Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


7 de julho de 2012

A Escumalha Política
Para Lembrança dos Amnésicos

Transcrição integral de dois artigo de Fernanda Câncio no Diário de Notícias. Para memória de fanáticos partidários, desmiolados e outros amnésicos e traidores que continuam a aprovar a corrupção porque é o seu partido. São estes e os jornaleiros coniventes que enganam a população os verdadeiros culpados do estado a que o pais chegou devido ao seu suporte incondicional. Tudo se poderia resumir numa curta frase: Os bandos de cabrões que nos governam e nos desinformam.

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23 de maio de 2012

Justiça Portuguesa —
Justiça Fantoche e Corrupta

Transcrição integral dum e-mail recebido do conhecido movimento Fartos Destes Recibos Verdes sobre uma tentativa de calar as justas reclamações e comentários no site dos Precários Inflexíveis. Lendo-o, vemos como uma justiça corrupta se esforça por defender ladrões de justas críticas e reclamações.

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29 de março de 2012

«Mentir É a Minha Profissão»

Ou «Mentir É a Minha Vocação». Este título é o mais apropriado e a única conclusão possível para quem tenha ouvido o Coelho, esteja ao corrente da realidade das circunstâncias económicas e financeiras nacionais e conheça as opiniões da totalidade dos economistas mundiais, de renome ou não.

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23 de março de 2012

CAV Anulado? Mentira!

O Cadastrado anunciou que o projecto do comboio a alta velocidade tinha sido definitivamente anulado. Trata-se de mais um golpe do mais nojento marketing político.

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15 de setembro de 2011

Mudança das Moscas

Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.

Afinal, não obstante os muitos incrédulos, sempre era verdade. Todas as análises publicadas neste blog – cujos links se repetem no final – têm sido confirmadas. Para as que ainda não foram basta pacientar um pouco mais para o tempo o constate igualmente.

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5 de setembro de 2011

Fome e Miséria Para Uns – Esbanjamento Para Outros à Conta da Miséria dos Esfomeados

O governo anunciou um assassínio em massa para muito em breve. Quem o ouviu, decerto o compreendeu. Todas as prestações do sistema de saúde vão ser reduzidas. Apenas para os que não possam pagá-las, entenda-se bem, porque se estes não podem pagá-las, outros podem. Até existe uma linha de tráfico de influências para se tratarem no estrangeiro à nossa custa.

A declaração mais clara a este respeito foi o anúncio de que iriam assassinar a maioria dos que necessitam do implante dum órgão para poderem viver. A declaração da intenção de matar mais clara seria impossível, pois que foi literalmente mencionada na reportagem que a mostrou.

Isto é intolerável, pois que nenhum estado das finanças o justifica. Temos dois exemplos de serviços de saúde autofinanciados: o da Suécia e o da Suíça. São sistemas opostos.

O da Suécia é do género do nacional, mas sem os problemas portugueses: ao pessoal não lhes chamam «trabalhadores», mas trabalham: cada imposto ou contribuição tem o seu destino e nunca vai para um saco azul da corrupção, donde as contribuições para a saúde estão separadas das outras.

Na Suíça os impostos e as contribuições também têm destino. O serviço nacional de saúde é 100% privado, financiado a 100% pela população e 100% igual para todos, sem excepções. Apenas aos raros que não possam pagar, o estado subsidia os prémios das seguradoras.

Portanto, como e porquê reduzir as prestações por causa dum eventual buraco financeiro do governo? Que políticos merdosos temos, incapazes até de copiar o que já está feito e comprovado com bem? Para o que está errado é que não há hesitação, copia-se logo. Facilmente transformaram Portugal na estrumeira mundial que passou a ser.

Outras referências ao sistema de saúde serão publicadas ou republicadas por se tratar de casos de abuso e de malvadez extremamente graves.

Entretanto, massacram-se os mais pobres com impostos e cortes nos auxílios e isenções que lhes permitem viver, enquanto NADA em absoluto foi reduzido nas mordomias no estado nem das máfias que constituem os partidos políticos que continuam constituídos em associações de malfeitores. A corrupção vai de vento em poupa e os empregos do estado são dados a amigos partidários. O número de nomeações deste governo já supera o do anterior no mesmo período de tempo. Os vigaristas cobardes tentam escondê-lo, publicando apenas um terço dessas nomeações na internet. Os parasitas roubam os empregos a concurso para gente competente, desempregada, que acaba por viver na miséria ou ter que emigrar.

Aos que mais ganhavam nada foi tirado. Os ordenados exponenciais continuam impavidamente, na sua maioria ultrapassando os dos seus homónimos beneficiários em comparação directa. Seria um abuso se não fosse um escândalo da mais alta roubalheira e vigarice quando comparados através dos níveis nacionais.

Até o próprio anão que anda de joelhos, não obstante já ter há muito provado que o partido do governo é mais seu do que dos que o compõem, recrimina duramente os factos mencionados nos dois parágrafos anteriores.

O que não se compreende é que com tanta razão se tenha reclamado dos mesmos roubos, abusos e açambarcamentos durante o governo anterior, como os testemunhos e as denúncias que este autor publicou imensas vezes, enquanto agora poucos rejeitam o seu partidarismo de cegos embrutecidos ou de carneiros idiotas. Afinal, para eles a seriedade dos partidos depende apenas de ser ou não o seu. Afinal, estas mentes obtusas merecem bem ser gozadas e a miséria em que estão. Foram eles quem permitiu aos políticos espezinhá-los e ainda lhes agradecem. Têm o que querem, não têm motivo de queixa.

Em apenas três meses de governo, o Coelho provou e comprovou tudo do que os posts anteriores lhe previam (alguns links ao fim). «Prever» nem é o verbo adequado, tão claramente se lia entre as linhas de discurso do Coelho e dos seus acólitos algozes. Ou seja, era mais do que esperar para um indivíduo que convida o Loureiro Ladrão para seu conselheiro e com tão boa escola como a que teve nas empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde até entrar para o governo desempenhou responsabilidades de gestão directa e teve como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros:

Os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira. Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambiente, que detém duas empresas de resíduos presididos por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente.

Vigarista de alto calibre, faz tudo o que reprovou sobre o governo anterior e o contrário da propaganda para tolos na sua vergonhosa campanha de marketing eleitoral.

Caramba, que esperar desta gentaça? Tudo em família (máfia).

Ninguém viu o que estava nos posts publicados e foi publicado durante a acompanha eleitoral. Ou melhor, viram os caracteres e que eram letras, mas não conseguiram juntá-las e entendê-las: são analfabetos mentais. Limitaram-se todos a beber o vomitado da repugnante personagem. Agora digiram-no. Havia não inúmeros indícios, mas provas constantes que os basbaques, de vácuo no cérebro, não só não compreenderam, mas de que tampouco se aperceberam. Aguentem agora e preparem-se para morrer estoicamente pela causa que defenderam. Porque para o fim do ano ou já se tem começado a morrer a granel e se cala e admite ou haverá uma grande estampida (do género das do farwest selvagem dos cowbois da América do Norte do séc. XIX – Cattle Stampede).

O problema não está nos políticos, nascidos e criados com a restante população. O problema não está no Sócrates nem no Coelho nem nos ordinários. É um problema duma sociedade de que a corrupção geral e a vigarice se apoderam. Ser trabalhador é mal visto pelos colegas, e os calões adoptaram o nome de «trabalhadores». Roubar «umas coisitas» no escritório onde se trabalha é considerado normal e quando um ladrão rouba a culpa é da vítima por se ter deixado roubar. Simular uma avaria no veículo para a segurador pagar a viagem de retorno, também não é considerado um crime planeado. Adoptaram costumes retrógrados e acham-se avançados, substituíram valores comprovados por princípios rascas. É uma sociedade rasca que rasca os erres.

Em previsão da repercussão dos roubos dos pobres, o ordinário do ministro do interior já começou a preparar medidas de repressão para os criminosos da fome: retirou os agentes a paramilitares dos serviços de secretariado e vai mandar todos para uma escola de assassinos, porque não vão ser preparados e educados como os gregos ou os ingleses.

Para quem se tenha já esquecido tão rapidamente, o ministro citado é um ordinário porque as pessoas não mudam, muito menos nos três meses que decorreram desde que ele se comportava como uma besta ordinária no parlamento, mostrando claramente os seus baixos sentimentos com o palavreado que usava e tão bem lhe assenta e descreve. Estará já esquecido ou acham-no seu semelhante? Este facto, em conjunto com o da labrega da Manela Leiteira comprovam que para ser ministro em Portugal basta ser sacana e ordinário. Eis aqui a base justificativa do respeito e da consideração que esta canalha merece. Se qualquer merecimento deve ter uma justificação, aqui está uma, mais do que suficiente. É uma vergonha ter ministros como este e como os aldrabões vigaristas do Zé Aguiar ou o Corta-Relvas. Gente que só alguém tão baixo como eles desejaria por amigos. Patenteiam a «classe» de quem lá os coloca.

Giro giro é o que se vai passar com o comboio a alta velocidade (CAV) se este governo durar até à ocasião. Estão a jogar sobre a possibilidade (que tomam por certeza) de estarem na oposição quando a data da sua construção chegar. Durante o governo anterior formularam os mais ferozes ataques contra a sua construção, assim como sobre um novo aeroporto para Lisboa, encobrindo sistematicamente que a origem da ideia era exclusivamente sua, do tempo do Barroso. Abafaram e abafam que foi esse governo que efectuou os acordos para os subsídios da UE. Agora, o governo actual encontra-se com a sua própria bomba no colo, decisão de suspensão tomada é apenas provisória. E mais um assunto que põe à vista a capacidade mental daqueles que lhes deram ouvidos.

Para o aeroporto existem várias ideias de substituição, mas limitaram-se a combater a sua própria ideia e não apresentaram nenhuma.

Querem e sempre quiseram que as linhas fossem construídas e apenas se contradisseram para atacar o governo da altura por saberem que o povo é néscio e aceitariam a contradição sem a mínima reflexão. Estamos a ver como se saem da alhada, sabendo que presentemente é muitíssimo mais fácil de convencer a UE de que desistem devido ao estado calamitoso das finanças nacionais. Contudo, apenas suspenderam.

De qualquer forma a linha Lisboa – Madrid era a única justificável por fazer parte do plano de comunicações europeu. A Lisboa – Porto era um erro desnecessário, o que não elimina a necessidade de grandes melhoramentos nela. Quanto à Porto – Vigo, curta e sem passageiros, cuja própria exploração actual está em causa, a sua inclusão no plano não foi mais do que o resultado da conhecida ronha e inveja tripeiras, por vezes justificável, aqui obviamente não. A linha Lisboa – Madrid é imprescindível para a exportação de mercadorias e pode ser utilizada para passageiros do CAV. Porque não? É provável que qualquer governo que avance com o CAV para esta linha empurre a ideia dum aproveitamento sequencial para o CAV. Contrariamente às desinformações apregoadas pela jornaleiragem, a Espanha não suspende nem fecha nenhum ramo que ligue directamente à rede europeia.

Pelo que se constata, a quase totalidade da população ainda está convencida de que vive em democracia e de que o sistema nacional é democrático. Ainda não compreendeu que a condição única e sine qua non para a mais rudimentar democracia é a participação da população que controla os políticos. Caso isto não exista, o sistema é uma fantochada, uma oligarquia partidária. No caso nacional é ainda uma pedantocracia dominada por uma corrupção reconhecida e indirecta e inconfessadamente aprovada. Enquanto este sistema não mudar não poderá haver esperança de imaginar parvamente que os políticos representam os que os elegeram, em cujo interesse obrarão. Ingenuidade impingida pelo embrutecimento por obra da jornaleiragem desinformadora.

O Ronald Reagan não foi um modelo de democrata num país que de democracia apenas tem o nome, até porque nem pertencia ao partido desse nome. Contudo, no dia em que inaugurou o seu mandato pronunciou estas palavras:
From time to time, we have been tempted to believe that society has become too complex to be managed by self-rule, that government by an elite group is superior to government for, by, and of the people. But if no one among us is capable of governing himself, then who among us has the capacity to govern someone else?


Links para artigos anteriores mencionados no post, descrevendo o que se iria passar (o presente):

Os Reis da Mentira     20-5-2011

Quem Cala Consente –
Quem Vota Aprova
    9-5-2011

Desesperos dum Ganancioso     8-5-2011

Vergonhosas Campanhas Eleitorais dos Ladrões Nacionais     28-4-2011

Debacle     14-4-2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?     13-4-2011

Quem Será Que Mente Mais?     4-4-2011


Vote nas sondagens sobre Portugal

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16 de julho de 2011

Cavaco, o Chefe da Quadrilha que Desgraçou o País e Assassina os Cidadãos

Que o bandido destruiu as pescas, a agricultura e a indústria é do conhecimento geral, embora a corja jornaleira encubra tanto quanto pode, a fim de provocar a sua eleição e reeleição por um povo desinformado e por ela embrutecido. Muitas dos seus feitos gloriosos, porém, não voltaram ainda à superfície e continuam escondidos e abafados pela mesma corja jornaleira que manipula as notícias.

Quem colocou os primeiros professores a contrato, simultaneamente aumentando os próprios vencimentos e da malta do partido em serviço no governo, direcções, gestores, deputados, em 51%?

A máfia cavaquista caiu em cima dos fundos europeus de coesão -- destinados a preparar Portugal para o futuro, agora -- com enorme sofreguidão. Roubaram quanto puderam para eles, para as famílias e amigos. Canalizaram parte desses roubos para as suas contas em bancos e offshores. Tão fascinados ficaram com o assalto que se esqueceram de cuidar da economia. Os sobejos do que restou do gamanço e que ainda eram muito, puseram-nos a circular para a população ter a ilusão de que tinha enriquecido e não precisava mais trabalhar – dá sempre votos dum povo desnorteado que nem de se aperceber das consequências é capaz.

Fazemos aqui um aparte para nos perguntarmos: se fôssemos cidadão dos países que mais contribuíram mandando para cá o dinheiro que pagaram com os seus impostos e víssemos o que o governo do Cavaco fez dele, engendrando a miséria que se vê, estaríamos dispostos a dar-lhes mais?

Não foi ele também o inaugurador das instituições, das fundações e das empresas públicas e semipúblicas, das parcerias publico-privadas, etc., para albergarem os parasitas das máfias? Não foi ele quem inventou os 25 conselhos fiscais das empresas públicas, constituídos por cinco parasitas cada, pagos a Esc. 250.000$00 mensais cada para se reunirem uma vez por ano? (De notar que o símbolo € substitui Esc. e não o $, como os animais pedantes jornaleiros começaram a escrever e os iletrados ignorantes logo papaguearam.)

Já se esqueceram todos de quem era o mentor dessa corrupção e que queria que o governo do Guterres lhes pagasse indemnizações astronómicas quando saíssem? Porém, o Guterres limitou-se a anular o Decreto-Lei que os tinha nomeado mediante outro DL! Também diminuiu o número dessas comissões de parasitas, mas não teve a coragem de acabar com elas para os seus boys. Lixaram-se e esse mentor passou a odiar quem os lixou e a justiça com que foi feito. O povo foi de tal modo desmemoriado que esse palhaço de vigarista-mor, mordomo do cavaquismo, pode andar agora a pavonear-se por aí armado em cavaleiro anticorrupção com a sua banha da cobra, que ninguém se recorda: o Rui Rio, pois é, paspalhões de garganta.

A região dele tem mais de 50% de beneficiários de RMG, ele diz que se deve acabar com esses subsídios e essa ideia-crime leva os pacóvios a votarem nele. Muitos recebem esse subsídio indevidamente por incapacidade dos irresponsáveis que lho atribuíram e esses, sim, deveriam reembolsar o estado, mas denunciá-lo não dá votos, dá mais abastardando a verdade, como faz o vigarista. A maioria dos políticos são da sua região e ele reclama contra Lisboa, como se o local onde eles se encontrassem (fosse Faro, Guarda ou Bragança) pudesse ter algo a ver com os corruptos; e os mesmos parrecos espertalhaços bebem-lhe o vomitado e votam nele.

Que direito a reclamar pode ter alguém que aprove estes mafiosos, pais da corrupção nacional? Os tripeiros acham-se tão espertos, mas deve ser só das orelhas, que como se vê pelo comportamento são como a restante populaça, sem qualquer diferença, nem mais carneiros nem menos carneiros: iguais. É geral. Os políticos logram-nos com a mesma facilidade com que o fazem com a restante população: usam os seus fracos e anestesiam os inocentes com histórias de embalar para lhes sacarem votos. A imaturidade política sem igual é geral.

O Catroga fez um Decreto-Lei para aumentar a sua reforma e outro que, para acabar com a concorrência que a Cabos d’Ávila fazia a empresas que ele administrava, a impeliu à falência. É um dos exemplos que mostram bem que políticos ligados a finanças ou são corruptos ou acabam por o ser. Jamais chegar a faísca perto do carburante.

Diminuindo drasticamente as vagas para medicina (1, 2), o Cavaco tem assassinado uma boa parte da população, cortando-lhe o acesso à assistência médica e aumentando as esperas do modo que se conhece, em que se obtém uma consulta depois do mal se ter tornado crónico ou se ter morrido.

Vem agora, em discursos falaciosos, como costume seu, apregoar um sistema de saúde a duas velocidades: uma para que tem dinheiro e outra para quem não o tem. Pretende assim o embusteiro preparar o caminho para a destruição dum sistema que ele quase incapacitou pela falta de médicos que lhe impôs, aprovando as ideias neoliberais do criminoso que nomeou
http://mais-mentiras.blogspot.com/2011/06/pr-nomeou-criminoso-conscientemente.html

como primeiro-ministro. Quer – e consegue devido à ignorância geral imposta à população pela sistemática desinformação jornaleira – convencer a população do contrário da realidade. De que existem sistemas idênticos ao nacional que funcionam perfeitamente e sem financiamento extra, como na Suécia e outros, nenhum neoliberal fala. Escondem também, os mesmos defensores do neoliberalismo, que pode existir um sistema completamente privado e 100% democrático por ser obrigatória e totalmente 100% igual para todos, eficientemente fiscalizado pelo governo, como na Suíça e outros.

Porque será que ninguém faz a mínima menção a estes casos concretos, reais e comprovados há tantas décadas? Não é novidade. Em ligar disso vem o presidente impostor, como o aldrabão neoliberal que é, dizer que com a falta de dinheiro será necessário que o governo entregue parte dos serviços de saúde aos privados. O hipócrita não encobre o que se fica atrás, que todos ou quase todos conhecem, para suportar os ideais neoliberais do governo e que são os seus. O que se pretende deste modo não é apenas aprofundar o fosso entre ricos e pobres, já o maior de toda a União Europeia, mas também fomentar exponencialmente a podridão dos já existentes hobbies da saúde para políticos e compadres açambarcarem os lucros.

Isto, porque a ideia é de alargar e aprofundar o fosso entre mais ricos e mais pobres, em que Portugal, aí sim, ocupa um lugar no topo, com a maior diferença salarial entre os 20% mais bem pagos e os 20% mais mal pagos. Ora a eliminação desta proporção é que deveria ser o objecto número um de qualquer governo, mas do que nenhum até hoje se ocupou. Para quê, se os carneiros se limitam a balir e a votar (aprovar)?

(Como se prevê que a corrupção e o neoliberalismo se prepararem para mais este massacre da população – um golpe considerado pelas organizações humanitárias como um atroz ataque aos Direitos Humanos, coisa praticamente desconhecida em Portugal e de que nem se fala – outros artigos serão publicados ou republicados sobre este já tão antigo assunto da saúde.)

Só há um meio de impedir que os políticos corruptos obrem contra os interesses gerais da população: controlá-los. A constituição, de natureza antidemocrática, presume exactamente o contrário, resultando no que se vê. É natural que eles não queiram acabar com os seus privilégios, roubos e impunidade. Por isso, se a bem não for, terá que ser a mal.

Ainda nos noticiários de 15-7 ouvimos esse pulha ordinário que gesticulava e grunhia como um porco no parlamento, pior do que no extremo oriente, criticar o bastonário da Ordem dos Advogados ao este apontar aos juízes as culpas e os males de que a população inteira se queixa por, dizia ele, não é com críticas que se muda.

Ah não? Será então continuando a aceitar e sem reconhecer os erros que eles algum dia serão corrigidos? Não é unicamente pelo reconhecimento dos erros que os podemos emendar? Quer também calar o Eurostat sobre o assunto e as empresas que fogem de investir em Portugal para evitarem o risco que a justiça as faz correr?

Esse rude animal que deveria viver numa pocilga é muito querido do seu partido exactamente porque copiando a baixeza da cabra mais ordinária que jamais existiu na política nacional por ter conseguido, com esse comportamento, os votos da população incivilizada e ordinária, que infelizmente não é uma minoria. Tendo-se o que se quer, porquê e para quê mudar?

É frustrante, ver como a maioria dos portugueses não passa de ovelhas docilizadas e passivas. Isso explica o estado actual de tudo em continuação dum passado muito igual. Não é novo e os escritores mais conhecidos do séc. XIX escreveram suficientemente acerca do assunto para que o saibamos. É a fonte da miséria nacional. Por experiência, também, sabemos que se isso não mudar é absolutamente desnecessário reclamar, gritar, esbracejar. Ou se aceita calado ou se obriga a mudar, a bem de preferência, senão pela força.

Veja-se como a mudança dos partidos no governo têm mantido a miséria e a falta de democracia, assim como aumentado o fosso entre mais ricos e mais pobres; idem com a justiça:
Ganância e Perversidade Política (Janeiro de 2007)


Algumas citações antigas adequadas ao corrente estado em que vivemos:

-Todo o homem é culpado do bem que não fez. – Voltaire
-O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror. – Oscar Wilde
-Para ser popular é necessário ser uma mediocridade. – Oscar Wilde
-Quando quem manda perde a vergonha, quem obedece perde o respeito. – Salazar
-A desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos. – Friedrich Nietzsche
-A loucura é algo raro nos indivíduos – mas nos grupos, partidos, povos e épocas é a norma. – Friedrich Nietzsche

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5 de julho de 2011

Descubram Porque Faltam Médicos

O seu médico já tinha terminado o estágio e praticava perto do fim do segundo mandato do Cavaco? Pergunte-lhe porque faltam agora médicos, que ele sabe e explicar-lhe-á. Desconhecia? Veja porquê no cabeçalho do blog da Mentira! e para o que serve a canalha desinformadora. Está lá há seis anos e nada mudou, só se agravou.

O ano de 1986 - o primeiro de Cavaco Silva como primeiro-ministro - foi aquele em que foram abertas menos vagas de Medicina no pós-25 de Abril. Foram criados apenas 190 lugares, cerca de 11% da actual oferta. Por isso, encontrar hoje um médico com cerca de 43 anos - que terá entrado para o curso nessa altura - pode ser considerado um verdadeiro achado. … … Só em 2002 se ultrapassaram (1002) os valores de 1977.
Ver [aqui] o texto completo do parágrafo acima.

Enquanto se escorraçam os médicos portugueses do sector público e se os empurram para o privado? Há qualquer coisa aqui que não joga. E é um grande jogo que não se fica no fecho de vagas em medicina efectuado por esse grande patriota de nome Cavaco Silva quando foi primeiro-ministro. E que dizer dos comentários dos investidores no tesouro da saúde, reiterando que o estado não precisa cuidar da saúde pública mas apenas pagá-la aos negociantes privados, que ainda há dias investiam em chouriços e agora investem em saúde. E, afinal, pensando bem, pelo que se vê, por vezes, será assim tão diferente?
Ver [aqui] o texto completo do parágrafo acima.

Ao falar do SNS, não posso deixar de referir que grande parte das dificuldades que tem vivido nos últimos anos são devidas à redução de profissionais que resultou da redução da entrada de alunos para as faculdades de medicina nos anos de 1990, quando era primeiro ministro o actual candidato, Cavaco Silva. … … Eu sou responsável pelo que fiz há 20 anos, há 10, há cinco, portanto os outros também devem ser responsabilizados por isso.
Ver [aqui] o texto completo do parágrafo acima.


O seu médico informá-lo-á ainda de que a redução das vagas para medicina foi imposta pelo Cavaco para satisfazer e promover os hobbies da saúde, que reclamavam que se houvesse menos médicos no SNS eles teriam mais clientes. Aguardem um pouco mais e constatem como o actual governo se vai aproveitar da situação e o que vai fazer com os ditos hobbies, que entretanto cresceram, devido à falta de médicos e à incompetência dos governos anteriores para sanear e financiar o SNS.

É apenas mais um crime do cínico de Boliqueime – que não deve nem pode ser esquecido – a acrescentar aos outros do seu longo rol. Alguém teve a honestidade de o responsabilizar?

Em consequência disto é possível avaliar a mentalidade geral nacional a fazer demonstrações e reclamações pela falta de médicos às portas dos centros de saúde, em lugar da porta do assassino que os mata a eles e às suas famílias, e ainda por cima elegem e reelegem o seu próprio assassino. Não é verdade que «cada povo tem o governo que merece» e que «quem morre porque quer não se lhe reza por alma»? Morram, pois, os estultos e os atrasados mentais, já que assim o escolheram, mas por favor, deixem de reclamar contra aquilo que querem. Não tem pés nem cabeça.

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15 de junho de 2011

PR Nomeou Criminoso Conscientemente

Eleger ou nomear criminosos condenados não é ilícito em Portugal por não se encontrar mencionado numa constituição antidemocrática que afasta incondicionalmente aquele que numa democracia é o único soberano – o povo. Deixa assim as mãos livres à corrupção política, permitindo-lhe até legislar para tornar impunes todos os seus crimes.

Reconhece-se que a qualquer criminoso, após cumprimento da pena da sua condenação, lhe sejam reconhecidos todos os seus direitos cívicos e políticos, posto que pagou pela sua falta. Porém, o uso universal é que estes infractores percam o direito a ser elegíveis politicamente e sejam para sempre afastados de postos de responsabilidade política. O contrário – a sua aceitação -- só se verifica em ditaduras ou países em que os governantes cheguem ao poder à força, tentando ou não aparentar terem-no feito legalmente ou democraticamente, o que é uma farsa.

O Cavaco nomeou um primeiro-ministro criminoso, condenado por um tribunal criminal, entre outros, e com investigações sobre graves acusações judiciais em curso.

É este o Portugal do Cavaco, aquele em que ele também transformou o país, para além da miséria que em que o mergulhou. Haverá alguém que possa admitir que ele ignore as condenações e as investigações em curso (que certamente irão cedo ser arquivadas ou cujos processos desaparecerão de qualquer gaveta)?

Os lugares mais importantes na hierarquia do estado devem estar abertos a qualquer cidadão, independentemente das suas funções anteriores, da sua instrução ou outras qualificações, mas não da sua honestidade, dignidade ou idoneidade. As isenções de culpas nestes pontos devem ser investigadas, comprovadas e conhecidas (publicadas), previamente a qualquer eleição ou nomeação. Que a constituição não dê valor à moralidade dos políticos e tudo lhes permita, não implica que -- tal como nos países onde a honestidade dos políticos conta, este procedimento importante seja escamoteado por interesses obscuros ou qualquer outro motivo ou âmbito.

Para que não subsistissem dúvidas sobre a honestidade do Cavaco e a sua consciência de que iria nomear um criminoso condenado por um tribunal criminal para primeiro-ministro, alguém teve o descargo de consciência de lhe enviar um e-mail para o endereço que figura como seu contacto na página oficial da Presidência da República na internet. O conteúdo do e-mail, de simples carácter informativo, não necessitava de resposta, salvo relativamente ao protocolo de educação em geral ou oficial. Não obteve nenhuma, o que é, oficialmente, uma confissão e uma confirmação de má fé e de ronha. Sobretudo, se tivermos em conta ser da parte de alguém em que em mais de três quartos das suas declarações menciona desnecessariamente as obrigações protocolares do seu cargo como desculpa do seu comportamento.

Uma cópia desse e-mail chegou ao Blog da Mentira! e para constatação apenas, aqui se publica. Note-se, todavia, que a sua existência não afecta, não aumenta nem limita, nem nada muda à obrigatoriedade do Cavaco em estar a par de conhecimentos públicos e oficiais publicados (veja-se no link do 3º §). Tanto as condenações como as investigações em curso.


Texto do e-mail:

Para: belem@presidencia.pt
Data: 10-6-2011
Assunto: Nomeação


Exmo. Senhor Presidente da República,

Nos jornais e nos blogues lêem-se artigos inquietantes cujo conteúdo creio não ser do conhecimento de V. Ex., mas que estou certo serem do mais alto interesse. Sem me permitir qualquer comentário, creio apenas que V. Ex. ou algum dos seus Exmos. Conselheiros não os desejem ignorar, sobretudo quando parecem propagar-se. A descrição, que inclui documentos e jornais, encontra-se no link abaixo, entre outros, há já mais de uma semana.

Com os protestos da mais elevada estima e consideração, subscrevo-me,

De V. Ex.
Men. Crdo. e Atto. Vendor.
Assinatura + ID


[Link para o artigo revelador publicado nos blogs, por ser uma síntese com menção directa das fontes]


Evidentemente, o envio e a publicação deste e-mail desnecessário não têm outra finalidade que a de ceifar qualquer suposição de que o Cavaco não estivesse ao corrente. Quando ele decidiu nomear um criminoso condenado por um tribunal criminal (e outros) e com investigações judiciais em curso, estava bem consciente do acto imoral e criminoso que estava a perpetrar. Donde ele próprio juntou mais este crime aos que cometeu anteriormente contra o país (link do 4º §).

À luz deste simples facto assumido, como pode alguém contestar ou mesmo admirar-se por outros criminosos, na sua maioria ex-governantes ou do seu partido, assumirem ou terem assumido posições responsabilidade governamental ou nacional. Não é que Portugal é mesmo um paraíso para criminosos em que só pilha-galinhas são condenados e cumprem penas? Já sabíamos. O que, mesmo assim, alguns aparvalhados ainda esperavam era que o Cavaco tivesse realmente sentido de estado em lugar de se andar constantemente a desculpar com ditinhos estúpidos tais como: o presidente deve ou não deve fazer isto ou aquilo, o presidente não deve intrometer-se aqui ou ali, etc.

Palavreado de mestre-escola, claramente usado como desculpa e pedido de aprovação da sua incapacidade de intervenção ou recusa em efectuá-la, de desejo velado de «deixa estar assim». Porque um presidente que se interesse tem sempre oportunidade de intervir. Que mais não seja dirigindo-se à nação, o que ele soube tão bem fazer para se defender no caso pessoal das escutas, mas a que se nega no interesse do país. Cobarde impostor e vigarista.

A desinformação anti-social, escondendo tudo o que possa prejudicar as máfias oligárquicas, de acordo com o seu procedimento habitual, permitiu a eleição dum criminoso, assim como apoia todos os crimes dos políticos.

Este caso, assim como a quase totalidade das reclamações que lemos por todo o lado, tanto sobre injustiças sociais do âmbito das reformas milionárias ou as reformas dos deputados; como os ordenados inexplicáveis dos parasitas do estado; as constantes nomeações afrontosas, a impunidade dos crimes dos políticos e a sua capacidade em legislarem em sua defesa; os assaltos aos lugares da administração pública pelos parasitas incapazes em lugar de concursos, deixando cada vez mais os mais capazes e habilitados no desemprego. Portugal é o país da Europa em que, proporcionalmente, se encontram no desemprego mais pessoas com maior qualificação. Eis aqui o porquê.

Nota:
Os esclarecimentos sobre os crimes do Coelho encontram-se no link do terceiro parágrafo.
Para os amnésicos, sobre como o Cavaco destruiu o pais, encontra-se no link do quarto parágrafo e também aqui e aqui.

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20 de maio de 2011

Os Reis da Mentira

Embora haja sempre oportunistas para fazerem propaganda ao seu partido corrupto, mais uma vez se repete que este post não tem qualquer intenção partidária, mas apenas a de mostrar mais uma vez a falsidade da desinformação jornaleira que embrutece os portugueses. Mentindo-lhes, enganando-os e manipulando desonestamente as informações em despeito do que deveriam fazer e por afronta à população.

Para um curto programa desinformativo após o debate Sócrates-Coelho, a RTP apresentou comentadores que não se focaram nos verdadeiros problemas e interesses do país e mentiram descaradamente. Embora no fundo nem importe quem tenha «ganho» o debate. Os comentadores mentiram ocultando o nervosismo e medo de cão espancado em toda a musculatura facial do Coelho, a 2ª vez depois de face ao Louçã.

Os jornaleiros mostraram comentários do Facebook, mas deviam tê-los procurado à lupa, pois que o que lá se lia por todo o lado eram testemunhos da maneira como o Coelho se comportou, o seu medo estampado no rosto, a fuga às questões do jornalista e do Sócrates, mudando de assunto, a falta de explicações da parte de ambos sobre alguns pontos e as respostas que o primeiro deixou em aberto por querer esconder ou por incapacidade.

Na realidade, pouco importa o debate por já sabermos que daqueles dois só pode vir falsidade. Por isso que o resultado até nem tem valor. O que aqui está em questão é o modo como esses bandos de sacasnas jornaleiros nos desinformam. Pior, não fizeram a mínima alusão à revolta contra a corrupção política que se prepara e alastra actualmente pelo país, devido exactamente ao comportamento das máfias políticas a que esses dois pertencem e é isto o mais importante para Portugal.

Como VOTAR = APROVAR, quem quer que, na conjuntura actual, vote num deles não está a querer conservar o governo nem a tentar mudá-lo, está apenas a aprovar a situação actual, cuja experiência e o que observamos nos ensinaram que não muda com a mudança dos partidos no governo Quem votar neles deve calar-se e deixar-se de reclamações e de queixinhas.

Impõe-se uma mudança na constituição. Não a manter, como alguns partidos pretendem, por ela afastar o povo da participação e controlo dos políticos, por um lado, e por outro permitir a corrupção política; nem modifica-la como o PSD pretende, como se lê na sua proposta constitucional, que resultaria num premeditado aprofundamento da já maior fossa entre mais ricos e mais pobres em toda a Europa. A constituição não é democrática e é isso que é necessário corrigir.

O que há a fazer já é o correr com eles como se passa no Magreb e que já vai a caminho em Espanha. Mesmo estando Portugal na cauda de tudo, nem se compreende que cá não tenha ainda começado seja o que for contra esses bastardos.

Em lugar de os aprovar votando neles, vote-se em branco.


Adenda:
Exenmplo da manipulação e transformação de sentido das notícias, neste blog:
Manipulação das Informações pela RTP
Vil Corrupção Jornaleira

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8 de maio de 2011

Desesperos dum Ganancioso

Temos ouvido o aldrabão do Sócrates mudar de discurso mais rapidamente que a passagem das semanas, consoante o lado donde sopra o vento. Ouvimos agora o desespero do canalha que com premeditação traiçoeira e dos mais baixos sentimentos deitou o governo abaixo convencido de que conseguiria substituir a corja que lá está pela sua. Desespero a ponto de tentar sacar votos mediante o mais ordinário dolo ao povo, cinismo indescritível e patenteada falsidade.

Calcula-se que das próximas eleições não saia maioria. Crê-se que, em consequência, seja necessário a formação de um governo de coligação como se vê em qualquer país civilizado. Para isto, porém, é imprescindível que os chefes dos partidos sejam também civilizados. O Coelho, negando-se a formar uma coligação, espera que os pobres parvalhões dos eleitores votem massivamente nele a fim de não formar qualquer coligação. É uma indiscutível e nítida traição aos eleitores que mais clara seria impossível.

(A este propósito e porque os esquecidos têm estado a ser vigarizados por invenções que nem os próprios partidos ousaram, lembre-se da mudança digna de camaleão do Sócrates – que a tudo se adapta para conservar o poder e os tachos para a sua quadrilha oligárquica e neoliberal – ao não ter ganho maioria absoluta nas últimas eleições: contrariamente ao que por vezes se ouve, prestou-se imediatamente a aceitar uma coligação. Um a um, todos os partidos recusaram. Quem não se lembrar que vá consultar os arquivos dos jornais ou da RTP. Este facto não faz do diabo um santo, mas mostra como os outros são iguais.)

A bestialidade do Coelho citada acima é a forma mais palavrosa de chamar estúpidos aos portugueses, como tem sido o seu hábito desmascarado neste blog. Atesta e confirma a sua ganância, certifica a razão capital pela qual recusou o PEC IV e revela abertamente os seus sentimentos primários, contando com a aprovação pelos seus iguais e por um povo embrutecido.

Não obstante e mesmo tendo em conta a pouca fiabilidade de quaisquer sondagens, pela última apercebe-se que muitos não acreditaram na sua conversa de banha da cobra, abandonaram-no quando ele deitou abaixo o governo para tentar anular as eleições anteriores, perdidas. Daí, o risco que agora toma perece ter sido mal calculado e a possibilidade de lhe sair o tiro pela culatra não é desprezível.

Um pesado golpe de má fé e difícil de acreditar mesmo num país corroído pela mais alta e desastrosa corrupção em toda a Europa e com os políticos mais mafiosos e incompetentes que tudo têm destruído. Enfim, esta gentalha sai da população, foi com ela criada, com ela adquiriu os seus vícios e costumes, poucas qualidades e muitos defeitos. São seu produto e seus iguais.

Nestas condições, qualquer resultado é normalmente admissível, seja ele qual for. Segundo consta, os outros países crêem que em Portugal há aceitação geral da corrupção e um défice eleitoral resultante da ignorância geral nacional, para o que inculpam a desinformação jornaleira e a falta de instrução como origens. Mudar de direcção afigura-se difícil enquanto se persistir em mentir às pessoas, dizendo-lhes que devem ter mais auto-estima, quando o que faz falta é autocrítica objectiva e construtiva. Sem ela jamais será possível que todos e cada um reconheçam o que deva ser emendado, perpetuando-se assim a ignorância e a desgraça que consigo acarreta.

Note-se, por exemplo, o orgulho dos rascas e atrasados mentais na escolha da banda dos idênticos rascas (seus iguais, como os políticos) em elegeram para o Concurso da Eurovisão (o mesmo nome em todos os países, que os rascas nacionais substituíram por “Festival”; o concurso para um emprego também será um festival?) para representar um país de rascas. Burros a ponto de lhe atribuírem mérito. Claro, para embrutecer ainda mais os burros, viu-se uma reportagem de Düsseldorf a perguntar aos autóctones se gostavam da canção e do grupo. Que esperavam que respondessem? Impostores! Mais instrutivo e realístico seria dizer-se o que eles falam entre si a esse propósito. Assim se fabricam as mentiras apresentadas como notícias verdadeiras para inchar o ego dos mais miseráveis da Europa. A intenção só pode ser para que assim continuem convencidos de serem os melhores. É o mais eficiente travão do progresso e o melhor caminho para o retrocesso, como se tem cá verificado.

Uma nota importante é a das críticas da União Europeia e até as acusações do Cavaco – estas de modo velado por evidente cobardia – sobre a necessidade de fazer desaparecer o fosso entre ricos e pobres. Idem sobre como distribuir as cargas fiscais nesse sentido. Não obstante, nada, ninguém nem nenhum partido ou chefe de oligarquia mafiosa do centro ou da direita jamais fez destas extremas necessidades bandeira eleitoral, nem tampouco abordou o assunto, salvo a costumeira banha da cobra fora de período eleitoral.

Nos últimos 6 anos o Sócrates reduziu um pouco a miséria extrema, mas as medidas tomadas não passaram das costumeiras mezinhas dos políticos nacionais de todas as cores. O desequilíbrio manteve-se.

Há ainda mais; em Portugal desconhece-se em absoluto que numa democracia, por definição, não podem existir as chamadas classes. Simplesmente, a existência de classes impede a existência de democracia. Em Portugal desconhece-se e toma-se o falso por verdade. Todos admitem a existência de classes falam nelas com a maior naturalidade, sejam políticos corruptos, jornaleiros desinformadores ou a população em geral. É uma das mais evidentes provas da total ignorância geral e da imaturidade política, assim como do seu aproveitamento político.

Os estudos ou estatísticas que estabelecem os índices salariais entre ricos e pobres em cada país é calculado tendo em conta a diferença entre 10% dos maiores salários e 10% dos menores. O INE baseia o seu índice em 20% para cada caso, o que, logo à partida, falseia o resultado por produzir índice menor, baixando a média dos salários dos ricos e subindo a dos pobres usadas no cálculo. Mesmo sem considerar esse falseamento, Portugal é o país da UE com maior desigualdade salarial e social. Vejamos as diferenças nalguns países.

País            Índice
      Noruega . . . . 2,09
      Suécia . . . . . 2,30
      França . . . . . 2,96
      Japão  . . . . . 3,01
      Austrália  . . . 3,10
      Alemanha . . . 3,14
      Coreia  . . . . . 4,52
      EUA . . . . . . . 4,75
      México . . . . . 6,01
      Venezuela . . . 6,85
      Chile  . . . . . . 7,86
      Paraguai . . . . 8,78
      Brasil . . . . . . 9,71
      Argentina  . . 10,58
      Portugal . . . . 7,12     em 2003
      Portugal . . . . 6,10     em 2010


Algum partido que possa formar governo fez bandeira de eleições acabar com os institutos e as empresas do estado, cuja única finalidade se resuma a garantir rendimento imerecido aos parasitas dos partidos? Decerto que o partido que anunciasse que se fosse governo acabaria com essa ladroagem, ganharia as eleições. Porque não o fazem, então? A resposta é duma verdadeira simplicidade: os institutos e as empresas asseguram um rendimento contínuo aos parasitas que nos roubam, independentemente do partido estar ou não no governo. O governo só proporciona uns 3000 postos, bons mas temporários. Como querer, pois, acabar com esse roubo colectivo? E estes postos, quando serão postos a concurso como nas democracias?

Em consequência, o PSD não quer colocar estes interesses nacionais, nem mesmo à frente do desejo de chegar ao governo. O PS julga que a perda que isso lhe acarretaria não compensa a sua frágil continuidade no governo.

A Finlândia aderiu à UE na mesma altura que Portugal. Com dedicação, esforço e políticas honestas, construtivas, correctas e bem adaptadas, contrariamente ao que o Cavaco fez. Conseguiu elevar uma população pobre bem acima da média da UE. Como não compreender que uma tal população trabalhadora e bem governada se recuse a pagar a má administração dos fundos europeus, o seu roubo, a corrupção e a má governação dos parasitas nacionais. Os portugueses ignoram quase tudo de importante que se passe para lá dos Pirenéus e o que cá se passa fica escondido pela corrupção jornaleira, mas nos outros países não é assim e sabe-se bem o que se passa por cá, nos outros países e até no mundo. Obrigado bandos de infames jornaleiros.

Vote neles, mas em branco.


Corrupção política em Portugal

Partidos políticos e corrupção em Portugal

Corrupção – Por dois profs. da Univ. de Braga
Download directo do ficheiro em PDF. Como não tem extensão é necessário acrescentar-lha (.pdf) após download para o poder abrir.

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8 de dezembro de 2010

Contra a desinformação
Em defesa da liberdade de expressão.


A acção desinformadora dos que se têm por jornalistas é a causa número um da corrupção e de outros males que afligem os países e as suas populações. Os monstros financeiros apoderaram-se da imprensa em todas as suas diversas formas.

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24 de agosto de 2010

Tira-teimas de Vigaristas

PS e PSD arremessam-se palavras ocas sobre as intenções neoliberais do PSD relativamente a uma possível revisão constitucional. Trata-se de verdadeiras birras de de filhos de gentalha malcriada. O que eles são.

O PS acusa o PSD das intenções que este há anos vem proclamando, cujo essencial é dizerem que a Segurança Social e Sistema de Saúde não podem manter-se gratuitos e universais. Este blog e o do Leão Pelado contêm imensas referências a declarações concretas avulso e em entrevistas. Desde há anos. Tudo isto, portanto, bem anterior à presente discussão balofa para enganar pacóvios esquecidos. Só um falsário impostor pode negá-lo.

Aliás, para tirar todas as teimas pode-se muito bem ler a proposta de constituição do PSD que se encontra na Internet em ficheiro PDF, que para aqui não se transcreve por ser longo de mais, mas que é fácil de encontrar, para isso bastando clicar aqui.

Note-se nos modos como estas corjas oligarcas de mafiosos, indignos bandalhos se servem para enganar os desmiolados sem memória. Será que os portugueses, para além do seu atraso e de todas as suas mazelas mentais também sofrem todos de Alzheimer, único modo de justificar o benefício que os políticos poderão tirar de tal comportamento? Pelo menos, esse modo de discutir a que assistimos e por eles seguido não existiria por inutilidade e ridículo se os portugueses fossem possuidores duma mentalidade normal.

Dois outros sujeitos que se ouvem com grande frequência, apoiam-se ainda sobre a mesma pobreza mental nacional. Um é a referência à miséria e à crise que corre sem jamais referir a sua causa. O outro é ter sido o PSD que provocou a miséria e querer agora tirar os recursos de vida àqueles a quem a infligiu. Que se pode chamar a isto senão, no mínimo, malvadez?

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13 de julho de 2010

Sem Alternativa

Quem quer que tenha tomado conhecimento do discurso do Miguel Macedo sobre o país e o governo e que use um pouco do seu próprio poder de discernimento e dedução em lugar de se deixar perfurar por ranho de marketing político só poderá encontrar nojo e falsidade no seu autor.

Vejamos algumas das suas frases e pesemos as suas palavras com o dito discernimento para podermos separar o trigo do joio e encontrar a falsidade.

«Estão desesperados com as sondagens, com a ideia de perderem o poder, com a iminência de passarem à oposição.» Porque haveriam de estar desesperados, sabendo toda a gente razoavelmente informada que é um facto bem conhecido nenhum governo resistir quando obrigado estabelecer a extremas medidas de austeridade? Nenhum povo perdoa a um governo que durante a sua vigência caia na miséria. Não seria normal se agora acontecesse. É uma norma mundial, contudo bem escondida pelos jornaleiros, desinformadores ignóbeis que de nada servem senão para enganar a população e que portanto, o escondem. Alguém ouviu ou leu algum sobre este assunto? Porque se havia qualquer político desorientar, quando consciente de que assim é? O que nós há muito sabemos por experiência, e muito bem, é que o PSD quase se desfaz em desespero e raiva cada vez que perde o poder – e com ele os tachos, evidentemente. Como obliterá-lo da memória? Quem está uma vez mais a confessar desespero e raiva, senão quem o diz? Quem deve ter vergonha é o Pedro Coelho que mostrou o que lhe vai pela alma, ao revelar traição ao país e à sua população, dificilmente melhor patenteada que na sua entrevista ao jornal espanhol. Pena, que os traidores tenham deixado se ser enforcados. Em lugar de se desculpar, vem agora este pobre sacanório de aldrabão miserável ladrar barbaridades. Veja-se quem diz representar quem o elegeu no parlamento Quanto mais vigarista mais alto é o cargo – infelizmente, está longe de ser o único, é a generalidade.

«É que hoje é mais claro do que nunca os portugueses querem mudar de Governo e acreditam que Pedro Passos Coelho pode liderar uma nova esperança reformista para Portugal.» O que os portugueses querem é viver melhor, como é humanamente compreensível, pelo que se se querem ver livres deste governo, pelas razões conhecidas acima citadas (é um caso da história mundial que sempre se repete), não é de crer que queiram ainda pior, só que não têm uma verdadeira alternativa. Mudarão apenas por quererem mudar.

«Por que é que o primeiro-ministro e os seus acólitos há dois meses elogiavam publicamente Pedro Passos Coelho pelo seu sentido de responsabilidade e agora passam o tempo a criticá-lo?» Há dois meses foi bem antes da traição ao país pelo Coelho. Disso, não há ainda menos que uma semana? Porque não a mencionou? Por causa do cheiro a podridão?

«Passos Coelho devia meter uma moção de censura já e livrar-nos deste primeiro-ministro.» Extrema hipocrisia, pois que sabe perfeitamente qual seria o resultado: falhanço completo. Além disso, também não pode ignorar que nas circunstâncias actuais só serviria para deixar o Coelho ainda mais mal visto. Banha da cobra em estado puro para os esquecidos, os ignorantes os incautos, os lorpas ou os carneiros.

Vejamos agora o que ele não devia ter preterido, mas que o fez por sofisma de encobrir, ou porque aprovava ou porque disso tem esperança a vir a aproveitar-se.

Fala das sondagens, finalmente mais favoráveis ao PSD, mas apenas pelas razões já apontadas, porém escamoteando a maior percentagem nelas exprimida: uma grande maioria não acredita que outro partido tivesse feito ou pudesse fazer melhor que o governo. Certo ou errado, é o que se lê em todas e se ele as referiu, porque o escondeu cinicamente aos lorpas e aos crédulos? Se as mencionou e fosse honesto teria feito uma alusão à única verdadeira maioria que elas revelam. Não convém. Duplicidade, sonsice e hipocrisia são as qualidades que melhor assentam na sua banha da cobra. Como bem constatado em política nacional, quanto mais sacana e vigarista for um político corrupto, melhores as suas possibilidades de se chegar ao topo da carreira de burlão.

O falsário não fala nos € 700 milhões que o governo autorizou a serem desperdiçados em veículos novos para os serviços do estado uns dias antes do anúncio das medidas de austeridade. Espera que também lhe venham a oferecer (roubar para ele) um à nossa conta.

Não fala nem nunca falou no montante múltiplo do anterior, do que é roubado aos cidadãos que pagam impostos para pagar ordenados – e sobretudo infindáveis alcavalas e privilégios injustificados à máfia política, cuja lei para engrandecer esses roubos ele tentou aprovar em conjunto com os outros. Não lhe convém.

Não acusou o governo por não ter baixado os ganhos injustificados – por desapropriados e desproporcionados em relação à média nacional – aos mesmos bandos de ladrões políticos e outros mamões parasitas. Também não lhe convém. Nem tampouco por não ter reduzido os ganhos aos mesmos como outros países assolados pela mesma crise o fizeram, em 25%. Ladrão. Nem na afronta e de gozo do Coelho à população com a sua proposta ridícula de 5% de redução à mesma cambada.

Não acusou o governo por não ter aumentado as vagas para medicina, logo ao início do seu mandato a fim de provir à falta de médicos provocada pela decisão do Cavaco, nem o último governo do seu partido por ter voluntariamente mantido a continuidade da situação em lugar de reduzi-las, contribuindo todos para um literal assassínio da população.

Não acusou o governo por nenhuma das medidas tomadas que revoltaram toda a população e denunciadas nos blogs do autor [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 , 8 e tantos mais], que foram muitas e muito reclamadas. Em suma, não acusou o governo do que fez do sistema educativo, da Segurança Social, dos serviços de saúde, nem por nenhum dos seus verdadeiros crimes anti-sociais dos primeiros anos. Porquê? Talvez por terem feito pior.

Contou sem dúvida com a amnésia nacional duma carneirada sem capacidade para se recordar e reflectir, que emprenha pelas orelhas, lambe os bicos das botas que os vendedores de banha da cobra lhe espetam no traseiro, dócil e que tudo aceita. Consequência da sistemática desinformação levada a efeito em contínuo por uma jornaleirada de meliantes em conluio com os corruptos que encobre e que só nos conta feitos sem interesse, mas empolados e que eles encenam como no cinema.

Mistura o infame o que se sabe com os seus perjuros. Ou seja, a verdade com a mentira, tapando aqui, descobrindo ali, segundo a conveniência pesaoal ou partidária, que é como a aldrabice melhor passa quando ouvida pela maioria de incautos.

Nesta conjuntura, o pior dos males para o país nem é o que o governo tem destruído e que não tem sido pouco. O maior mal, de longe, é actualmente a alternativa ser ainda pior. Os partidos, organizados em oligarquias mafiosas, não têm qualquer interesse de melhorar a vida de todos os portugueses. Todos berram que sim, mas pelo que vemos o seu único interesse é o de sacarem o mais que puderem para eles mesmos e cavar o fosso entre ricos e pobres. A carneirada tudo aceita, até elegendo aquele que a atirou para a cloaca actual, o próprio responsável por estar à frente do governo que o fez: o Cavaco.

Todavia, devido à incapacidade, à incompetência e à ganância maliciosa e desorientada assumida pelo PSD, não é impensável que se forme uma frente popular contra os neo-liberais. O governo do Sócrates tem sido a desgraça descrita nos artigos dos links acima enumerados, mas de certo, o PSD, na sua actualidade, em que virou de caminho, seria ainda pior desgraça para o país. Falta-nos um partido verdadeiramente central e que desapareceu de Portugal com essa viragem e que provocou, também, a tendência do PS para o neo-liberalismo. Pobre país que nem tem alternativa digna desse nome.

Jamais esquecer, porém, que se não a tem é porque com o povo de carneiros se cumpre exactamente o diz o velho ditado: «cada povo tem o governo que merece». Por isso, aguentem e calem.

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8 de julho de 2010

Grande Pata em Pequena Poça

O super neo-liberal Pedro Coelho e seus acólitos, os sectários da mais nova família mafiosa do PSD, mais uma vez meteram uma enorme pata numa pequena poça. E saltou-lhes a lama em cima.

Se é exacto que as chamadas «golden shares» não têm razão de existir, também é certo que, por os fundos de coesão terem sido roubados, desperdiçados e mal usados pelos governos do Cavaco do cabouco, como todos nos recordamos, Portugal ficou sem possibilidade de defesa no conjunto de países mais ou menos bem preparados para a concorrência.

Todas as empresas com alguma importância são vitais para o país nas circunstâncias que esses governos lhe criaram. Assim, apoiar qualquer decisão ou norma que de algum modo possa ser letal para a economia nacional, não pode ser menos do que alta traição por decisão contra os interesses nacionais de toda a população.

O governo actual não pode durar muito tempo pelas razões expostas neste post e mundialmente conhecidas e comprovadas. Reflicta-se, pois, no que poderá ser um governo composto por um tal seita de ladrões e traidores que se infiltraram no PSD com ideias anti-população bem diferentes das que o partido professava. Neo-liberais que tiram o comer da boca dos eleitores e família para o darem aos bandos de ladrões permitidos por legislação fabricada para lhes garantir a impunidade. Não foram eles os únicos a manufacturar essas leis, apenas começaram, mas até agora não mataram a galinha dos ovos de ouro e crer que o farão é ser um pouco mais que ingénuo.

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14 de março de 2010

A Afronta dos Jornaleiros e dos Corruptos

Contrariamente ao que se passa em países democráticos – o que evidentemente Portugal não é, pois que nada do que cá se passa pode ter lugar em países democráticos – os alarves das televisões enchem os noticiários com a propaganda da canalha política na sua luta pelos tachos.

Perdem o tempo a fazer-nos ouvir o nojo dos seus discursos de vigaristas, cujo culto a jornaleiragem conivente promove. Nunca nos apresentam alguém com propostas para a melhoria da vida nacional que se iniba de propagandear, mas invariavelmente impostores com discursos 100% propagandistas. Isto não nos interessa, não tem a mínima importância, interesse ou valor para melhorar as nossas vidas. Que interessam as culpas que os pulhas repugnantes se atiram mutuamente na disputa pelos tachos? Que interessa esta propaganda nojenta a quem quer que seja? Que lucramos nós com estas bobagens, espectáculos para atrasados mentais? Só nos atiram com o lixo para cima.

Com todas as famílias mafiosas oligárquicas de associações de malfeitores fazem o mesmo. Promovem o crime. Atire-se com estes bandidos e ladrões para o mar. Afoguem-nos, a ver se nos livramos desta escória.

Do que precisamos é de políticos honestos que discutam métodos e meios de tirar o país da miséria, da reestruturação de todos os serviços do estado com a expulsão dos mandriões, assim como dos parasitas políticos que por lá vegetam e são substituídos a cada novo governo. De novos planos de ensino que não dêem canudos a ignorantes não reconhecidos em países desenvolvidos; um diploma ou doutoramento em Portugal tornou-se no equivalente de garantia de ignorância. Dum sistema de saúde que não mate a população, equiparável aos das democracias, em que todos os médicos trabalham para o serviço nacional. Da reforma completa da justiça, tirando os popós de luxo aos juízes (como aos políticos) – incrível! – um sistema que os vigie e lhes faça prestar contas; os juízes passarem a ser eleitos pelo povo seu soberano, pois que deles são servidores. Da substituição de leis estúpidas concebidas por estúpidos gananciosos e corruptos. Da eliminação da impunidade dos políticos como se passa nas democracias.

A lista é interminável, e estas curtas alusões não pretendem ser exaustivas. Tanto para fazer pelo país e só se ouvem os f.d.p. a uivar ganância e desinteresse. Porque os seus uivos, quando sobre o país, são todos falsos. De todos os partidos se ouve o mesmo, pois que a malandragem é toda igual. Alguns ouviram-se ainda recentemente, no PSD (não são os únicos, mas são os que no momento mais ladram e uivam), a dizer que querem afastar Portugal dum tipo de sociedade tal como existe nos países mais avançados e democráticos. Não usaram a comparação literalmente, mas atacaram veementemente a raríssima legislação nacional que segue esses princípios e que precisamente por tão escassa nos mantém tão afastados da democracia.

Têm quem os ouça e vote neles, ou seja, gente estúpida e desinformada (a maioria desconhece por completo as alternativas às mentirolas dos canalhas, noutros países) que procura o seu próprio mal não falta para os aplaudir. Cada país tem o governo que merece, como se sabe. Se os aplaudem, porque reclamam? Se não querem correr com eles, então que os aguentem em silêncio, como carneiros que são.

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10 de março de 2010

Plano de Desestabilização e Retrocesso

Quem quer que alguma vez tenha lido um verdadeiro plano de fomento nacional, português ou estrangeiro, terá que reconhecer que esse plano alcunhado de PEC, agora foi publicado e certamente aprovado pelos partidos nada mais é de que um novo prego no caixão da economia nacional.

A aprovação dos partidos só demonstra mais uma vez que essa canalha não nos serve, que o seu único interesse e razão de ser é conquistar os tachos e mantê-los a fim de poder roubar impunemente.

De outro modo, ao plano do governo – que só agravará a situação vigente por medidas que não passam de mezinhas ou inadequadas – teriam sido feitas as apropriadas propostas de modificação. Mas não é isto que vemos.

Este artigo não pode ser curto, visto ser necessário justificar o que fica atrás ponto por ponto, sem o qual as mais diversas interpretações seriam possíveis.

O que vemos é em primeiro lugar a manutenção dos vencimentos de todos aqueles que ganham mais e deveriam dar o exemplo, como noutros países (governo e administração do estado completa), manutenção de tachos desnecessários, cuja única finalidade de existência é claramente a fabricação de jobs para os bois parasitas à custa da nossa miséria. Em face da manutenção destas vigarices tornadas roubos legalizados pelas máfias políticas, não devemos ter pejo em dizer a verdade: estamos nas mãos de seitas de filhos da p. que nos roubam e nos desgraçam de todos os modos porque nós lhes permitimos e lhes aprovamos esse comportamento, simplesmente por não reclamarmos eficientemente.

O que vemos em segundo lugar é a quase completa ausência de investimentos razoáveis e produtivos, excepto a construção de edifícios públicos e de estradas, todos necessários. Para os desnecessários, em lugar do abandono da idiotice das linhas de alta velocidade Lisboa-Porto e Porto-Vigo em lugar de as susoender, não vemos mais qualquer investimento naquilo que falta e que não é pouco.

Não há qualquer plano para desenvolvimento nem de socorro pelo que os governos do Cavaco destruíram – pescas, agricultura e indústria, instrução – acrescido das necessidades verdadeiramente básicas para um qualquer avanço.

Essas bases do desenvolvimento, do progresso e da democracia jamais foram tomadas em conta por qualquer governo do pós-Abrilada. Vê-se hoje bem onde isso nos levou. No entanto, isso foi previsto na altura dos governos do Cavaco, seu progenitor. Não é necessário ser super-dotado para o compreender, mas apenas usar a própria mioleira – em lugar de dar ouvidos aos corruptos mafiosos e aos jornaleiros desinformadores – simplesmente comparando as medidas tomadas nos países que se desenvolveram com as que desgraçaram este país, não esquecendo de comparar também o procedimento dos próprios políticos e como os povos os domesticaram.

As bases do desenvolvimento e também da democracia, são a instrução, a saúde, a justiça, a segurança social, as comunicações e a eliminação da burocracia. Pelo que verificamos quotidianamente, todos estes pontos são uma lástima em Portugal. Pergunta-se, pois: Como crê um povo tão estúpido que vive em democracia ou que pode desenvolver-se? Estúpido é pouco, pois que não só não é incapaz de compreender e procurar as bases da sua própria felicidade, como ainda aprova quem o destrói sistemática e continuamente.

Tudo isto está errado em Portugal e afasta-se do caminho seguido pelos países que conseguiram desenvolver-se. Todos os países têm sistemas melhores ou piores. Um dos grandes males tem sido a persistência a cópia sistemática de só o que está errado neles. Um exemplo flagrante é o da Espanha, pais dos mais atrasados e sem democracia, de que a jornaleirada – ignóbil desinformadora e principal responsável da ignorância nacional, conjuntamente com a instrução – não pára de injectar na desinformação num modo repulsivo e pernicioso para o país. Portugal tem-se tornado assim a autêntica estrumeira da Europa.

Vejam-se como são algumas dessas bases do desenvolvimento e também da democracia em Portugal e como elas exemplificam o fenomenal e constatadoo atraso mental duma população que não sabe o que quer, nem do que precisa.

Em lugar de reformar completamente o serviço de saúde – adaptando-o ao modo europeu, em que todos os médicos trabalham para ele e são pagos em função duma tabela para actos médicos – o governo atirou-se de cabeça a construir hospitais e prossegue no mesmo caminho que favorece a implantação dos lobbies da saúde erradicados dos países democráticos europeus por não serem democráticos e gerarem desigualdade. Isto agrada a um povo parvo e dá votos.

Em lugar de erradicar a burocracia, que além de impedir o desenvolvimento favorece a corrupção, o governo aplicou mezinhas, mas apenas pontualmente, ou seja, nada fez sobre o grosso do assunto. Fez grande reclame para sacar votos e a oposição criticou, aproveitando a estupidez do povo, com o mesmo objectivo de sacar votos aos mesmos atrasados mentais. Com tamanha ignorância tudo é possível às máfias oligárquicas constituídas por associações de criminosos de direito comum. Em lugar de criticarem a escassez das reformas por insuficientes, os malvados criticaram a própria base, reprovando qualquer reforma. Com canalhas destes por todos os partidos, como as esperar verdadeiras reformas necessárias?

A ministra da educação não fez melhor do que qualquer dos seus predecessores, nem mais tem servido que para apaziguar os ânimos agitados pela “pétasse” anterior. A instrução destruída pelos governos do Cavaco, continua na mesma e nenhum partido reclama ou propõe o seu salvamento. Contudo é facto inegável e mundialmente conhecido de que quanto maior e melhor for a instrução geral de um qualquer povo, mais ele ganha e melhor vive. O dito plano de retrocesso do governo nada prevê a este propósito. Os outros partidos tampouco. Continuemos pois assim e não reclamemos por sermos ignorantes, atrasados e pobres, pois que as soluções são sistematicamente rejeitadas, os que corruptos que berram contra qualquer medida, por pequena que seja, ainda estão a piorar a situação e não apresentam propostas válidas.

Todos sabemos o descontrolo e o fracasso que reinam na justiça, que disso só tem o nome. Magistrados e juízes indignos, pedantes, arrogantes, ignorantes, incapazes e mandriões. Por demais, segundo se comportam, esses abortos igualmente corruptos querem ser também funcionários. Acham-se e tratam-nos como um «órgão de soberania»; que ridículo, pois que essa pretensão e admissão demonstram inequivocavelmente a falta de democracia, já que nela o único soberano é o povo. Facto importante é o direito à justiça ter sido praticamente anulado pelo maldito impostor e vigarista mor do Cagão Feliz e o PS, neste governo, nada ter feito para o repor e tornar universal, como em qualquer democracia. Este assunto nem é referido no plano de destruição agora apresentado pelo governo e é tacticamente aprovado por uma oposição que prova não ser melhor.

A segurança social continua numa penúria de morte por falta de remédio comparável ao que lhe deram nos países democráticos. Por um lado, este governo nada fez; por outro, o mesmo Cagão Feliz e a Manela Leiteira, contrariamente aos sistemas democráticos, querem aumentar o tamanho da fossa entre mais pobres e mais ricos, com sistemas que a população desinformada ao máximo nem compreende a malvadez que isso encerra. As reformas duplas de montantes incontrolados e injustificados não mereceram o interesse do governo nem da oposição. Idem para certos vencimentos, exagerados em países ricos, criminosos num país onde na sua maioria são dos mais miseráveis da Europa. O Zé povinho paga. O dinheiro roubado à nação para dar à corrupção política, um montante total superior ao de qualquer país europeu, não pode ser tocado, os corruptos não têm que contribuir, mesmo que o Sócrates clame que o mal deva ser distribuído pelas aldeias. Mentira! Mentira apoiada por todas as associações de criminosos que em conjunto e em uníssono votaram a lei do roubo pelo seu financiamento.

O dito Plano de Desestabilização e Retrocesso não faz qualquer menção à imprescindível luta contra a corrupção, fonte da maioria os males do país.

Trata-se, pois, de um evidente Plano de Desestabilização e Retrocesso apoiado ou aceite – o que é idêntico – por toda a pandilha política, indistintamente da cor ou dos princípios (!) que proclamam. Os bodes e as cabras berram todos, mas é mesmo só isso, pois que nenhuma proposta de interesse para o bem do país é apresentada. Pura e genuína falsidade. Se não se assentar um jugo no cachaço dessas bestas jamais haverá uma saída da crise, pois que mesmo fazendo-o, visto o ponto baixo a que chegámos, ela está para durar décadas. Bramir contra a continuação do desemprego ou contra tantos outros males sem apresentar ideias lógicas e comprovadas noutros países só pode ser por sofisma de caçar os votos dos ignorantes incautos. Bradar contra um partido ou outro, para quê, se todos roubam à vez e nenhum em 36 anos fez melhor? Porque distribuir os restos do roubo geral para dar a ilusão de riqueza, provocando assim uma inflação muito superior a 5%, como fez o Cavaco, é realmente querer matar o povo e gozá-lo, iludindo-o a votar a sua morte. Foi o que se passou. Agora, quem votou isso que o aguente a pé firme e cale qualquer reclamação. Idem para os que o elegeram como recompensa de os ter atirado para a miséria. São factos passados cujas consequências se vivem hoje, não necessitam de qualquer prova adicional. Incrível a estupidez crassa da população nacional.

Rédea curta em todos eles e bem depressa se se quiser uma democracia e viver melhor, ou não se reclame parvamente. Não há outra solução. Está provado por todas as verdadeiras democracias em que melhor se vive no planeta. Se se quiser assim continuar, que não se reclame.

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27 de fevereiro de 2010

Segredos Reveladores

Afinal, ela sabia. E aprovava! Que falsidade, fingir condenar o que se aprova, dizer que só tomou conhecimento quando toda a gente soube. A Manela Vígara Ferradora Leiteira, é o exemplo vivo do mal do partido e do país.

Qualquer pessoa com tal comportamento e no contexto em que o demonstrou, vigarista e tentando enganar todo um povo, seja qual o lugar que ocupe, só pode ser considerada entre os mais reles seres humanos digno de ser atirado para um curral de porcos e obrigado a comer com eles na mesma gamela até ao resto da vida e ser espancada de hora a hora. De certo e infelizmente, não é a única assim num país embrutecido por uma jornaleirada sem qualquer profissionalismo (é assim que se fabricam doutores em Portugal, cursos com equivalência não reconhecida por países avançados) onde a ignorância grassa e originou a estupidez, autêntico paraíso para vigaristas e ladrões terem êxito e ficarem impunes.

A Manela Leiteira foi sem dúvida o chefe de clã que mais traumatizou aquilo que é hoje a pior máfia oligárquica do país. O seu lema foi a mentira, a traição, a calúnia, a aleivosia, a infâmia, a detracção. Foi quem mais contribuiu para esse trauma que atinge os alicerces do PSD. Um partido assassinado por uma cambada de incapazes que só planeiam roubar o povo, navegando à deriva, mas em direcção oposta à da sua fundação. Quando tal corja cita o nome do Sá Carneiro é um ultraje à sua memória, um claro golpe de marketing burlão. O tempo da Leiteira no PSD ficará gravado como o tempo dos rascas mais canalhas do país.

Esse monstro de falsidade, imundo e bárbaro, teve ultimamente a ideia luminosa de afirmar que Portugal ia a caminho da mesma insolvência económica da Grécia. A falsa omitiu que, após o Cavaco, foi ela mesma quem mais contribuiu com as suas medidas aquando ministra das finanças. O pior, porém, nem foi a sua declaração, mas o local escolhido para a fazer. A Câmara de Comércio Luso-Francesa! Que animal.

Trata-se dum partido que consegue sacar votos à custa dum estratagema infame que consta de esquemas de logro. Evoca os nomes dos fundadores que traiu. Apoia-se na mentira e na falsidade. Explora indecentemente a ignorância dum povo de carneiros, que embrutecido não compreende os seus próprios interesses. Só assim se justifica que aprove e defenda desmioladamente quem o espolia para dar o seu dinheiro aos mais ricos.

Estes malditos não são os herdeiros políticos de gente de bem a quem pretendem roubar os louros, tais como Joaquim Magalhães Mota, Emídio Guerreiro, Jorge Sá Borges, Miguel Veiga ("Não me revejo na liderança do PSD"). A morte do Sá Carneiro foi a uma desgraça para o PSD e deu origem a esta casta de sacanagem. Com o Cavaco começaram a ladroagem em larga escala, os grandes aumentos para os políticos, as tão contestadas reformas acumuladas, a impunidade das máfias oligárquicas.

É claro como água que quem quer que seja que defenda este estado e procedimento terá de ser por ignorância, fanatismo de atrasado e desmiolado, tal e qual como defendem os seus clubes de futebol, sobretudo quando são os mais pobres. Doutro modo, como podem eles aprovar quem tente fazê-los passar fome para dar aos que mais têm? Como poderá ser de outra forma num dos países mais pobres e atrasados?

Tenhamos em mente que o PSD actual nada tem a ver com as suas bases, que se tornou o partido mais pernicioso para o país. De não esquecer também que os outros partidos não são melhores. Afinal nenhum qualquer partido pode ser melhor do que aqueles que o compõem. A única solução é acabar com as máfias na política, submetendo-as a prestar contas de todos os seus actos ao povo soberano, como em democracia. De outro modo, a roubalheira e a fantochada continuarão a tomar conta do país.

Crítica de Passos Coelho
Estava a par das intenções da Portugal Telecom
Conhecia negócio da compra da TVI
Confirma que sabia do negócio
Sabia e estava de acordo com plano de compra da TVI

Há mais, evidentemente. O que é de sublinhar é que os blogs de fanáticos do género acima descrito permaneceram mudos como pedras sobre este assunto. Que mistura de estupidez e de falsidade sectária!

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20 de fevereiro de 2010

Os Maiores Inimigos do Povo e do País

Há já muitas semanas que o sistema político dá mostras do coma a que chegou. Os partidos revelam-se os maiores inimigos dos interesses do país, o que não é novidade, mas os continuam em frente com a sua maleficência, confiando na incapacidade mental do povo para se aperceber e continuarem a sacar-lhe votos contra ele.

Cada um berra bestialidades para seu lado, impingindo as suas «razões», verdadeiras ou fabricadas. Com a podridão que há tanto reina na justiça já não se sabe ao certo quem terá razão nem há em quem se possa confiar. Apenas os protagonistas podem ter certezas. Se as transcrições das escutas telefónicas do Ministério Publico da Comarca do Alto Vouga – no post anterior -- forem reais, o Sócrates disse a verdade acerca da Manuela Moura Guedes, embora continuem a acusá-lo na mesma, mas vá-se lá ter a certeza.

Se o Sócrates acaso é culpado do que o acusam, porque não aceitam o julgamento das duas autoridades da justiça que se pronunciaram a esse propósito. Se têm razão devem fazer tábua rasa da justiça e substituir magistrados e juízes. Não, a isso não se atrevem porque essa podridão também lhes convém por duas razões. A primeira é que os criminosos pariram leis que lhes permitem a impunidade e quase obriga os juízes a absolvê-los. Será o que se passa com o Sócrates? Em segundo lugar, pelos 0 criminosos políticos até hoje condenados, a justiça sempre vai fazendo o que eles querem. Por isso que se o Sócrates é culpado do que o acusam, devem começar por culpar os rascas da lavandaria nacional que pariram as leis que permitem que assim seja.

Como não optam por uma das soluções acima, uma única coisa é certa. Do modo que todos os partidos se comportam são seitas de bandidos cujo único interesse é o de nos espoliarem a seu favor. Claro que isto não é novidade, só que a população tudo vai admitindo sem a menor reacção. Porque, afinal, de todos os lados todos se comportam da mesma forma. Nenhum partido é honesto quando está no governo, não há excepções, basta terem a ocasião de deitarem a mão aos tachos e logo roubam de todas as formas.

Outra certeza é a conclusão que se pode tirar das críticas dirigidas ao Sócrates acerca da sua alocução nacional de 18 do corrente. Como se sabe, por ter sido previamente anunciado por todo o lado, ele iria falar sobre os ataques de que (com razão ou sem ela, aqui pouco importa) tem sido alvo. Alguém achará normal que ele não tenha falado em mais nada. Ora, como não havia nada a dizer sobre a sua curta alocução, fazendo de todos nós tolos toda a sacanagem partidária criticou que ele não falou em mais nada. Nem interessa saber em que eles queriam que ele tivesse falado, pois que não é essa a questão. Falou naquilo que tinha sido anunciado, ponto final. Claro que não faltam outros assuntos de interesse, mas nada mais tinha sido programado.

Como poderemos confiar em qualquer partido quando certos exemplos seus nos ensinaram o contrário? No PS nem se fala. Quanto aos outros, por exemplo, já é tradicional que o PSD não queira aceitar os resultados das eleições quando perde. O que afirmam não é significativo face ao seu costumeiro comportamento e ao que se passa no interior do partido. Se assim não fosse talvez pudéssemos agora acreditar nele, mas «gato escaldado de água fria tem medo».

Alguns blogs com muito juízo e prudência, nem abordam a questão da possível culpabilidade do Sócrates, dada a incerteza que ele reveste. Outros, porém, tomam partido e demonstrando a sua instabilidade mental, defendem os «seus» partidos, sem tripas para enfrentarem a realidade de que são vítimas contínuas daquele em quem votaram. Verdadeira miséria humana. Em política não há santos e como dizem alguns, «feio, feio é perder as eleições» (Bolachas) ou «em política não há ética» (Porco em Pé do PSD), aquele que foi vomitar a sua impostura para o PE e por isso lá ficou mal visto, e que disse que não abandonaria o PE por um cargo no partido; nem chegou a assentar ferro no PE.

A podridão não se limita, porém, aos governos nem àqueles que os compõem. É geral, está espalhada por todos os departamentos e recantos do estado e partidos. Sempre e em todo o lado há negociatas. Existem redes de interesses que lutam na sombra para colocar os seus militantes em lugares onde fortunas roubadas ao povo lhes são entregues. A maioria desses lugares, instituições e outras organizações desnecessárias e por isso inexistentes noutros países, foram inventadas e criadas com o único fim de lá colocarem os parasitas ladrões militantes. Repare-se bem que todos os partidos apoiam a sua existência e nenhum as desmonta. Porquê, se este povo de carneiros aceita ser assim roubado e viver na miséria para lhes dar tudo o que querem? A podridão é completa e geral. Os partidos e os seus políticos são, sem qualquer dúvida, os maiores inimigos do país, aqueles que, duma maneira ou doutra, o têm sempre destruído implacavelmente.

Os partidos andam todos desnorteados com o que se passa, a tal ponto que nenhum quer eleições antecipadas com receio de perder votos.

O PSD encontra-se numa desorganização impar, sem chefão, com eleições e lutas internas, incapaz de assumir qualquer governo. É esta a realidade e pouco importa a sua publicidade podre para atrasados mentais.

O CDS, que tem vindo a tentar armar-se em partido sério, não se quer aventurar com receio de passar a ser um partido microscópico.

O Bloco mete os pés pelas mãos. O Louçã, sem dúvida recordando-se dos maus resultados das últimas eleições, abandonou as grandes críticas e até disse, não há muito, que «as escutas consideradas sem relevância por decisões do sistema judiciário regressam imediatamente ao foro privado e não devem ser utilizadas».

Os comunistas parecem ser os únicos que neste momento podem tirar algum partido de eleições antecipadas.

O Cavaco está mudo que nem uma pedra. Como lhe é impossível renegar o seu partido e este não está em condições de governar, nem sabe o que dizer nem fazer. É assim que se escolhem bem os presidentes, um incapaz que não toma qualquer decisão, ou talvez com fortes dúvidas da culpabilidade do Sócrates depois de um após outro, o Tribunal Superior de Justiça e o Procurador-Geral o terem ilibado por completo, o que de certo lhe dá razão para pensar que já são dois dos pesados. Não quer ser alarve como os que continuam a vociferar, pois que outros caminhos se impõem em lugar de vomitar bestialidades.

No meio de tudo isto é o mexilhão que apanha com as marés, assim como com o que elas trazem por falta de combate à poluição. Este povo ainda não compreendeu que sem que meta toda estes animais no jardim zoológico, em jaulas e acorrentados e que os faça saltar ao chicote, nada jamais mudará. As máfias das associações de criminosos, organizadas em partidos oligárquicos estabeleceram redes que tudo controlam e roubam impunemente até que o povo os deite ao mar. São criminosos de direito comum que deviam ser mortos, mas que fizeram leis que, contrariamente aos países democráticos, lhes dão impunidade completa pelos seus crimes.

São os maiores inimigos do povo e do país.

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2 de janeiro de 2010

O PR Não Pediu Desculpa

Na sua Mensagem de Ano Novo o Presidente da República não pediu desculpa aos Portugueses pelo estado miserável actual em que os seus governos lançaram o País.

Devido ao contexto actual a população encontra-se mentalizada na crença de que os políticos poderão fazer algo pelo país, esquecendo a impossibilidade disso poder acontecer devido à ganância geral em que tudo o que lhes importa é e continua a ser os seus tachos, enriquecer roubando o estado, ocupar os lugares da administração pública pelos parasitas dos partidos e amigos, lutar entre eles para poderem açambarcar tudo isto. Assim, a acontecer a alusão do Cavaco a uma «situação explosiva», esta viria numa muito má altura, pois que os partidos se serviriam da ocasião para ludibriarem a população incauta, discursando sobre novas medidas e atitudes, enquanto apenas assegurariam os seus privilégios abusivos e aos quais, definitivamente, não têm direito. A única possibilidade duma tal explosão ter consequências benéficas seria que dela resultasse a devolução do poder ao povo soberano e a este fosse entregue a função – indispensável em qualquer democracia – de controlar os políticos, as suas acções, as suas decisões, a legislação. De outro modo voltaremos a cair sempre no mesmo. Pelo seu procedimento, os políticos e os partidos que formam os governos (qualquer um) não representam os eleitores. Sem controlo dos animais a carroça precipitar-se-á.

A malandragem, banditismo, perversidade e malvadez dos políticos em geral é tão baixa que nada a bem os fará comportar-se condignamente. Infelizmente, e isto se verá, só à força e a mal entrarão na linha. É uma corja do mais baixo nível e com as piores más intenções.

A sua frase «O País real, que quer trabalhar, que quer uma vida melhor, espera que os agentes políticos deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas.» irá ser imediatamente aproveitada pelos canalhas de todos os partidos como apoio às suas próprias ideias e afirmarem que eles fazem realmente isso, que sempre foi essa a ideia que os governou. A maioria da população, absolutamente papalva, vai acreditar que o «seu» partido é que tem razão. No fim, em lugar de se gerar um clima propício ao país, aumentará a luta partidária pelos tachos dirigida por canalha selvagem do género da Manela Leiteira e do seu Porco Guinchão, e igualmente pelos outros partidos. É isso que os portugueses atrasados pretendem e procuram. Os resultados comprovam-no mais do que claramente.

Os governos do Cavaco foram a maior desgraça que jamais aconteceu ao país devido à altura e à conjuntura em que ocorreram. A instrução criou os ignorantes de hoje, com habilitações que não são equiparadas às dos países desenvolvidos europeus. Médicos, dentistas e tantos outros formados nas universidades portuguesas estão proibidos de exercer sob responsabilidade própria nesses países. A escassez dos médicos no país é a consequência directa da sua decisão em reduzir as vagas universitárias, o que veio juntar-se à incapacidade dos profissionais para assassinar a população. Foi um dos últimos presentes que o seu governo nos deixou.

O endividamento dos particulares em geral, por incapacidade de controlar os seus orçamentos, é outra dádiva por ter sido omitida nos programas de ensino escolar. Foram habituados ao consumismo, a gastar sem medida e agora estão enterrados em dívidas. Nos outros países a crise não provocou problemas com dimensão semelhante ao nacional neste aspecto. O programa escolar do Cavaco não inculcou a mínima noção sobre tal procedimento nem ensinou as pessoas a defenderem-se da publicidade e marketing agressivos. Como resultado desta última preterição, vemos como nada se vende sem publicidade e como tudo o que é anunciado desaparece. Quase ninguém compra aquilo de que precisa e escolhe a qualidade; limitam-se a comprar o que lhes mandam, como desmiolados que são. Desmiolados, porque frases do tipo «Eu confio no Continente» produzem os resultados atendidos com que os publicistas as concebem.

O que o Cavaco escamoteou na sua mensagem foi que foi o seu próprio governo o autor e fomentador da miséria actual. Uma tão profunda miséria não pode ser tão jovem e todos aqueles a quem reste algumas células independentes na caixa dos pirolitos se recordarão de como os fundos europeus de coesão foram desbaratados, roubados e mal utilizados pela quadrilha de ladrões dos seus governos. Em Portugal, os políticos não são responsabilizados, só os pilha-galinhas, porque se fossem de certo que o responsável máximo pelas acções do seu pessoal, ele mesmo, há muito que estaria com os costados na grelha. O atraso de cerca de 22 anos sobre a média europeia passou para 52 há 2 anos, segundo o Eurostat. O povo tem o que merece, pois que tudo admite e os elege, dando-lhes assim carta branca, aprovação. Por isso que não têm de que se queixar. É tal e qual como diz o velho ditado: «cada povo tem o governo que merece». Se meia dúzia discorda e grita neste e noutros blogs, isso está bem longe da generalidade, porque a maioria das reclamações não passam de partidarismo aparvalhante.

Afinal, o Cavaco tem o arrojo de falar na situação que os seus próprios governos criaram sem ter a honestidade de confessar a sua culpa como responsável máximo e não pedir perdão à nação pelo que ele lhe tem feito sofrer? Só em Portugal! Ouvindo-o, não se concebe que ele possa passar o assunto em branco; ainda menos que ele não tenha consciência das consequências atrozes dos seus governos, sobretudo tendo em mente a sua formação e profissão.

Para quem lhe falhe a memória:
http://www.leaopelado.org/presidenciais.htm
http://www.leaopelado.org/eu/
Não se compreende que estes assuntos já tivessem sido tão evidentes à época do seu acontecimento e ainda haja obtusos que não os compreenderam e impostores que persistem sistematicamente em negá-lo. Agora pertence ao passado – inegável.

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