e não de se abster. Votar é um dever sério e o modo de demonstrar a desaprovação é de o fazer com um boletim em branco, jamais de se abster. A abstenção é um acto de cobardia e de rejeição da democracia pela recusa de participação.

Ler mais...

6 de novembro de 2010

Grandes Frases para a Eternidade


Do arquivo do Orlando Braga no Facebook

Ler mais...

15 de agosto de 2010

Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses.
Mais uma Vez. Terá razão?

Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.

Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.

Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?

Afinal, em que é que esse monte de podridão é melhor que o Sócrates? Não apoiam ambos a corrupção e o roubo de modo idêntico? Pior ainda, quer tirar mais do que o Sócrates já tira aos que menos têm para dar aos que menos precisam e criar classes naquilo a que alcunha de democracia.

Só um canalha pode falar como esse animal podre de cinismo. Porquê? Porque, pela sua estupidez, os portugueses não conhecem nem entendem por terem sido embrutecidos pela corja de jornaleiros desinformadores que lhes encobriram sistematicamente o que se passa pela Europa nas circunstâncias que lhes interessam e filtram o restante para proteger a máfia política. Só nos falam de outras estrumeiras, como a Espanha e o Brasil. O povo de carneiros tudo suporta, podem calcá-lo com o calcanhar que nem bule; desabafa à socapa e jamais se revolta. Cada povo tem o governo que merece e votando nestes ou noutros iguais é isso mesmo que se está a querer.

Como interpretar a sua receita para matar a Seg. Soc. e os Serviços de Saúde universais, se o cínico jamais se atreveu em tocar no modo democrático como países avançados solucionaram o seu financiamento, limitando-se a vociferar imposturas irreais? Tudo isto passa devido à ignorância geral, e ele bem o sabe, que dela se aproveita.

Como interpretar todas estas ideias que só podem aprofundar o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, sendo já Portugal o país europeu onde essa diferença é maior? Alguém ouviu o vigarista que finge preocupar-se tanto com os mais pobres, fazer alguma proposta para um nivelamento social comparável ao dos países europeus? Se não, que feche a comua.

Vem agora o impostor com mais discursos dirigidos a idiotas – que não faltam – roncar que a crise não passa por causa do governo. Que o governo tem feito erros monumentais não é novidade, mas assimilá-los à crise é um abuso de falsário para quem quer que tenha memória e capacidade para pensar pela sua própria cabeça. Não foi o Cavaco quem destruiu as fontes de riqueza nacionais e cujos membros do governo e do partido, familiares e amigos, roubaram e esbanjaram os fundos de coesão europeus que deveriam ter preparado o país para o futuro? Futuro que chegou com país desadaptado e improdutivo, os gestores ignorantes e incapazes. O que foi feito da frota de pesca abatida, da indústria inepta para a concorrência e que desapareceu (um operário português, mesmo ganhando tão pouco, está a ganhar mais do que o que produz)? Que é da agricultura que nos outros países se desenvolveu e cresceu com as ajudas da UE? Quem foi o autor destas desgraças?

É evidente que quando o Coelho diz que a crise não passa por causa do governo, só pode estar a contar com a credulidade pacóvia de quem o ouve e a usar métodos de marketing para virar a opinião geral de que qualquer outro governo não teria feito melhor (neste caso). Toda a gente deveria estudar um pouco de marketing a fim de poder compreender as artimanhas dos publicitários. Em países avançados e democráticos a protecção contra a publicidade abusadora é ensinada nas escolas para as crianças aprendam a defender-se, mas em Portugal nem pensar, poderia fazer diminuir os lucros abusivos dos exploradores do povo. O povo que compre lixo que para nada serve senão para enriquecer os grandes grupos dirigidos por políticos e militantes dos partidos mais votados. É extremamente fácil enganar um povo assim tão profundamente embrutecido e que não foi ensinado a discernir estas armadilhas.

Os problemas da justiça, que ele mencionou tentando cinicamente virar o bico ao prego, são um bom sinal, pois que só reconhecendo os erros se pode emendar o que está mal, e eles estão a vir à superfície. Continuará a haver muito sofisma, mas a semente está lançada e o PGR, bom ou mau, tem prestado uma indubitável e valiosa ajuda a uma polémica útil. A podridão só pode estar dentro da própria justiça e não fora, ou a lógica é uma batata. Se acaso ela se deixa manipular é porque condescende por conveniência. Nas décadas de 1970 e 80 foi de modo idêntico que em França se começaram a responsabilizar os médicos. Aqui, também, estamos com 30 anos de atraso sobre um país que não é muito avançado; lá estão os mais de 50 anos de atraso citados pelo Eurostat. O vigarista pretende desculpar a sua seita, como se o mal da justiça pudesse ter nascido durante o tempo de um só governo; tal como o atraso planeado do país, da crise ou da falta de médicos. Os juízes e os magistrados são tão ineptos, podres e corruptos quanto os gestores, os médicos, os políticos e o povo que em geral os admite como são, mas que o pagam com a própria carne. O mal está nos pais e na geração. Não foram todos criados juntos? São também uns calões, pois que não resolvem mais que metade dos processos que a média dos seus colegas europeus (Eurostat).

Como não sofrerão os verdadeiros adeptos do PPD/PSD ao verem a direcção que este nojento e acólitos neoliberais deram ao partido? Como eles destruíram o partido. Como eles se serviram do seu nome para o remodelarem e reviraram no sentido oposto. Os malditos assassinaram o partido.

A democracia directa poderia pôr uma rédea neste e noutros animais da mesma espécia.


Artigos complementares:
Redução do Deficit Método Neoliberal
Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos
Discurso Vazio dum Sonso Vigarista
A Desgraça do PSD

Ler mais...

21 de julho de 2010

Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos

Ultimamente, tem-se discutido sobre a intenção do PSD, apregoada pelo neoliberal ferrenho Pedro Coelho acerca das suas ideias sobre uma constituição que permita a destruição do sistema de saúde e consequente substituição por outro que consagre um sistema de classes.

Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos? Será possível ser-se mais falso? Fácil de passar quando a própria população, nas suas conversas e no que escreve, admite a existência de classes, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

«A Constituição não pode ficar cristalizada.» – Pedro Coelho, o hipócrita.

Nas democracias mais antigas, as constituições têm durado cerca de 100 anos ou mais. Nos EUA, parece que todos devam conhecer que tem mais de 220 anos. Em França, a constituição de 4-11-1848 durou até 1946. A constituição federal suíça de 28 de Maio de 1874 durou até 18 de Abril de 1999. De notar que países que sofreram grandes transformações com as consequentes das duas Guerras Mundiais, quase todos renovaram as suas constituições. Este caso, porém, não é o nosso, que não houve cá guerra.

Em vista destes dados reais, o Pedro Coelho revela-se assim um miserável ganancioso e irresponsável, em que as suas falsidades se baseiam numa incrível contradição da própria história.

Outro mito que este indivíduo tem criado é a confusão sobre o direito à saúde, a ponto de que muitos duvidam hoje sobre se esse direito é ou não um direito obrigatório democrático. O direito à saúde é muito mais do que isso. De acordo com todas as organizações mundiais de Direitos Humanos o direito à saúde faz parte integrante dos Direitos Humanos Universais.

A questão da gratuitidade dos serviços de saúde universais também está a ser usada como areia para deitar aos olhos da população, mais uma vez (como de costume) devido à ignorância geral cuja culpa se deve quase exclusivamente à desinformação sistemática por uma jornaleirada pedante que não cumpre o seu dever profissional. Em lugar de informarem sobre questões de interesse fundamental, escondem esses conhecimentos e até o que se passa e como se procede em países democrática e socialmente mais avançados.

A saúde nunca é gratuita nem pode ser. O dinheiro de algum lado tem que vir porque ela custa e bastante. Afirmar que ela seja gratuita só pode ser falso e despropositado. Tanto pode vir dos impostos como de participações individuais. O que está em causa é o direito a ela para todos, como abaixo indicado. Se é cara e o dinheiro não chega, não é motivo para deixar a maioria da população sem esse direito, segundo a vontade expressa do novo PSD neoliberal. Não existe qualquer razão pare que não se aumente substancialmente a verba dedicada a esse serviço altamente humanitário, caminho que o PSD e o Pedro Coelho escondem com perversidade. Afinal, se é o que se tem passado nos outros países, porque o nega ele para Portugal.

Mais uma vez se cita o exemplo da Suíça – que não é senão um entre os outros países avançados – apenas por se tratar de um dos países mais ferrenhos na sua política de direita, mas de direita democrática e não como os partidos impostores nacionais, sobretudo os de direita, mas também os outros.

O serviço nacional de saúde da Suíça sempre foi privado, mas funcionando em regime de mutualidade, assegurado por companhias privadas estreitamente controladas pelo estado. Com o passar dos anos, chegaram a gerar-se grandes diferenças entre as tarifas aplicadas pelas seguradoras, a ponto do serviço começar a deixar de ser democrático por os encargos já não serem iguais para todos. As seguradoras estavam a ser demasiado gananciosas.

Então, em 1993, o estado federal obrigou as seguradoras a alinharem-se pelas mesmas tarifas, ou seja, toda a população passou a pagar exactamente o mesmo, qualquer que fosse a seguradora. As quotizações têm aumentado, acompanhando a subida dos custos e são presentemente muito altas, mas controladas pelo estado, a quem prestam provas dos custos e relativa necessidade de aumento, quando isso se verifique.

Os serviços básicos prestados são iguais para todos, embora as seguradoras oferecem outras prestações. Estas outras, porém, não podem incluir qualquer diferença no tratamento clínico, mas apenas regalias no serviço hoteleiro incluído nas hospitalizações.

Porque é que esses abortos desinformadores jornaleiros que manipulam as informações nunca contaram aos portugueses como se passa nos outros países europeus? Essa malandragem ordinária dedica-se apenas a mentir e desinformar as pessoas ao transformar as notícias e encobrir assuntos de interesse fundamental nacional.

É uma mudança neste sentido que o Pedro Coelho apregoa? NÃO, é numa diferenciação de classes em que os que têm mais dinheiro podem obter melhores serviços clínicos, uma grande machadada num sistema já pouco democrático.

O facto esconder estes factos pelos políticos só pode ser por malvadez contra os próprios Direitos Humanos. Por que mais poderia ser? Os jornaleiros indignos que faltam à sua obrigação profissional de informar e nem tocam nestes assuntos em conluio com os corruptos, não podem ser melhores do que eles. Deste modo se verifica mais uma vez a parte da culpa directa desta banda de desinformadores degenerados na desgraça nacional, em tudo o que provocou a ignorância geral nacional por falta de informações e consequente falta de conhecimento de causa na generalidade dos assuntos importantes da vida nacional, na apreciação dos actos dos políticos, e outras causas congéneres.


Conclusão:

Propõe-se mais um afastamento da democracia num sistema já o mais afastado dela na Europa.

Os políticos portugueses são miseráveis sacanas que formam associações de criminosos agrupados em oligarquias mafiosas. São assim porque um povo de carneiros lhes permite.

A população deve ser informada e estar ao corrente do que se passa nas democracias mais avançadas e é delas que se deve copiar em lugar de continuar a aumentar a cloaca da Europa com exemplos seguidos de países miseráveis e atrasados como a Espanha. Os jornaleiros pedantes e incumpridores têm espalhado a ignorância.

Os políticos e governantes têm que prestar contas em tudo e ser controlados pelo povo, que deve ser soberano, ou então não há democracia. Controlo apertado com Democracia Directa é a única solução para a pouca vergonha nacional. Rédea curta!

Ou tomamos conta deles ou eles continuam a tomar conta de nós do modo que já tão bem conhecemos por experiência.

Ler mais...

10 de julho de 2010

A Desgraça do PSD

Após os calamitosos anos da Manela Leiteira, eis que o seu sucessor, lobo com pele de cordeiro, nos deixa mais uma vez sem alternativa para o Sócrates. Como querer substituir um neoliberal por outro ainda pior? Menorizar tal facto, só por sofisma e sectarismo político, é pôr o interesse partidário muito à frente dos interesses vitais nacionais.

Analisemos algumas das suas ideias.

O seu princípio de base é de que o estado se deve alhear completamente da gestão de qualquer empresa. É uma ideia louvável que deveria acabar com a promiscuidade dos tachos da maioria dos políticos nas empresas, embora haja outros modos mais efectivos para lutar contra a corrupção.

A realidade actual nacional é, porém, bem diferente. Se o estado não se tivesse introduzido no negócio Telecom/Telefónica, esta poderia muito bem ter engolido a primeira, perigo que ainda não está completamente afastado.

Pelo que o Coelho passa por cima como se não tivesse existido ou tentasse apagar o facto da história, é que a realidade económica do país é a de não estar preparado para a concorrência mundial nem para a antropofagia económica da União Europeia. Os fundos de coesão que deviam ter preparado país para a isso poder resistir foram roubados, extraviados e mal administrados logo desde o primeiro dia da sua chegada. Donde, as opiniões neoliberalistas nas circunstâncias vigentes só podem provocar uma acentuação do já grande desastre económico nacional. Querê-lo é ir decididamente contra o povo, que os mais ricos resistem sempre e muitos até tiram proveito, como se sabe pelo último aumento anual do número de milionários em Portugal.

Qualquer economista estudou que estes são os métodos lógicos, mas devem saber que não podem ser aplicados com sucesso numa economia deficiente e proteccionista pois que – mais uma vez e nem há outra causa – os governos do Cavaco do cabouco roubaram e estropiaram os fundos recebidos para esse fim e provocaram esta miséria e as outras disso dependentes. É um facto do passado, portanto inalterável.

É impossível persistir nessa direcção sem ter em atenção estas circunstâncias sem se ser estúpido ou tomar todo o mundo por estúpido, apenas no intuito de defender princípios neoliberais que aumentam o fosso entre ricos e pobres. Atacar o uso da «golden share» no caso Telecom/Telefónica é pior, é literalmente uma traição sob todos os pontos de vista, como explicado no post precedente, aliás publicado dois dias antes da generalidade da imprensa. É a raiva não contida dum partido desorientado por não conseguir conquistar os tachos para aquela família mafiosa. Isto não desculpa a mesma máfia dos outros partidos, apenas demonstra a raiva desorientada do PSD.

A reacção do PSD às simples e realistas menções citadas pelo governo e publicadas no Expresso não é mais do que a conhecida «dor de corno», em que o dorido sofre pelo que disse. O governo não se deveria ter abstido duma crítica muito mais contundente e apropriada ao caso. Ou seja, o maldizente maldiz o resultado das suas acções porcas, neste caso as imundas e traidoras declarações do Coelho à imprensa espanhola. É um insulto em surdina a todos os portugueses. É um inegável acto de traição em surdina! Pena não haver mais o enforcamento para os traidores. Pena, que se lho permita sob uma falsa capa de indulgência déplacée.

A saúde, na quase totalidade dos países europeus é da competência exclusiva do estado, mas que dá liberdade à população para escolher o médico que deseje em qualquer estabelecimento de saúde, pois que todos os médicos trabalham para o sistema nacional. No entanto, existe um em que o sistema é completamente privado, embora existam hospitais do estado agregados às universidades. Contudo, nele, é o estado que estabelece as regras, que controla o montante das quotas mensais dos beneficiários e designa os tarifários de acordo com as ordens dos médicos, dos enfermeiros, etc. Sobretudo, zela para que toda a população tenha direitos iguais, o que garante e democracia e é exactamente o contrário do que tem sido proposto em Portugal pelo PSD e pelo CDS.

O contrário da falsidade dos planos apresentados pelos militantes corruptos, como o Cagão Feliz, a Manela e o Pedro Coelho.

Poderia este sistema de saúde ser implantado em Portugal? Sim, se a corrupção fosse controlada e a fiscalização eficiente. Ora, reparando no que se passa com a fiscalização noutros sectores, como nas burlas do RSI não detectadas pelos calões dos funcionários da Segurança Social, assim como no recente caso das agências de viagens que embolsaram o que roubaram aos seus clientes por não terem a reserva de lei, isto não parece possível sem que, primeiro, se estabeleçam as condições necessárias: organização do estado e responsabilização obrigatória de quem tome decisões, isto a todos os níveis.

As proclamações, neste sentido e nas circunstâncias actuais, sustentadas pelo PSD são, simplesmente, imposturas monstruosas que pretendem colocar «a carroça à frente dos bois». Persistir é chamar estúpidos aos que os ouvirem. Há muitos que o são e por isso que persistem sem medo.

Grande mal para a saúde nacional é ser assim impossível existir a concorrência sadia que se verifica nos países em que todos os médicos e serviços trabalham para o serviço nacional de saúde, onde, obviamente, são os que melhor tratem os doentes que mais clientes têm. Em Portugal, sem essa concorrência, médicos, enfermeiros e outros do sistema, desinteressam-se tão profundamente dum bom serviço a ponto de maltratarem as pessoas e justificarem a agressividade dos utentes.

O chamado Partido Social Democrático há muito deixou de ser social ou democrático, pelo que deveria mudar de nome para não tomar os portugueses por bestiolas (mesmo que tabtos o sejam). O partido tornou-se um espinho profundamente enterrado na carne nacional e que é necessário arrancar. O grande mal é o sectarismo nacional em que as pessoas continuam a votar parvamente no seu partido em lugar de naquele que no momento defenda os seus interesses, qualquer que ele seja. Caem sempre no logro dos vendedores da banha da cobra. Uma vez e outra, e outra, e outra. O homem é único animal que repete os seus erros sem cessar. Os portugueses são imaturos em política, mas julgarem-se conhecedores profundos só os faz cometer os erros que levaram o país à miséria actual, porque, afinal, foram eles que elegeram e reelegeram quem os atirou para a miséria. Espertalhões, não é? O PSD mudo radicalmente, mas os espertalhões jamais se deram conta disso.

Substituir um governo já neoliberal por outro ainda mais neoliberal com que só os mais ricos lucram não pode estar no interesse da maioria. Estes blogs têm atacado sempre os que atacam a nação, o povo, a democracia e as liberdades essenciais. Neste sentido existem muitos posts relatando os crimes políticos do Sócrates e dos seu governo. Seguindo o mesmo princípio, denunciam-se agora outros bem piores. A verdade é só uma, seja de que lado estiver e doa a quem doer. Dizer e desdizer consoante a ocasião é próprio de político corrupto.

Dois pontos considerados e a considerar entre tantos outros.
O Sócrates não ordenou a Segurança Social nem o serviço nacional de saúde de acordo com as necessidades nacionais nem com o uso europeu, continuando tudo no pior da Europa. Palrou, mas deixou a estrumeira na mesma. O PSD quer destruí-los e fazer um para os ricos e outro para os pobres – é ao que o partido chama de democracia.
Bem ou mal, o Sócrates tentou salvar a Telecom. O Coelho foi ao país que tentou demolir a pouca riqueza nacional e que tem sugado os lucros de Portugal de outras formas diversas, arrastando o país na sua queda, para lhes dar razão – traição confirmada. Curiosíssimo que foi após este que acto reuniu um grupo de economistas para lhes perguntar o que devia ser a sua opinião sobre este caso. Segundo as sondagens, 64% dos portugueses de todos os partidos apoiaram o uso da «golden share» pelo governo.

De acordo com o que é regra passar-se em todo o mundo, este governo deve cair por nenhum governo conseguir resistir a uma crise económica. Nada pode revoltar mais as pessoas do que perderem aquilo que têm. Só um milagre ou uma oposição ainda pior o poderia evitar. Duas questões se impõem a este propósito. [1] Haverá políticos mais honestos e que mereçam maior confiança? (A corrupção é geral)[2] Saberão os eleitores votar ou votar em branco sem caírem no conto do vigário, como estamos habituados a constatar?

Ler mais...

7 de julho de 2010

Atraso Planeado

Portugal é um dos países mais pobres da UE. Sem ajuda do estado mais de 60% da população estaria na pobreza extrema. Quase meio milhão usufruem do Rendimento de Inserção Social, dos quais mais de metade são idosos. Mais de 1.800.000 famílias vivem com cerca de €460 mensais. Factos concretos e realistas referidos no noticiário da SIC da noite passada.

Há burlas ao sistema, mas os funcionários responsáveis continuam impunes. Para resolver as burlas, a corja neo-liberal pretende acabar com estas ajudas, ou seja, obrigar os pobres a matar-se ou a tornar-se criminosos e aumentar a repressão social.

As razões da misértia são múltiplas e as mais importantes são sem qualquer dúvida as consequências do que os governos do Cavaco fizeram dos fundos de coesão da EU, cuja finalidade era precisamente a de preparar o país para enfrentar a concorrência futura. Em seu lugar, esses governos roubaram o dinheiro, como verificámos pelo súbito enriquecimento dos políticos ladrões e corruptos, das suas famílias e amigos, dos militantes, e ainda pela destruição da indústria, das pescas, da agricultura, dos caminhos de ferro e de outras estruturas básicas nacionais. Ora esses fundos eram precisamente para uma renovação do que foi destruído. Em lugar da evolução esperada deu-se uma desevolução. Arruinou-se o país.

Quando o governo do Cavaco chegou ao fim, tinha provocado a inflação e uma dívida superior a 5% após ter posto o restante dos roubos em circulação para os pelintras pensarem estar ricos e lhes sacar votos. Diminuiu as vagas para medicina, causando a actual falta de médicos, o que se traduz por assassinar a população. Idêntico, melhor ou pior ainda que os malfadados fechos de unidades de saúde pelo actual governo? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Para acompanhar a desgraça, esses governos foram os que cavaram a enorme diferença nacional entre ricos e pobres, que continua e é de longe a maior na UE. Há quem afirme que o Sócrates é o pior primeiro-ministro que Portugal jamais teve. Para nosso azar não conseguiu mais que um segundo lugar bem afastado do grande vencedor.

Infelizmente e como se isso não chagasse para nos tratar da vida, as desgraças não têm unicamente esta origem, pois que todos os partidos e governos se têm empenhado afincadamente nessas diferenças, nessa desgraça, na construção da miséria. Uma delas tem sido o fosso cavado entre certas zonas do país cada vez menos desenvolvidas e as outras, devido a medidas desajustadas ou populistas de todos os governos. Outra é o controlo ou a administração das auto-estradas. Tanto num caso como no noutro aplicaram-se medidas contrárias àquelas que os países que progrediram usaram para desfazer essas diferenças. Como esperar, pois, parvamente, o contrário? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Os governos, com grande algazarra de pura demagogia e propaganda política para fixar as populações nas suas terras, enganaram todos os crédulos aliviando os impostos às empresas que nelas se estabelecessem. Medida falsa que jamais atinge (nem atingiu, como se provou) os fins falsamente apregoados. Com efeito, nos países que se desenvolveram enquanto Portugal foi retrogradando, as medidas foram bem diversas. Às firmas foram efectivamente diminuídos os impostos, mas duma importância muito inferior àquela que os vigaristas incapazes (mas ladrões eméritos) cá concederam. Afinal, as empresas que para lá se transferiam ou iniciavam já usufruíam da vantagem do pagamento de salários inferiores às médias nacionais. Foi, pois, aos próprios residentes que os impostos foram reduzidos, o que não só lhes melhorou a vida e o interesse de permanecerem nas suas terras, com atraiu gente rica que queria reduzir os seus impostos, mas que dava emprego aos autóctones. Simultaneamente, construíram as infra-estruturas e os apoios administrativos e sociais necessários. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Alguma vez algum governo cá fez algo semelhante? Como esperar, se não pois, resultados contrários aos que os países avançados atingiram? Só um simplório acreditará, mas simplórios mentais é o que por cá mais abunda.

Uma decisão governamental idiota tomada por alguns governos de países extremamente atrasados, como a Espanha e brutamente copiada por Portugal, foi o subsídio único de paternidade. Para que serve, se nada vai mudar às variadas deficiências vitais permanentes?

Outra medida tomada pelos países avançados para o desenvolvimento geral e em especial para algumas regiões foi a do facultamento do acesso aos meios de comunicação. É mundialmente conhecido que a sua falta é o maior travão ao desenvolvimento. Como resultado e prova basta-nos ver que os países onde as comunicações são, ou foram, mais baratas, são precisamente aqueles que mais se desenvolveram. Todas as comunicações, incluindo as rodoviárias. Vemos ainda como actualmente, por exemplo, a UE controla as tarifas das chamadas internacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Os residentes necessitam dessas facilidades para se desenvolverem. Um país em condições excepcionais ou especiais é a Suíça, por se encontrar em pleno eixo rodoviário Norte-Sul do transporte de mercadorias. Um enorme número de camiões a atravessa, utilizando as suas auto-estradas que desde a sua construção foram sempre gratuitas. Todavia, o desgaste e estrago provocado por camiões pesados é incomparavelmente maior do que aquele que origina o tráfico ligeiro. O governo federal tomou finalmente uma medida, há cerca de 25 anos. Uma vinheta, comprada pelos utilizadores das auto-estradas, tornou-se de afixação obrigatória. O preço é quase ridículo, visto ser baixo, anual e dar o direito de acesso a todas as auto-estradas nacionais. Os residentes no país usam-nas quase diariamente, donde o custo se torna verdadeiramente baixo, quase simbólico. Porém, para os tais muitos camiões, mas em que cada um só passa de vez em quando, o preço significa um montante muito mais pesado. O desenvolvimento nacional nunca foi, assim, travado com custos de comunicações. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Uma análise sobre as comunicações como base de desenvolvimento dum país ou duma região foi há muitos anos publicada no Site da Mentira. Nada mudou, entretanto. Nem as sucessivas tentativas dos neo-liberalistas em sacrificarem o desenvolvimento nacional aos seus princípios desadaptados. Neste caso, tratando-se de indubitável interesse nacional, terão de ser classificados como traidores desses mesmos interesses nacionais.

O princípio do utilizador-pagador que apregoam não é uma justiça, como mentem à boca cheia, mas apenas um travão ao desenvolvimento. Provado e mundialmente conhecido, salvo em Portugal, pelo mesmo motivo do costume: a ignorância geral nacional gerada pela corja de jornaleiros desinformadores e falsários que mentem, encobrem, filtram e encenam notícias e informações, resultado de que a corrupção política se aproveita e serve sem pejo.

O povo português vive no engano e no logro, mas contente por ser gozado. Poucos no país têm estes conhecimentos porque em lugar de se servirem das suas cabeças para pensar, tentando obter as informações de fontes diversas, apoiam-se nas patranhas com que lhes alimentam uma mentalidade raquítica atrofiada pela desinformação persistente. Ciclo vicioso.

Há muito que o PSD não é o que muitos ainda crêem. Desde o tempo do Cavaco do cabouco; ele originou a desgraça nacional e roubou o futuro aos portugueses. Com o decorrer dos tempos, o PSD mudou radicalmente a sua doutrina de base, facto recentemente duplamente provado pela repetição da eleição de um chefe de clã da máfia dos mais neo-liberais, o grupo internacional que provocou a crise mundial por deixar os interesses financeiros imporem-se aos humanos. Daí, a luta de traição à nação pelo modo acima mencionado acerca do pagamento das auto-estradas, aliás já bem pagas e repagas.

Também é sabido o quão raro um governo consiga subsistir quando obrigado a impor restrições financeiras ou que durante a sua vigência se produza um grande incremento da miséria, dependente ou não da sua política. O desejo de cada um querer melhorar a sua vida é um direito justificável. É igual em todo o mundo, pelo que ao presente governo deverá acontecer idêntico, ainda que uma maioria esteja, por uma vez, acertadamente convencida de que outro partido não faria melhor, como resulta de todas as sondagens sem excepção. As sondagens pouco poderão valer, mas as condições vigorantes em que elas se façam tem sempre significado e influência, ainda que as ideias e as reacções sejam bastante voláteis.

Foi a maioria do PSD que provocou a derrocada das finanças ao estado actual. Grande mal será para o país se um partido dominado por um grupo neo-liberal conseguir chegar ao poder. Pior ainda quando o partido afirma querer pôr o CDS com ele no governo. Prestemos atenção ao que dizem entre dentes e não aos discursos de banha da cobra para nos ludibriar.

Embora a crise mundial vá lentamente passando, as suas consequências continuarão a sentir-se por longo tempo nos países mais frágeis. O suficiente para o povo ser torturado pelos neo-liberais. A precariedade só pode aumentar num país que ponha as empresas à frente das pessoas, sobretudo quando aquelas, após terem sido dizimadas pelos governos do Cavaco, não têm preparação nem estrutura para vingar.

O Pedro Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira, o Porco em Pé, o chefão deles no parlamento e tantos outros, andam muito calados, mas todos eles têm apregoado bem alto como querem destruir a Segurança Social e o sistema de saúde, já de si os piores da Europa. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro dar esta informação importante? O que será então dos portugueses atirados para a miséria, com o ainda maior aumento do fosso entre ricos e pobres que eles gerarão de novo, com piores esperanças e menos apoio quando o desemprego os atingir?

Se isso chegar, que será, então, dos mais de 60% da população em pobreza extrema? Se o Sócrates já é um neo-liberal que tanto tem destruído, ainda que afirmando o contrário, que se passará com quem não pára de afirmar ideias muito mais progressistas nesse sentido? Aplicando as ideias do actual PSD, que nalguns pontos até batem as do CDS, os mais de 60% da população em pobreza extrema terão que roubar se não quiserem morrer à fome. Em lugar de os alimentar e ajudar, esse governo investirá numa polícia que, já destreinada e extremamente mal preparada, os abaterá a tiro enquanto as mulheres e as filhas irão prostituir-se para não morrerem à fome.

Embora alguns continuem enganados, as estradas pagas são um caminho para ajudar atingir este fim eficientemente devido às consequências a que muitos chamariam de colaterais.

Ler mais...

27 de fevereiro de 2010

Segredos Reveladores

Afinal, ela sabia. E aprovava! Que falsidade, fingir condenar o que se aprova, dizer que só tomou conhecimento quando toda a gente soube. A Manela Vígara Ferradora Leiteira, é o exemplo vivo do mal do partido e do país.

Qualquer pessoa com tal comportamento e no contexto em que o demonstrou, vigarista e tentando enganar todo um povo, seja qual o lugar que ocupe, só pode ser considerada entre os mais reles seres humanos digno de ser atirado para um curral de porcos e obrigado a comer com eles na mesma gamela até ao resto da vida e ser espancada de hora a hora. De certo e infelizmente, não é a única assim num país embrutecido por uma jornaleirada sem qualquer profissionalismo (é assim que se fabricam doutores em Portugal, cursos com equivalência não reconhecida por países avançados) onde a ignorância grassa e originou a estupidez, autêntico paraíso para vigaristas e ladrões terem êxito e ficarem impunes.

A Manela Leiteira foi sem dúvida o chefe de clã que mais traumatizou aquilo que é hoje a pior máfia oligárquica do país. O seu lema foi a mentira, a traição, a calúnia, a aleivosia, a infâmia, a detracção. Foi quem mais contribuiu para esse trauma que atinge os alicerces do PSD. Um partido assassinado por uma cambada de incapazes que só planeiam roubar o povo, navegando à deriva, mas em direcção oposta à da sua fundação. Quando tal corja cita o nome do Sá Carneiro é um ultraje à sua memória, um claro golpe de marketing burlão. O tempo da Leiteira no PSD ficará gravado como o tempo dos rascas mais canalhas do país.

Esse monstro de falsidade, imundo e bárbaro, teve ultimamente a ideia luminosa de afirmar que Portugal ia a caminho da mesma insolvência económica da Grécia. A falsa omitiu que, após o Cavaco, foi ela mesma quem mais contribuiu com as suas medidas aquando ministra das finanças. O pior, porém, nem foi a sua declaração, mas o local escolhido para a fazer. A Câmara de Comércio Luso-Francesa! Que animal.

Trata-se dum partido que consegue sacar votos à custa dum estratagema infame que consta de esquemas de logro. Evoca os nomes dos fundadores que traiu. Apoia-se na mentira e na falsidade. Explora indecentemente a ignorância dum povo de carneiros, que embrutecido não compreende os seus próprios interesses. Só assim se justifica que aprove e defenda desmioladamente quem o espolia para dar o seu dinheiro aos mais ricos.

Estes malditos não são os herdeiros políticos de gente de bem a quem pretendem roubar os louros, tais como Joaquim Magalhães Mota, Emídio Guerreiro, Jorge Sá Borges, Miguel Veiga ("Não me revejo na liderança do PSD"). A morte do Sá Carneiro foi a uma desgraça para o PSD e deu origem a esta casta de sacanagem. Com o Cavaco começaram a ladroagem em larga escala, os grandes aumentos para os políticos, as tão contestadas reformas acumuladas, a impunidade das máfias oligárquicas.

É claro como água que quem quer que seja que defenda este estado e procedimento terá de ser por ignorância, fanatismo de atrasado e desmiolado, tal e qual como defendem os seus clubes de futebol, sobretudo quando são os mais pobres. Doutro modo, como podem eles aprovar quem tente fazê-los passar fome para dar aos que mais têm? Como poderá ser de outra forma num dos países mais pobres e atrasados?

Tenhamos em mente que o PSD actual nada tem a ver com as suas bases, que se tornou o partido mais pernicioso para o país. De não esquecer também que os outros partidos não são melhores. Afinal nenhum qualquer partido pode ser melhor do que aqueles que o compõem. A única solução é acabar com as máfias na política, submetendo-as a prestar contas de todos os seus actos ao povo soberano, como em democracia. De outro modo, a roubalheira e a fantochada continuarão a tomar conta do país.

Crítica de Passos Coelho
Estava a par das intenções da Portugal Telecom
Conhecia negócio da compra da TVI
Confirma que sabia do negócio
Sabia e estava de acordo com plano de compra da TVI

Há mais, evidentemente. O que é de sublinhar é que os blogs de fanáticos do género acima descrito permaneceram mudos como pedras sobre este assunto. Que mistura de estupidez e de falsidade sectária!

Ler mais...

20 de fevereiro de 2010

Os Maiores Inimigos do Povo e do País

Há já muitas semanas que o sistema político dá mostras do coma a que chegou. Os partidos revelam-se os maiores inimigos dos interesses do país, o que não é novidade, mas os continuam em frente com a sua maleficência, confiando na incapacidade mental do povo para se aperceber e continuarem a sacar-lhe votos contra ele.

Cada um berra bestialidades para seu lado, impingindo as suas «razões», verdadeiras ou fabricadas. Com a podridão que há tanto reina na justiça já não se sabe ao certo quem terá razão nem há em quem se possa confiar. Apenas os protagonistas podem ter certezas. Se as transcrições das escutas telefónicas do Ministério Publico da Comarca do Alto Vouga – no post anterior -- forem reais, o Sócrates disse a verdade acerca da Manuela Moura Guedes, embora continuem a acusá-lo na mesma, mas vá-se lá ter a certeza.

Se o Sócrates acaso é culpado do que o acusam, porque não aceitam o julgamento das duas autoridades da justiça que se pronunciaram a esse propósito. Se têm razão devem fazer tábua rasa da justiça e substituir magistrados e juízes. Não, a isso não se atrevem porque essa podridão também lhes convém por duas razões. A primeira é que os criminosos pariram leis que lhes permitem a impunidade e quase obriga os juízes a absolvê-los. Será o que se passa com o Sócrates? Em segundo lugar, pelos 0 criminosos políticos até hoje condenados, a justiça sempre vai fazendo o que eles querem. Por isso que se o Sócrates é culpado do que o acusam, devem começar por culpar os rascas da lavandaria nacional que pariram as leis que permitem que assim seja.

Como não optam por uma das soluções acima, uma única coisa é certa. Do modo que todos os partidos se comportam são seitas de bandidos cujo único interesse é o de nos espoliarem a seu favor. Claro que isto não é novidade, só que a população tudo vai admitindo sem a menor reacção. Porque, afinal, de todos os lados todos se comportam da mesma forma. Nenhum partido é honesto quando está no governo, não há excepções, basta terem a ocasião de deitarem a mão aos tachos e logo roubam de todas as formas.

Outra certeza é a conclusão que se pode tirar das críticas dirigidas ao Sócrates acerca da sua alocução nacional de 18 do corrente. Como se sabe, por ter sido previamente anunciado por todo o lado, ele iria falar sobre os ataques de que (com razão ou sem ela, aqui pouco importa) tem sido alvo. Alguém achará normal que ele não tenha falado em mais nada. Ora, como não havia nada a dizer sobre a sua curta alocução, fazendo de todos nós tolos toda a sacanagem partidária criticou que ele não falou em mais nada. Nem interessa saber em que eles queriam que ele tivesse falado, pois que não é essa a questão. Falou naquilo que tinha sido anunciado, ponto final. Claro que não faltam outros assuntos de interesse, mas nada mais tinha sido programado.

Como poderemos confiar em qualquer partido quando certos exemplos seus nos ensinaram o contrário? No PS nem se fala. Quanto aos outros, por exemplo, já é tradicional que o PSD não queira aceitar os resultados das eleições quando perde. O que afirmam não é significativo face ao seu costumeiro comportamento e ao que se passa no interior do partido. Se assim não fosse talvez pudéssemos agora acreditar nele, mas «gato escaldado de água fria tem medo».

Alguns blogs com muito juízo e prudência, nem abordam a questão da possível culpabilidade do Sócrates, dada a incerteza que ele reveste. Outros, porém, tomam partido e demonstrando a sua instabilidade mental, defendem os «seus» partidos, sem tripas para enfrentarem a realidade de que são vítimas contínuas daquele em quem votaram. Verdadeira miséria humana. Em política não há santos e como dizem alguns, «feio, feio é perder as eleições» (Bolachas) ou «em política não há ética» (Porco em Pé do PSD), aquele que foi vomitar a sua impostura para o PE e por isso lá ficou mal visto, e que disse que não abandonaria o PE por um cargo no partido; nem chegou a assentar ferro no PE.

A podridão não se limita, porém, aos governos nem àqueles que os compõem. É geral, está espalhada por todos os departamentos e recantos do estado e partidos. Sempre e em todo o lado há negociatas. Existem redes de interesses que lutam na sombra para colocar os seus militantes em lugares onde fortunas roubadas ao povo lhes são entregues. A maioria desses lugares, instituições e outras organizações desnecessárias e por isso inexistentes noutros países, foram inventadas e criadas com o único fim de lá colocarem os parasitas ladrões militantes. Repare-se bem que todos os partidos apoiam a sua existência e nenhum as desmonta. Porquê, se este povo de carneiros aceita ser assim roubado e viver na miséria para lhes dar tudo o que querem? A podridão é completa e geral. Os partidos e os seus políticos são, sem qualquer dúvida, os maiores inimigos do país, aqueles que, duma maneira ou doutra, o têm sempre destruído implacavelmente.

Os partidos andam todos desnorteados com o que se passa, a tal ponto que nenhum quer eleições antecipadas com receio de perder votos.

O PSD encontra-se numa desorganização impar, sem chefão, com eleições e lutas internas, incapaz de assumir qualquer governo. É esta a realidade e pouco importa a sua publicidade podre para atrasados mentais.

O CDS, que tem vindo a tentar armar-se em partido sério, não se quer aventurar com receio de passar a ser um partido microscópico.

O Bloco mete os pés pelas mãos. O Louçã, sem dúvida recordando-se dos maus resultados das últimas eleições, abandonou as grandes críticas e até disse, não há muito, que «as escutas consideradas sem relevância por decisões do sistema judiciário regressam imediatamente ao foro privado e não devem ser utilizadas».

Os comunistas parecem ser os únicos que neste momento podem tirar algum partido de eleições antecipadas.

O Cavaco está mudo que nem uma pedra. Como lhe é impossível renegar o seu partido e este não está em condições de governar, nem sabe o que dizer nem fazer. É assim que se escolhem bem os presidentes, um incapaz que não toma qualquer decisão, ou talvez com fortes dúvidas da culpabilidade do Sócrates depois de um após outro, o Tribunal Superior de Justiça e o Procurador-Geral o terem ilibado por completo, o que de certo lhe dá razão para pensar que já são dois dos pesados. Não quer ser alarve como os que continuam a vociferar, pois que outros caminhos se impõem em lugar de vomitar bestialidades.

No meio de tudo isto é o mexilhão que apanha com as marés, assim como com o que elas trazem por falta de combate à poluição. Este povo ainda não compreendeu que sem que meta toda estes animais no jardim zoológico, em jaulas e acorrentados e que os faça saltar ao chicote, nada jamais mudará. As máfias das associações de criminosos, organizadas em partidos oligárquicos estabeleceram redes que tudo controlam e roubam impunemente até que o povo os deite ao mar. São criminosos de direito comum que deviam ser mortos, mas que fizeram leis que, contrariamente aos países democráticos, lhes dão impunidade completa pelos seus crimes.

São os maiores inimigos do povo e do país.

Ler mais...

3 de janeiro de 2010

A Herança do Cavaco

Que se passa, que poucos parecem compreender o estado da nação e o que o ocasionou? Os que reclamam parecem não ter a mínima noção do que afirmam completamente à toa. Os partidos mentem abusivamente e escondem-no. Existem, todavia, alguns cuja memória não morreu nem se deixaram influenciar pelo marketing político.

A causa principal da crise nacional actual não é a mundial; já vem de longe e é quase estritamente nacional; há muito que cá se implantou e a mundial apenas a agravou. Saber compreender e analisar, vê-se não ser para todos. É preciso utilizar a sua própria cabeça e memória em lugar de se ser bronco e ir atrás de todos as lérias mal intencionadas da escumalha política corrupta, os bandos de oligarquias mafiosas cuja própria existência, tal como são, depende do seu roubo literal dos bens do país. Tal como são, os partidos são associações de criminosos.

As causas encontram-se num passado que sempre foi escondido e camuflado pelos criminosos do parágrafo anterior. Há um comentador no blog Do Portugal Profundo, cujo conhecimento do passado e a sua descrição lúcida merecem ser aqui publicados como de utilidade pública nacional. Esse comentador usa o pseudónimo de Lusitano e segue-se a transcrição do seu comentário sobre ao mensagem de Ano Novo do PR. Vale a pena ler. Por isso que para aqui foi transcrito.


Tarde demais, é a única resposta imediata que tenho ao discurso do PR, agora assobiem-lhe nas botas, o seu tempo de verdadeira intervenção já passou, agora já de nada serve este discurso retardado, isso deveria ter sido dito há pelo menos dois anos, e este discurso não visa mais do que tentar restabelecer alguma confiança no Prof. Cavaco Silva, uma vez, que parece querer candidatar-se a um segundo mandato, agora já o estado do Estado é de tal forma catastrófico que isto já não vai lá com uma "responsabilização e entendimento entre partidos", não, meu Caro Professor, isto, tal como já o disse dezenas de vezes, quer no seu blogue, quer noutros, só lá vai com um regime de força, com um regime do "quero posso, e mando", não há outra maneira, não gostam??? Paciência, mas vão ter de levar com ele na mesma.
Veja Caro Prof. Balbino, nós habituá-mo-nos - sem qualquer justificação real - há muito, a pensarmos que éramos ricos, e não é só de agora, que nos temos comportado como gastadores inveterados sem ao menos pararmos para pensar que dinheiro é que andamos para aqui a esbanjar, donde é que ele vem. como é que foi adquirido.
Claro, que para pessoas relativamente jovens com o Sr., que talvez não tenham uma memória viva do que foi o fim dos anos 70 e a primeira metade dos anos 80 - achem a minha conversa entediante - mas eu tenho boa memória e lembro-me bem, que esse tempo foi um tempo de grandes dificuldades, em que os impostos subiram brutalmente, em que o Escudo não servia para nada, que era continuamente desvalorizado, claro, após o saque e orgia à custa da "pesada herança" - era assim, que os esquerdista dea treta, que se apossaram do país, chamavam às reservas de ouro que o antigo regime tinha acumulado no Banco de Portugal, parecendo não querer perceber, que eram essas reservas de ouro é que sustentavam a credibilidade do Escudo, então foi um gastar à tripa forra, mas, os de Direita não são menos culpados, pois a tudo assistiram impávida e serenamente, tentando por seu lado, abocanhar o que podiam, foi um fartote vilanagem.

Lembro-me do imposto de transacções, o célebre IT, atingir nalguns artigos mais de 100% e no meu sector, a fotografia, eram vulgar taxas de 75%, o Sr. e outros mais novos, certamente não se lembram disso, mas cá o LUSITANO assistiu a isso tudo, daí, eu ter vindo a dizer, há muitos anos, principalmente após a nossa entrada na UE, que andávamos a sonhar ao pensar que os milhões que nos entravam pela porta a dentro diariamente a título de "dote" vindos da CE/UE não iam durar para sempre e que um dia acabariam, ora aí está o resultado, e sabe quem foi o Primeiro-Ministro desse tempo, desse "período áureo" de 1985 a 1995???
Não??? Eu Lembro-lhe, foi o actual PR, e o que fez ele para evitar esse despesismo, oportunismo e corrupção que se gerou com esses milhares de milhões caidos do Céu???
Nada!!! Nada de nada, daí, eu sempre ter considerado que Cavaco Silva foi a pessoa que mais poderia ter feito pela recuperação de Portugal, mas ao invés disso, permitiu que montes de oportunistas se enchessem que nem porcos, donde vem as grandes fortunas arrranjadas após Abril de 74, não vem precisamente desse período???
Em que é que deeam os casos flagrantes de oportunismo e corrupção, nomeadamente do fundo social europeu???
Deram em nada!!!
Ah! Já sei, foram "lapsos", afinal estava tudo bem.
Como querem então, vir agora endireitar aquilo que há muito está torto???

Já escrevi varias vezes e repito, isto agora só lá vai com um regime draconiano, com um regime autoritário, os portugueses habituaram-se ao consumismo, ao gastar sem olhar a quê e agora estamos super falidos, e a UE não pode continuar a manter regimes como o nosso sob pena dela própria sedesmoronar, e, se em 1978/80 foi o FMI quem nos impôs disciplina, agora, vai ser Bruxelas a impor-nos um regime super autoritário, ou então, lançam-nos pela porta fora...
Já agora, C aro Prof. Balbino, peço-lhe um pouco mais de paciência e permita-me que dê duas palavrinhas a dois amigos que aqui costumam escrever e que me merecem toda a consideração, em primeiro lugar dirijo-me ao nosso amigo "Zorro", disse o meu Caro há uns dias atrás, que, se necessário, daria a vida por esta Nação, não foi?
Meu Caro Amigo, mas por qual Nação? Acha que Portugal é ainda uma Nação ou será antes, um antro de piolhosos e abutres corruptos???
Percebo o seu estado de espírito, mas, nós não precisamos de mais vítimas destes regime, o que precisamos é de gente com determinação, que passe a palavra (não se limite apenas a vir aqui dizer de sua justiça), que tenha carácter, que assuma que não está bem com este regime, que não tem medo de enfrentar os pulhas que destruíram o nosso amado Portugal, isso sim, isso é necessário, mais sacrifícios em vão, não, no fim, eles é que se ficariam a rir.
Não acha que já chega de gente sem eira nem beira, não acha que o facto de muitas mulheres (e homens) terem de recorrer à prostituição - basta abrir os jornais e ver as centenas ou milhares de anúncios que lá se publicam - para perceber que algo vai mal nesta Sodoma e Gomorra, neste reino de podridão, serão essas pessoas as responsáveis, dever-se-lhe-ão atirar pedras??? Ou pelo contrário, não serão elas também vítimas desta corrupção endémica que varre Portugal???

Quanto ao Amigo Geraldes, que num comentário anterior, perguntava se eu sabia quem era que estava por detrás desta gente que manobrava o "imaculado" Sócrates.
Mas, claro que estou farto de apontar, das duas uma, ou o meu Caro Amigo nunca leu o que eu escrevi ou não prestou atenção, ou então é novo por estas paragens, claro que aponto à grande Economia e à grande Finança, quer portuguesa quer internacional, a culpa de termos os políticos que temos, entre os quais, logicamente, o actual 1º Ministro, nunca terá lido ou percebido isso???
Quer nomes, olhe para muitos dos novos ricos do país - de uma forma geral, também há velhs ricos "recauchutados" - que já compreende o que digo e acima de tudo, tente perceber quando é que essas fortunas foram feitas, quer mais, ou acha que fortunas fabulosas se fazem dum dia para o outro se não houver uma simbiose entre essa gente e os políticos "reinantes"???
Agora veja qual era o regime que governava quando essas fortunas se iniciaram, e já sabe quem é que manda, ou melhor, quem sempre mandou, não terão sido os "xicos-espertos" cá da parvalheira???
Por agora chega, se quiserem mais respostas, cá estou.
Cumprimentos.



Não parece quase o mesmo que o que nos conta esse fabricante de história que é o Fernando Rosas? Não é muito pior que a maioria, apenas falso e desonesto.

Ler mais...

15 de agosto de 2009

14 de Agosto de 1385

A «derrota definitiva dos castelhanos» (Wikipédia e Fundação Aljubarrota). Presidente da República, Governo, partidos políticos e jornaleiros abstiveram-se de qualquer referência ao facto, um dos três mais importantes da nacionalidade e marco europeu. Férias? Não, todos repulsivos traidores e cobardes.


Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.

Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História.

Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido absorvido para sempre pelo seu poderoso vizinho castelhano.

Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.

A vitória portuguesa em Aljubarrota permitiu também a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos - que, de outra forma, pura e simplesmente não teria ocorrido.

A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu ás gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.



Quando começarão os cobardes e traidores portugueses – encabeçados por politiqueiros e jornaleiros
– a substituir os nossos valores seculares e símbolos nacionais pelos muçulmanos e castelhanos?

Adenda: Siga os dois links no post.

Ler mais...

10 de março de 2009

Grandes Honras ao Macaco Assassino

Não se vai aqui explicar porque ele é assassino, anti-democrático, quantos cadáveres deixou para trás para chegar ao poder e nele se manter indefinidamente, na miséria em que pôs o seu povo quando o seu país poderia ser o segundo mais rico de África a seguir à Rep. da África do Sul, nem tudo o resto por ser tão bem do conhecimento geral que nem valer a pena mencionar.

O que sabemos é que um monstro como ele é tratado em Portugal como pessoa de bem, honesta e honrada, pelo autor e responsável da actual miséria humana, intelectual e financeira dos portugueses. Aquele que usou os fundos de coesão da União Europeia, que deveriam ter preparado o País para o futuro para enriquecer políticos, familiares e amigos. Como esses fundos foram roubados e esbanjados e as empresas, atrasadas e com trabalhadores que nunca foram reciclados nem preparados são incapazes de enfrentar a concorrência internacional. Como destruiu a indústria nacional, enquanto os outros países europeus solidificavam as suas. Como pôs o restante dos fundos em circulação, causando a ilusão de enriquecimento, deixando o governo com grande inflação e um défice acima dos 5%. É obra! Obra que os carneiros ignoraram por completo e agradeceram ao seu algoz elegendo-o como recompensa.

«Quem morre porque quer não se lhe reza por alma», não é? Nenhum dos que o apoiaram tem agora direito a reclamar.

Se fosse outro o partido no governo até poderia muito bem ter acontecido idêntico. Os políticos são todos uns santos, mas no caso real foi da responsabilidade directa do Cavaco. Foi ele o autor de toda a nossa miséria actual, excepto da parte provocada pela crise mundial.

Outro caso semelhante é o do funeral do tirano da Guiné. Viveu com a espada, como Mário Soares alude, pelo que não teve mais do que o que merecia nem do que há muito se aguardava. Poderia ou não acontecer, mas as probabilidades eram muito mais que a média.

Geralmente, tratamos os nossos iguais como nosso iguais, não pode haver outra explicação nem razão para o que se passa. Assim se justifica aquilo a que assistimos nestes dias. Portugal, pela mão do cavaco, apoia um assassínio, tal e qual como os EUA apoiam todas as ditaduras e criminosos que lhes convém, tal como apoiaram a nossa própria ditadura. Também já nos esquecemos?

Como de costume, a jornaleirada repugnante não faz a mínima referência aos factos históricos. Como de costume, a história é refeita, substituída por faiança fabricada por uma bandalheira de indignos, dum modo que não difere assim tanto do do Rosas. Não fosse este o costume, também de certo que a Manela Leiteira não ousaria aproveitar as fracas memória e mentalidade duma população embrutecida por políticos corruptos para falar com tanto à-vontade como se nada se tivesse passado, como se ela, em estreita colaboração com o Cagão Feliz, não tivesse planeado uma desgraça ainda maior, destruindo por completo os sistemas de pensões e de saúde baseados na solidariedade. Já não se sabe para quem se voltar. Se uns são maus os outros também não são melhores. Não há para quem se virar, a única solução é a de controlar esses animais gananciosos e corruptos, mantendo-os bem seguros com um jugo der animais de tiro bem apertado e rédeas bem curtas. O facto de terem sido eleitos jamais lhes dá direito a fazer o contrário dos interesses e do que querem aqueles que os elegeram. Estarão os portugueses cegos para não verem aquilo por que Portugal é reconhecido pelos outros países? O país dos políticos corruptos que dominam uma população crédula ao ponto de estupidez, uma justiça incompetente por ser aplicada por incompetentes pedantes, uma miséria por não terem capacidade mental para elegerem políticos capazes e serem incapazes de dominar a corrupção por serem tão parvos que pensam que se eles também forem corruptos também poderão tirar proveito.

Ler mais...

19 de julho de 2007

A Máfia Política Prepara o Fim de Portugal

Um artigo da autoria de D. António Marcelino, Bispo de Aveiro, foi ontem publicado no blog Do Mirante. O conteúdo to texto é dos mais significativos e realistas que se têm lido ultimamente. Só por si é motivo para despertar as consciências e acabar com a cobardia popular, causa principal da situação vergonhosa vivida em Portugal, provocada pela incapacidade dos governantes que se defendem com a mais ultrajante, estúpida e nojenta arrogância.

Reles que fabricam leis para lhes permitir a impunidade na corrupção, como a das nomeações entre tantas outras; o controlo da crítica, como na projectada lei da imprensa; a mordaça dos blogs, segundo o que descobre a Human Rights Watch, que os incentiva a revelar todos os ataques contra a liberdade de expressão.

A matança dos doentes e dos velhos, à fome e sem medicamentos; as mulheres, a parirem todos os meses nas ambulâncias; a corrupção geral e em especial nas grandes negociatas da construção civil; o desemprego dos mais classificados, cujos empregos são roubados pelos nomeados; a destruição dos sistemas sociais; os ordenados absurdos maiores que os dos países mais ricos para dirigentes ineptos; as reformas milionárias para quem trabalhou meis dúzia de anos, enquanto todos os outros ficam à míngua; o domínio da justiça, de acordo com o que contam juízes e magistrados. É um rol sem fim e pretende esta reles escumalha impingir a ideia de que isto é democracia.

Destroem a população e o país, tal como descrito por D. António Marcelino. Domestiquem-se as bestas políticas! Como se tem feito noutros países onde, no mínimo, se expurgou a corrupção, o compadrio, as nomeações.


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Teremos ainda Portugal?
Por D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro


O título tem um tom provocatório, mas eu vou justificar. Não digo que esteja para breve o nosso fim de país independente e livre. Mas, pelo andar da carruagem, traduzido em factos e sintomas, a doença é grave e pode levar a uma morte evitável. Aliás, já por aí não falta gente a lamentar a restauração de 1640 e a dizer que é um erro teimarmos numa península ibérica dividida. De igual modo, falar-se de identidade nacional e de valores tradicionais faz rir intelectuais da última hora e políticos de ocasião. O espaço nacional parece tornar-se mais lugar de interesses, que de ideais e compromissos.

Há notícias publicadas a que devemos prestar atenção. Por exemplo: um terço das empresas portuguesas já é pertença de estrangeiros; 60% dos casais do país têm apenas um filho; vão fechar mais cerca de mil escolas ou de mil e trezentas, como dizem outras fontes; nas provas de língua portuguesa dos alunos do básico, os erros de ortografia não contam; o ensino da história pouco interessa, porque o importante é olhar para a frente e não perder tempo com o passado; a natalidade continua a descer e, por este andar, depressa baterá no fundo; não há nem apoios nem estímulos do Estado para quem quer gerar novas vidas, mas não faltam para quem quiser matar vidas já geradas; a família consistente está de passagem e filhos e pais idosos já não são preocupação a ter em conta, porque mais interessa o sucesso profissional; normas e critérios para fazer novas leis têm de vir da Europa caduca, porque dela vem a luz; a emigração continua, porque a vida cá dentro para quem trabalha é cada vez mais difícil; os que estão fora negam-se a mandar divisas, por não acreditarem na segurança das mesmas; os investigadores mais jovens e de mérito reconhecido saem do país e não reentram, porque não vêem futuro aqui; a classe média vai desaparecer, dizem os técnicos da economia e da sociologia, uma vez que o inevitável é haver só ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres; os políticos ocupam-se e divertem-se com coisas de somenos; e já se diz, à boca cheia, que o tempo dos partidos passou, porque, devido às suas contradições, ninguém os toma a sério; a participação cívica do povo é cada vez mais reduzida e mais se manifesta em formas de protesto, porque os seus procuradores oficiais se arvoram, com frequência, em seus donos e donos do país e fazedores de verdades dúbias; programa-se um açaime dourado para os meios de comunicação social; isolam-se as pessoas corajosas e livres, entra-se numa linguagem duvidosa, surgem mais clubes de influência, antecipam-se medidas de satisfação e de benefício pessoal…

Não é assim, porventura, que se acelera a morte do país, quer por asfixia consciente, quer por limitação de horizontes de vida? É verdade que muitos destes problemas e de outros existentes podem dispor de várias leituras a cruzar-se na sua apreciação e solução. Mais uma razão para não serem lidos e equacionados apenas por alguns iluminados, mas que se sujeitem ao diálogo das razões e dos sentimentos, porque tudo isto conta na sua apreciação e procura de resposta.

Há muitos cidadãos normais, famílias normais, jovens normais. Muita gente viva e não contaminada por este ambiente pouco favorável à esperança. Mas terão todos ainda força para resistir e contrariar um processo doentio, de que não se vê remédio nem controle? Preocupa-me ver gente válida, mas desiludida, a cruzar os braços; povo simples a fechar a boca, quando se lhe dá por favor o que lhe pertence por justiça; jovens à deriva e alienados por interesses e emoções de momento, que lhes cortam as asas de um futuro desejável; o anedótico dos cafés e das tertúlias vazias, a sobrepor-se ao tempo da reflexão e da partilha, necessário e urgente, para salvar o essencial e romper caminhos novos indispensáveis. Se o difícil cede o lugar ao impossível e os braços caem, só ficam favorecidos aqueles a quem interessa um povo alienado ao qual basta pão e futebol…

Mas não é o compromisso de todos e a esperança activa que dão alma a um povo?

Ler mais...

7 de julho de 2007

Crime e Bandalheira na Polícia

Agentes da Polícia foram apanhados com a boca na botija, acusados e presos por prevenção. Casos de crimes praticados por agentes das polícias não são novidade. Todavia, a situação em Portugal – em lugar de melhorar – tem-se agravado enormemente na última década. O ministro da Administração Interna diz que nenhuma instituição está livre da prática de crimes. Será esta a realidade ou mais uma realidade fabricada por políticos para se desresponsabilizarem, como se costume?

Agentes foram apanhados em actos criminosos. “Extorsão, furtos, roubos e favorecimento pessoal” e “sequestro” com refém e extorsão, mortes e outros crimes, segundo a notícia do Correio da Manhã. Notícias idênticas foram publicadas por outros jornais, como pelo Diário de Notícias e pelo Jornal de Notícias. Que se passará com as polícias portuguesas que provoque uma constante escalada nos seus comportamentos criminosos?

Fazendo uma única e pequena busca, só no Diário de notícias encontram-se vários casos de menor ou maior criminalidade policial bastante recentes, como por exemplo os três seguintes, dois em Junho de 2007 e outro de Abril:

A cada mês que decorre ouvimos mais desgraças sobre o que se passa com as forces policiais nacionais. Espancam as pessoas nas ruas e nas suas instalações, andam aos tiros à toa e «por dá cá aquela palha», espancam e matam aqueles que perseguem. Durante interrogatórios espancam frequentemente os interrogados, chegam a matá-los e há alguns anos atá arrancaram a cabaça a um. Que selvajaria é esta? Todos factos que no Far West do século XIX se podiam ter feito mais frequentemente, mas não pior. Todos estes acontecimentos se têm vindo a agravar de forma progressiva e contínua, contrariamente aos anúncios dos governos sobre medidas tomadas no sentido de corrigir a situação. É assim, o progresso em Portugal: retrógrado. Enquanto os outros países se têm civilizado, temos aqui uma prova entre tantas das obras dos honestos governantes portugueses.

À semelhança dos políticos que assim os amoldaram e seguindo os seus exemplos, as forcas policiais portuguesas foram-se transformando em bandos de selvagens incompetentes que operam sob os mesmos princípios que os bandos de salteadores. Todos estes acontecimentos cimentaram Portugal nas listas negras de todas as organizações mundiais de defesa dos Direitos Humanos mundiais. Os links para estes casos, que além dos factos acima mencionados incluem tortura, foram já apresentados noutro poste, embora num contexto diferente. Efectivamente, existem mais, como no site do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, mas estes são suficientemente elucidativos e um só que fosse bastava para ser uma vergonha.

Que se passou com estas antigas instituições para terem progressivamente perdido as estribeiras a este ponto? Segundo reportagens e entrevistas aos seus membros apresentadas recentemente, explica-se o mal-estar que se tem instalado nelas. Os agentes não têm qualquer formação, porque aquilo que lhes é administrado como se o fosse, não o é: os resultados estão patentes. Aos agentes não é administrado o ensino necessário nem adequado ao comportamento e procedimento devidos no cumprimento das suas funções. Alguns deles são mortos em serviço devido aos maus procedimentos.

Os agentes com menos de 30 anos de idade vivem sós, na sua maioria, e na sua solidão encontram-se por vezes desorientados ao ponto do índice de suicídios na profissão ter disparado para 5 por ano, dos 22000 que compõem os corpos. É duas vezes e meia a média nacional.

A assistência, o apoio, o aconselhamento e o rastreio são sempre ineficientes e incompetentemente efectuados, ou mesmo inexistentes nalguns casos. Estão praticamente abandonados a si mesmos. Aqueles que os prestam são pseudo profissionais em tudo comparáveis aos que, nos casos ultimamente conhecidos, consideraram professores moribundos aptos para o serviço. Este problema de incompetência entremeado de abuso, ignorância e arrogância é geral no país, a começar pelos governantes, evidentemente. Ao que se conhece, aqueles que sofrem de depressões andam por aí à solta, em serviço e com armas. Eles próprios se consideram perigosos devido à falta de ajuda médico-psicológica e aconselhamento profissional adequado. Situação inconcebível, por comparação às de países que têm um “exército” de pessoal competente adstrito a esse fim. Se matam alguém ou se suicidam, de quem será a responsabilidade por essas mortes e pelo crime? Quem são os verdadeiros criminosos?

Para reflectir e não esquecer. Que significará a coincidência e a relação entre o aumento de crimes praticados pelos agentes da polícia e o aumento dos seus suicídios? Estarão os governantes cegos que pretenderão que nós somos cegos? E porquê?

Paralelamente a estes acontecimentos e coincidências, ainda há mais um. Os meios de combate ao crime têm sido drasticamente reduzidos. Alguns destes factos são simultaneamente explicativos do modo como os governos se têm ocupado das forças de segurança e da incapacidade dos chefes. Uns preferem combater o crime pondo “mais polícias na rua” em lugar de acabarem com a miséria que gera o pequeno crime (que eles invocam como razão para pôr mais polícias na rua) e com a ineficiência da polícia – seriam os procedimentos adequados, mas que não dão votos para lhes permitir continuar com a sua corrupção. Os outros (os chefes) provam a sua incapacidade de controlo, de chefia, de comando e de se fazerem cumprir, por exemplo, reduzindo até o carburante para os veículos. É mais fácil para incapazes.

De quem será, pois a culpa da bandalheira que abrangeu as polícias tão profundamente? Ainda não se ouviu muito sobre a Judiciária, mas dado serem humanos como os outros e estarem sujeitos a condições semelhantes, tudo está encoberto, escondido. Esse pessoal devia também falar.

Entretanto, ouvem-se os dirigentes – parasitas incompetentes como todos os outros dirigentes nomeados pela corrupta corja oligárquica – dizerem frases do género na corporação têm ocorrido "alguns casos de suicídio, poucos”. O bandido acha poucos, talvez quisesse que se suicidassem metade dos agentes por ano! O canalha encobre os culpados; para defender o seu tacho prefere o sofrimento da população pelo comportamento dos agentes e que estes também sofram e continuem a suicidar-se. Que outra razão poderá justificar o seu comportamento, se ele próprio o confessa?

Para se constatarem outros factos altamente significativos e descritivos desta situação originada na corrupção, veja-se um artigo publicado sobre o assunto no site da Mentira!Ou ainda uma descrição de porque vivemos numa lixeira.

A única solução para este problema, assim como para praticamente todos os outros indesejáveis e perniciosos que afectam a desgovernação do estado português de modo idêntico, só pode ser a mesma já mencionada: seguir o exemplo do que os outros povos fizeram com os seus políticos para terminar com a corrupção que originou esta situação.

A corrupção não pode ter fim com mezinhas que mais não servem que para atirar areia aos olhos dos eleitores. Nem enquanto for admitida a um só dirigente sequer. A corrupção só poderá começar a ter fim com o fim dos privilégios e da imunidade à responsabilidade dos governantes e outros que tais. Só poderá começar a ter fim quando mais nenhum cargo neste país possa ser atribuído por nomeação em lugar de por concurso público. Só poderá começar a ter fim quando estas medidas forem implantadas e seguidas obrigatoriamente.

Não se pode permitir a formação duma Nova Classe acima da Constituição, da Justiça e da Cidadania nacional e contra o seu artigo 3º, que tudo e todos controle impunemente, aliada aos magnatas da exploração humana.

Enquanto estas medidas não forem adoptadas como norma intransponível e sem excepções, como nas verdadeiras democracias, o descalabro tem que continuar e é tudo mentira!

Para cúmulo. Tem-se assistido ultimamente à ressuscitação do sistema Nazi ditatorial pelo caminho tomado pele governo pseudo-socialista e pseudo-democrata do Zé Sousa.

Se concordam, façam um esforço para o bem comum e passem a palavra em lugar de procederem como carneiros passivos e inactivos. Há quem esteja enganado, pensando que Deus enviará um arcanjo para salvar atrasados mandriões.

Ler mais...

5 de março de 2007

Portugal do Terceiro Mundo
Na Ressaca do Referendo

Os abortos políticos quiseram politizar aquilo em que jamais deveriam ter metido a pata. Não diz respeito aos políticos nem aos partidos interferirem quando se trate dum referendo não político. Não têm esse direito, pelo que fazê-lo só pode tratar-se de abuso de canalhas, tal e qual os outros a que estamos habituados a assistir, mas também a reprovar.

Que princípio é este do médico de família, desconhecido em toda a UE? Só pode ser uma maneira de nos tirar a liberdade de escolher um médico. Porque quererão estes políticos abortos obrigar-nos a ser sempre inferiores a todos os outros? Assim, deste modo eles têm a nossa saúde na mão – ou a falta dela – e proíbem-nos de ter médico. Actualmente há cerca de 180.000 pessoas sem médico. E este número, que cresceu mais desde que o Durão mentiroso disse que as esperas iam diminuir, continua a aumentar em proporções cada vez mais aterradoras. Prova de que os políticos se empenham em acabar com a pobreza matando os pobres sem médico, sem medicamentos, sem dinheiro para comer. E fecham maternidades para fazer abortos nelas!

No caso do referendo, sem que as condições necessárias tivessem sido previamente estabelecidas como nos outros países, as tomadas de posição dos políticos foram tanto mais nojentas quanto mais grave a situação que anteriormente provocaram. As parcas condições desta imitação de sistema de saúde – que também nunca chegou a ter semelhanças com os dos outros países europeus, em que cada um escolhe o seu médico – teve o início da sua destruição pela mão do governo que provocou a falta de médicos actual, chefiado por aquele a quem erradamente chamam de brilhante economista. O tal que administrou tão bem os fundos coesão da UE como se sabe, distribuindo-os pelos políticos e amigos que com eles enriquecerem vergonhosamente, como se assistiu, pondo o restante em circulação, o que resultou na ilusão de grande poder de compra e numa enorme inflação. Não contente com a desgraça e miséria futuras que arquitectou e que agora sofremos, preparou ainda o golpe de misericórdia na população. Diminuindo drasticamente as vagas dos cursos de medicina, de que é consequente a actual falta de médicos, ao atraso e à miséria juntou a doença e o sofrimento pela saúde .

Verdadeiros golpes de mestre, amplamente relatados pelos jornaleiros e reconhecidos pela população de carneiros que por isso lhe quis mostrar esse reconhecimento, elegendo-o. Não é que Portugal é um verdadeiro paraíso para corruptos, malvados e todas as outras espécies de canalhas e parasitas que vivem à custa da miséria que implantam no povo? Haverá ainda quem acredite que os políticos algum dia deixarão de ser o que são, enquanto contarem com a aprovação da maioria dos pobres papalvos que neles continua a votar? É preciso ser português ou atrasado mental para se poder acreditar em tais baboseiras.

Foi assim que se chegou ao estado actual dos serviços de saúde. Os problemas que acaparram e desgraçam a população estão longe de se limitarem a este tópico; porém, o assunto aqui abordado restringe-se à saúde e à assistência que lhe é relativa. É neste sentido que para aqui se transcreve a quase totalidade dum artigo da autoria de Eugénio Fonseca, Presidente da Caritas Portuguesa. As implicações do que acontece e é imposto pelos políticos corruptos aos cegos de espírito, são nele bem elucidativas. A questão do círculo religioso de que o autor faz parte em nada afecta um assunto que diz respeito a princípios humanos, à saúde, à assistência psíquica e social da mulher e da família, assim como ao desprezo que políticos malvados manifestam pela população.


Durante as últimas semanas agitaram-se princípios, discutiram-se conceitos científicos, falou-se de vida e de concepção, estabeleceram-se diferenças entre procriar um ser e formar um futuro cidadão, tentou-se avaliar dissemelhanças entre a genética e as influências do meio envolvente, politizaram-se abertamente opiniões e argumentos, falou-se do papel da Igreja e do Estado, da posição e das influências das concepções religiosas de cada um, formaram-se grupos oficializados num processo mobilizador da sociedade civil - como é uso dizer-se agora -, enfim poucas vezes se viu na rádio, na TV, nos tempos de antena e nos jornais tanta opinião e tão díspares tomadas de posição.

E, no aceso das discussões e da apresentação das opiniões, foi sobressaindo um facto concreto duma importância que consideramos fulcral: a necessidade dum planeamento familiar que atinja todas as camadas sociais, a necessidade de implementar o ensino sobre a sexualidade na juventude, o repúdio da destruição da gravidez como meio anticoncepcional, a verificação de que se impõe à sociedade tomar medidas sérias e urgentes que verdadeiramente permitam que a mulher (e o homem responsável pela gravidez) não necessite, nem sequer de pensar em abortar.

Falou-se muito da fragilidade do ser em formação, à mercê ou não de decisões da mãe, discutiu-se sobre o direito da mulher poder ou não dispor do seu corpo, do seu ventre, de ter ou não em conta os direitos desse ser frágil e incapaz de se defender das prepotências dos adultos.

Falou-se do direito à vida, do direito a ser desejado e do direito a ser um ser adulto de posse de todos os seus direitos de cidadania.

Mas, no meio de todo este "ruído", o argumento que mais me confundiu foi o de não sermos um país tão civilizado como outros que já tinham assumido a liberalização do aborto, nas condições sujeitas a referendo. Mais perplexo fiquei quando, após a divulgação dos resultados, escutei que, a partir de agora, Portugal junta-se aos países defensores dos direitos humanos. Espante-se!

Gostaria, porém, que o grau de civismo de uma sociedade, incluindo a portuguesa, e a luta pelos direitos inalienáveis de cada ser humano fossem medidos pela necessidade de protecção a qualquer ser frágil - independentemente do seu estádio de vida - e com poucas possibilidades de se defender das agressões dessa sociedade.

E nesta linha não posso deixar de pensar que, neste mundo egoísta e individualista, existem milhões de excluídos, de pessoas sem assistência de qualquer tipo, sem tecto, sem água potável, sem medicamentos, e morrendo de fome, nos quatro cantos do mundo. Só, em Portugal, são dois milhões os que vivem no limiar da pobreza e a luta contra a droga, a gravidez precoce, a crescente desertificação ou massificação do litoral, que geram isolamento e solidão, são batalhas mal sucedidas. A lentidão da justiça e a dificuldade dos que não dispõem de recursos financeiros lhe terem acesso em tempo oportuno; o acesso a cuidados de saúde, muitos deles elementares, (milhares sem médico de família e/ou a aguardar uma intervenção cirúrgica) é ainda uma miragem para muitos portugueses; o insuces-so escolar e a falta de infra-estruturas sociais (creches, por exemplo), de ensino, de desporto, de cultura e de saúde são realidades sentidas em vastas zonas do país…

Por causa de tudo isto, e para que se construa um país verdadeiramente civilizado, gostaria que, uma vez resolvido com rectidão e sã consciência este debate de opiniões sobre o aborto, ficasse bem viva no coração de cada português esta necessidade de cuidar dos outros necessitados de apoio e ajuda.

Gostaria que, no seguimento da primeira encíclica de Bento XVI, o Amor aparecesse como fulcro da vida de todos nós, cristãos e não cristãos, como guia do comportamento de todos os cidadãos levando à anulação das condições geradoras de guerras, de terrorismos ou de corrupções.



Outro ponto de vista da situação, entendido por um médico, diferente do precedente, mas não menos explicativo, pode-se ver aqui. Duma coisa não resta qualquer dúvida: todos os governos têm demonstrado que a melhor construção começa pelo telhado e todos se têm esforçado em nos fazer crer que a população para eles só serve para a parasitarem e para viverem à custa dela. De resto que vão para o diabo, que rebentem para aí.

Ler mais...