Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


15 de agosto de 2009

14 de Agosto de 1385

A «derrota definitiva dos castelhanos» (Wikipédia e Fundação Aljubarrota). Presidente da República, Governo, partidos políticos e jornaleiros abstiveram-se de qualquer referência ao facto, um dos três mais importantes da nacionalidade e marco europeu. Férias? Não, todos repulsivos traidores e cobardes.


Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.

Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História.

Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido absorvido para sempre pelo seu poderoso vizinho castelhano.

Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.

A vitória portuguesa em Aljubarrota permitiu também a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos - que, de outra forma, pura e simplesmente não teria ocorrido.

A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu ás gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.



Quando começarão os cobardes e traidores portugueses – encabeçados por politiqueiros e jornaleiros
– a substituir os nossos valores seculares e símbolos nacionais pelos muçulmanos e castelhanos?

Adenda: Siga os dois links no post.

14 mentiras:

Anónimo disse...

Que pena, não haver pena de morte para os traidores.

A. João Soares disse...

Aljubarrota foi sem dúvida um marco na história de Portugal da Europa e da arte militar. Foi o auge da excepcionalidade de D. Nuno Álvares Pereira que vinha mostrando o seu valor nas várias vitórias que teve contra os castelhanos.
Agora, temos um ministro que em visita oficial em Madrid disse ser iberista. E deixaram que continuasse no governo. Depois o PM sabujou-se aos espanhóis chegando ao descaramento de num comício do PSOE fazer um «discurso» em portunhol ou espanhoguês que foi motivo de risota dos da casa, ue nada perceberam mas acharam piada.
No Alentejo o Alqueva foi um pretexto para eles avançarem e tomarem conta dos melhores terrenos.
E o gosto pela língua levou o PM a bajular o ditador Chávez. Até onde chegará isto?
Com a república que temos certamente haverá quem prefira a monarquia espanhola, ao invés dos movimentos da Catalunha da Galiza e do País Basco...

Cumprimentos
João

Mentiroso disse...

Caro A. João Soares,

Os mais altos valores são afastados e substituidos por outros verdadeiramrnte rascas pela maioria dos políticos rascas. Até o bandalho do presidente da república, que tanto aprovou que o Zé Barroso – que aprova e fomenta a corrupção e o roubo na União Europeia, como se lê na imprensa internacional – não deu a mínima importância à comemoração. Que razão temos para não lhe chamarmos também sacana de traidor nacional, bandalho e fala barato? Moeda falsa.

E ainda há quem se admire por os portugueses terem descido tão baixo e serem cada vez mais atrasados.

Anónimo disse...

Pois eu peço imensa desculpa por vos contrariar, mas digo sem qualquer pejo, quem me dera que tivessemos perdido essa batalha e que hoje em dia fossemos todos Ibericos, unidos num so pais, qual era o problema disso? Viria assim tanto mal ao mundo? Ok, nao aconteceu, nao aconteceu, agora ha que defender os nossos interesses, mas se calhar, se tivesse acontecido o contrario nao seria assim tao mau!

A. João Soares disse...

Não podemos negar a história. Se tivesse sido diferente, hoje a situação seria outra e não esta. Talvez estivéssemos a lutar pela independência como o País Basco ou a Catalunha ou a Galiza!!! Ou, com o nosso estilo de poltrões como o anónimo defende, talvez fôssemos apenas uma fonte de mão de obra obediente e não reclamante.
Não adianta perder tempo a analisar hipóteses que já poderiam ter tido oportunidade mas agora são inúteis (?)

Mentiroso disse...

Todos os observadores são da opinião que a Espanha Grande e Una não resistirá à morte do rei Bourbon que lhe foi imposto e que então se desmembrará. Aliás, para isso não deixa de contribuir a «rasquificação» que se tem verificado com a sua descendência. É bem conhecido que os vários países que compõem a Espanha estão descontentes e revoltados com o jugo centralista e não o querem. Alguns patriotas morrem pela liberdade. O desejo de pôr um ponto final ao domínio do velho conjunto de Castelhanos, Leoneses e Aragoneses é cada ano mais forte.

É evidente que o comentário do Anónimo, para além de que alguma razão terá para se esconder, mostra a sua falta de conhecimento da vida real e imbecilidade, para não falar em aberta traição. A desinformação jornaleira nacional joga aí o papel principal, tal como em muitos outros casos de opiniões desajustadas à realidade e concorre para o atraso mental da população. Daqui que tantos oportunistas tentem tirar partido, do que um exemplo actual é a publicidade da publicidade. Talvez que o primeiro anónimo tenha razão em lamentar o desaparecimento da pena de morte para gente desta estirpe.

Anónimo disse...

Ver tambem:
http://resistir.info/portugal/aljubarrota_vg.html
A Revoluçao de 1383-85,
artigo do Gen. Vasco Gonçalves

Paulo Sempre disse...

Uma marco para a ciência militar: "O QUADRADO".
S. Jorge por Portugal!!! Afinal...a fé, nesses tempos, motivava os militares...
Hoje as batalhas são políticas e, por vezes, o inimigo não tem rosto visivel...

Abraço

Paulo Sempre

A. João Soares disse...

Caro Paulo,
O seu comentário toca num ponto que mereceria uma análise cuidada por alguém com saber de sociologia e psicologia. O marketing e as técnicas de acção psicológica vieram substituir a fé religiosa e o patriotismo. Talvez a política não seja uma motivação determinante dos combatentes. A obediência e a disciplina já estão a perder força. É possível que o mercenarismo, com a ambição por riqueza passe a ser o principal móbil, tal como acontece com os políticos que abraçam a «profissão» para enriquecerem rapidamente, sem trabalho nem competência, com imunidade e impunidade de todos os feitios.
No nosso caso a falta de emprego pode levar muitos voluntários ás fileiras bem como as missões no estrangeiro muito bem pagas.
Enfim, um tema complexo que pode dar origem a estudos interessantes.

Um abraço
João Soares

Paulo Sempre disse...

João Soares, escreveu «O seu comentário toca num ponto que mereceria uma análise cuidada por alguém com saber de sociologia e psicologia. »

Concordo consigo!

Porém, hoje poucos são os que escrevem de modo desinteressado. Veja-se a quantidade de livros que se vendem (juntamente com alguns jornais)...
Escrever um livro parece estar na moda. Os pobres - mesmo vivendo do ordenado minimo - compram as revistas "cor-de-rosa" para verem a falsa felicidade dos ricos.
Todos escrevem livros: advogados, policias, analfabetos, políticos, presidentes da república e afins.
Quase sempre a "história do livros" relatam as desgraças do quotidiano ou os feitos dos "visiveis".
Parece que todos querem ser hérois..

Afinal...as leis da história permanecem iguais. O destino do mais fraco foi sempre de desaparecer diante do mais forte ou de ser o seu escravo. O progresso não se realizou nunca de outra maneira...
«Ai dos vencidos!» (Brennus)

Abraço

Mentiroso disse...

Ao longo dos séculos da História nacional, cronistas e autores de documentos, encabeçados por Fernão Lopes, que no entanto não esteve na origem, sempre classificaram os autores de opiniões, acções e reacções do género iberista do actual primeiro-ministro, do comentário acima e de outros tipos semelhantes como de TRAIDORES. Não se pode desculpar tais comportamentos por exagerada tolerância, menos ainda por globalismo. Por demais, exemplos actuais e diários não faltam em demonstração de povos contra os seus dominadores. Mais perto, é impossível pretender ignorar o que se passa na vizinha Espanha, já atrás mencionado. Mesmo assim, aparecem sempre traidores que querem cobrir a luz para que, não se vendo, digam que não existe.

Para quem de má fé pretenda ocultar a sua traição à sombra da Abrilada, poderá seguir o link que um Anónimo colocou no seu curto comentário.

Paulo Sempre disse...

«Ó tu, Sertório, ó nobre Cariolo,

Catilina, é vós outros dos antigos

Que contra vossas pátrias com profano

Coração vos fizestes inimigos:

Se lá no reino escuro de Sumano

Receberdes gravíssimos castigos,

Dizei-lhe que também dos Portugueses

Alguns traidores houve algumas vezes».

(Luiz de Camões in Lusíadas, IV, 58)

Anónimo disse...

Eu temo é a substituição dos nossos valores pelos da judiaria internacional e que está a ocorrer em grande escala na nossa pátria e pelo mundo inteiro.
Aos muçulmanos muito devemos da nossa cultura e do nosso espírito independente. Muito lhes devemos em particular pelos nossos descobrimentos.

Mentiroso disse...

Caro Anónimo,
Quaisquer valores que substituam outros sem regra nem motivo e que por vezes são inferiores, são objectáveis. O grande problema com os judeus é nos países onde abusaram sacrificando-os inutilmente, agora se mostrem demasiado arrependidos. A contrição é sempre louvável, mas os exageros nunca. Não se apaga a história outorgando privilégios imerecidos e injustificáveis nem permitindo que a vítima se torne carrasco. Contudo, se é certo que foram os muçulmanos quem nos transmitiu muito do saber das culturas da chamada Antiguidade Clássica, que por seu intermédio chagaram até nós cruzando o preíodo negro da Idade Média, eles atravessam presentemente um período indesejável de execrando fanatismo, que por isso mesmo é altamente reprovável. Por outro lado, também não nos afectam assim tanto, pelo menos por enquanto. O que mais nos afecta e prejudica nesta altura é o que se pode ler no link deixado por outro anónimo num comentário acima, da autoria do General Vasco Gonçalves.