Mentira!

Neste blog e noutros sites do autor poderá prever o futuro do país tal como o presente foi previsto e publicado desde fins da década de 1980. Não é adivinhação, é o que nos outros países há muito se conhece e cá se negam em aceitar. Foi a incredulidade nacional suicidária que deu aos portugueses de hoje o renome de estúpidos e atrasados mentais que defendem os seus algozes sacrificando-se-lhes com as suas famílias. Aconteceu na Grécia, acontece cá e poderá acontecer em qualquer outro país.
Freedom of expression is a fundamental human right. It is one of the most precious of all rights. We should fight to protect it.

Amnesty International


10 de outubro de 2013

A Saúde Mental dos Portugueses

Na Suíça «colocam a comunidade portuguesa a par dos jugoslavos e turcos no que respeita ao atraso cultural e cívico», como se pôde ler no Correio da Manhã de 24 de Janeiro deste ano. Nos outros países civilizados a opinião não é mais lisongeira. O modo como os portugueses tratam os seus políticos e votam é sintomático.

A importância que os governos dão a este problema nacional que não afecta os interesses dos políticos está na raiz das causas. Segundo estatísticas mundiais, Portugal é o país em que se verificou o maior aumento da corrupção nos últimos 10 anos, sem que o povo exija o controlo dos políticos por um órgão democrático popular – outra causa – por estar convencido de que um sistema sem qualquer tipo de controlo por parte daquele que deveria ser o soberano possa assemelhar-se a uma democracia. Se até tomam e chamam os mandatários do soberano por órgãos da democracia! Que de mais ridículo poderia ser criticado pelos países democráticos? Que poderão realmente pensar os cidadãos democráticos desses países sobre tal erro idiota e de ignorantes ludibriados e gozados pelos seus políticos?

O ensino não prepara as pessoas para a vida nem lhes desenvolve a mentalidade, quando nos outros países tentam prepará-las inclusivamente a defenderem-se da publicidade. É por vontade expressa dos governantes para poderem continuar a enganar todo o mundo com o seu marketing de embuste.

O atraso mental e cultural nacional é, pois, bem conhecido nos outros países europeus, leva mais tempo a atingir um nível mundial, embora vá bem encaminhado, mas os especialistas da mente e do intelecto portugueses também não o desconhecem.

Vejamos o que sobre o assunto escreveu o distinto médico Prof. Dr. Pedro Afonso, professor de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Lisboa, há três anos, lembrando-nos de como esse mal nacional tem continuado a agravar-se desde então por falta de medidas e tratamento adequados.


A Saúde Mental dos Portugueses

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.

Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.[1]

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade.[2] Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.[3]

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.


Pedro Afonso
Médico psiquiatra


Notas adicionais

[1] Os políticos, para ganharem aprovação, espalham esta ideia idiota e ensina-se que a democracia é ter todos os direitos, quando a realidade é o contrário: a democracia é cumprir todas as obrigações sociais e saber que os direitos de cada um terminam no ponto em colidam com os interesses dos outros. A liberdade e os direitos individuais só podem existir quando ninguém no-los espezinha no seu interesse próprio.

[2] O que incentiva e estabelece uma sociedade democrática são os laços que unem os cidadãos nos seus interesses comuns e não os interesses sindicais para grupos que se aproveitam de outros grupos ou que exploram a restante sociedade. Esse tipo de união sadia de que depende a existência da democracia é praticamente inexistente em Portugal.

[3] Os conselheiros matrimoniais são raros em Portugal; não só são poucos como os governos não lhes dão os meios necessários. Em vez disso entregam esses casos à polícia e à justiça, o que aumenta os desentendimentos e o número de divórcios, e provoca a desgraça que tão bem conhecemos.


São estas algumas das bitolas pelas quais os povos avançados medem o nosso atraso.

Até que nós mesmos nos compreendamos, não nos será possível sair do impasse em que nos encontramos. Acreditarmos numa auto-estima que nos cega é o maior obstáculo a vencer. Será por mero azar que somos tão bons e avançados em tantos assuntos importantes — como no-los apresentam quase diariamente — e cada ano nos enterramos mais na miséria? Será por tantas descobertas nacionais na medicina que cada vez se morre em piores condições em Portugal?

Ao contrário do que cá se diz de Portugal, nos países nórdicos e na Suíça os inventores e os descobridores são raros; no entanto figuram entre os mais ricos, os mais democráticos e têm uma população mais feliz e com melhor assistência médica. Não será tempo de compararmos aquilo que nos impingem àquilo de que temos a certeza de ser verdade? Copiar o que está comprovado por dar melhores frutos sempre foi o caminho universal mais seguro para o progresso. Deixemos esses avanços em descobertas e invenções para para o campo das curiosidades e preocupemo-nos com as nossas necessidades reais comparadas àquilo que verdadeiramente temos..

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11 de julho de 2013

O Presidente das Falácias

Portugal é uma sociedade que vive na mentira e da mentira numa corrupção contínua onde quem melhor mente é quem ganha por o povo desmiolado nem se dar conta e em lugar de reflectir pelos seus próprios meios se limitar a papaguear o que os que o usam lhe impingem. As falácias deste mostrengo já vêm de há décadas. Os desmiolados papam-nas e querem mais. Ele dá.

[Clique no título do post para ler a continuação]

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5 de setembro de 2011

Fome e Miséria Para Uns – Esbanjamento Para Outros à Conta da Miséria dos Esfomeados

O governo anunciou um assassínio em massa para muito em breve. Quem o ouviu, decerto o compreendeu. Todas as prestações do sistema de saúde vão ser reduzidas. Apenas para os que não possam pagá-las, entenda-se bem, porque se estes não podem pagá-las, outros podem. Até existe uma linha de tráfico de influências para se tratarem no estrangeiro à nossa custa.

A declaração mais clara a este respeito foi o anúncio de que iriam assassinar a maioria dos que necessitam do implante dum órgão para poderem viver. A declaração da intenção de matar mais clara seria impossível, pois que foi literalmente mencionada na reportagem que a mostrou.

Isto é intolerável, pois que nenhum estado das finanças o justifica. Temos dois exemplos de serviços de saúde autofinanciados: o da Suécia e o da Suíça. São sistemas opostos.

O da Suécia é do género do nacional, mas sem os problemas portugueses: ao pessoal não lhes chamam «trabalhadores», mas trabalham: cada imposto ou contribuição tem o seu destino e nunca vai para um saco azul da corrupção, donde as contribuições para a saúde estão separadas das outras.

Na Suíça os impostos e as contribuições também têm destino. O serviço nacional de saúde é 100% privado, financiado a 100% pela população e 100% igual para todos, sem excepções. Apenas aos raros que não possam pagar, o estado subsidia os prémios das seguradoras.

Portanto, como e porquê reduzir as prestações por causa dum eventual buraco financeiro do governo? Que políticos merdosos temos, incapazes até de copiar o que já está feito e comprovado com bem? Para o que está errado é que não há hesitação, copia-se logo. Facilmente transformaram Portugal na estrumeira mundial que passou a ser.

Outras referências ao sistema de saúde serão publicadas ou republicadas por se tratar de casos de abuso e de malvadez extremamente graves.

Entretanto, massacram-se os mais pobres com impostos e cortes nos auxílios e isenções que lhes permitem viver, enquanto NADA em absoluto foi reduzido nas mordomias no estado nem das máfias que constituem os partidos políticos que continuam constituídos em associações de malfeitores. A corrupção vai de vento em poupa e os empregos do estado são dados a amigos partidários. O número de nomeações deste governo já supera o do anterior no mesmo período de tempo. Os vigaristas cobardes tentam escondê-lo, publicando apenas um terço dessas nomeações na internet. Os parasitas roubam os empregos a concurso para gente competente, desempregada, que acaba por viver na miséria ou ter que emigrar.

Aos que mais ganhavam nada foi tirado. Os ordenados exponenciais continuam impavidamente, na sua maioria ultrapassando os dos seus homónimos beneficiários em comparação directa. Seria um abuso se não fosse um escândalo da mais alta roubalheira e vigarice quando comparados através dos níveis nacionais.

Até o próprio anão que anda de joelhos, não obstante já ter há muito provado que o partido do governo é mais seu do que dos que o compõem, recrimina duramente os factos mencionados nos dois parágrafos anteriores.

O que não se compreende é que com tanta razão se tenha reclamado dos mesmos roubos, abusos e açambarcamentos durante o governo anterior, como os testemunhos e as denúncias que este autor publicou imensas vezes, enquanto agora poucos rejeitam o seu partidarismo de cegos embrutecidos ou de carneiros idiotas. Afinal, para eles a seriedade dos partidos depende apenas de ser ou não o seu. Afinal, estas mentes obtusas merecem bem ser gozadas e a miséria em que estão. Foram eles quem permitiu aos políticos espezinhá-los e ainda lhes agradecem. Têm o que querem, não têm motivo de queixa.

Em apenas três meses de governo, o Coelho provou e comprovou tudo do que os posts anteriores lhe previam (alguns links ao fim). «Prever» nem é o verbo adequado, tão claramente se lia entre as linhas de discurso do Coelho e dos seus acólitos algozes. Ou seja, era mais do que esperar para um indivíduo que convida o Loureiro Ladrão para seu conselheiro e com tão boa escola como a que teve nas empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde até entrar para o governo desempenhou responsabilidades de gestão directa e teve como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros:

Os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira. Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambiente, que detém duas empresas de resíduos presididos por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente.

Vigarista de alto calibre, faz tudo o que reprovou sobre o governo anterior e o contrário da propaganda para tolos na sua vergonhosa campanha de marketing eleitoral.

Caramba, que esperar desta gentaça? Tudo em família (máfia).

Ninguém viu o que estava nos posts publicados e foi publicado durante a acompanha eleitoral. Ou melhor, viram os caracteres e que eram letras, mas não conseguiram juntá-las e entendê-las: são analfabetos mentais. Limitaram-se todos a beber o vomitado da repugnante personagem. Agora digiram-no. Havia não inúmeros indícios, mas provas constantes que os basbaques, de vácuo no cérebro, não só não compreenderam, mas de que tampouco se aperceberam. Aguentem agora e preparem-se para morrer estoicamente pela causa que defenderam. Porque para o fim do ano ou já se tem começado a morrer a granel e se cala e admite ou haverá uma grande estampida (do género das do farwest selvagem dos cowbois da América do Norte do séc. XIX – Cattle Stampede).

O problema não está nos políticos, nascidos e criados com a restante população. O problema não está no Sócrates nem no Coelho nem nos ordinários. É um problema duma sociedade de que a corrupção geral e a vigarice se apoderam. Ser trabalhador é mal visto pelos colegas, e os calões adoptaram o nome de «trabalhadores». Roubar «umas coisitas» no escritório onde se trabalha é considerado normal e quando um ladrão rouba a culpa é da vítima por se ter deixado roubar. Simular uma avaria no veículo para a segurador pagar a viagem de retorno, também não é considerado um crime planeado. Adoptaram costumes retrógrados e acham-se avançados, substituíram valores comprovados por princípios rascas. É uma sociedade rasca que rasca os erres.

Em previsão da repercussão dos roubos dos pobres, o ordinário do ministro do interior já começou a preparar medidas de repressão para os criminosos da fome: retirou os agentes a paramilitares dos serviços de secretariado e vai mandar todos para uma escola de assassinos, porque não vão ser preparados e educados como os gregos ou os ingleses.

Para quem se tenha já esquecido tão rapidamente, o ministro citado é um ordinário porque as pessoas não mudam, muito menos nos três meses que decorreram desde que ele se comportava como uma besta ordinária no parlamento, mostrando claramente os seus baixos sentimentos com o palavreado que usava e tão bem lhe assenta e descreve. Estará já esquecido ou acham-no seu semelhante? Este facto, em conjunto com o da labrega da Manela Leiteira comprovam que para ser ministro em Portugal basta ser sacana e ordinário. Eis aqui a base justificativa do respeito e da consideração que esta canalha merece. Se qualquer merecimento deve ter uma justificação, aqui está uma, mais do que suficiente. É uma vergonha ter ministros como este e como os aldrabões vigaristas do Zé Aguiar ou o Corta-Relvas. Gente que só alguém tão baixo como eles desejaria por amigos. Patenteiam a «classe» de quem lá os coloca.

Giro giro é o que se vai passar com o comboio a alta velocidade (CAV) se este governo durar até à ocasião. Estão a jogar sobre a possibilidade (que tomam por certeza) de estarem na oposição quando a data da sua construção chegar. Durante o governo anterior formularam os mais ferozes ataques contra a sua construção, assim como sobre um novo aeroporto para Lisboa, encobrindo sistematicamente que a origem da ideia era exclusivamente sua, do tempo do Barroso. Abafaram e abafam que foi esse governo que efectuou os acordos para os subsídios da UE. Agora, o governo actual encontra-se com a sua própria bomba no colo, decisão de suspensão tomada é apenas provisória. E mais um assunto que põe à vista a capacidade mental daqueles que lhes deram ouvidos.

Para o aeroporto existem várias ideias de substituição, mas limitaram-se a combater a sua própria ideia e não apresentaram nenhuma.

Querem e sempre quiseram que as linhas fossem construídas e apenas se contradisseram para atacar o governo da altura por saberem que o povo é néscio e aceitariam a contradição sem a mínima reflexão. Estamos a ver como se saem da alhada, sabendo que presentemente é muitíssimo mais fácil de convencer a UE de que desistem devido ao estado calamitoso das finanças nacionais. Contudo, apenas suspenderam.

De qualquer forma a linha Lisboa – Madrid era a única justificável por fazer parte do plano de comunicações europeu. A Lisboa – Porto era um erro desnecessário, o que não elimina a necessidade de grandes melhoramentos nela. Quanto à Porto – Vigo, curta e sem passageiros, cuja própria exploração actual está em causa, a sua inclusão no plano não foi mais do que o resultado da conhecida ronha e inveja tripeiras, por vezes justificável, aqui obviamente não. A linha Lisboa – Madrid é imprescindível para a exportação de mercadorias e pode ser utilizada para passageiros do CAV. Porque não? É provável que qualquer governo que avance com o CAV para esta linha empurre a ideia dum aproveitamento sequencial para o CAV. Contrariamente às desinformações apregoadas pela jornaleiragem, a Espanha não suspende nem fecha nenhum ramo que ligue directamente à rede europeia.

Pelo que se constata, a quase totalidade da população ainda está convencida de que vive em democracia e de que o sistema nacional é democrático. Ainda não compreendeu que a condição única e sine qua non para a mais rudimentar democracia é a participação da população que controla os políticos. Caso isto não exista, o sistema é uma fantochada, uma oligarquia partidária. No caso nacional é ainda uma pedantocracia dominada por uma corrupção reconhecida e indirecta e inconfessadamente aprovada. Enquanto este sistema não mudar não poderá haver esperança de imaginar parvamente que os políticos representam os que os elegeram, em cujo interesse obrarão. Ingenuidade impingida pelo embrutecimento por obra da jornaleiragem desinformadora.

O Ronald Reagan não foi um modelo de democrata num país que de democracia apenas tem o nome, até porque nem pertencia ao partido desse nome. Contudo, no dia em que inaugurou o seu mandato pronunciou estas palavras:
From time to time, we have been tempted to believe that society has become too complex to be managed by self-rule, that government by an elite group is superior to government for, by, and of the people. But if no one among us is capable of governing himself, then who among us has the capacity to govern someone else?


Links para artigos anteriores mencionados no post, descrevendo o que se iria passar (o presente):

Os Reis da Mentira     20-5-2011

Quem Cala Consente –
Quem Vota Aprova
    9-5-2011

Desesperos dum Ganancioso     8-5-2011

Vergonhosas Campanhas Eleitorais dos Ladrões Nacionais     28-4-2011

Debacle     14-4-2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?     13-4-2011

Quem Será Que Mente Mais?     4-4-2011


Vote nas sondagens sobre Portugal

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5 de junho de 2011

Os Portugueses Elegeram um Criminoso Condenado

Os portugueses elegeram um criminoso condenado com conselheiros tais como O Dias Loureiro, o Catroga e outros da mesma estirpe. Este acontecimento não pode ser considerado como simples partidismo dos eleitores.

Ao elegerem um criminoso fizeram uma declaração e uma confissão que todos os que votaram num criminoso fazem sobre os seus princípios, sobre os seus valores, sobre a honra, o cumprimento das leis, a sua própria moralidade. Sobretudo quando havia uma variedade de escolha de candidatos para todos os gostos em quem votar e escolheram o único ou o maior criminoso de entre eles.

O nome de Portugal já estava bem sujo, tal como visto pelos povos democráticos europeus devido a aprovarem a corrupção, julgando que dela poderiam também tirar proveito. Devido aos baixos valores e princípios que adoptaram. Devido a não mostrarem capacidade em controlar os seus próprios políticos.

Agora, elegendo um criminoso atiraram literalmente com o nome do país para a lama mais suja que sai dos esgotos. Por demais, um criminosohá muito mal visto nos meios da UE por incompetente.

A partir de hoje, este blog passa a enunciar o nome do criminoso apenas como Criminoso.

Para esclarecimentos sobre os seus crimes, veja-se a lista dos crimes, das condenações e das investigações da justiça, consumados ou em curso, no artigo descritivo neste blog, imediatamente anterior a este. Todas as confirmações ou dúvidas podem ser vistas ou esclarecidas nos documentos oficiais.

Em Portugal o crime compensa e, como já diversas vezes escrito neste blog, só os pilha-galinhas são condenados. Os maiores criminosos elegem-se.

No estrangeiro está-se perfeitamente ao corrente deste procedimento. Chegam a dizer que Portugal devia estar fora da UE por o povo não saber agir nem comportar-se como numa democracia.

Não podemos, porém, deixar de lembrar a causa a origem do engano em que a população portuguesa vive: A desinformação sistemática, assim como a encenação das notícias; os jornaleiros que dão scoops para tolos, ao editarem as notícias manipulam-nas e modifica-nas quase todas, o grau da manipulação atinge o mais alto nível para inverterem o sentido a 180°. Este exemplo é mais do que uma prova [aqui]

Afinal, ocultando crimes, os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial, elegeram este Criminoso tal como elegeram duas vezes um muito maior por ter destruído o país: O Cavaco.


Adenda
Neste post não ficou bem clara a sua relação com aquele que imediatamente o precede e do qual este é a sequência lógica. Embora tenha havido uma tentativa de esclarecimento na página dos comentários, parece que a dúvida persiste, tendo mesmo sido aproveitada como arma de contradição, como se pôde ler no Facebook [Rui Taher – vocifera no seu blogue contra a quem chama criminoso nem tem coragem de lhe chamar plo nome].
Com esta adenda, espera-se desfazer e evitar qualquer confusão desta sorte e apresentam-se as devidas desculpas por o facto não ter ficado logo bem claro no corpo do post.

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10 de maio de 2011

Povo Cobarde e Embrutecido

Com a intenção evidente de se aproveitar e sacar votos à miséria humana que domina a alma dos portugueses e a sua subsequente sede de auto-estima – ou seja, de orgulho em serem rascas, já que de outra coisa não têm motivo para presunção – a Câmara Municipal de Cascais publicou um clip de vídeo bastante bem montado. Só que, se na forma era aceitável, no fundo é uma vigarice mental por não corresponder àquilo que se pretende.

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8 de maio de 2011

Desesperos dum Ganancioso

Temos ouvido o aldrabão do Sócrates mudar de discurso mais rapidamente que a passagem das semanas, consoante o lado donde sopra o vento. Ouvimos agora o desespero do canalha que com premeditação traiçoeira e dos mais baixos sentimentos deitou o governo abaixo convencido de que conseguiria substituir a corja que lá está pela sua. Desespero a ponto de tentar sacar votos mediante o mais ordinário dolo ao povo, cinismo indescritível e patenteada falsidade.

Calcula-se que das próximas eleições não saia maioria. Crê-se que, em consequência, seja necessário a formação de um governo de coligação como se vê em qualquer país civilizado. Para isto, porém, é imprescindível que os chefes dos partidos sejam também civilizados. O Coelho, negando-se a formar uma coligação, espera que os pobres parvalhões dos eleitores votem massivamente nele a fim de não formar qualquer coligação. É uma indiscutível e nítida traição aos eleitores que mais clara seria impossível.

(A este propósito e porque os esquecidos têm estado a ser vigarizados por invenções que nem os próprios partidos ousaram, lembre-se da mudança digna de camaleão do Sócrates – que a tudo se adapta para conservar o poder e os tachos para a sua quadrilha oligárquica e neoliberal – ao não ter ganho maioria absoluta nas últimas eleições: contrariamente ao que por vezes se ouve, prestou-se imediatamente a aceitar uma coligação. Um a um, todos os partidos recusaram. Quem não se lembrar que vá consultar os arquivos dos jornais ou da RTP. Este facto não faz do diabo um santo, mas mostra como os outros são iguais.)

A bestialidade do Coelho citada acima é a forma mais palavrosa de chamar estúpidos aos portugueses, como tem sido o seu hábito desmascarado neste blog. Atesta e confirma a sua ganância, certifica a razão capital pela qual recusou o PEC IV e revela abertamente os seus sentimentos primários, contando com a aprovação pelos seus iguais e por um povo embrutecido.

Não obstante e mesmo tendo em conta a pouca fiabilidade de quaisquer sondagens, pela última apercebe-se que muitos não acreditaram na sua conversa de banha da cobra, abandonaram-no quando ele deitou abaixo o governo para tentar anular as eleições anteriores, perdidas. Daí, o risco que agora toma perece ter sido mal calculado e a possibilidade de lhe sair o tiro pela culatra não é desprezível.

Um pesado golpe de má fé e difícil de acreditar mesmo num país corroído pela mais alta e desastrosa corrupção em toda a Europa e com os políticos mais mafiosos e incompetentes que tudo têm destruído. Enfim, esta gentalha sai da população, foi com ela criada, com ela adquiriu os seus vícios e costumes, poucas qualidades e muitos defeitos. São seu produto e seus iguais.

Nestas condições, qualquer resultado é normalmente admissível, seja ele qual for. Segundo consta, os outros países crêem que em Portugal há aceitação geral da corrupção e um défice eleitoral resultante da ignorância geral nacional, para o que inculpam a desinformação jornaleira e a falta de instrução como origens. Mudar de direcção afigura-se difícil enquanto se persistir em mentir às pessoas, dizendo-lhes que devem ter mais auto-estima, quando o que faz falta é autocrítica objectiva e construtiva. Sem ela jamais será possível que todos e cada um reconheçam o que deva ser emendado, perpetuando-se assim a ignorância e a desgraça que consigo acarreta.

Note-se, por exemplo, o orgulho dos rascas e atrasados mentais na escolha da banda dos idênticos rascas (seus iguais, como os políticos) em elegeram para o Concurso da Eurovisão (o mesmo nome em todos os países, que os rascas nacionais substituíram por “Festival”; o concurso para um emprego também será um festival?) para representar um país de rascas. Burros a ponto de lhe atribuírem mérito. Claro, para embrutecer ainda mais os burros, viu-se uma reportagem de Düsseldorf a perguntar aos autóctones se gostavam da canção e do grupo. Que esperavam que respondessem? Impostores! Mais instrutivo e realístico seria dizer-se o que eles falam entre si a esse propósito. Assim se fabricam as mentiras apresentadas como notícias verdadeiras para inchar o ego dos mais miseráveis da Europa. A intenção só pode ser para que assim continuem convencidos de serem os melhores. É o mais eficiente travão do progresso e o melhor caminho para o retrocesso, como se tem cá verificado.

Uma nota importante é a das críticas da União Europeia e até as acusações do Cavaco – estas de modo velado por evidente cobardia – sobre a necessidade de fazer desaparecer o fosso entre ricos e pobres. Idem sobre como distribuir as cargas fiscais nesse sentido. Não obstante, nada, ninguém nem nenhum partido ou chefe de oligarquia mafiosa do centro ou da direita jamais fez destas extremas necessidades bandeira eleitoral, nem tampouco abordou o assunto, salvo a costumeira banha da cobra fora de período eleitoral.

Nos últimos 6 anos o Sócrates reduziu um pouco a miséria extrema, mas as medidas tomadas não passaram das costumeiras mezinhas dos políticos nacionais de todas as cores. O desequilíbrio manteve-se.

Há ainda mais; em Portugal desconhece-se em absoluto que numa democracia, por definição, não podem existir as chamadas classes. Simplesmente, a existência de classes impede a existência de democracia. Em Portugal desconhece-se e toma-se o falso por verdade. Todos admitem a existência de classes falam nelas com a maior naturalidade, sejam políticos corruptos, jornaleiros desinformadores ou a população em geral. É uma das mais evidentes provas da total ignorância geral e da imaturidade política, assim como do seu aproveitamento político.

Os estudos ou estatísticas que estabelecem os índices salariais entre ricos e pobres em cada país é calculado tendo em conta a diferença entre 10% dos maiores salários e 10% dos menores. O INE baseia o seu índice em 20% para cada caso, o que, logo à partida, falseia o resultado por produzir índice menor, baixando a média dos salários dos ricos e subindo a dos pobres usadas no cálculo. Mesmo sem considerar esse falseamento, Portugal é o país da UE com maior desigualdade salarial e social. Vejamos as diferenças nalguns países.

País            Índice
      Noruega . . . . 2,09
      Suécia . . . . . 2,30
      França . . . . . 2,96
      Japão  . . . . . 3,01
      Austrália  . . . 3,10
      Alemanha . . . 3,14
      Coreia  . . . . . 4,52
      EUA . . . . . . . 4,75
      México . . . . . 6,01
      Venezuela . . . 6,85
      Chile  . . . . . . 7,86
      Paraguai . . . . 8,78
      Brasil . . . . . . 9,71
      Argentina  . . 10,58
      Portugal . . . . 7,12     em 2003
      Portugal . . . . 6,10     em 2010


Algum partido que possa formar governo fez bandeira de eleições acabar com os institutos e as empresas do estado, cuja única finalidade se resuma a garantir rendimento imerecido aos parasitas dos partidos? Decerto que o partido que anunciasse que se fosse governo acabaria com essa ladroagem, ganharia as eleições. Porque não o fazem, então? A resposta é duma verdadeira simplicidade: os institutos e as empresas asseguram um rendimento contínuo aos parasitas que nos roubam, independentemente do partido estar ou não no governo. O governo só proporciona uns 3000 postos, bons mas temporários. Como querer, pois, acabar com esse roubo colectivo? E estes postos, quando serão postos a concurso como nas democracias?

Em consequência, o PSD não quer colocar estes interesses nacionais, nem mesmo à frente do desejo de chegar ao governo. O PS julga que a perda que isso lhe acarretaria não compensa a sua frágil continuidade no governo.

A Finlândia aderiu à UE na mesma altura que Portugal. Com dedicação, esforço e políticas honestas, construtivas, correctas e bem adaptadas, contrariamente ao que o Cavaco fez. Conseguiu elevar uma população pobre bem acima da média da UE. Como não compreender que uma tal população trabalhadora e bem governada se recuse a pagar a má administração dos fundos europeus, o seu roubo, a corrupção e a má governação dos parasitas nacionais. Os portugueses ignoram quase tudo de importante que se passe para lá dos Pirenéus e o que cá se passa fica escondido pela corrupção jornaleira, mas nos outros países não é assim e sabe-se bem o que se passa por cá, nos outros países e até no mundo. Obrigado bandos de infames jornaleiros.

Vote neles, mas em branco.


Corrupção política em Portugal

Partidos políticos e corrupção em Portugal

Corrupção – Por dois profs. da Univ. de Braga
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14 de abril de 2011

Debacle

Não queriam acreditar! Ah, ah, ah! Os pobres atrasados mentais que, cegos por uma estupidez consequente da ignorância da desinformação dos rascas iletrados e pedantes jornaleiros nacionais, sempre têm desvalorizado os textos publicado nos blogs e site da Mentira! e do Leão Pelado, objectivos e apartidários, provando a que ponto foram e são ruinosas as políticas seguidas por todos os governos nacionais sem excepção.

Esses rascas têm escondido os factos aos portugueses, tirando-lhes as armas de defesa e embrutecendo-os. Quase ninguém conhece a realidade nacional e mundial. Impingem-nos reportagens extensíssimas de comícios dos partidos e dos seus discursos, da sua fanfarronice prenhe de falsidade e mentiras, do ladrar das oposições. Para quê, se não unicamente para entregar os carneiros nas mandíbulas da corrupção e do roubo político? Não precisamos das desinformações com que esses bandos de rascas pedantes nos atiram. Não importam os discursos frequentes dos corruptos, é coisa que não se vê num país democrático. O que nos importa é o que fazem e os seus resultados, mas disso os animais desinformadores não informam, mentem ou encobrem. Malditos canalhas cujo comportamento pesa, mais do que tudo, sobre a desgraça nacional.

Os portugueses chegaram, assim a uma ignorância total de como se trabalha e se vive, do que é uma democracia.


Porém, os outros países europeus vêem bem o que por cá se passa e conhecem a miséria intelectual nacional dum povo por isso incapaz de se defender dos políticos e domá-los, em serem também financeiramente miseráveis, mas gastarem como ricos e comprarem mais casas que nos países ricos. O todo num país que produz (trabalha) muito menos do que o que consome. Como sustentar estas aberrações?

A Finlândia é um dos países mais democráticos, que tem tido governos compostos por políticos de 14 partidos (quando em Portugal nem dois podem conviver em coligação). Vê o que foi feito dos fundos de coesão europeus e como os partidos cá desmantelaram o país, como as pessoas vivem e o atraso mental dum povo que pensa que vive em democracia. Não acreditam que as mentalidades possam mudar o suficiente para trabalharem e reembolsarem os empréstimos que venham a receber dos países da União Europeia. Sabem como a justiça, conduzida por juízes e magistrados calões, incapazes mas arrogante, prejudica e entrava o progresso no país. Por isso, a Finlândia nega-se a aprovar que a UE conceda qualquer empréstimo a um país de incapazes, preguiçosos e que aprovam governos que os espoliam, sabendo onde as políticas de todos os partidos levaram o país à miséria. Nestas condições não acredita na capacidade de reembolso.

Tudo isto se deve, lembra-se uma vez mais, aos bandos de rascas que fabricam notícias sem interesse e encobrem o que a população devia conhecer, deixando-a à completa mercê das máfias políticas. Este, fixe-se bem, é o facto número um que levou o país ao estado em que se encontra.

Vejamos alguns exemplos fáceis de compreender por gente atrasada e desinformada. O próprio Cavaco, o autor inicial e principal da maior desgraça nacional, também fez algumas boas obras, mas ninguém jamais as menciona.

As pequenas e médias empresas são um dos principais elementos da estrutura de base da riqueza de qualquer país. Em Portugal – contrariamente ao que os outros países fazem – têm sido massacradas por todos os governos para favorecer os amigos das grandes empresas. Alguém ouviu os jornaleiros impostores ou esses pseudo-economistas que pouco mais são que reles guarda-livros tocar no assunto? O Sócrates concedeu a abertura em fins de semana e a desoras às grandes superfícies comerciais. Inédito na Europa. Foi mais um golpe de desmantelamento nas médias e nas pequenas. Ninguém reclamou nem abordou o assunto do modo que devia. Os jornaleiros canalhas trataram o caso superficialmente e sem tocar nas consequências (justamente criticadas pela UE). A oposição nem se preocupou com o assunto – não dava votos porque os eleitores não compreendiam por terem sido embrutecidos como aqui explicado.

Toda a oposição e fanáticos acusam o Sócrates por não ter criado os 150x empregos que prometeu antes de ser eleito. Num país de estúpidos, isto passa muito bem e é até possível esconder dois factos gritantes. Os empregos foram criados, mas um número muito superior foi perdido; foi um milagre criar tantos empregos enquanto a recessão aumentava o desemprego.

O Sócrates tomou muitas medidas mais que contribuíram pesadamente para a destruição do país e até crimes contra os Direitos Humanos, mas ninguém menciona uns nem outros. Porquê? Porque o português em geral não tem cultura intelectual nem democrática para lhes dar a devida importância. Portanto, não dão votos e não interessa. Isto serve para todos os mal intencionados com espírito vigarista e baixeza moral, tanto militantes como simpatizantes.

O maior crime económico do Sócrates foi o de não ter invertido a situação económica. A dívida de que tanto se fala e a que os pedantes chamam de soberana, nem é devida exclusivamente aos roubos dos políticos corruptos nem à sua péssima administração. A dívida deve-se a um outro tipo de corrupção: a ganância política dos partidos em que nenhum quis reduzir a despesa nacional e não unicamente a despesa pública. Os portugueses não trabalham (fazem mais horas mas pouco produzem) e são mandriões, mas querem viver como nos países ricos e gastar como os que produzem. Como? Os governos para não perderem votos permitiram-no obtendo empréstimos, o que endividou o país. A dívida é de todos os que quiseram viver acima dos seus meios e chegou a hora para o pagar. O Sócrates, chegando ao fim da linha, tentou manter este comboio louco a avançar para o abismo em lugar de retroceder. Era impossível reverter tal situação dado o ponto a que chegara, mas podia e devia ter feito algo, se não para a inverter, então para a travar. Ele sabia-o e não o fez, continuou. Primeiro agarrou-se à sua arrogância, depois foram as desculpas, mas nem umas nem as outras salvam o país.

Alguém ou algum partido conta a verdade sobre este assunto ou condenou o seu comportamento criminoso? Nem tampouco incriminam o Sócrates por este seu crime, o pior de todos que cometeu contra o país. Porquê? Porque os outros colaboraram no mesmo crime. O Zé povinho, na profunda escuridão da sua ignorância nem se dá não se deu conta nem nada compreende. Obrigado jornaleiragem infame por ter levado o povo a este ponto de estúpida ignorância e inconsciência. «A ignorância é a mãe da estupidez» – Victor Hugo.

Todavia, as decisões no sentido de melhorar foram e são atacadas à toa pelos fanáticos partidários nos seus esforços para vigarizarem um povo literalmente suicidário. Como e porquê? O por quê é o trabalho de partidos opostos na sua ganância pelo poder e de fanáticos tão estúpidos a ponto de mais não poderem ser. (Se o governo e a oposição se trocam, exactamente o mesmo se verifica, não há melhores nem piores, são todos iguais.) O como, é por os rascas da desinformação não denunciarem e não provarem, tão facilmente, tudo o que está mal, de nos darem merda sem parar, coisas de que não necessitamos mas que nos prejudicam, de esconderem o que nos interessa; sistematicamente e quase sem excepções. Falam como as bestas iletradas e pedantes que são, fauna inútil que embrutece quem os ouve ou os lê, altamente nocivos à sociedade.

A ideia de democracia é vilipendiada e abastardada por quase todos. Uns, a maioria, por desconhecerem completamente o que é ou como se vive nela. Outros, os que se querem aproveitar, por disso mesmo se servirem para enganarem os primeiros, os ignorantes. Maldade, má fé e fingimento, sentimentos que ajudam um país a afundar-se.

A constatação deste ponto é muito simples. Uma democracia, para o ser, para o poder ser, para além doutros requisitos igualmente essenciais, tem que ser composta por indivíduos de todos as cores políticas; deve ser representada pela totalidade dum povo. Não obstante, se verificarmos quem compõe o dito mas falso movimento que se intitula de Democracia Directa, como se pode verificar no seu blog, somos obrigados a reconhecer que são na sua totalidade sectários dissimulados, uns mais fanáticos do que outros, de um só partido. Leia-se o que eles escrevem nos seus sites ou blogs. Se seguirmos os links dos «Blogues Amigos» na coluna de direita do blog, vamos ter invariavelmente a blogs também todos apoiantes de um só partido. A maioria dos posts nele publicados obedecem às mesmas regras. Lêem-se excepções e até muito boas, mas não são mais que isso. Duas que merecem menção especial são Orlando Braga e José I. P. de Vasconcelos.

Note-se que a maioria dos blogs publicam artigos que, objectivamente ou não, focam problemas. Os mais importantes, porém, aqueles que causam a infelicidade geral num povo, como as causas reais do que se tem passado e o consequente problema aqui tratado, são relegados em favor de outros que, por comparação, não passam de ninharias. Poucos blogs se exceptuam para além do Democracia em Portugal? e dos artigos de Arrebenta. As televisões, sobretudo a RTP, injectam a podridão política diariamente com o pretexto da liberdade de expressão dos partidos que neste caso devia dizer-se liberdade de vigarizar. São programas vergonhosos de propagação da mentira e da falsidade. Em que país democrático se dá este direito aos políticos para infectarem a sociedade desta forma?

O nome Democracia assim usado é a evidência de como os fanáticos partidários mentem descaradamente a um povo estúpido e inculto que cai em todos os logros. Fanáticos de qualquer partido, note-se, sem excepção. Um nojo de jornaleiros criou um nojo de povo e pô-lo à mercê dum nojo de máfia. É o que se sabe por toda a Europa.

Em Portugal vêm-se as discussões de incivilidade nos parlamentos de alguns países, sobretudo asiáticos. Serão os portugueses capazes de imaginar que os escândalos dos ordinários e a baixeza de relas trogloditas de alguns deputados infames na nossa Lavandaria Nacional são ainda mais observadas e traduzidas nos outros países europeus, porque estamos mais ligados a eles que os asiáticos? Que pensam que eles julgarão deste procedimento vergonhoso. Agora, pensem porque é que os deputados se comportam desse modo se não for porque isso atrai simpatia (=votos) da parte dum povo tão ordinário como eles. Os outros europeus também o sabem. Nós sabemos quem eles são. Eles também e até a que partido pertencem. Imaginem, pois, que ideia farão do chefe dessa corja, o Coelho? Adoram-no. E de nós? Idem.

Tudo isto se conhece, e bem, nos outros países. Só os portugueses o ignoram porque os malditos jornaleiros rascas, iletrados e pedantes, que nem escrever e falar sabem, pretendem que eles é que sabem o que hão-de contar e como, e decidiram controlar e embrutecer a população escondendo-lhe os conhecimentos, impedindo-a de se defender contra o roubo e a corrupção política. Com tanto êxito que uma grande parte aprova a corrupção e acredita que, ela também, poderá tirar proveito. Os ladrões e os vigaristas são aceites em nome duma despropositada e desapropriada tolerância. Neste sentido, a miséria humana chegou ao mais baixo ponto de se incriminar a vítima dum roubo por se ter deixado roubar. A que ponto baixou a mentalidade nacional!

Não contentes, em lugar de cumprirem o seu simples dever, os infames jornaleiros arquitectam falsidades monstruosas, tais como pequenas entrevistas a turistas, obrigando-os literalmente a elogiar os portugueses, o país ou o lixo que comem. Ou seja, o contrário do que eles pensam e falam entre si. Biltres jornaleiros fabricantes de tudo o que é mentira.

Em consequência, é muito provável que Portugal não consiga a ajuda duma União Europeia que mandou para cá os fundos de coesão para que o que agora se passa jamais tivesse acontecido. Os países sabem bem o que o governo do Cavaco fez com esses fundos, inclusivamente o OLAF, que se recusou a avançar com investigações. Os países sabem também de como actuaram todos os governos que sucederam ao do Cavaco, Actualmente, o Coelho é o mais desacreditado e odiado na EU (sim, odiado, ver abaixo), precisamente porque eles não toleram uma guerra entre partidos que vá contra os interesses nacionais de um país, ou supranacionais da UE, de toda a União. Para a UE trata-se dum procedimento destrutivo de selvagens. E de facto, é.

Por isto, a União e os países que a compões querem expulsar Portugal do seu seio por ser um país tão atrasado que está a prejudicar os outros e sem possibilidade de avançar devido à mentalidade atrasada e incivilizada, incapaz de tomar decisões acertadas e de domesticar os seus políticos que desgraçam o país. Alguns culpam também o Cavaco. Quer se queira quer não, que ser goste ou não, que se esteja ou não de acordo, quer seja justo ou errado, neste preciso momento o Sócrates é o mais bem visto dos políticos nacionais e o Coelho literalmente odiado por ter provocado a queda do governo e impedido a recuperação do país sem pedido de ajuda.

Francisco Van Zeller falou disto e de parte do que se segue, no parágrafo seguinte, numa sua alocução na RTP2, em 14-4-2011. Quando a RTP1 a deu, uns 45 minutos depois, esta parte foi de novo escamoteada, como num post anterior. Mais uma prova de como estes canalhas manipulam as informações transformando-as em desinformações. Dúvidas? Asquerosos!

Note-se que a maioria dos governos europeus são de famílias políticas do PSD e do CDS, o que nos diz que esta opinião é independente de partidarismo. Os jornais estão cheios de artigos contra Portugal e os portugueses, por o país ter chegado a este ponto enquanto permite que os partidos continuem apenas a querer roubar, a não corrigir os erros anteriores, aos impostos serem pagos sobretudo pelos que menos têm. Tudo isto é a conversa do dia pela Europa fora. Que nos dizem as nossas imundas bestas jornaleiras? Continuam a encobrir e a gerar o mal para o país. Foi assim que eles, mais culpados que os próprios políticos e ladrões corruptos engendraram a crise. Ladram e ladram, enchem-nos os ouvidos com louvores aos exemplos a evitar da estrumeira que é a Espanha, mas o que interessa aos portugueses é escondido com incapacidade que se revela ser maldade perversa.

Se a ganância pelo poder não for moderada e substituída por entendimento partidário, os países recusarão a ajuda de UE e restará apenas o FMI. Em face disto, as razões invocadas pelos obstrutores só podem ser consideradas como blasfémias anti-nacionais.

A UE reconhece que seria possível a Portugal salvar-se sem ajuda externa desde que os juros não fossem exagerados, que doutra forma será impossível. Aqui entra em jogo a especulação judaico-norte-americana contra o Euro, mas é outro assunto já abordado. Não esquecer, todavia, que o director-geral (managing director – director máximo, por oposição à chusma de directores executivos) do FMI é um judeu francês empurrado para o Fundo por Sarkozy que, temendo a sua forte concorrência política, tentou assim desembaraçar-se dele. Unicamente, a guerra dos partidos, impulsionada pela sai ganância, fez aumentar a desconfiança internacional e os especuladores carregarem nos juros, impedindo que isso acontecesse. Os povo miserável deve, pois agradecer a si mesmo as consequências pelo facto de não ser capaz de dominar as bestas políticas.

Resta portanto o FMI sem a participação europeia, o que agrava imensamente o problema e estende a miséria por ainda muito mais anos. Ou a bancarrota, onde será impossível viver.

Obrigado jornaleiragem infame por ter levado o povo a este ponto de estúpida ignorância e inconsciência, incapaz de compreender que ia direito ao precipício e de se defender. «A ignorância é a mãe da estupidez» – Victor Hugo.

Quem quer que culpe um só partido ou outro, cega ou propositadamente, e absolva os restantes, é um falsário, um imbecil embrutecido ou um vigarista ignóbil. Quem acusa um só partido está a lutar contra a democracia e a contribuir para enraizar a miséria nacional. É um imbecil ou um traidor.

Este artigo, aparentemente longo não pode ser considerado senão como um esboço sobre uma matéria demasiado abrangente tanto no assunto como no espaço de tempo coberto. Outros artigos lhe serão acrescentados.

Fotos da internet modificadas pelo autor.

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30 de setembro de 2010

Coices e Desinteresse

Desde há algum tempo que assistimos à agressividade verbal de ignomínias em defesa ou conquista dos tachos pelos partidos. Não passam disso, para além de demonstrarem o desinteresse deles pelo país, pelos resultados obtidos.

A pouco e pouco o Pedro Coelho vai tirando a máscara de santinho carunchoso com que pretende enganar os incautos na óbvia intenção de lhes sacar votos, interesse único dos políticos de todas as cores, pelo que quem o julgava isento desse sofisma de certo já perdeu a ilusão ou é tolo. Aguardemos e veremos ainda a concretização dos restantes prognósticos sobre ele e o seu partido como anteriormente aqui expostos.

Ora se a máfia mais importante do partido degenerado anuncia há alguns anos a mudança de direcção do partido e que ele próprio afirmou várias vezes antes de ser padrinho daquela família, como acreditar ou mesmo até compreender que desde esse dia tenha mudado de intenção, como passou a afirmar. Só um falsário e impostor pode assim proceder. O seu propósito mais caro é o de alargar o fosso entre ricos e pobres, fazer cada um pagar pela saúde e descontar para a sua reforma.

Se assim não fosse, se fosse verdade que queria implantar um sistema de saúde solidário e universal completamente privado, de certo falaria nele e o explicaria abertamente, porque existe na Europa, como na Suíça, para o qual o estado não versa um centavo, salvo para os casos sociais, que nesse país se sabe serem poucos. Esse exemplo demonstra como um estado pode seguir uma política 100% capitalista, embora social e democrata. De certo que não é a um tal sistema a que o alarve se refere, pois que é um exemplo a copiar, mas demasiado democrático para o seu gosto e que diminui o fosso nacional entre ricos e pobres, o maior da Europa, causado principalmente pelos vencimentos da corja corrupta de políticos.

Após ouvirmos o Sócrates anunciar as suas medidas coxas contra a crise, algumas perguntas e observações têm lugar. Paralelamente, a seguir a cada tópico e em itálico, segue-se a análise do discurso do palrador do PSD após o anúncio destas medidas pelo Sócrates, em que algo simplesmente ressalta à vista. Não tinha a que se agarrar nem reclamações lógicas a apresentar, pelo que foi um discurso vazio, à toa, oco. Como reclamar eficientemente quando a maioria das medidas eram do seu agrado?

Um erro crasso foi o abandono dos investimentos do estado, pois que sem eles, no estado actual duma indústria quase inexistente, não haverá progresso financeiro e ajudará ao aumento do desemprego. Vê-se como as demonstrações de trabalhadores europeus insistem a este propósito por conhecerem que isto os empobrecerá. Também eles reclamam do dinheiro entregue aos bancos, enquanto em Portugal não só se faz isso como ainda os seus impostos não sofreram senão um aumento ridículo.

O palrador do PSD, em lugar de contestar o abandono dos investimentos públicos, que serviriam para algum lucro e evitar um maior desemprego, ainda queria que o estado abandonasse todos aqueles em que apenas participasse.

Ridícula, de 5%, foi também a baixa anunciada nos vencimentos dos que trabalham para o estado a todos os níveis. Esperava-se que se baixassem esses ganhos dos que mais recebem, alguns escandalosamente. Que os mais bem pagos sofressem um justa baixa na ordem dos 30%. São os que mais ganham que mais devem contribuir e não aqueles que menos têm.

O palrador do PSD aprovou sem mencionar que era ridiculamente pouco. Disse que havia mais onde cortar, mas ainda não foi desta que concretizou nem propôs. Melhor calado que repetir tal revelação de contrariedade por sofisma.

Seria também de esperar que os vencimentos dos políticos e cargos governamentais tivessem sido ajustados ao nível europeu proporcional. Se fizermos as contas como deve ser, os nacionais estão ao dobro dos países ricos europeus. De lembrar que as contas não se fazem como os burlões nos dizem: jamais se comparam directamente, mas a parte que representam relativamente ao custo de vida e à média nacional, isto em e para qualquer país ou caso.

Falar num ajuste dos vencimentos dos governantes, isso então nem pensar, pois que o partido espera vir a lucrar com esse tipo de roubo aos cidadãos.

Não foram tomadas medidas para democratizar o sistema de cálculo de pensões, como era a ocasião de o fazer, de modo a que tenha alguma semelhança com os dos países democráticos, em que existe um máximo e um mínimo. As pessoas podem receber mais, mas para isso contratam seguros e planos de reforma como também existem em Portugal. Não há justificação para que o recebam à conta da restante população.

O palrador do PSD falou muito, mais que os dos outros partidos (porquê?!), mas não neste problema por se tratar de assunto democrático, portanto sem sentido para um partido que hoje repudia a democracia.

O aumento dos IVA é injusto, mal aplicado por ser igual para todos, afectando sem distinção os mais ricos e os mais pobres.

O palrador do PSD desaprovou, como era de esperar, mas não fez qualquer referência ao aspecto democrático, evidentemente. Reprovou, mas não disse onde queriam que o estado fosse buscar o dinheiro. O Coelho tem berrado que nem um bode contra as despesas do estado, geralmente com plena razão, mas jamais apresentou um plano ou proposta à parte a tal redução ridícula dos vencimentos gerais de 5%, de que o governo se serviu por falta de melhor. Sem interesse político corrupto não se compreenderia também que os adeptos economistas portugueses que ouvimos contrariassem as opiniões de todos os seus colegas internacionais, sem excepção, os quais não se têm calado no sentido de se aumentarem os impostos. Como justificar a opinião destes economistas do PSD? Se o país não se encontrasse no lamentável estado económico em que está ainda se lhes poderia conceder algum crédito, mas sendo como é não têm o mínimo, pois que eles mesmos contribuíram eficazmente para o mal actual.

Alguém reprovou €10 milhões que o governo já começou a estoirar com as comemorações dos cem anos dos assassinos da carbonária?

A não esquecer que os recentes aumentos dos juros que todos pagam em Portugal se devem à ganância do Coelho e acólitos pela conquista dos tachos, que com a sua vociferação contra um aumento de impostos fizeram aumentar o descrédito financeiro internacional no país e assolaram os especuladores contra ele. Tão claro que nem necessita de detalhes justificativos. O Coelho sacrificou, assim, todos os portugueses à ávida mesquinhez do seu partido. Ninguém lerá a imprensa estrangeira, já que a nossa, em aberto conluio, só nos desinforma? Os corruptos sabem que os pacóvios os ouvem, babados, em lugar de se interessarem pela realidade.


Há ainda mais sobre o aumento dos impostos. O estado a que se chegou não foi por acaso nem se podia ter originado em meia dúzia de anos. Ninguém pediu contas ao Cavaco pela destruição da indústria, das pescas ou da agricultura, nem pelo roubo, desperdício e mau uso dos fundos europeus de coesão, precisamente destinados a evitar a crise actual. Em lugar disso, os papalvos demonstraram-lhe reconhecimento, elegendo-o. Por demais, todos os governos que se lhe seguiram apenas contribuíram, sem excepção, para agravar a situação em lugar de tentar salvar o país do buraco em que o Cavaco o meteu. Como sempre, ninguém prestou contas dos seus actos ao povo desmiolado que não é soberano nem mostra querer sê-lo. Se o povo renuncia a ser o soberano e se submete aos desígnios da corrupção e da ganância políticas, então que acarrete com as consequências, que pague o preço sem reclamar. Sejamos realistas: ou democracia ou aceitação das consequências, não só políticas, mas também económicas e sociais.

Visto as circunstâncias se manterem imperturbavelmente, como poderá a conclusão sobre este assunto variar? Ou se aceita o estado actual como consequência dum sistema que não é democrático ou se actua para provocar a mudança que se almeje e se creia necessária.

Como acreditar que algo mudará um dia, quando a população se esforça para a sua manutenção? Para que tudo se preserve eternamente basta continuar como até agora e ir votando nos mesmos, levando ora um partido ora outro ao governo para que se encham à vez. Não é isso o que eles pretendem? Não é por isso que se atacam mutuamente? Quando menos democracia, mais ouvimos os políticos. Quanto mais democrático o país, menos valor se lhes reconhece e menos importância tem quem estiver no governo, pois que o povo é o soberano que o controla. Num país democrático não existe tal expressão ridícula como «órgãos de soberania» visto que o único soberano é o povo. É um caso bem expressivo da «democracia» portuguesa. A imaturidade política ainda não permitiu que se compreendesse que, como em todo o mundo, sem controlo dos políticos pelo povo não pode haver democracia.

A igualdade democrática não pode ter lugar neste habitat. O fosso entre ricos e pobres e as enormes diferenças sociais continuarão os maiores da Europa e do mundo civilizado e democrático; a justiça podre perdurará e não se matará a galinha dos ovos de ouro da corrupção política, mas haverá paz social. Pelo que se observa só pode ser isto o que o povo português pretende. É também a opinião dos observadores internacionais sobre o país. Por isso que a aura que Portugal tem criado é absolutamente justificável. O presidente Roosevelt, dos EUA, disse uma vez «Se tiver que escolher entre a rectidão e a paz, escolho a rectidão.» Frase incompreensível para a mentalidade geral nacional de carneiros, corrupta e podre e com princípios e valores rascas concretizados na geração a que se deu esse nome no tempo da presidência do Mário Soares, os pais da miséria humana que hoje pulula pelas escolas nacionais, agridem os professores e não lhes permitem ensinar os seus desgraçados rebentos. Que esperar?


Adenda

Algumas horas após a publicação deste artigo, o Fundo Monetário Internacional confirmou a afirmação acima (já mencionada em posts anteriores) de que estas medidas adicionadas à suspensão dos investimentos iriam, por sua vez, infalivelmente suspender o crescimento económico e aumentariam o desemprego. Não era difícil de preconizar e para tanto bastaria usar o nosso próprio discernimento em lugar de emprenhar pelos ouvidos com os discursos dos impostores corruptos e o encobrimento sistemático dos vigaristas que tudo nos escondem e implementam a ignorância nacional, a jornaleiragem dos mérdias.

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24 de agosto de 2010

Tira-teimas de Vigaristas

PS e PSD arremessam-se palavras ocas sobre as intenções neoliberais do PSD relativamente a uma possível revisão constitucional. Trata-se de verdadeiras birras de de filhos de gentalha malcriada. O que eles são.

O PS acusa o PSD das intenções que este há anos vem proclamando, cujo essencial é dizerem que a Segurança Social e Sistema de Saúde não podem manter-se gratuitos e universais. Este blog e o do Leão Pelado contêm imensas referências a declarações concretas avulso e em entrevistas. Desde há anos. Tudo isto, portanto, bem anterior à presente discussão balofa para enganar pacóvios esquecidos. Só um falsário impostor pode negá-lo.

Aliás, para tirar todas as teimas pode-se muito bem ler a proposta de constituição do PSD que se encontra na Internet em ficheiro PDF, que para aqui não se transcreve por ser longo de mais, mas que é fácil de encontrar, para isso bastando clicar aqui.

Note-se nos modos como estas corjas oligarcas de mafiosos, indignos bandalhos se servem para enganar os desmiolados sem memória. Será que os portugueses, para além do seu atraso e de todas as suas mazelas mentais também sofrem todos de Alzheimer, único modo de justificar o benefício que os políticos poderão tirar de tal comportamento? Pelo menos, esse modo de discutir a que assistimos e por eles seguido não existiria por inutilidade e ridículo se os portugueses fossem possuidores duma mentalidade normal.

Dois outros sujeitos que se ouvem com grande frequência, apoiam-se ainda sobre a mesma pobreza mental nacional. Um é a referência à miséria e à crise que corre sem jamais referir a sua causa. O outro é ter sido o PSD que provocou a miséria e querer agora tirar os recursos de vida àqueles a quem a infligiu. Que se pode chamar a isto senão, no mínimo, malvadez?

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5 de julho de 2010

Consequências duma Justiça Podre – Só em Portugal

A justiça em Portugal é o que todos sabem e bem. O povo não está de modo algum enganado sobre o que diz nem do que pensa, pois que é ele quem sente os resultados profundamente na carne.

A corrupção na justiça, em que tanto a sua colaboração com o poder ilegal instalado (dos designados para o parlamento pelos seus partidos, p. ex., poucos são os eleitos que para lá vão, salvo os cabeças de lista), como as suas lutas contra ele o demonstram. Juízes e magistrados organizados em bandos a que chamam sindicatos.

Têm-se chagado a fazer processos que só se imaginam e tentam por esta lástima em que a justiça se encontra. Juízes incapazes e inexperientes, rapazolas ignorantes, corruptos como o resto da sociedade. Deste modo, tentando aproveitar esta balbúrdia, confusão e desordem, alguns, não poucos, intentam processos fundados em razões loucas e contrárias a todos os verdadeiros princípios de justiça. Porquê? Simples, pelo que ficou atrás e por terem muitas vezes sido aceite por esta justiça podre.

Tentando aproveitar a onda, o último caso mais flagrante foi o da Manuela Moura Guedes. Não obstante a sua condenação formal pelo Conselho Deontológico do próprio Sindicato dos Jornalistas e da ERC, assim como as reclamações do público em geral que choveram sobre o modo asqueroso como exercia a sua profissão (sempre assim se comportou) no seu malfadado noticiário, este monstro abjecto tem o desplante de intentar um processo por difamação contra o Sócrates.

Não é que ele seja digno de dó nem de consideração especial ou pessoal, mas as suas palavras foram até demasiado moderadas nas circunstâncias que essa ordinária criou. Esperava-se dele uma reacção muito maior e não a sobriedade com que assumiu a sua defesa de direito. Note-se que é isto que interessa a este propósito, da queixa e dos antecedentes directos apenas sobre este caso. Seja o Sócrates aquilo que for ou até mesmo aquilo que se quiser que ele seja, não é isso que está em causa, mas o comportamento da energúmena. Ainda que o Sócrates (ou qualquer um) fosse 100% culpado das suas acusações, nada mudaria a este caso.

Dos países mais ou menos civilizados, só em Portugal, devido ao estado deplorável da justiça e da mentalidade em geral, alguém se aventuraria a uma tal grosseria. O traidor Mário Soares pôs uma pala aos portugueses, que agora não vêm mais longe que a cloaca castelhana. Trata-se duma das mais baixas jornaleiras trapaceiras, pedante, falsa e desinformadora, pois que em lugar de informar, como deveria fazer pela sua profissão, tenta impingir as suas opiniões e ideias do modo ordinário condenado pelas instituições citadas. É um exemplo primeiro do baixo nível a que a maioria dos seus actuais colegas desceu.

É este caso, visivelmente, um facto resultante duma conjugação entre princípios e valores demonstrados por um ser abjecto e a desgraça que reina na justiça. Embora a sua clareza, lêem-se oportunistas que tentam dar razão aos baixos sentimentos e malignidade do ser abjecto, com o único intuito de lograrem todos os que forem incapazes de fazer a distinção (e que não são poucos), unicamente por sectarismo político. Com estes pensamentos retrógrados só se pode retroceder em lugar de avançar. Não admira, pois, o estado mental a que o país chegou e que provocou a miséria. Afinal, nem é o Sócrates quem está em causa, mas o que este caso significa. É necessário partilhar os mesmos sentimentos para se poder aprová-los.


Outras referências elucidativas sobre o mesmo caso publicadas neste blog:

Desinformação Generalizada

José Niza Sobre o Caso MMG – TVI

Demissões na TVI

Demissões na TVI (continuação)

Os Maiores Inimigos do Povo e do País

Comunicado do Conselho Deontológico no site do Sindicato dos Jornalistas

Comunicado do Conselho Deontológico sobre a ética dos jornalistas, já de de 2003, a que a corja não ligou.

Jornal Público

Diário de Notícias

E muitos, muitos mais... mas os fanáticos falsos não os vêm e negam-nos.

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27 de junho de 2010

O Mito de Abril –
Descalabro e Ruína Nacional

Após 36 anos de desgraça nacional torna-se necessária uma análise profunda – ainda que aqui apenas resumida – das circunstâncias que a originaram. Isto, claro, caso se queira viver em democracia e repudiar a miséria em lugar de prosseguir no mesmo caminho.

[É um artigo longo que não interessa a quem se achar bem informado e já tudo saber.]

Os corruptos e ladrões malditos continuam a afirmar que o sistema que criaram é uma democracia e não uma genuína oligarquia dominada pelas castas que criaram de associações de criminosos que formam os partidos no mais puro e tradicional estilo da máfia siciliana de princípios do século passado apenas adaptado aos tempos modernos. Os mais que conhecidos comportamentos da canalha confirmam que isto não é palavreado vão.

Já para aqui foi transcrito um comentário do blog Do Portugal Profundo, cujo autor adoptou o pseudónimo de Lusitano, que conhece o passado por o ter vivido e de quem as constatações merecem ser ouvidas. Não se trata duma tentativa de reescrever a História no estilo das historietas do trapaceiro desavergonhado do Rosas que mente impudicamente, reinventando e prostituindo a história no seu interesse e no dos outros corruptos da sua laia, que não nos do povo.

Neste comentário vemos mais uma vez os resultados da profunda ignorância de tudo o que pudesse mudar a situação assim interesseira e criminalmente construída e imposta ao povo pela horda de bandidos de meia tigela, pedantes, espertos para a malandrice, mas estúpidos e até por vezes enormemente ordinários, de maus sentimentos e maus profissionais que são os jornaleiros, como reconhecido pelo Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas no caso Manuela Moura Guedes, que provocou inúmeras reclamações de telespectadores. O Conselho afirmou literalmente: «Consideramos esta forma de estar no jornalismo e de fazer jornalismo reprovável».

Os rascas, porém, encobrem e nem não se atrevem a mencionar. Estes canalhas mantiveram o povo ignorante à mercê da corrupção da ladroagem política, contribuindo do modo mais eficaz para a destruição duma nação em nítida consequência da ignorância do seu povo.

Mais uma vez se pergunta: terá esta gentalha direito a uma consideração idêntica àquela que merecem as pessoas honestas, verdadeiras, cumpridoras dos seus deveres e de cujos esforços resulte um bem para a nação? Como tratá-los sem se ser tão hipócritas como eles, se não classificando-os do modo adequado que merecem? Afinal, se os tratássemos como pessoas dignas, como trataríamos aqueles que realmente o são? Donde, defender que estas bestas devam ser tratadas como pessoas dignas, é declarar que os seus próprios princípios assimilam ambos com igual dignidade, ou seja, é declarar-se a si próprio como indigno.

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Eu e outros palermas ainda mais sacrificados do que eu, andámos a lutar por uma verdadeira democracia em vão.

Mete-me nojo todo este bacanal em que transformaram Portugal, toda esta gente não merece, nem sequer respeita aqueles que antes de Abril de 74 tiveram o sonho de querer um Portugal melhor, que sofreram física e psicologicamente para que as novas gerações tivessem mais liberdade e uma vida melhor, toda esta gentinha não passa dum monte de estrume, o que mais se vê é gente sem personalidade, sem carácter, sem honra, o que conta, actualmente, é deitar a boca à teta da vaca, o resto que se lixe, mas atenção, a vaca já não tem mais ração para comer e vai secar dentro em pouco, e depois como vai ser???

Olhando para trás, há 40 anos, vejo um jovem, então com 20 anos, que poderia ter um futuro razoável, envolvido em lutas contra um regime autoritário, luta essa, modesta é certo – dentro daquilo que me era possível – até porque estava nessa altura ao serviço das F.A., e olho para esse tempo, e 36 anos após um acontecimento, que na altura me encheu de alegria e esperança, e que vejo? Que afinal foi um esforço em vão.

A raiva é tanta, que maldigo a minha fraca visão, muitos, que nem um palha mexeram antes de Abril, souberam aproveitar-se e hoje estão em situações que não merecem, o oportunismo pós-Abril é mais que muito, não tenho sequer palavras para descrever a minha enorme frustração com esta gente, com estes governantes, com os militares, que parece que vivem noutro mundo, que não vêem nada, não dizem nada, não ouvem nada, já nem falo sequer nos partidos, que, aproveitando-de da ingenuidade e das crenças políticas de cada um, se utilizaram disso para melhor enganar este pobre povo cada vez mais explorado e vilipendiado.

Portugal passou dum país de gente séria e trabalhadora a um coio de facínoras, chulos e oportunistas, quanto menos vergonha se tiver mais proveitos se tiram, pode-se vender a Pátria aos talhões que ninguém reage nem diz nada, pelo contrário, ainda tenta tirar partido disso.
Este pobre país está atravessar a sua maior crise de sempre, não só económica, mas igualmente de valores.

Os Filipes, nomearam um Miguel de Vasconcelos, hoje, há centenas ou milhares de homónimos dessa figura sinistra, o país está podre, está totalmente a saque, transformou-se numa farândola aonde uns milhares de ex-pés descalços conseguiram por artes "mágicas", apoderarem-se duma fatia importante do bolo da Nação, deixando milhões na miséria. Ainda há dias, foi divulgado que 2009 viu crescer mais 600 novos milionários, mas quantas dezenas ou centenas de milhares de pobres e miseráveis não cresceram igualmente no mesmo período???

Fala-se muito em direitos e democracia, mas isso está reservado apenas para alguns privilegiados, para uma corte que até abdica do pai e da mãe se for necessário, se daí tirar proveito.

As novas gerações, ao invés de lutar contra esse vitupério, não, tentam é safar-se como podem, desonrando completamente os seus antepassados que construíram esta Nação à força de sangue e sacrifícios, nada mais lhes parecesse interessar que não o seu futuro, pensando com isso, que vão assegurar alguma coisa, esquecendo que outros atrás virão que os colocarão fora da gamela e assim sucessivamente.

Actualmente temos o pior Presidente da República que por este país passou desde a 2ª República, juntamente com um dos piores senão mesmo o pior 1º Ministro de sempre.
Este duo, tem, cada um à sua maneira, contribuído para levar este país à sua demolição, o último, porque nem uma mercearia consegue governar, o primeiro, porque tendo sido 1º Ministro, porque tendo conhecimentos mais avançados sobre Economia, permitiu que o 1º Ministro estilhaçasse isto tudo só agora falando para dizer que a situação é insustentável.

Se é insustentável, será como Sócrates, quando se desculpou com o facto "do Mundo ter mudado nos últimos 15 dias" para ter aumentar os impostos e retirado regalias e apoios sociais, será que também se serve da mesma cantilena???
Será, que nem sequer reparou que deu um tiro no pé, ao dizer agora uma coisa dessas, não percebeu, que com esse discurso deu munições aos "democratas" do PS para atirarem nele???
Não reagiram em coro Manuel Alegre, Sócrates, Mário Soares, não disseram (e com razão) que esse discurso agora só criava mais dificuldades ao país??? Não percebeu que isso é dar a arma ao bandido, que os especuladores e outros oportunistas do costume, ao ouvirem uma coisa dessas ainda carregam mais no nosso pobre país??? Não percebeu, que até uma criança de dez anos se interrogaria, se o país está insustentável porque é que não falou antes, porque não tomou medidas para evitar isso???

Não disse Manuel Alegre, que o PR tem outras opções, numa clara referência à prerrogativa do Presidente da República poder demitir o Governo se entender que não está a conduzir o país como deve ser???

Não saiu Sócrates como "vítima" da situação, ao referir-se: "que por vezes, tem a impressão de que puxa sozinho pelo país", transformando-se, dessa forma, no "sacrificado" da situação, quando é um dos principais responsáveis pelo desastre nacional???

Não haverá na casa presidencial, um assessor de jeito, que diga ao PR aquilo que é inconveniente dizer publicamente, não só para não prejudicar e dar má imagem do país, como até para si, dando aos opositores armas de arremesso???

Será, que um homem, que com um discurso da "má moeda" deu cabo dum governo do seu partido, que tinha a fama e apregoava que "nunca se enganava e raramente tinha dúvidas", agora consegue dizer uma coisa dessas nesta altura, quando tudo apontava - há muitos anos - para um desfecho destes???

Será, que andava tão entretido a visitar velhinhos e criancinhas que não deu por nada???

Como, pergunto eu, vamos conseguir dar a volta com um dueto destes? Num já ninguém acredita, o outro nada faz para que tenhamos esperança, que tenhamos um futuro, será que se esquecem, que ambos estão debaixo do fogo de observadores internacionais, que podem duma virada aplicar-nos a "teoria da má moeda" e rebentar com este país???

Mas, afinal, foi para isto que eu me lixei???
Raios me partam, nunca acerto em nada, bardamerda para os meus valores, só servem para os outros limparem o cu.
Cumprimentos.


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Não é muito difícil de compreender que somos desgovernados, roubados e atirados para uma miséria moral e financeira por bandos de cobardes e traidores. Matem-nos, como ao Miguel de Vasconcelos. Onde está a coragem e a justiça de outros tempos? Substituída por valores rascas e heróis malditos? Então merecemos o que temos.

Para quem não tenha vivido nos tempos da ditadura, aprenda que o que políticos e jornalistas afirmam sobre liberdades é falso por ser apresentado de modo a estropiar a realidade. É verdade que durante o regime não havia liberdade política nem jornalística e que estes eram perseguidos e presos injustamente e os primeiros por vezes assassinados. Porém, na primeira parte o regime foi verdadeiramente abençoado pelo povo (ditadura ou não, era querida pela nação inteira, mais ainda que o actual regime na Venezuela). Além disso, escondem os falsários e impostores mal intencionados que a falta de liberdade era apenas para políticos e jornalistas. Que a justiça não era corrupta em casos apolíticos, nem incapaz como hoje, nem administrada por ignorantes e incompetentes, como hoje, que mais não têm no papo que a arrogância com que pretendem encobrir os seus defeitos monstruosos. Escondem também que por tudo isso a liberdade da população em geral era muito superior à actual, bastando para isso a sua mentalidade seguir o princípio mais simples e básico da democracia e que hoje sabemos não seguir: a liberdade de cada um acaba onde começa a do seu semelhante.

Se esse regime era decididamente mau, o de hoje é bem pior porque assim o fizeram.

Muitos blogs tratam qualquer acto político condenável apropriadamente, mas concluindo sempre com o elogio camuflado do seu partido e uma incriminação do outro. Jamais acusam actos idênticos praticados pela máfia do seu partido.

A única utilidade de tais blogs é uma contribuição para a cega ignorância nacional, mentindo, enganando quem os ler, aprofundar o mal e evitando qualquer melhoria. Porque, afinal, todos os partidos são clãs diferentes do mesmo tipo de máfias, assim como os mesmos criminosos. Enganando, promovendo a simpatia por uma qualquer dessas associações de criminosos é apoiar a continuidade do estado actual pela dita renovação governamental em que o poder apenas passa de mãos criminosas para outras idênticas.

Um exemplo mais que gritante de tais princípios de autêntica malvadez contra a nação inteira é o blog do José Maria Martins. Descrevendo muito bem casos de actos de políticos pelo menos altamente reprováveis, a sua conclusão é invariável e impreterivelmente sempre a mesma. Para ele só existe um único culpado em Portugal: o Partido Socialista. Para ele só existe um partido digno: o Partido Social Democrata. É preciso ser-se completamente tapado e desinformado para se lhe dar crédito, mas ele sabe que o povo o está e a quase todos os níveis; por isso que fala sem receio que o desdigam.

Então – segundo ele – o primeiro é um antro da desgraça social que só conseguiu reunir vigaristas e ladrões? É capaz de ser verdade. Entretanto, o segundo – ainda de acordo com o que ele expressa – é o único formado por gente honesta? Só os tais tapados o poderão crer, não vendo a igualdade entre ambos.

Não será cada um desses partidos a cópia do outro, lutando cada um apenas pela oportunidade de se apoderarem de governo para roubarem o máximo (como todos sabemos bem terem feito no tempo do Cavaco)? A estupidez geral nacional é bem capaz de acreditar nestas falsidades, defendendo o seu partido em lugar dos interesses nacionais em nome de todos. O JMM transformou assim o seu blog sobre assuntos de interesse numa estrumeira de logro e de falsidade para atrasados mentais.

O sectarismo é sempre mau e os seus resultados indesejáveis só podem ser piores. É em parte por sua causa e de outros impostores congéneres que Portugal continuará na mesma desgraça que o seu partido o lançou de início. A união nacional contra o que aflige a nação é imprescindível, e não a desunião e as guerras entre a população, como as promovem os que assim escrevem.

Não se pode deixar frisar que não obstante a existência de tais trafulhas astutos, a maior desgraça do país depende muito mais da jornaleirada pedante e rasca do que de qualquer blog devido à sua óbvia maior audiência. A questão de serem pretensiosos profissionais atribui-lhes automaticamente uma responsabilidade proporcional. Responsabilidade que os canalhas recusam clamando liberdade de expressão. Bando de hipócritas!

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18 de junho de 2010

Feriados –
Serão Todos Estúpidos?

Estupidez geral dos deputados e outros políticos de todos os partidos é o que imediatamente nos vem à ideia ao analisarmos as razões invocadas para mudarem os dias feriados e o modo como pretendem fazê-lo.

Se juntarmos estes factos a outros bem conhecidos de decisões e comportamentos seus, ficamos esclarecidos de que a única esperteza daqueles vigaristas é para o roubo e em fazerem leis que lhes dêem impunidade e privilégios, ambos inexistentes em qualquer democracia, pois que a sua mera existência define a antítese da democracia. Afinal, os da esquerda que desaprovam esta idiotice, fazem-no, segundo os ouvimos dizer, por genuína retórica partidária e não com base realista.

Vomitando bestialidades, dizem-nos em conjunto que querem deslocar os dias feriados comemorativos por quebrarem a produtividade e por aumentarem a totalidade dos dias improdutivos (em que não se trabalha). Ora, tudo isto acontece por razões bem diferentes daquelas que os aldrabões clamam. A cambada de jornaleiros, bestas verdadeiramente inúteis e improdutivas não revela como se passa com os feriados em países avançados nem como as pontes são usadas para os aproveitar. Porque as pessoas têm direito a esses descansos. Porque está provado que, bem ao contrário do que os vigaristas incapazes nos mentem, esses pequenos descansos, intercalados em períodos longos de assiduidade ao trabalho, tornam qualquer pessoa mais produtiva durante o trabalho.

A falta de produtividade em Portugal tem outras raízes que têm sido desprezadas – o que a tem feito aumentar –, sendo a principal a falta de preparação profissional e adaptação (modernização) nos métodos de trabalho e princípios que lhe servem de base. Fruto do mau uso e do roubo dos fundos europeus que os governos do Cavaco receberam precisamente para esse fim e que ele controlou e aprovou como se verificou na altura. Agora, o malandro diz que já há anos previa o futuro. Pudera, se foi ele quem o provocou e se era bem evidente, pois que essas previsões foram logo feitas na altura e há muitos anos que estão publicadas na Internet. Agora, critica as decisões deste governo, mas aprova-as todas e lava as mãos.

Como de costume, em Portugal só se copia o que está mal nos outros países. Que admiração, pois, que sejamos o país do lixo. Nos países em que a produção atinge mais altos níveis, os feriados não foram deslocados desmioladamente e são aproveitados para os trabalhadores produtivos recuperarem das azáfamas quotidianas, distraindo-se ou repousando, aproveitando todas as pontes possíveis. Para se saber como é feito com aumento de produtividade em lugar quebra, basta usar a mioleira em lugar de se cair em todas as vigarices de políticos ladrões, incapazes e irresponsáveis, e balelas de abortos jornaleiros, autênticas bestas iletradas e inúteis.

É conhecido que essas interrupções produzem uma recuperação psicológica e um descanso físico, ambos em benefício dum aumento da produtividade e de decisões inteligentes. Em contraposição, o que por um lado produz uma enorme e longa queda de produtividade, e por outro reduz o benefício das férias para os que os gozam, são os longos períodos de ócio, que originam grandes quebras e até mesmo a conhecida e inegável perda de ritmo no trabalho. Não admira, pois, que governos, entidades patronais e trabalhadores, todos o aprovem em países de maior produção e mais avançados. Todos lucram. É precisamente por a população estar mais informada (de princípios úteis e não sobre lixo inútil, como cá) e por serem governados por gente menos incapaz e ladra que estão mais avançados. Alguém duvidará? Se se reconhece, porque não se controlam, então, essas máquinas geradoras da miséria nacional a todos os níveis? A ignorância, assim como a estupidez dela proveniente, porém, são gerais.

Veja-se que num noticiário, à pergunta de que se tinha importância deslocar os dias dos feriados se ouviu uma resposta de que na maioria não, que apenas o Natal e o Ano Novo deveriam permanecer fixos. Ignorou completamente que o Natal é num dia sabido não corresponder ao do nascimento de Jesus, mais provável ter sido em Janeiro, donde os ortodoxos se aproximam mais na celebração. É pois, como incerto e como não fazendo a unanimidade na cristandade, aquele que logicamente mas se adequaria a um deslocamento. Com gente assim, que esperar senão mais do mesmo, sobretudo quando usam os seus conhecimentos didácticos e da vida para votar?

Sendo assim, benéfico para todos, também não se compreende que aqueles que gozem as pontes o façam faltando ao trabalho. A solução evidente e seguida nos países mais desenvolvidos é a do números de dias adicionados aos feriados para formar as pontes serem lógica e justamente deduzidos do número de dias de férias anuais. Aumenta-se assim a produtividade, um facto inegável por estar comprovado há muitas décadas. Os descansos curtos intercalados evitam os frequentes esgotamentos que se manifestam de formas múltiplas, provocados por longos períodos de trabalho sem interrupção. Ficam assim todos satisfeitos e todos tiram proveito. O país inteiro tira proveito.

Como pode isto passar despercebido aos ladrões estúpidos que nos governam? Como podem esses abortos pedantes, ranhosos iletrados e ignorantes que formam os bandos de jornaleiros ocultar factos tão conhecidos, fazendo da desinformando da população a finalidade da sua profissão?

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10 de março de 2010

Plano de Desestabilização e Retrocesso

Quem quer que alguma vez tenha lido um verdadeiro plano de fomento nacional, português ou estrangeiro, terá que reconhecer que esse plano alcunhado de PEC, agora foi publicado e certamente aprovado pelos partidos nada mais é de que um novo prego no caixão da economia nacional.

A aprovação dos partidos só demonstra mais uma vez que essa canalha não nos serve, que o seu único interesse e razão de ser é conquistar os tachos e mantê-los a fim de poder roubar impunemente.

De outro modo, ao plano do governo – que só agravará a situação vigente por medidas que não passam de mezinhas ou inadequadas – teriam sido feitas as apropriadas propostas de modificação. Mas não é isto que vemos.

Este artigo não pode ser curto, visto ser necessário justificar o que fica atrás ponto por ponto, sem o qual as mais diversas interpretações seriam possíveis.

O que vemos é em primeiro lugar a manutenção dos vencimentos de todos aqueles que ganham mais e deveriam dar o exemplo, como noutros países (governo e administração do estado completa), manutenção de tachos desnecessários, cuja única finalidade de existência é claramente a fabricação de jobs para os bois parasitas à custa da nossa miséria. Em face da manutenção destas vigarices tornadas roubos legalizados pelas máfias políticas, não devemos ter pejo em dizer a verdade: estamos nas mãos de seitas de filhos da p. que nos roubam e nos desgraçam de todos os modos porque nós lhes permitimos e lhes aprovamos esse comportamento, simplesmente por não reclamarmos eficientemente.

O que vemos em segundo lugar é a quase completa ausência de investimentos razoáveis e produtivos, excepto a construção de edifícios públicos e de estradas, todos necessários. Para os desnecessários, em lugar do abandono da idiotice das linhas de alta velocidade Lisboa-Porto e Porto-Vigo em lugar de as susoender, não vemos mais qualquer investimento naquilo que falta e que não é pouco.

Não há qualquer plano para desenvolvimento nem de socorro pelo que os governos do Cavaco destruíram – pescas, agricultura e indústria, instrução – acrescido das necessidades verdadeiramente básicas para um qualquer avanço.

Essas bases do desenvolvimento, do progresso e da democracia jamais foram tomadas em conta por qualquer governo do pós-Abrilada. Vê-se hoje bem onde isso nos levou. No entanto, isso foi previsto na altura dos governos do Cavaco, seu progenitor. Não é necessário ser super-dotado para o compreender, mas apenas usar a própria mioleira – em lugar de dar ouvidos aos corruptos mafiosos e aos jornaleiros desinformadores – simplesmente comparando as medidas tomadas nos países que se desenvolveram com as que desgraçaram este país, não esquecendo de comparar também o procedimento dos próprios políticos e como os povos os domesticaram.

As bases do desenvolvimento e também da democracia, são a instrução, a saúde, a justiça, a segurança social, as comunicações e a eliminação da burocracia. Pelo que verificamos quotidianamente, todos estes pontos são uma lástima em Portugal. Pergunta-se, pois: Como crê um povo tão estúpido que vive em democracia ou que pode desenvolver-se? Estúpido é pouco, pois que não só não é incapaz de compreender e procurar as bases da sua própria felicidade, como ainda aprova quem o destrói sistemática e continuamente.

Tudo isto está errado em Portugal e afasta-se do caminho seguido pelos países que conseguiram desenvolver-se. Todos os países têm sistemas melhores ou piores. Um dos grandes males tem sido a persistência a cópia sistemática de só o que está errado neles. Um exemplo flagrante é o da Espanha, pais dos mais atrasados e sem democracia, de que a jornaleirada – ignóbil desinformadora e principal responsável da ignorância nacional, conjuntamente com a instrução – não pára de injectar na desinformação num modo repulsivo e pernicioso para o país. Portugal tem-se tornado assim a autêntica estrumeira da Europa.

Vejam-se como são algumas dessas bases do desenvolvimento e também da democracia em Portugal e como elas exemplificam o fenomenal e constatadoo atraso mental duma população que não sabe o que quer, nem do que precisa.

Em lugar de reformar completamente o serviço de saúde – adaptando-o ao modo europeu, em que todos os médicos trabalham para ele e são pagos em função duma tabela para actos médicos – o governo atirou-se de cabeça a construir hospitais e prossegue no mesmo caminho que favorece a implantação dos lobbies da saúde erradicados dos países democráticos europeus por não serem democráticos e gerarem desigualdade. Isto agrada a um povo parvo e dá votos.

Em lugar de erradicar a burocracia, que além de impedir o desenvolvimento favorece a corrupção, o governo aplicou mezinhas, mas apenas pontualmente, ou seja, nada fez sobre o grosso do assunto. Fez grande reclame para sacar votos e a oposição criticou, aproveitando a estupidez do povo, com o mesmo objectivo de sacar votos aos mesmos atrasados mentais. Com tamanha ignorância tudo é possível às máfias oligárquicas constituídas por associações de criminosos de direito comum. Em lugar de criticarem a escassez das reformas por insuficientes, os malvados criticaram a própria base, reprovando qualquer reforma. Com canalhas destes por todos os partidos, como as esperar verdadeiras reformas necessárias?

A ministra da educação não fez melhor do que qualquer dos seus predecessores, nem mais tem servido que para apaziguar os ânimos agitados pela “pétasse” anterior. A instrução destruída pelos governos do Cavaco, continua na mesma e nenhum partido reclama ou propõe o seu salvamento. Contudo é facto inegável e mundialmente conhecido de que quanto maior e melhor for a instrução geral de um qualquer povo, mais ele ganha e melhor vive. O dito plano de retrocesso do governo nada prevê a este propósito. Os outros partidos tampouco. Continuemos pois assim e não reclamemos por sermos ignorantes, atrasados e pobres, pois que as soluções são sistematicamente rejeitadas, os que corruptos que berram contra qualquer medida, por pequena que seja, ainda estão a piorar a situação e não apresentam propostas válidas.

Todos sabemos o descontrolo e o fracasso que reinam na justiça, que disso só tem o nome. Magistrados e juízes indignos, pedantes, arrogantes, ignorantes, incapazes e mandriões. Por demais, segundo se comportam, esses abortos igualmente corruptos querem ser também funcionários. Acham-se e tratam-nos como um «órgão de soberania»; que ridículo, pois que essa pretensão e admissão demonstram inequivocavelmente a falta de democracia, já que nela o único soberano é o povo. Facto importante é o direito à justiça ter sido praticamente anulado pelo maldito impostor e vigarista mor do Cagão Feliz e o PS, neste governo, nada ter feito para o repor e tornar universal, como em qualquer democracia. Este assunto nem é referido no plano de destruição agora apresentado pelo governo e é tacticamente aprovado por uma oposição que prova não ser melhor.

A segurança social continua numa penúria de morte por falta de remédio comparável ao que lhe deram nos países democráticos. Por um lado, este governo nada fez; por outro, o mesmo Cagão Feliz e a Manela Leiteira, contrariamente aos sistemas democráticos, querem aumentar o tamanho da fossa entre mais pobres e mais ricos, com sistemas que a população desinformada ao máximo nem compreende a malvadez que isso encerra. As reformas duplas de montantes incontrolados e injustificados não mereceram o interesse do governo nem da oposição. Idem para certos vencimentos, exagerados em países ricos, criminosos num país onde na sua maioria são dos mais miseráveis da Europa. O Zé povinho paga. O dinheiro roubado à nação para dar à corrupção política, um montante total superior ao de qualquer país europeu, não pode ser tocado, os corruptos não têm que contribuir, mesmo que o Sócrates clame que o mal deva ser distribuído pelas aldeias. Mentira! Mentira apoiada por todas as associações de criminosos que em conjunto e em uníssono votaram a lei do roubo pelo seu financiamento.

O dito Plano de Desestabilização e Retrocesso não faz qualquer menção à imprescindível luta contra a corrupção, fonte da maioria os males do país.

Trata-se, pois, de um evidente Plano de Desestabilização e Retrocesso apoiado ou aceite – o que é idêntico – por toda a pandilha política, indistintamente da cor ou dos princípios (!) que proclamam. Os bodes e as cabras berram todos, mas é mesmo só isso, pois que nenhuma proposta de interesse para o bem do país é apresentada. Pura e genuína falsidade. Se não se assentar um jugo no cachaço dessas bestas jamais haverá uma saída da crise, pois que mesmo fazendo-o, visto o ponto baixo a que chegámos, ela está para durar décadas. Bramir contra a continuação do desemprego ou contra tantos outros males sem apresentar ideias lógicas e comprovadas noutros países só pode ser por sofisma de caçar os votos dos ignorantes incautos. Bradar contra um partido ou outro, para quê, se todos roubam à vez e nenhum em 36 anos fez melhor? Porque distribuir os restos do roubo geral para dar a ilusão de riqueza, provocando assim uma inflação muito superior a 5%, como fez o Cavaco, é realmente querer matar o povo e gozá-lo, iludindo-o a votar a sua morte. Foi o que se passou. Agora, quem votou isso que o aguente a pé firme e cale qualquer reclamação. Idem para os que o elegeram como recompensa de os ter atirado para a miséria. São factos passados cujas consequências se vivem hoje, não necessitam de qualquer prova adicional. Incrível a estupidez crassa da população nacional.

Rédea curta em todos eles e bem depressa se se quiser uma democracia e viver melhor, ou não se reclame parvamente. Não há outra solução. Está provado por todas as verdadeiras democracias em que melhor se vive no planeta. Se se quiser assim continuar, que não se reclame.

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