Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


30 de dezembro de 2008

Os Novos Nazis

O facto mais significante do movimento nazi na Alemanha da Segunda Guerra Mundial era os seus seguidores crerem ser duma raça superior. Desde 1947 temos um novo povo nazi: Israel sionista.

Aqueles que mais sofreram com os idealismos nazis alemães são os que melhor adoptaram as suas doutrinas, modernizando-as. Israel é um país pária e com a falsidade característica do velho ditado «falso como um judeu», que sempre diz aceitar as resoluções da Organização das Nações Unidas, mas nunca as cumpre = falsidade.

O povo de Israel já era considerado terrorista antes da sua independência, sobretudo devido aos atentados bombistas efectuados contra a administração territorial inglesa. Esta nação tem sido um autêntico espinho maléfico na região já anteriormente à sua fundação, um impedimento da paz. Com efeito, Israel com o apoio incondicional do monstro anti-democrático representado pelos EUA, tem roubado terras e territórios aos árabes, colonizado construindo em terreno alheio e promovido o povoamento das colónias em terras que jamais lhe pertenceram. Israel tem o direito de o fazer e os massacrados não têm o de os expulsar! Israel atacou os vizinhos e a declaração oficial dos EUA foi que o Hamas mostrou mais uma vez o seu comportamento!

Israel é hoje a personificação do mal ma região, mantido nesse lugar pelos EUA como um cão polícia na defesa dos seus interesses. Tal estado tem que acabar. O desequilíbrio actual que abençoa a malvadez dum povo maldito pelas suas obras e acções tem que ter um fim. Esperemos que seja o Irão a pôr-lhe um fim e quanto mais cedo melhor. Que se extermine esse povo amaldiçoado que escraviza os seus vizinhos. Basta de lamentar o que sofreram durante a guerra. A sua maldade é agora tão profunda que sem temer de se ser injusto se pode antes lamentar por os alemães não terem tido tempo para os exterminar por completo. Má semente, semente de Satanás. Os judeus, em actos de pérfida malvadez atroz e segundo um método regular que nada tem a ver com guerra, cortam os bens necessários à vida , como água e electricidade e fecham a passagem para víveres aos miseráveis forçados a viver entre barreiras de arame farpado. Cometem os mais hediondos crimes sem razão aparente. Sabe-se, mas é abafado, tal como tantas outras barbaridades.

Não se compreende que por um lado se diga que existe uma guerra e por outro se forneçam armas ao mais forte e ocupante e se bloqueie o fornecimento e as ajudas ao mais fraco, aquele que é escravizado. É esta a ideia democrática dos EUA. Que o Irão destrua a nação pária, que não deixe pedra sobre pedra, que arranque o espinho do mal da região, que semeia o ódio e as desavenças, a guerra e todas as suas consequências. Que se faça a limpeza necessária para a obtenção duma paz duradoura em nome da justiça e dos direitos humanos.

Em complemento do tamanho reduzido deste post veja-se um texto mais abrangente, que dele faz parte completar e integrante sobre esta conjuntura que se eterniza, nesta página em lugar de o transcrever.

O costume de chamar terroristas aos lutadores pela liberdade inconvenientes, implantado pela política imperialista dos EUA apoiada por escravisadores tradicionais, como os castelhanos (ver sobretudo aqui) e outras nações incivilizadas mantêm outros povos sob a sua pata, em plena contradição com o terrorismo francês durante a Segunda Guerra Mundial, este apoiado pelos EUA e pelos restantes Aliados, também acrescenta e elucida algo de muito útil a este post.

O número exíguo de blogs portugueses que se referem aos correntes acontecimentos não dignifica aqueles que se abstêm.

Adenda: Israel é sobejamente conhecido em todo o mundo como cometendo crimes de guerra do tipo nazi e iugoslavo. Que se esperará para os julgar e os pendurar como aos outros? A não esquecer que «punição colectiva» é um crime de guerra, qualquer que seja a provocação ou o motivo.
Se os castelhanos (outro povo escravizador) ocupassem terras portuguesas, expulsassem os seus donos, confiscassem as terras e nelas implantassem imigrantes castelhanos, não se sentiriam os nacionais com direito ao uso da violência como uma forma de resistência enquanto restringidos a uma faixa ou única província, como o Algarve?
Vejam-se, sobretudo, os links na página acima mencionada como complemento a este post.