Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


18 de junho de 2010

Feriados –
Serão Todos Estúpidos?

Estupidez geral dos deputados e outros políticos de todos os partidos é o que imediatamente nos vem à ideia ao analisarmos as razões invocadas para mudarem os dias feriados e o modo como pretendem fazê-lo.

Se juntarmos estes factos a outros bem conhecidos de decisões e comportamentos seus, ficamos esclarecidos de que a única esperteza daqueles vigaristas é para o roubo e em fazerem leis que lhes dêem impunidade e privilégios, ambos inexistentes em qualquer democracia, pois que a sua mera existência define a antítese da democracia. Afinal, os da esquerda que desaprovam esta idiotice, fazem-no, segundo os ouvimos dizer, por genuína retórica partidária e não com base realista.

Vomitando bestialidades, dizem-nos em conjunto que querem deslocar os dias feriados comemorativos por quebrarem a produtividade e por aumentarem a totalidade dos dias improdutivos (em que não se trabalha). Ora, tudo isto acontece por razões bem diferentes daquelas que os aldrabões clamam. A cambada de jornaleiros, bestas verdadeiramente inúteis e improdutivas não revela como se passa com os feriados em países avançados nem como as pontes são usadas para os aproveitar. Porque as pessoas têm direito a esses descansos. Porque está provado que, bem ao contrário do que os vigaristas incapazes nos mentem, esses pequenos descansos, intercalados em períodos longos de assiduidade ao trabalho, tornam qualquer pessoa mais produtiva durante o trabalho.

A falta de produtividade em Portugal tem outras raízes que têm sido desprezadas – o que a tem feito aumentar –, sendo a principal a falta de preparação profissional e adaptação (modernização) nos métodos de trabalho e princípios que lhe servem de base. Fruto do mau uso e do roubo dos fundos europeus que os governos do Cavaco receberam precisamente para esse fim e que ele controlou e aprovou como se verificou na altura. Agora, o malandro diz que já há anos previa o futuro. Pudera, se foi ele quem o provocou e se era bem evidente, pois que essas previsões foram logo feitas na altura e há muitos anos que estão publicadas na Internet. Agora, critica as decisões deste governo, mas aprova-as todas e lava as mãos.

Como de costume, em Portugal só se copia o que está mal nos outros países. Que admiração, pois, que sejamos o país do lixo. Nos países em que a produção atinge mais altos níveis, os feriados não foram deslocados desmioladamente e são aproveitados para os trabalhadores produtivos recuperarem das azáfamas quotidianas, distraindo-se ou repousando, aproveitando todas as pontes possíveis. Para se saber como é feito com aumento de produtividade em lugar quebra, basta usar a mioleira em lugar de se cair em todas as vigarices de políticos ladrões, incapazes e irresponsáveis, e balelas de abortos jornaleiros, autênticas bestas iletradas e inúteis.

É conhecido que essas interrupções produzem uma recuperação psicológica e um descanso físico, ambos em benefício dum aumento da produtividade e de decisões inteligentes. Em contraposição, o que por um lado produz uma enorme e longa queda de produtividade, e por outro reduz o benefício das férias para os que os gozam, são os longos períodos de ócio, que originam grandes quebras e até mesmo a conhecida e inegável perda de ritmo no trabalho. Não admira, pois, que governos, entidades patronais e trabalhadores, todos o aprovem em países de maior produção e mais avançados. Todos lucram. É precisamente por a população estar mais informada (de princípios úteis e não sobre lixo inútil, como cá) e por serem governados por gente menos incapaz e ladra que estão mais avançados. Alguém duvidará? Se se reconhece, porque não se controlam, então, essas máquinas geradoras da miséria nacional a todos os níveis? A ignorância, assim como a estupidez dela proveniente, porém, são gerais.

Veja-se que num noticiário, à pergunta de que se tinha importância deslocar os dias dos feriados se ouviu uma resposta de que na maioria não, que apenas o Natal e o Ano Novo deveriam permanecer fixos. Ignorou completamente que o Natal é num dia sabido não corresponder ao do nascimento de Jesus, mais provável ter sido em Janeiro, donde os ortodoxos se aproximam mais na celebração. É pois, como incerto e como não fazendo a unanimidade na cristandade, aquele que logicamente mas se adequaria a um deslocamento. Com gente assim, que esperar senão mais do mesmo, sobretudo quando usam os seus conhecimentos didácticos e da vida para votar?

Sendo assim, benéfico para todos, também não se compreende que aqueles que gozem as pontes o façam faltando ao trabalho. A solução evidente e seguida nos países mais desenvolvidos é a do números de dias adicionados aos feriados para formar as pontes serem lógica e justamente deduzidos do número de dias de férias anuais. Aumenta-se assim a produtividade, um facto inegável por estar comprovado há muitas décadas. Os descansos curtos intercalados evitam os frequentes esgotamentos que se manifestam de formas múltiplas, provocados por longos períodos de trabalho sem interrupção. Ficam assim todos satisfeitos e todos tiram proveito. O país inteiro tira proveito.

Como pode isto passar despercebido aos ladrões estúpidos que nos governam? Como podem esses abortos pedantes, ranhosos iletrados e ignorantes que formam os bandos de jornaleiros ocultar factos tão conhecidos, fazendo da desinformando da população a finalidade da sua profissão?