Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


3 de maio de 2007

Portugal. O País somos nós.

Portugal. O País somos nós.

Na sequência das reflexões suscitadas pelos posts a seguir indicados Celebremos o 1º de Maio ; Ética... e responsabilidade; Quem atrapalha a sua vida? ; Incapacidade de planear e racionalizar ; Acorda, povo adormecido!, recebi por e-mail, este texto que é um retrato talvez muito realista do nosso País, e que, por dizer muitas verdades, acaba por ser bastante perturbador, para quem recusa uma observação objectiva. De um conjunto com determinadas características não pode, logicamente, sair algo diferente, porque os milagres só acontecem eventualmente.

É PARA PENSAR!

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo.

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3 mentiras:

Paulo Sempre disse...

A nossa Pátria devia ser um facetado espelho onde nos revesse-mos, sempre com o espanto de nos surpreender magicamente favorecidos.
Todavia, "terrores antigos" e "relâmpagos de esperança" no mesmo espaço geografico, fizerem desta Pátria amada (Portugal) um "deserto" longo; de gerações emudecidas, quanto muito titubiantes.
Agora Portugal é uma especie de "chave dos campos" - um quadro de Magritte que não é mais que um espelho quebrado- um hipnótico desdobramento da realidade em vários planos: a realidade tal como ela aparece, excessivamente harmónica, lisa, quieta para além dum vidro, o sinal desse mesmo vidro partido, e os fragmentos do vidro que reflectem a realidade para além do vidro, fragmentada, com cores muito fortes e, também neutras.
Ao olhar-me no vidro, nesse vidro quebrado... confundo a realidade com a aparência e, nessa confusão, até posso votar num inimigo sem rosto, daqueles que se escondem nos labirintos da política...
Então, assim, também posso ser culpado de boa-fé...
Abraço.

Paulo Sempre

A. João Soares disse...

Caro Amigo Paulo Sempre,
A gravidade do problema reside em grande parte nos reflexos desses estilhaços do espelho e no caos daí derivado. Será grande o esforço para reconstruir o puzzle da imagem fragmentada. E, como o nosso povo é avesso a esforços sustentados, coerentes e persistentes, poucas esperanças restam de um futuro brilhante. Tenhamos fé e não perdamos a esperança.

Um abraço

foryou disse...

100% !!!! O problema está em nós (incluindo eles!)