Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


21 de outubro de 2011

Prós e Contras da Coelheira Governamental

Antes das eleições tinha escrito em vários artigos que sob a desculpa do FMI este governo da coelheira iria aproveitar a ocasião para aplicar medidas que alargassem o fosso entre ricos e pobres. Houve incrédulos e críticas ao que era mais do que evidente, não obstante até o Coelho o dizer, primeiro abertamente e depois à socapa.

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10 de abril de 2011

O Fim do Gozo

O Mário Soares largou uma sentença das suas na semana passada, obviamente dirigida a amnésicos. É o costume do que ouvimos dos políticos.

Segundo ele, um pedido de ajuda financeira externa ao FMI não acarretaria maiores problemas do que aqueles que o país suportou quando ele era primeiro-ministro.

Será mesmo assim, como ele afirmou? Recordemos um pouco e comparemos as circunstâncias. Na altura, Portugal tinha já estoirado a fortuna nacional do Estado Novo. Contudo, o país conservava os seus meios de produção. Havia uma agricultura que alimentava a população, com raras importações. Havia uma pesca que não só alimentava, mas exportava. Havia alguma indústria que também exportava. O que não havia era tantas sanguessugas a que agora chamam investidores estrangeiros que levam os lucros para os seus países, claro.

Sem muitos exemplos, recordemos que das mais de 250 fábricas de conserva de peixe da altura pouco mais de duas dezenas restam. Entretanto, os acordos do Cavaco com a UE fizeram abater a quase totalidade da frota pesqueira nacional enquanto os outros países as aumentaram (ex.: Espanha que pesca onde o Cavaco acordou proibição para nós). Idem para a agricultura, tanto quanto à sua aniquilação quanto ao que se passou na UE (ex.: França), que não só protegeram as suas como investiram na reciclagem dos (nessa altura) filhos dos agricultores. A indústria veio a receber o golpe cavaquista muito mais tarde por não ter sido também reciclada, modernizada, tanto os industriais como o seu pessoal tornando-se improdutivos com o tempo e incapazes de atingir salários decentes.

São caminhos e procedimentos cujos resultados levam obrigatoriamente muito mais de uma década a produzir efeito. Tal como com a falta de médicos, «encomendada» (decretada) pelo Cavaco no seu último ano de governo.

Portanto, a referência do Mário Soares sobre este assunto não é mais verdadeira que sobre outros. Mentiu de novo descaradamente à população, um mestre vigarista, como nos habituou a reconhecê-lo através dos tempos. O género de gente que uma população de atrasados mentais adora e nela vota. Idem com o Cavaco, com o Coelho, com o Sócrates, com o Louçã, com os Portas, etc. O Jerónimo parece ser actualmente o menos vigarista do panorama político, ainda assim puxado para a falsidade, como todos os políticos, devido às preferências do povo. O povo tem realmente obtido aquilo que tem procurado. Se não é o que queria, o que procurou é de certeza.

Em consequência da diferença entre o Portugal de há 30 anos e o de agora, também haverá uma diferença entre as consequências da ajuda do FMI, entre a anterior e a presente. É mais que evidente que não tendo agora Portugal a décima parte dos recursos de subsistência de então, a miséria só poderá ser muito maior e de muito, mas muito mais longa duração. Prepare-se, pois, a população, para mais de uma geração de miséria, de fome, de doenças sem médicos nem meios para tratamentos. Provavelmente, acontecerá como nos EUA: quem precisar de um rim, dum coração ou de qualquer outro órgão, ou o paga ou morre. Quem não tiver saúde não terá direito a viver. Quem não tiver dinheiro não terá direito a comer. Põe-se mais polícias na rua, como quer o Portas, para espancar os pobres que vão ser obrigados a roubar. Aumenta a miséria, aumenta o crime, aumenta o cacete.

Obrigado, Cavaco. Os carneiros já lhe agradeceram reconhecidos pela desgraça que lhes preparou, elegendo o seu carrasco. Vai-te algarvio cínico, volta para o Poço de Boliqueime a comer dentro da tua gaveta. Vai-te, pai da fome e da miséria e leva contigo o judeu do interior, que por não ensinar a polícia, ela anda armada em justiceira a matar gente com direito a julgamento e num país onde nem a pena de morte existe. Vai para ao pé do teu vizinho da casa de férias e convida os ladrões da tua quadrilha que têm andado por aí a roubar os bancos, pela Galp e outros antros de podridão e de meios de extorquir o dinheiro ao povo.

A crise nacional é nacional e tem uma origem conhecida. O fundo europeu de coesão, destinado a organizar e modernizar o país para o futuro (hoje), foi desbaratado, roubado e distribuído pela corja dos governos do Cavaco, pelos seus acólitos, famílias e amigos de corrupção, com o seu assentimento, sob a sua responsabilidade, deixando o país como se sabe. Os governos que se lhe sucederam nada fizeram para o evita, donde não podem estar isentos de culpa. A crise mundial apenas veio dar o golpe de misericórdia.

Quem se lembrar sabe que foi desta forma que se passou e não como as guerras das máfias de ladrões pelo poder apregoam, para sacar os votos aos pobres abortos. Os partidos políticos aproveitam a crise para se inculparem mutuamente, por ganância egoísta e em desrespeito dos interesses nacionais, em lugar de analisarem a situação e apresentarem soluções válidas.

Entretanto, a população europeia começa a dar-se conta das causas da crise mundial de que está a ser alvo. Os carneiros pacóvios portugueses ainda não se deram de nada, mas o Blog do Leão Pelado publicou um explicação de acordo com o que se passa há já cerca de duas semanas. A este propósito, vejam-se estas informações importantes:

Nasce em Bruxelas um grupo de pressão contra o lobby bancário


Islandeses rejeitam pagar dívida [dos seus bancos] ao Reino Unido e Holanda


Os Fazedores de Crises Financeiras


Colapso Económico, Fome e Miséria Programados e Iminentes
Longo de quase 14min, mas informativo e muito esclarecedor


Coelho, desesperado, trai e convida Fernando Nobre para o partido

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21 de outubro de 2010

O Decreto (Orçamento) da Fome

Soneto de José Régio escrito em 1969 sobre Salazar e o seu tempo. Dir-se-ia que foi há menos de uma semana. A este respeito pouco muda em Portugal, apenas altos e baixos. Pelo menos as moscas são as mesmas ou as descendentes. Os caracteres até parecem os do momento exacto que se vive. Note-se que os 6 contos de então eram muito menos do que aquilo de que os biltres usufruem agora. Roubam-nos!

«José Régio e o seu burro» - por Hermínio Felizardo


Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.

Recebido por e-mail.

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7 de julho de 2010

Atraso Planeado

Portugal é um dos países mais pobres da UE. Sem ajuda do estado mais de 60% da população estaria na pobreza extrema. Quase meio milhão usufruem do Rendimento de Inserção Social, dos quais mais de metade são idosos. Mais de 1.800.000 famílias vivem com cerca de €460 mensais. Factos concretos e realistas referidos no noticiário da SIC da noite passada.

Há burlas ao sistema, mas os funcionários responsáveis continuam impunes. Para resolver as burlas, a corja neo-liberal pretende acabar com estas ajudas, ou seja, obrigar os pobres a matar-se ou a tornar-se criminosos e aumentar a repressão social.

As razões da misértia são múltiplas e as mais importantes são sem qualquer dúvida as consequências do que os governos do Cavaco fizeram dos fundos de coesão da EU, cuja finalidade era precisamente a de preparar o país para enfrentar a concorrência futura. Em seu lugar, esses governos roubaram o dinheiro, como verificámos pelo súbito enriquecimento dos políticos ladrões e corruptos, das suas famílias e amigos, dos militantes, e ainda pela destruição da indústria, das pescas, da agricultura, dos caminhos de ferro e de outras estruturas básicas nacionais. Ora esses fundos eram precisamente para uma renovação do que foi destruído. Em lugar da evolução esperada deu-se uma desevolução. Arruinou-se o país.

Quando o governo do Cavaco chegou ao fim, tinha provocado a inflação e uma dívida superior a 5% após ter posto o restante dos roubos em circulação para os pelintras pensarem estar ricos e lhes sacar votos. Diminuiu as vagas para medicina, causando a actual falta de médicos, o que se traduz por assassinar a população. Idêntico, melhor ou pior ainda que os malfadados fechos de unidades de saúde pelo actual governo? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Para acompanhar a desgraça, esses governos foram os que cavaram a enorme diferença nacional entre ricos e pobres, que continua e é de longe a maior na UE. Há quem afirme que o Sócrates é o pior primeiro-ministro que Portugal jamais teve. Para nosso azar não conseguiu mais que um segundo lugar bem afastado do grande vencedor.

Infelizmente e como se isso não chagasse para nos tratar da vida, as desgraças não têm unicamente esta origem, pois que todos os partidos e governos se têm empenhado afincadamente nessas diferenças, nessa desgraça, na construção da miséria. Uma delas tem sido o fosso cavado entre certas zonas do país cada vez menos desenvolvidas e as outras, devido a medidas desajustadas ou populistas de todos os governos. Outra é o controlo ou a administração das auto-estradas. Tanto num caso como no noutro aplicaram-se medidas contrárias àquelas que os países que progrediram usaram para desfazer essas diferenças. Como esperar, pois, parvamente, o contrário? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Os governos, com grande algazarra de pura demagogia e propaganda política para fixar as populações nas suas terras, enganaram todos os crédulos aliviando os impostos às empresas que nelas se estabelecessem. Medida falsa que jamais atinge (nem atingiu, como se provou) os fins falsamente apregoados. Com efeito, nos países que se desenvolveram enquanto Portugal foi retrogradando, as medidas foram bem diversas. Às firmas foram efectivamente diminuídos os impostos, mas duma importância muito inferior àquela que os vigaristas incapazes (mas ladrões eméritos) cá concederam. Afinal, as empresas que para lá se transferiam ou iniciavam já usufruíam da vantagem do pagamento de salários inferiores às médias nacionais. Foi, pois, aos próprios residentes que os impostos foram reduzidos, o que não só lhes melhorou a vida e o interesse de permanecerem nas suas terras, com atraiu gente rica que queria reduzir os seus impostos, mas que dava emprego aos autóctones. Simultaneamente, construíram as infra-estruturas e os apoios administrativos e sociais necessários. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Alguma vez algum governo cá fez algo semelhante? Como esperar, se não pois, resultados contrários aos que os países avançados atingiram? Só um simplório acreditará, mas simplórios mentais é o que por cá mais abunda.

Uma decisão governamental idiota tomada por alguns governos de países extremamente atrasados, como a Espanha e brutamente copiada por Portugal, foi o subsídio único de paternidade. Para que serve, se nada vai mudar às variadas deficiências vitais permanentes?

Outra medida tomada pelos países avançados para o desenvolvimento geral e em especial para algumas regiões foi a do facultamento do acesso aos meios de comunicação. É mundialmente conhecido que a sua falta é o maior travão ao desenvolvimento. Como resultado e prova basta-nos ver que os países onde as comunicações são, ou foram, mais baratas, são precisamente aqueles que mais se desenvolveram. Todas as comunicações, incluindo as rodoviárias. Vemos ainda como actualmente, por exemplo, a UE controla as tarifas das chamadas internacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Os residentes necessitam dessas facilidades para se desenvolverem. Um país em condições excepcionais ou especiais é a Suíça, por se encontrar em pleno eixo rodoviário Norte-Sul do transporte de mercadorias. Um enorme número de camiões a atravessa, utilizando as suas auto-estradas que desde a sua construção foram sempre gratuitas. Todavia, o desgaste e estrago provocado por camiões pesados é incomparavelmente maior do que aquele que origina o tráfico ligeiro. O governo federal tomou finalmente uma medida, há cerca de 25 anos. Uma vinheta, comprada pelos utilizadores das auto-estradas, tornou-se de afixação obrigatória. O preço é quase ridículo, visto ser baixo, anual e dar o direito de acesso a todas as auto-estradas nacionais. Os residentes no país usam-nas quase diariamente, donde o custo se torna verdadeiramente baixo, quase simbólico. Porém, para os tais muitos camiões, mas em que cada um só passa de vez em quando, o preço significa um montante muito mais pesado. O desenvolvimento nacional nunca foi, assim, travado com custos de comunicações. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?

Uma análise sobre as comunicações como base de desenvolvimento dum país ou duma região foi há muitos anos publicada no Site da Mentira. Nada mudou, entretanto. Nem as sucessivas tentativas dos neo-liberalistas em sacrificarem o desenvolvimento nacional aos seus princípios desadaptados. Neste caso, tratando-se de indubitável interesse nacional, terão de ser classificados como traidores desses mesmos interesses nacionais.

O princípio do utilizador-pagador que apregoam não é uma justiça, como mentem à boca cheia, mas apenas um travão ao desenvolvimento. Provado e mundialmente conhecido, salvo em Portugal, pelo mesmo motivo do costume: a ignorância geral nacional gerada pela corja de jornaleiros desinformadores e falsários que mentem, encobrem, filtram e encenam notícias e informações, resultado de que a corrupção política se aproveita e serve sem pejo.

O povo português vive no engano e no logro, mas contente por ser gozado. Poucos no país têm estes conhecimentos porque em lugar de se servirem das suas cabeças para pensar, tentando obter as informações de fontes diversas, apoiam-se nas patranhas com que lhes alimentam uma mentalidade raquítica atrofiada pela desinformação persistente. Ciclo vicioso.

Há muito que o PSD não é o que muitos ainda crêem. Desde o tempo do Cavaco do cabouco; ele originou a desgraça nacional e roubou o futuro aos portugueses. Com o decorrer dos tempos, o PSD mudou radicalmente a sua doutrina de base, facto recentemente duplamente provado pela repetição da eleição de um chefe de clã da máfia dos mais neo-liberais, o grupo internacional que provocou a crise mundial por deixar os interesses financeiros imporem-se aos humanos. Daí, a luta de traição à nação pelo modo acima mencionado acerca do pagamento das auto-estradas, aliás já bem pagas e repagas.

Também é sabido o quão raro um governo consiga subsistir quando obrigado a impor restrições financeiras ou que durante a sua vigência se produza um grande incremento da miséria, dependente ou não da sua política. O desejo de cada um querer melhorar a sua vida é um direito justificável. É igual em todo o mundo, pelo que ao presente governo deverá acontecer idêntico, ainda que uma maioria esteja, por uma vez, acertadamente convencida de que outro partido não faria melhor, como resulta de todas as sondagens sem excepção. As sondagens pouco poderão valer, mas as condições vigorantes em que elas se façam tem sempre significado e influência, ainda que as ideias e as reacções sejam bastante voláteis.

Foi a maioria do PSD que provocou a derrocada das finanças ao estado actual. Grande mal será para o país se um partido dominado por um grupo neo-liberal conseguir chegar ao poder. Pior ainda quando o partido afirma querer pôr o CDS com ele no governo. Prestemos atenção ao que dizem entre dentes e não aos discursos de banha da cobra para nos ludibriar.

Embora a crise mundial vá lentamente passando, as suas consequências continuarão a sentir-se por longo tempo nos países mais frágeis. O suficiente para o povo ser torturado pelos neo-liberais. A precariedade só pode aumentar num país que ponha as empresas à frente das pessoas, sobretudo quando aquelas, após terem sido dizimadas pelos governos do Cavaco, não têm preparação nem estrutura para vingar.

O Pedro Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira, o Porco em Pé, o chefão deles no parlamento e tantos outros, andam muito calados, mas todos eles têm apregoado bem alto como querem destruir a Segurança Social e o sistema de saúde, já de si os piores da Europa. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro dar esta informação importante? O que será então dos portugueses atirados para a miséria, com o ainda maior aumento do fosso entre ricos e pobres que eles gerarão de novo, com piores esperanças e menos apoio quando o desemprego os atingir?

Se isso chegar, que será, então, dos mais de 60% da população em pobreza extrema? Se o Sócrates já é um neo-liberal que tanto tem destruído, ainda que afirmando o contrário, que se passará com quem não pára de afirmar ideias muito mais progressistas nesse sentido? Aplicando as ideias do actual PSD, que nalguns pontos até batem as do CDS, os mais de 60% da população em pobreza extrema terão que roubar se não quiserem morrer à fome. Em lugar de os alimentar e ajudar, esse governo investirá numa polícia que, já destreinada e extremamente mal preparada, os abaterá a tiro enquanto as mulheres e as filhas irão prostituir-se para não morrerem à fome.

Embora alguns continuem enganados, as estradas pagas são um caminho para ajudar atingir este fim eficientemente devido às consequências a que muitos chamariam de colaterais.

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15 de agosto de 2009

14 de Agosto de 1385

A «derrota definitiva dos castelhanos» (Wikipédia e Fundação Aljubarrota). Presidente da República, Governo, partidos políticos e jornaleiros abstiveram-se de qualquer referência ao facto, um dos três mais importantes da nacionalidade e marco europeu. Férias? Não, todos repulsivos traidores e cobardes.


Para a Europa, a Batalha de Aljubarrota constituiu uma das batalhas mais importantes ocorridas em toda a época medieval.

Para Portugal, esta batalha, ocorrida no planalto de S. Jorge no dia 14 de Agosto de 1385, constituiu um dos acontecimentos mais decisivos da sua História.

Sem ela, o pequeno reino português teria, muito provavelmente, sido absorvido para sempre pelo seu poderoso vizinho castelhano.

Sem o seu contributo, o orgulho que temos numa história largamente centenária, configurando o estado português como uma das mais vetustas e homogéneas criações políticas do espaço europeu, não seria hoje possível.

A vitória portuguesa em Aljubarrota permitiu também a preparação daquela que seria a época mais brilhante da história nacional - a época dos Descobrimentos - que, de outra forma, pura e simplesmente não teria ocorrido.

A Batalha de Aljubarrota proporcionou definitivamente a consolidação da identidade nacional, que até então se encontrava apenas em formação, e permitiu ás gerações futuras portuguesas a possibilidade de se afirmarem como nação livre e independente.



Quando começarão os cobardes e traidores portugueses – encabeçados por politiqueiros e jornaleiros
– a substituir os nossos valores seculares e símbolos nacionais pelos muçulmanos e castelhanos?

Adenda: Siga os dois links no post.

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15 de abril de 2009

Investimento e Consumo
ou o Fim do Planeta?

O investimento é sempre produtivo e gerador de riqueza no sistema neo-liberal e capitalista selvagem em que vivemos, iniciado nos EUA na década de 1950 e que se estendeu a quase todo o mundo. Baseado no consumo e numa produção de artigos de curta duração, a sua eficiência é garantida e provada por décadas em que o desperdício planificado sempre produziu os resultados aguardados.

Numa tal conjuntura não restam dúvidas que os planos do governo de investimentos em grandes obras garantem produção de riqueza, mesmo o mais descabido e inútil de todos, o das linhas de comboio a alta velocidade, completamente desnecessário no país. É assunto confirmado por várias décadas de experiência. Os ataques contra a ideia com base na sua ineficiência só podem pois ser ouvidos por desactualizados que o ignorem, os quais não faltam e de que os políticos, génios do marketing, sabem bem aproveitar-se. Resta que jamais se deveriam conceber investimentos com uma tal inutilidade. Os dois factos demonstram por um lado a idiotice da concepção, por outro a má fé nas objecções.

Esta má fé tem sido amplamente usada e inflada pela oposição do PSD, um partido que tem mal em se encontrar na oposição e que demonstra bem a má índole dos políticos (desse partido ou não, neste ponto todos são iguais) na sua luta desenfreada para conquistar um poder que por falta de controlo e sua desonestidade endémica lhes tem permitido tudo açambarcar e roubar e ficarem indemnes devido à falta de poder associativo da população e sua ignorância, assim como a uma justiça mandriona, podre e corrupta até à medula, que esconde os seus defeitos e incapacidade sob uma capa de arrogância.

Temos visto, ultimamente, a Manela Leiteira falar com uma segurança que só lhe é possível mediante essa grande ignorância da população, assim como à sua mentalidade tão enormemente retardada que se esquece completamente do passado e crê no que os bastardos vigaristas lhe contam a ponto de serem eles mesmos os primeiros culpados da corrupção política. Com efeito e como se tem verificado, o povo, em geral, sempre ataca qualquer governo, sobretudo quando ele não lhes encha o prato e a bolsa, defendendo a oposição. Ora é este o modelo ideal para perpetuar o sistema das oligarquias mafiosas. Voltando-se ora contra uns, ora contra outros, vão-se elegendo corruptos para substituírem outros corruptos, mantendo simultaneamente o ciclo e o sistema. Votar neles é apoiá-los, dizer-lhes que se está de acordo com as suas canalhices, pulhices, baixeza, imoralidade, injustiças, roubos – é mais do que absolvê-los, é aprová-los. Não se compreende como se pode ser tão estúpido a ponto de aprovar aquilo de que se reclama sem cessar. Os políticos, exímios em marketing, a sua primeira e por vezes única formação com alto aproveitamento, não vão deixar de aceitar o que os pobres bobos lhe oferecem num tabuleiro.

A camelice está tão entranhada que resultou na eleição daquele que até hoje mais contribuiu para a desgraça nacional; quem lhes roubou a comida do prato, diminuiu os ordenados, não restaurou o sistema de saúde, diminuiu drasticamente o número de médicos ao ponto que se conhece, etc. Sobretudo, empurrou-os para uma longa penúria por não ter preparado o país para a sua junção ao sistema económico europeu (a junção à moeda única) com os fundos de coesão para esse fim. O pai da miséria nacional. Este processo que demorou uns 15 anos a instaurar-se não poderá ser ultrapassado em menos do dobro desse tempo. Não tenhamos ilusões.

Há quem o queira desculpar dizendo que até hoje esses fundos continuam a jorrar. Pois continuam, mas o tempo passou, a altura para o fazer também e agora nem as empresas nem os trabalhadores – ambos sem formação contínua – estão aptos a competir com os outros países, europeus ou não. Nesta altura, Portugal atravessa duas crises: a mundial, do consumismo e do capitalismo selvagens, devida a um sistema contra a própria Terra e tudo o que ela engloba, incluindo a própria existência humana e a crise nacional da inaptidão instaurada no país pelos governos do Cavaco. O seu crime é tanto maior por ser economista de formação.

Vem a chiba Leiteira contar-nos historietas para adormecer intoxicados, retardados mentais, desinformados, anestesiados e outros mamões porque sabe que eles o são a ponto de virem a votar na sua enorme bestialidade. Bestialidade e malvadez que ela e o seu comparsa Cagão Feliz comprovaram aquando no governo: planearam a exterminação dos sistemas de pensões e de saúde baseados na solidariedade. Inacreditável. É um facto que ela esconde e que os papalvos esqueceram. A ignorância dos portugueses devido à desinformação é de tal ordem que existem muitos que nem acreditam que Portugal é actualmente o único país europeu em que é vedado ao cidadão escolher o médico, que nos outros países, para além dos hospitais, todos os médicos trabalham nos seus consultórios para o sistema nacional de saúde, que existem tarifários acordados entre o equivalente da Ordem dos Médicos e os governos que compreendem todos os actos médicos e que eles são assim retribuídos. Pudera, com o sistema que se tem bem podem construir hospitais, que nunca chegarão. Temos um sistema arcaico do tipo comunista da ex-URSS e satélites.

Voltando aos investimentos, em nenhum caso o seu sucesso económico garantido deve ser tomado como um trunfo, pois que esse sucesso existe apenas mediante o sacrifício do Planeta. O sistema de consumo selvagem actual não pode perdurar paralelamente à vida na Terra. Nos últimos 30 anos destruíram-se 33% dos recursos do planeta. Mais 60 e será a razia completa. Daí, esses investimentos são condenáveis por este motivo apenas e não pelos que a chiba inventa e nos quer impingir mentindo descarada e desavergonhadamente. Só a consciência da ignorância nacional lhe permite todas estas imposturas de maligna. Tem o direito de desacordar e a obrigação de não mentir.

Outro facto contrário a nossa existência na terra e aos nossos descendentes é os governos estimularem a reprodução humana e a imigração para aumento das populações já demasiado grande, unicamente para aumentar o consumo. O seu aumento apenas servirá para abreviar a subsistência da Terra. Outros métodos em que o consumo decresça, a fabricação de bens mais duráveis, assim como a diminuição da população mundial são imprescindíveis se quisermos que os nossos netos tenham netos. Não subsiste hoje qualquer dúvida a este propósito.

Tanto os planos do governo, anti-vida terrestre, ruinosos e supérfluos, quando outros investimentos se justificam como muito mais necessários, como as bestiais barbaridades da Manela Leiteira são contra a natureza, para o empobrecimento e, sobretudo, perpetuam a continuidade do mau sistema.

Se queremos realmente extirpar este cancro das oligarquias mafiosas, gananciosas e corruptas, teremos de pôr um cabresto nos corruptos que as formam para dominá-los por completo. Enquanto não se operar nesse sentido não se tem o direito de reclamar.

Conheça mais sobre a história do consumismo e de como começou, do bem-estar fictício, do progressivo e inexorável extermínio da vida na terra, num filme instrutivo. Nota: Este filme pode vir a ser retirado do servidor.

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27 de março de 2009

Corrupção e Bandalheira Gerais

A corrupção continua de vento em popa. Cada vez que alguém surge a fsalar contra ela é logo condenado, afastado, calado, apontado como dizendo falsidades e desacreditado. Já vimos isso acontecer a vários (infelizmente poucos) dos quais o caso do Cravinho é de certo o mais conhecido e lembrado.

Veio agora o Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto, meter de novo a colher em campo de corrupção e responsabolização. esta última é também a maior chaga que apoquenta o bando de incapazes que prospera pelo país fora. Ninguém quer aceitar qualquer responsabilidade, seja do que for. Para onde o mandarão quando ele terminar o seu actual mandato? Caso a seguir...

É evidente que ao ele falar logo se levantaram vozes reaccionárias. Que mais se esperaria? Como não têm resposta às questões levantadas, insultam, mentem, desculpam-se atacando. Novidade? Na bandalheira geral nacional e na defesa da corrupção é de certo o mais comum. Concebeu-se a ideia errada, impingida por políticos corruptos no seu interesse próprio, que a desresponsabilização é aceitável e até normal. Assim, eles, os maiores canalhas, podem lavar as mão e continuar a roubar o Estado impunemente.

No que o Marinho e Pinto mente, descaradamente ou para aliviar a carga, é em dizer que a polícia judiciária é das melhores da Europa e que por isso é conhecida. Afinal, não fazem eles parte da mesma geração rasca que se tem expandido por todo o país, tal como os próprios juízes, cuja confiança geral neles tem baixado a pique a cada ano que passa, a pondo de hoje ninguém neles confiar? A PJ também, nenhuma polícia doutro país nela confia e tem feito um nome que pior seria impossível. Estão ao mesmo nível da bandalheira geral.

Não se pode aventurar muito neste caso do Freeport, mas é evidente que se coincidência existir nas alturas em que veio ao de cima, será de admirar. As coincidências existem, naturalmente, mas são sempre de desconfiar, muito mais quando se repetem, como no presente caso. Mais não se pode dizer, apenas que da parte dos políticos tudo é verdadeiramente de esperar sem surpresa, pois que são a maior ralé que existe ao cimo da terra, compondo-se de bandos de parasitas cujo propósito não é o de governar o país, mas o de em nome disso roubarem quanto podem, raramente se interessando pelo que deveria ser o seu trabalho.

Afinal, nada mais sabem fazer, nada mais lhes interessa. Pelos resultados do seu procedimento podem considerar-se como traidores. Em Portugal, esses resultados dificelmente poderiam ser mais evidentes. Até os países da antiga Cortina de Ferro vão passando todos à frente, um após outro. Com corrupção e políticos assim não pode haver progresso. Ates da Abrilada tínhamos um atraso de pouco mais de 20 anos sobre a média europeia; há cerca de dois anos o Eurostat afirmou que esse atraso era superior a 52 anos.

Agradeçamos ao sua autor principal, que esbanjou os fundos de coesão europeus, ainda roubados pelos políticos e seus compadres. Não houve formação de empresários nem de trabalhadores. As frotas de pesca foram abatidas, a agricultura foi dada a outros países que por ela se interessaram, a indústria foi devastada. Como não esperar a situação de miséria actual? Com esse caminho e esses métodos, só um perfeito desmiolado esperaria progresso. Os portugueses provaram ser ainda piores que isso, pois que elegeram o seu próprio carrasco a presidente!

Não obstante tudo isto, seria bom que se viesse a conhecer que o caso do Freeport fosse uma conspiração política ajudada por jornaleiros já de si imundos mesmo sem o presente caso. Não é que nos interesse defender o Sócrates ou qualquer outro da mesma massa de que todos eles são feitos com as raríssimas excepções que provam a regra. O interesse nesse sentido seria que finalmente se apanharia uma realidade incontestável, a qual demonstraria o que aquela gentalha realmente é; que serviria de exemplo e de toda a razão para muito maior pressão sobre eles: para os controlar.

Que importam os partidos na conjuntura nacional actual? Os partidos, tal como se apresentam em países oligárquicos como Portugal, não são mais do que formações mafiosas alta e extrememente maléficas para o país, sejam quais eles forem, apenas camufladas sob um nome de partido. Note-se como esta cambada deturpa os verdadeiros ideais dos seus partidos. O Partido Socialista, por exemplo, toma decisões neo-liberais definitivamente contra os seus ideais de base. O PSD, contrariamente ao que o seu nome indica e aos ideais da sua fundação, coloca-se totalmente à direita. Não foram os PSDs dos países do Norte da Europa que financiaram e ajudaram a fundar o PS portugês? Existem documentos da época a provarem-no. Este facto tem sido camuflado por ambos e escondido a ponto que quase todos se esqueceram. Cada um deles quer ceifar em seara alheia.

Se, para além de todas as outras calamidades, os partidos não justificam os seus ideais não podem merecer a mínima confiança da parte da população. Não servem o que deveriam ser as suas funções, são uma escória pretenciosamente política.

Mais uma vez se recorda que enquanto a população nada fizer no sentido de controlar esses animais sanguinários (matam sem arma, mas efectivamente de diversos modos) raivosos de ganância e de roubo, nada poderá mudar. Foi assim – domando os animais políticos – que se chegou à democracia nos países mais democráticos, por isso os mais desenvolvidos socialmente: dominando os políticos e jamais permitindo que sejam eles a dominar-nos. Poderia ser diferente em Portugal? De outro modo, sem isto, não há nem pode haver democracia; o resto mais não é do que simples acessórios que sem a base apenas mascaram. A este propósito veja-se também o post imediatamente anterior a este.

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19 de abril de 2007

Alguns Acontecimentos Recentes

Alguns acontecimentos recentes que demonstram a amplitude da miséria nacional, a baixeza de tantos, a pluralidade do oportunismo, a corrupção arvorada em afronta desavergonhada, o povo gozado descaradamente. Acções de verdadeiro banditismo. Traições. Enfim, nada de novo; acontecimentos mas não novidades, apenas repetições nojentas.

Um automóvel por dia
Onde é que o Millenium (nome latino escrito correctamente) vai buscar o dinheiro para um auto/dia? Num país onde saber pensar é um atributo raro, a não ser para saber vigarizar e viver na e com a corrupção de que o alto dá o exemplo, a publicidade dificilmente poderia ser mais eficaz. Todos pensam que não faz mal que uns sejam roubados para que outros tenham mais ou outros ganhem o automóvel. Não há capacidade para discorrer que a possibilidade de ganharem é menos que ínfima e que, nisto como em tudo, a corrupção é de quem dirige e atribui a quase totalidade dos prémios, o que reduz ainda mais as chances. A culpa dos roubos autorizados só pode caber a quem os autoriza.

Um parasita favorece a estimulação do desemprego
O parasita que dirige o BP (que outra coisa poderá ser alguém que ganhe mais que várias famílias reunidas?) diz que o governo devia provocar mais desemprego, a que ele chama mobilidade, como noutros países. Mas o parasita não diz que enquanto nesses outros países essa opção foi devidamente preparada. Antes de a possibilidade de despedimentos ter sido adoptada, os governos estruturaram as condições. Reciclagem de conhecimentos especializados de trabalhadores para poderem obter outros empregos dentro de pouco tempo, apoios sociais e indemnizações que lhes permitem viver entretanto e não morrer de fome como cá. O espertalhão não passa disso, um pobre aldrabão enriquecido à custa da miséria geral.

Bons resultados financeiros na saúde
Há cerca de um mês era notícia que a despesa pública com a saúde tinha descido regularmente desde há três anos. Como se deverá interpretar esta descida, face ao modo como os bandos de chupistas nos governos têm tratado o caso? Será por haver muitas centenas de milhares de pessoas sem médico, ou pelo método de assassinar os velhos, tirando-lhes o apoio à saúde que os poderia manter vivos? Também se verificou como o governo anterior dava garantias, quase diariamente, de que o tempo de espera para certas consultas e operações cirúrgicas ia diminuir enquanto, na realidade, se atingia o maior rácio de aumento dos tempos de espera na história nacional. Bem hajam os vigaristas burlões.

Os portugueses exigem melhor
O PR anda a apregoar a sua falsa campanha para a inclusão social, que pretende ser uma mezinha à exclusão que os assaltantes do seu partido nos governos que ele chefiou – de que era, portanto, o primeiro responsável e de que nunca prestou contas nem foi responsabilizado – provocaram ao assaltarem, roubarem e desbaratarem os fundos cujo o uso adequado teria evitado a exclusão. Em consequência, os atrasados mentais portugueses não deram importância, mas estão a pagar em dinheiro, sofrimento e até com a própria vida.

Não obstante os factos, ao inaugurar um hospital já inaugurado, declarou aprovar as diferenças entre os serviços de saúde privados e os do Estado. Estará o ignóbil irresponsável a querer dizer que nos outros países o serviço de saúde é idêntico, sendo a diferença unicamente nos serviços de hotelaria incluídos? Ou será que quando diz que se a discriminação se justifica por os portugueses serem cada vez mais exigentes com os referidos serviços de saúde enquanto que estes são cada vez mais degradados e degradantes?

Incrível monstruosidade
Insulto geral à mentalidade da população

Das declarações da Universidade Independente – após anúncio oficial da sua porta-voz em que seriam "bombásticas" – pode dizer-se que os Himalaias pariram um ratinho branquinho. Que mais se pode concluir, senão que estas declarações "bombásticas" foram submetidas a pressões políticas = corrupção ao mais alto nível. Um governo digno, e honesto formado por políticos também honestos.

O conjunto destes acontecimentos só pode ser interpretado por um insulto geral ao povo, tomando-o por muito mais embrutecido do que aquilo que ele já é. É chamar estúpidos a todos em geral e por isso os tomar. É um acto que só pode ser fruto da maior baixeza moral e de pobreza de espírito, de repugnante impostura e malvadez. É uma afronta nacional de bastardos. É tanto mais grave quando vem do professorado corrupto, que afinal, mais não são que miseráveis indignos.

Não são provas novas, é apenas continuidade. Continuidade no mesmo âmbito de os políticos dizerem que guardam os lugares de chefia e melhor remunerados para eles ou para pessoas de sua confiança, após cada eleição. Lugares a que se deitam de ímpeto ao assalto como salteadores, como se dum espólio de guerra se tratasse. Se em todos os países minimamente democráticos essa necessidade de confiança não tem lugar nem justificação, é de se perguntar: Que poderão ter de tão importante para esconder por pessoas de sua confiança, se não for a corrupção e a ganância?

Mais assassínios planeados
O governo decidiu assassinar uma mulher por dia, consciente e premeditadamente. Como? Simplesmente por lhes recusar o direito à vacina contra o cancro do colo do útero. Segundo estatísticas há muito conhecidas e verificadas, portanto seguras, é este o número de mulheres que se poderiam salvar por ano se tivessem acesso à vacina. Este número seria ainda superior se os corruptos parasitas se ocupassem em pôr de pé um sistema de despistagem gineco-oncológico.

Esta falta aplica-se à maioria das doenças evidentemente, e é pela sua falta que a esperança de vida, que nos outros países não pára de aumentar, em Portugal não só estacionou como até recuou. A prevenção é praticamente inexistente, preferindo-se as despesas com os tratamentos subsequentes. Em seguida suprimem-se os tratamentos para quem não os puder pagar

Os políticos corruptos assassinam assim a população discriminadamente. Alguém ouviu o bando de jornaleiros desinformadores denunciar estes factos? Farão tramóia com os politiqueiros corruptos, ou ajudarão os interesses políticos dos depravados que dominam os interesses das empresas de desinformação?

Malandragem – Rufiagem
Ouvindo José Ribeiro e Castro e Paulo Portas na RTP1, não adiantou nada. Foi uma conversa na continuidade do que já se conhece. O primeiro poderá não ser o que faz falta ao país (ao diabo as necessidades do seu partido), mas pode ser considerado por um dos políticos menos corruptos, o que o distingue da maioria. O outro também se distingue da maioria, mas para o lado oposto. Já conhecemos o fiteiro cínico que é, o cobarde que deu o salto quando as suas ideias e as dos seus pareso no governo foram rejeitadas. O contrário do Guterres, um dos raros políticos honestos que deixou a corrupção para trás por não a poder suportar e não fazer o que a sua consciência lhe mandava.

Quando um político da direita anda por feiras, praças e mercados a sacar votos àqueles a quem pretende tramar, está tudo dito. Pretende impingir a ideia de que defende os interesses daqueles que dependem do sistema de saúde, como ele diz. Contudo, quando esteve no governo, os seus pares tentaram destruir esse sistema por completo, pior ainda do que agora. Só não tiveram tempo. Que vá intrujar o diabo (os seus pares).

Apesar disto, os portugueses estão tão mentalmente atrasados e os confrades do seu partido são tão malvados, que os primeiros continuarão a acreditar piamente nas suas patranhas e continuarão a ser logrados do mesmo modo, enquanto que os segundos nunca escolherão um homem honesto para os chefiar porque em Portugal a honestidade não tem valor, não dá glória nem dinheiro, nem leva a lado algum útil. O tacho é que manda e quem garanto o tacho com a mentalidade da população é o Paulo Portas.

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