Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


28 de abril de 2011

Vergonhosas Campanhas Eleitorais dos Ladrões Nacionais

Todas as campanhas de todos os partidos usam os mesmíssimos meios: meia dúzia de factos juntos a mentiras que só servem para lograr os portugueses e escamotear o essencial. Ultimamente apareceram patriotas à pazada. Quem são eles, se não os que representam os partidos que assassinaram o país. Matem-nos também.

Portugal tem o pior crescimento económico do último século. Há quase três anos que o Eurostat publicou que o atraso de Portugal era de pouco mais de vinte anos antes da Abrilada, passara para mais de 52! Seria impossível de se atrasar tanto em poucos anos. Tirem-se as conclusões.

A dívida pública, desde há mais de 35 anos que acelera, sem contar com os roubos dos governantes, os seus extravios, má administração e criação duma imensidade de paraísos de nomeação para os sanguessugas em que não há concursos de admissão. Mais de 600 instituições, direcções, órgãos e organizações independentes, entidades, sue entidades, empresas ditas do estado, gabinetes, secretarias, governos civis, órgãos regionais, etc., foram criados através destes 35 anos para albergarem os f.d.p. dos parasitas dos partidos, enquanto a restante população tem que trabalhar para os sustentar e pagar os roubos.

São os componentes (militantes, famílias e amigos) das seitas de criminosos que formam as máfias políticas. Veja-se o exemplo ao fim deste artigo.

À parte isto, a dívida é mesmo pública, que através dos mesmos anos, em lugar de preparar o país para o futuro (agora), deu aos portugueses a ilusão de que eram ricos, endividando-se para que cada um pudesse viver acima dos seus meios num país que passou a importar o que deixou de produzir. O grosso da dívida é de todos.

O mal começou com o abatimento das frotas pesqueiras para que outros viessem cá pescar e importarmos o seu nosso peixe. Com a destruição da agricultura, enquanto os outros países promoveram e modernizaram e a expansão das suas e também até batatas passámos a importar. Com a destruição da indústria que passou para mãos estrangeiras (investimento, chamaram) enquanto os industriais nacionais berravam por socorro. Com tudo o que produzia desbaratado, que esperar daí a uma ou duas décadas. Seremos cegos? A construção e venda (exportação) de casas de habituação incrível e inigualável a nível mundial foi um dos maiores pesos na economia. (Ver aqui)

Analisando como as pessoas votam, o que dá votos com povos atrasados e desinformados é vigarice, mentira falsidade, banha da cobra e, sobretudo, baixa ordinarice. Para este último, basta compreender porque é que a Manela Leiteira fez da lavandaria nacional o símbolo da baixeza e ordinarice nacionais. E teve continuidade. É um povo de baixos sentimentos e ordinário. Sabe votar em consequência. Por que se queixa então?

Para tudo isto há razões. O responsável número um numa democracia é o povo, mas em Portugal não há nem pode haver democracia com uma constituição que o afasta deliberadamente do poder e permite que os políticos obrem a seu bel-prazer, roubem como, quando e quanto querem, com toda a impunidade das leis que a tal constituição fantoche lhes permite fabricar para lhes dar impunidade. Uma justiça cooperante que abafa a corrupção não a investigando e jornaleiros que encobrem ambos os criminosos.

Para tudo isto há razões: os carneiros tudo permitem, por isso têm sempre tido os governos que merecem. Outra prova da inexistência da democracia é precisamente que não paramos de ouvir essa palavra e outras que lhe estão associadas, como direitos, mas ninguém fala em obrigações. Onde há democracia ninguém fala nela – vive-se. Estes constatos tão simples são deveras gritantes.

Para tudo isto há razões. Há mais de vinte e cinco anos que foram preconizadas e isso serviu para chacota. Foram publicadas há mais de dez e nem podia vir a ser de outro modo. Não é preciso ser bruxo, são auto-evidentes. Quem só agora admite vê-lo tem sido tão culpado como aqueles que incrimina e merece bem o que lhe acontece. São estes os segundos culpados, logo a seguir aos jornaleiros que tudo encobriram, mas que para protegerem as máfias nada contaram sobre como se vive nas democracias.

Não há outro método para uma democracia. Para que os políticos sejam representantes do povo têm que tomar as decisões no interesse daqueles que representam e não nos próprios. Não podem ter liberdade para o contrário. Tem que haver um sistema de controlo dos mandatários pelos seus mandantes. É lógico. Não podem substituir os eleitos pelos que eles designam, ou também não terão legitimidade. Todos os lugares da administração devem ser postos a concurso e não ocupados por parasitas. Mesmo os juízes devem estar sujeitos ao mesmo controlo, ou a justiça não poderá mudar.

Acabe-se com o gozo dos vígaros, dos ladrões e dos parasitas. Acabe-se com o regabofe. Quem quer que permaneça impávido a este abuso monstruoso está a colaborar para o mal geral.

Não votar é uma demonstração de desinteresse e tudo aceitar e admitir. Votar em branco é mostrar desacordo, reprovar.


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Exemplo de família mafiosa na Ilha da Ma(ma)deira
(Recebido por e-mail)

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Andreia Jardim - (filha) - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Filipa Cunha e Silva - (mulher) - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Patrícia - (filha 1) - Serviços de Segurança Social
Raquel - (filha 2) - Serviços de Turismo
Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Carlos Estudante - (marido) - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Sara Relvas - (filha) - Directora Regional da Formação Profissional
Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Sidónio Fernandes - (irmão) - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Jaime Filipe Ramos - (filho) - vice-presidente do pai
Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Bruno Pereira - (filho) - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Cláudia Pereira - (nora) - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Leonardo Catanho - (irmão) - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Patrícia Dantas de Caires - (filha) - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Raul Caires - (genro e marido da Patrícia) - presidente da Madeira Tecnopólo
Luís Dantas - (irmão) - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Cristina Dantas - (filha de Luís Dantas) - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, (marido de Cristina Dantas) - director da Loja do Cidadão

[Lista incompleta]
Direitalha VIP, o verdadeiro motor do enriquecimento da Madeira. Digam lá que não é organizado como uma família da máfia. Não, é máfia mesmo!


Mesmo assim, ainda há que ache piada

Dois pombos, depois de comerem na mão duma pessoa, levantam vôo e diz um para o outro:

- Já viste que nós até parecemos políticos?

- Porque dizes isso?

- Repara bem, mendigamos migalhas às pessoas e uma vez cá no alto, cagamos-lhes em cima!

[Moral da história: o povo tem o que merece.]