Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


16 de julho de 2011

Cavaco, o Chefe da Quadrilha que Desgraçou o País e Assassina os Cidadãos

Que o bandido destruiu as pescas, a agricultura e a indústria é do conhecimento geral, embora a corja jornaleira encubra tanto quanto pode, a fim de provocar a sua eleição e reeleição por um povo desinformado e por ela embrutecido. Muitas dos seus feitos gloriosos, porém, não voltaram ainda à superfície e continuam escondidos e abafados pela mesma corja jornaleira que manipula as notícias.

Quem colocou os primeiros professores a contrato, simultaneamente aumentando os próprios vencimentos e da malta do partido em serviço no governo, direcções, gestores, deputados, em 51%?

A máfia cavaquista caiu em cima dos fundos europeus de coesão -- destinados a preparar Portugal para o futuro, agora -- com enorme sofreguidão. Roubaram quanto puderam para eles, para as famílias e amigos. Canalizaram parte desses roubos para as suas contas em bancos e offshores. Tão fascinados ficaram com o assalto que se esqueceram de cuidar da economia. Os sobejos do que restou do gamanço e que ainda eram muito, puseram-nos a circular para a população ter a ilusão de que tinha enriquecido e não precisava mais trabalhar – dá sempre votos dum povo desnorteado que nem de se aperceber das consequências é capaz.

Fazemos aqui um aparte para nos perguntarmos: se fôssemos cidadão dos países que mais contribuíram mandando para cá o dinheiro que pagaram com os seus impostos e víssemos o que o governo do Cavaco fez dele, engendrando a miséria que se vê, estaríamos dispostos a dar-lhes mais?

Não foi ele também o inaugurador das instituições, das fundações e das empresas públicas e semipúblicas, das parcerias publico-privadas, etc., para albergarem os parasitas das máfias? Não foi ele quem inventou os 25 conselhos fiscais das empresas públicas, constituídos por cinco parasitas cada, pagos a Esc. 250.000$00 mensais cada para se reunirem uma vez por ano? (De notar que o símbolo € substitui Esc. e não o $, como os animais pedantes jornaleiros começaram a escrever e os iletrados ignorantes logo papaguearam.)

Já se esqueceram todos de quem era o mentor dessa corrupção e que queria que o governo do Guterres lhes pagasse indemnizações astronómicas quando saíssem? Porém, o Guterres limitou-se a anular o Decreto-Lei que os tinha nomeado mediante outro DL! Também diminuiu o número dessas comissões de parasitas, mas não teve a coragem de acabar com elas para os seus boys. Lixaram-se e esse mentor passou a odiar quem os lixou e a justiça com que foi feito. O povo foi de tal modo desmemoriado que esse palhaço de vigarista-mor, mordomo do cavaquismo, pode andar agora a pavonear-se por aí armado em cavaleiro anticorrupção com a sua banha da cobra, que ninguém se recorda: o Rui Rio, pois é, paspalhões de garganta.

A região dele tem mais de 50% de beneficiários de RMG, ele diz que se deve acabar com esses subsídios e essa ideia-crime leva os pacóvios a votarem nele. Muitos recebem esse subsídio indevidamente por incapacidade dos irresponsáveis que lho atribuíram e esses, sim, deveriam reembolsar o estado, mas denunciá-lo não dá votos, dá mais abastardando a verdade, como faz o vigarista. A maioria dos políticos são da sua região e ele reclama contra Lisboa, como se o local onde eles se encontrassem (fosse Faro, Guarda ou Bragança) pudesse ter algo a ver com os corruptos; e os mesmos parrecos espertalhaços bebem-lhe o vomitado e votam nele.

Que direito a reclamar pode ter alguém que aprove estes mafiosos, pais da corrupção nacional? Os tripeiros acham-se tão espertos, mas deve ser só das orelhas, que como se vê pelo comportamento são como a restante populaça, sem qualquer diferença, nem mais carneiros nem menos carneiros: iguais. É geral. Os políticos logram-nos com a mesma facilidade com que o fazem com a restante população: usam os seus fracos e anestesiam os inocentes com histórias de embalar para lhes sacarem votos. A imaturidade política sem igual é geral.

O Catroga fez um Decreto-Lei para aumentar a sua reforma e outro que, para acabar com a concorrência que a Cabos d’Ávila fazia a empresas que ele administrava, a impeliu à falência. É um dos exemplos que mostram bem que políticos ligados a finanças ou são corruptos ou acabam por o ser. Jamais chegar a faísca perto do carburante.

Diminuindo drasticamente as vagas para medicina (1, 2), o Cavaco tem assassinado uma boa parte da população, cortando-lhe o acesso à assistência médica e aumentando as esperas do modo que se conhece, em que se obtém uma consulta depois do mal se ter tornado crónico ou se ter morrido.

Vem agora, em discursos falaciosos, como costume seu, apregoar um sistema de saúde a duas velocidades: uma para que tem dinheiro e outra para quem não o tem. Pretende assim o embusteiro preparar o caminho para a destruição dum sistema que ele quase incapacitou pela falta de médicos que lhe impôs, aprovando as ideias neoliberais do criminoso que nomeou
http://mais-mentiras.blogspot.com/2011/06/pr-nomeou-criminoso-conscientemente.html

como primeiro-ministro. Quer – e consegue devido à ignorância geral imposta à população pela sistemática desinformação jornaleira – convencer a população do contrário da realidade. De que existem sistemas idênticos ao nacional que funcionam perfeitamente e sem financiamento extra, como na Suécia e outros, nenhum neoliberal fala. Escondem também, os mesmos defensores do neoliberalismo, que pode existir um sistema completamente privado e 100% democrático por ser obrigatória e totalmente 100% igual para todos, eficientemente fiscalizado pelo governo, como na Suíça e outros.

Porque será que ninguém faz a mínima menção a estes casos concretos, reais e comprovados há tantas décadas? Não é novidade. Em ligar disso vem o presidente impostor, como o aldrabão neoliberal que é, dizer que com a falta de dinheiro será necessário que o governo entregue parte dos serviços de saúde aos privados. O hipócrita não encobre o que se fica atrás, que todos ou quase todos conhecem, para suportar os ideais neoliberais do governo e que são os seus. O que se pretende deste modo não é apenas aprofundar o fosso entre ricos e pobres, já o maior de toda a União Europeia, mas também fomentar exponencialmente a podridão dos já existentes hobbies da saúde para políticos e compadres açambarcarem os lucros.

Isto, porque a ideia é de alargar e aprofundar o fosso entre mais ricos e mais pobres, em que Portugal, aí sim, ocupa um lugar no topo, com a maior diferença salarial entre os 20% mais bem pagos e os 20% mais mal pagos. Ora a eliminação desta proporção é que deveria ser o objecto número um de qualquer governo, mas do que nenhum até hoje se ocupou. Para quê, se os carneiros se limitam a balir e a votar (aprovar)?

(Como se prevê que a corrupção e o neoliberalismo se prepararem para mais este massacre da população – um golpe considerado pelas organizações humanitárias como um atroz ataque aos Direitos Humanos, coisa praticamente desconhecida em Portugal e de que nem se fala – outros artigos serão publicados ou republicados sobre este já tão antigo assunto da saúde.)

Só há um meio de impedir que os políticos corruptos obrem contra os interesses gerais da população: controlá-los. A constituição, de natureza antidemocrática, presume exactamente o contrário, resultando no que se vê. É natural que eles não queiram acabar com os seus privilégios, roubos e impunidade. Por isso, se a bem não for, terá que ser a mal.

Ainda nos noticiários de 15-7 ouvimos esse pulha ordinário que gesticulava e grunhia como um porco no parlamento, pior do que no extremo oriente, criticar o bastonário da Ordem dos Advogados ao este apontar aos juízes as culpas e os males de que a população inteira se queixa por, dizia ele, não é com críticas que se muda.

Ah não? Será então continuando a aceitar e sem reconhecer os erros que eles algum dia serão corrigidos? Não é unicamente pelo reconhecimento dos erros que os podemos emendar? Quer também calar o Eurostat sobre o assunto e as empresas que fogem de investir em Portugal para evitarem o risco que a justiça as faz correr?

Esse rude animal que deveria viver numa pocilga é muito querido do seu partido exactamente porque copiando a baixeza da cabra mais ordinária que jamais existiu na política nacional por ter conseguido, com esse comportamento, os votos da população incivilizada e ordinária, que infelizmente não é uma minoria. Tendo-se o que se quer, porquê e para quê mudar?

É frustrante, ver como a maioria dos portugueses não passa de ovelhas docilizadas e passivas. Isso explica o estado actual de tudo em continuação dum passado muito igual. Não é novo e os escritores mais conhecidos do séc. XIX escreveram suficientemente acerca do assunto para que o saibamos. É a fonte da miséria nacional. Por experiência, também, sabemos que se isso não mudar é absolutamente desnecessário reclamar, gritar, esbracejar. Ou se aceita calado ou se obriga a mudar, a bem de preferência, senão pela força.

Veja-se como a mudança dos partidos no governo têm mantido a miséria e a falta de democracia, assim como aumentado o fosso entre mais ricos e mais pobres; idem com a justiça:
Ganância e Perversidade Política (Janeiro de 2007)


Algumas citações antigas adequadas ao corrente estado em que vivemos:

-Todo o homem é culpado do bem que não fez. – Voltaire
-O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror. – Oscar Wilde
-Para ser popular é necessário ser uma mediocridade. – Oscar Wilde
-Quando quem manda perde a vergonha, quem obedece perde o respeito. – Salazar
-A desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos. – Friedrich Nietzsche
-A loucura é algo raro nos indivíduos – mas nos grupos, partidos, povos e épocas é a norma. – Friedrich Nietzsche