Há muito tempo enroscada no seu canto, a cobra peçonhenta da Manela Leiteira largou na semana passada uma opinião que espanta por uma justeza e correcção a que não estarmos habituados da sua parte. Diz ela, e muito bem, que não compreende como conseguirá o governo diminuir a dívida nacional sem diminuir as suas próprias despesas e as do estado.
Sobre isto, o seu próprio partido tem andado a iludir a nação. A proposição do Pedro Coelho reduzida à simples idiotice de apenas baixar os ganhos fixos dos políticos de 5% só podia ter sido um gozo e uma burla, uma autêntica afronta aos portugueses lorpas. Para que serve tão mínima redução? Prova de boa vontade ou de ludíbrio?
Parem de fazer pouco das pessoas que estão a pagar a dívida pelos sórdidos políticos corruptos que a causaram e que continuam a roubar descaradamente, mantendo-se fora dos atingidos por todas as medidas de austeridade. «Passam entre a chuva sem se molharem.»
Não contente com tais atitudes, recordemos, no ponto mais alto do negócio envolvendo a Telecom, a Telefónica e a Vivo, foi a Espanha dar uma entrevista de apoio à companhia espanhola que tenta apossar-se da Vivo e talvez até da Telecom.
Noutras circunstâncias em que Portugal não estivesse na miséria causada pelo Cavaco do cabouco, seria apenas um pequena traição contra o país e as necessidades dos portugueses. Nas circunstâncias presentes só pode classificar-se um acto de alta traição, qualquer que a sua opinião pessoal possa ser. Pena, terem deixado de enforcar os traidores que engendram a desgraça dos povos.
É num indivíduo deste calibre que as pessoas podem confiar e votar, ou será o voto nele o caminho mais curto para o suicídio? Após esta demonstração, ficamos a saber o que esperar dele: vender o país aos interesses financeiros internacionais do neo-liberalismo, sobretudo ao da Espanha selvagem. O Mário Soares, que se diz irmão dos castelhanos, talvez não discordasse muito dele. Então e as suas outras ideias ruinosas para sacar o pouco aos que menos têm e dar aos mais ricos? Escondem-se e não as vemos mais?
Ele tem sido bem claro e sem medo de o afirmar, o que prova a sua confiança na incapacidade de reflexão dum povo embrutecido pela ignorância que lhe foi administrada por uma jornaleiragem em claro conluio com a corrupção política contra o povo. Por vezes fazem muito barulho, mas como já dizia Shakespeare, «Too much ado about nothing.»
Muitos não se deram ainda conta de que o PSD mudou completamente de rumo, fugindo para a direita, a fim de escapar aos centristas, área para onde o PS se deslocou (por sua vez abandonando também os seus ideais tradicionais). Pela sua fama anterior, o PSD herdou os eleitores do passado, que como a maioria não usam a sua mioleira para reflectir e deixam-se embebedar por palavreado oco, sonso e falso, facto que todos os políticos tão bem conhecem e de cuja fraqueza popular se sabem aproveitar.
Se a isto e ao anteriormente mencionado no presente artigo juntarmos as ideias do Coelho, profundamente neoliberais, a sua possível eleição deverá ser tomada como a aprovação dos seguintes acontecimentos:
Se é isto que se pretende, não hesitemos, demos-lhe todos o nosso voto sem perder tempo com mais reflexões.
A única alternativa, visto as outras não serem muito melhores e se quisermos copiar algo com resultados comprovados, é a de fazermos como nos países mais ricos e socialmente desenvolvidos: um apertadíssimo controlo dos políticos. As suas decisões devem ser autorizadas pelo povo soberano e não aprovadas com a mera desculpa de que eles nos representam, pois que não é verdade, neste sistema eles não nos representam. Mesmo que representassem, isso jamais lhes daria o direito de tomarem decisões contra a vontade da maioria do povo.
Ou tomamos conta deles ou eles continuam a tomar conta de nós do modo que já tão bem conhecemos por experiência.
É esta a única verdadeira alternativa que garanta resultados de interesse geral.
Texto completo do projecto democrático de revisão constitucional do PSD: Inverbis.net.
Estranho que certos blogs que de costume se arvoram em defensores da democracia se abstenham sobre um assunto sobre o qual se tem ouvido bradar por tudo quanto é lado!
23 de julho de 2010
Redução do Deficit
Método Neoliberal
Autor:
Mentiroso
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11:14
1 mentiras
Tópicos: Ataque à democracia, Atraso, Bloqueio, Incoerências
7 de julho de 2010
Atraso Planeado
Portugal é um dos países mais pobres da UE. Sem ajuda do estado mais de 60% da população estaria na pobreza extrema. Quase meio milhão usufruem do Rendimento de Inserção Social, dos quais mais de metade são idosos. Mais de 1.800.000 famílias vivem com cerca de €460 mensais. Factos concretos e realistas referidos no noticiário da SIC da noite passada.
Há burlas ao sistema, mas os funcionários responsáveis continuam impunes. Para resolver as burlas, a corja neo-liberal pretende acabar com estas ajudas, ou seja, obrigar os pobres a matar-se ou a tornar-se criminosos e aumentar a repressão social.
As razões da misértia são múltiplas e as mais importantes são sem qualquer dúvida as consequências do que os governos do Cavaco fizeram dos fundos de coesão da EU, cuja finalidade era precisamente a de preparar o país para enfrentar a concorrência futura. Em seu lugar, esses governos roubaram o dinheiro, como verificámos pelo súbito enriquecimento dos políticos ladrões e corruptos, das suas famílias e amigos, dos militantes, e ainda pela destruição da indústria, das pescas, da agricultura, dos caminhos de ferro e de outras estruturas básicas nacionais. Ora esses fundos eram precisamente para uma renovação do que foi destruído. Em lugar da evolução esperada deu-se uma desevolução. Arruinou-se o país.
Quando o governo do Cavaco chegou ao fim, tinha provocado a inflação e uma dívida superior a 5% após ter posto o restante dos roubos em circulação para os pelintras pensarem estar ricos e lhes sacar votos. Diminuiu as vagas para medicina, causando a actual falta de médicos, o que se traduz por assassinar a população. Idêntico, melhor ou pior ainda que os malfadados fechos de unidades de saúde pelo actual governo? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?
Para acompanhar a desgraça, esses governos foram os que cavaram a enorme diferença nacional entre ricos e pobres, que continua e é de longe a maior na UE. Há quem afirme que o Sócrates é o pior primeiro-ministro que Portugal jamais teve. Para nosso azar não conseguiu mais que um segundo lugar bem afastado do grande vencedor.
Infelizmente e como se isso não chagasse para nos tratar da vida, as desgraças não têm unicamente esta origem, pois que todos os partidos e governos se têm empenhado afincadamente nessas diferenças, nessa desgraça, na construção da miséria. Uma delas tem sido o fosso cavado entre certas zonas do país cada vez menos desenvolvidas e as outras, devido a medidas desajustadas ou populistas de todos os governos. Outra é o controlo ou a administração das auto-estradas. Tanto num caso como no noutro aplicaram-se medidas contrárias àquelas que os países que progrediram usaram para desfazer essas diferenças. Como esperar, pois, parvamente, o contrário? Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?
Os governos, com grande algazarra de pura demagogia e propaganda política para fixar as populações nas suas terras, enganaram todos os crédulos aliviando os impostos às empresas que nelas se estabelecessem. Medida falsa que jamais atinge (nem atingiu, como se provou) os fins falsamente apregoados. Com efeito, nos países que se desenvolveram enquanto Portugal foi retrogradando, as medidas foram bem diversas. Às firmas foram efectivamente diminuídos os impostos, mas duma importância muito inferior àquela que os vigaristas incapazes (mas ladrões eméritos) cá concederam. Afinal, as empresas que para lá se transferiam ou iniciavam já usufruíam da vantagem do pagamento de salários inferiores às médias nacionais. Foi, pois, aos próprios residentes que os impostos foram reduzidos, o que não só lhes melhorou a vida e o interesse de permanecerem nas suas terras, com atraiu gente rica que queria reduzir os seus impostos, mas que dava emprego aos autóctones. Simultaneamente, construíram as infra-estruturas e os apoios administrativos e sociais necessários. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?
Alguma vez algum governo cá fez algo semelhante? Como esperar, se não pois, resultados contrários aos que os países avançados atingiram? Só um simplório acreditará, mas simplórios mentais é o que por cá mais abunda.
Uma decisão governamental idiota tomada por alguns governos de países extremamente atrasados, como a Espanha e brutamente copiada por Portugal, foi o subsídio único de paternidade. Para que serve, se nada vai mudar às variadas deficiências vitais permanentes?
Outra medida tomada pelos países avançados para o desenvolvimento geral e em especial para algumas regiões foi a do facultamento do acesso aos meios de comunicação. É mundialmente conhecido que a sua falta é o maior travão ao desenvolvimento. Como resultado e prova basta-nos ver que os países onde as comunicações são, ou foram, mais baratas, são precisamente aqueles que mais se desenvolveram. Todas as comunicações, incluindo as rodoviárias. Vemos ainda como actualmente, por exemplo, a UE controla as tarifas das chamadas internacionais. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?
Os residentes necessitam dessas facilidades para se desenvolverem. Um país em condições excepcionais ou especiais é a Suíça, por se encontrar em pleno eixo rodoviário Norte-Sul do transporte de mercadorias. Um enorme número de camiões a atravessa, utilizando as suas auto-estradas que desde a sua construção foram sempre gratuitas. Todavia, o desgaste e estrago provocado por camiões pesados é incomparavelmente maior do que aquele que origina o tráfico ligeiro. O governo federal tomou finalmente uma medida, há cerca de 25 anos. Uma vinheta, comprada pelos utilizadores das auto-estradas, tornou-se de afixação obrigatória. O preço é quase ridículo, visto ser baixo, anual e dar o direito de acesso a todas as auto-estradas nacionais. Os residentes no país usam-nas quase diariamente, donde o custo se torna verdadeiramente baixo, quase simbólico. Porém, para os tais muitos camiões, mas em que cada um só passa de vez em quando, o preço significa um montante muito mais pesado. O desenvolvimento nacional nunca foi, assim, travado com custos de comunicações. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro referir-se ao assunto deste parágrafo?
Uma análise sobre as comunicações como base de desenvolvimento dum país ou duma região foi há muitos anos publicada no Site da Mentira. Nada mudou, entretanto. Nem as sucessivas tentativas dos neo-liberalistas em sacrificarem o desenvolvimento nacional aos seus princípios desadaptados. Neste caso, tratando-se de indubitável interesse nacional, terão de ser classificados como traidores desses mesmos interesses nacionais.
O princípio do utilizador-pagador que apregoam não é uma justiça, como mentem à boca cheia, mas apenas um travão ao desenvolvimento. Provado e mundialmente conhecido, salvo em Portugal, pelo mesmo motivo do costume: a ignorância geral nacional gerada pela corja de jornaleiros desinformadores e falsários que mentem, encobrem, filtram e encenam notícias e informações, resultado de que a corrupção política se aproveita e serve sem pejo.
O povo português vive no engano e no logro, mas contente por ser gozado. Poucos no país têm estes conhecimentos porque em lugar de se servirem das suas cabeças para pensar, tentando obter as informações de fontes diversas, apoiam-se nas patranhas com que lhes alimentam uma mentalidade raquítica atrofiada pela desinformação persistente. Ciclo vicioso.
Há muito que o PSD não é o que muitos ainda crêem. Desde o tempo do Cavaco do cabouco; ele originou a desgraça nacional e roubou o futuro aos portugueses. Com o decorrer dos tempos, o PSD mudou radicalmente a sua doutrina de base, facto recentemente duplamente provado pela repetição da eleição de um chefe de clã da máfia dos mais neo-liberais, o grupo internacional que provocou a crise mundial por deixar os interesses financeiros imporem-se aos humanos. Daí, a luta de traição à nação pelo modo acima mencionado acerca do pagamento das auto-estradas, aliás já bem pagas e repagas.
Também é sabido o quão raro um governo consiga subsistir quando obrigado a impor restrições financeiras ou que durante a sua vigência se produza um grande incremento da miséria, dependente ou não da sua política. O desejo de cada um querer melhorar a sua vida é um direito justificável. É igual em todo o mundo, pelo que ao presente governo deverá acontecer idêntico, ainda que uma maioria esteja, por uma vez, acertadamente convencida de que outro partido não faria melhor, como resulta de todas as sondagens sem excepção. As sondagens pouco poderão valer, mas as condições vigorantes em que elas se façam tem sempre significado e influência, ainda que as ideias e as reacções sejam bastante voláteis.
Foi a maioria do PSD que provocou a derrocada das finanças ao estado actual. Grande mal será para o país se um partido dominado por um grupo neo-liberal conseguir chegar ao poder. Pior ainda quando o partido afirma querer pôr o CDS com ele no governo. Prestemos atenção ao que dizem entre dentes e não aos discursos de banha da cobra para nos ludibriar.
Embora a crise mundial vá lentamente passando, as suas consequências continuarão a sentir-se por longo tempo nos países mais frágeis. O suficiente para o povo ser torturado pelos neo-liberais. A precariedade só pode aumentar num país que ponha as empresas à frente das pessoas, sobretudo quando aquelas, após terem sido dizimadas pelos governos do Cavaco, não têm preparação nem estrutura para vingar.
O Pedro Coelho, o Cagão Feliz, a Manela Leiteira, o Porco em Pé, o chefão deles no parlamento e tantos outros, andam muito calados, mas todos eles têm apregoado bem alto como querem destruir a Segurança Social e o sistema de saúde, já de si os piores da Europa. Alguém leu ou ouviu um jornaleiro dar esta informação importante? O que será então dos portugueses atirados para a miséria, com o ainda maior aumento do fosso entre ricos e pobres que eles gerarão de novo, com piores esperanças e menos apoio quando o desemprego os atingir?
Se isso chegar, que será, então, dos mais de 60% da população em pobreza extrema? Se o Sócrates já é um neo-liberal que tanto tem destruído, ainda que afirmando o contrário, que se passará com quem não pára de afirmar ideias muito mais progressistas nesse sentido? Aplicando as ideias do actual PSD, que nalguns pontos até batem as do CDS, os mais de 60% da população em pobreza extrema terão que roubar se não quiserem morrer à fome. Em lugar de os alimentar e ajudar, esse governo investirá numa polícia que, já destreinada e extremamente mal preparada, os abaterá a tiro enquanto as mulheres e as filhas irão prostituir-se para não morrerem à fome.
Embora alguns continuem enganados, as estradas pagas são um caminho para ajudar atingir este fim eficientemente devido às consequências a que muitos chamariam de colaterais.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Atraso, Cinismo, Destruição, Hipocrisia, Interesse nacional, Irracionalidade, Miséria nacional, Neoliberalismo, Pobreza, Propaganda
14 de março de 2010
A Afronta dos Jornaleiros e dos Corruptos
Contrariamente ao que se passa em países democráticos – o que evidentemente Portugal não é, pois que nada do que cá se passa pode ter lugar em países democráticos – os alarves das televisões enchem os noticiários com a propaganda da canalha política na sua luta pelos tachos.
Perdem o tempo a fazer-nos ouvir o nojo dos seus discursos de vigaristas, cujo culto a jornaleiragem conivente promove. Nunca nos apresentam alguém com propostas para a melhoria da vida nacional que se iniba de propagandear, mas invariavelmente impostores com discursos 100% propagandistas. Isto não nos interessa, não tem a mínima importância, interesse ou valor para melhorar as nossas vidas. Que interessam as culpas que os pulhas repugnantes se atiram mutuamente na disputa pelos tachos? Que interessa esta propaganda nojenta a quem quer que seja? Que lucramos nós com estas bobagens, espectáculos para atrasados mentais? Só nos atiram com o lixo para cima.
Com todas as famílias mafiosas oligárquicas de associações de malfeitores fazem o mesmo. Promovem o crime. Atire-se com estes bandidos e ladrões para o mar. Afoguem-nos, a ver se nos livramos desta escória.
Do que precisamos é de políticos honestos que discutam métodos e meios de tirar o país da miséria, da reestruturação de todos os serviços do estado com a expulsão dos mandriões, assim como dos parasitas políticos que por lá vegetam e são substituídos a cada novo governo. De novos planos de ensino que não dêem canudos a ignorantes não reconhecidos em países desenvolvidos; um diploma ou doutoramento em Portugal tornou-se no equivalente de garantia de ignorância. Dum sistema de saúde que não mate a população, equiparável aos das democracias, em que todos os médicos trabalham para o serviço nacional. Da reforma completa da justiça, tirando os popós de luxo aos juízes (como aos políticos) – incrível! – um sistema que os vigie e lhes faça prestar contas; os juízes passarem a ser eleitos pelo povo seu soberano, pois que deles são servidores. Da substituição de leis estúpidas concebidas por estúpidos gananciosos e corruptos. Da eliminação da impunidade dos políticos como se passa nas democracias.
A lista é interminável, e estas curtas alusões não pretendem ser exaustivas. Tanto para fazer pelo país e só se ouvem os f.d.p. a uivar ganância e desinteresse. Porque os seus uivos, quando sobre o país, são todos falsos. De todos os partidos se ouve o mesmo, pois que a malandragem é toda igual. Alguns ouviram-se ainda recentemente, no PSD (não são os únicos, mas são os que no momento mais ladram e uivam), a dizer que querem afastar Portugal dum tipo de sociedade tal como existe nos países mais avançados e democráticos. Não usaram a comparação literalmente, mas atacaram veementemente a raríssima legislação nacional que segue esses princípios e que precisamente por tão escassa nos mantém tão afastados da democracia.
Têm quem os ouça e vote neles, ou seja, gente estúpida e desinformada (a maioria desconhece por completo as alternativas às mentirolas dos canalhas, noutros países) que procura o seu próprio mal não falta para os aplaudir. Cada país tem o governo que merece, como se sabe. Se os aplaudem, porque reclamam? Se não querem correr com eles, então que os aguentem em silêncio, como carneiros que são.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Apoio à corrupção, Ataque à democracia, Atraso, Desinformação, Falsidade, Incoerências, Indignidade
10 de março de 2010
Plano de Desestabilização e Retrocesso
Quem quer que alguma vez tenha lido um verdadeiro plano de fomento nacional, português ou estrangeiro, terá que reconhecer que esse plano alcunhado de PEC, agora foi publicado e certamente aprovado pelos partidos nada mais é de que um novo prego no caixão da economia nacional.
A aprovação dos partidos só demonstra mais uma vez que essa canalha não nos serve, que o seu único interesse e razão de ser é conquistar os tachos e mantê-los a fim de poder roubar impunemente.
De outro modo, ao plano do governo – que só agravará a situação vigente por medidas que não passam de mezinhas ou inadequadas – teriam sido feitas as apropriadas propostas de modificação. Mas não é isto que vemos.
Este artigo não pode ser curto, visto ser necessário justificar o que fica atrás ponto por ponto, sem o qual as mais diversas interpretações seriam possíveis.
O que vemos é em primeiro lugar a manutenção dos vencimentos de todos aqueles que ganham mais e deveriam dar o exemplo, como noutros países (governo e administração do estado completa), manutenção de tachos desnecessários, cuja única finalidade de existência é claramente a fabricação de jobs para os bois parasitas à custa da nossa miséria. Em face da manutenção destas vigarices tornadas roubos legalizados pelas máfias políticas, não devemos ter pejo em dizer a verdade: estamos nas mãos de seitas de filhos da p. que nos roubam e nos desgraçam de todos os modos porque nós lhes permitimos e lhes aprovamos esse comportamento, simplesmente por não reclamarmos eficientemente.
O que vemos em segundo lugar é a quase completa ausência de investimentos razoáveis e produtivos, excepto a construção de edifícios públicos e de estradas, todos necessários. Para os desnecessários, em lugar do abandono da idiotice das linhas de alta velocidade Lisboa-Porto e Porto-Vigo em lugar de as susoender, não vemos mais qualquer investimento naquilo que falta e que não é pouco.
Não há qualquer plano para desenvolvimento nem de socorro pelo que os governos do Cavaco destruíram – pescas, agricultura e indústria, instrução – acrescido das necessidades verdadeiramente básicas para um qualquer avanço.
Essas bases do desenvolvimento, do progresso e da democracia jamais foram tomadas em conta por qualquer governo do pós-Abrilada. Vê-se hoje bem onde isso nos levou. No entanto, isso foi previsto na altura dos governos do Cavaco, seu progenitor. Não é necessário ser super-dotado para o compreender, mas apenas usar a própria mioleira – em lugar de dar ouvidos aos corruptos mafiosos e aos jornaleiros desinformadores – simplesmente comparando as medidas tomadas nos países que se desenvolveram com as que desgraçaram este país, não esquecendo de comparar também o procedimento dos próprios políticos e como os povos os domesticaram.
As bases do desenvolvimento e também da democracia, são a instrução, a saúde, a justiça, a segurança social, as comunicações e a eliminação da burocracia. Pelo que verificamos quotidianamente, todos estes pontos são uma lástima em Portugal. Pergunta-se, pois: Como crê um povo tão estúpido que vive em democracia ou que pode desenvolver-se? Estúpido é pouco, pois que não só não é incapaz de compreender e procurar as bases da sua própria felicidade, como ainda aprova quem o destrói sistemática e continuamente.
Tudo isto está errado em Portugal e afasta-se do caminho seguido pelos países que conseguiram desenvolver-se. Todos os países têm sistemas melhores ou piores. Um dos grandes males tem sido a persistência a cópia sistemática de só o que está errado neles. Um exemplo flagrante é o da Espanha, pais dos mais atrasados e sem democracia, de que a jornaleirada – ignóbil desinformadora e principal responsável da ignorância nacional, conjuntamente com a instrução – não pára de injectar na desinformação num modo repulsivo e pernicioso para o país. Portugal tem-se tornado assim a autêntica estrumeira da Europa.
Vejam-se como são algumas dessas bases do desenvolvimento e também da democracia em Portugal e como elas exemplificam o fenomenal e constatadoo atraso mental duma população que não sabe o que quer, nem do que precisa.
Em lugar de reformar completamente o serviço de saúde – adaptando-o ao modo europeu, em que todos os médicos trabalham para ele e são pagos em função duma tabela para actos médicos – o governo atirou-se de cabeça a construir hospitais e prossegue no mesmo caminho que favorece a implantação dos lobbies da saúde erradicados dos países democráticos europeus por não serem democráticos e gerarem desigualdade. Isto agrada a um povo parvo e dá votos.
Em lugar de erradicar a burocracia, que além de impedir o desenvolvimento favorece a corrupção, o governo aplicou mezinhas, mas apenas pontualmente, ou seja, nada fez sobre o grosso do assunto. Fez grande reclame para sacar votos e a oposição criticou, aproveitando a estupidez do povo, com o mesmo objectivo de sacar votos aos mesmos atrasados mentais. Com tamanha ignorância tudo é possível às máfias oligárquicas constituídas por associações de criminosos de direito comum. Em lugar de criticarem a escassez das reformas por insuficientes, os malvados criticaram a própria base, reprovando qualquer reforma. Com canalhas destes por todos os partidos, como as esperar verdadeiras reformas necessárias?
A ministra da educação não fez melhor do que qualquer dos seus predecessores, nem mais tem servido que para apaziguar os ânimos agitados pela “pétasse” anterior. A instrução destruída pelos governos do Cavaco, continua na mesma e nenhum partido reclama ou propõe o seu salvamento. Contudo é facto inegável e mundialmente conhecido de que quanto maior e melhor for a instrução geral de um qualquer povo, mais ele ganha e melhor vive. O dito plano de retrocesso do governo nada prevê a este propósito. Os outros partidos tampouco. Continuemos pois assim e não reclamemos por sermos ignorantes, atrasados e pobres, pois que as soluções são sistematicamente rejeitadas, os que corruptos que berram contra qualquer medida, por pequena que seja, ainda estão a piorar a situação e não apresentam propostas válidas.
Todos sabemos o descontrolo e o fracasso que reinam na justiça, que disso só tem o nome. Magistrados e juízes indignos, pedantes, arrogantes, ignorantes, incapazes e mandriões. Por demais, segundo se comportam, esses abortos igualmente corruptos querem ser também funcionários. Acham-se e tratam-nos como um «órgão de soberania»; que ridículo, pois que essa pretensão e admissão demonstram inequivocavelmente a falta de democracia, já que nela o único soberano é o povo. Facto importante é o direito à justiça ter sido praticamente anulado pelo maldito impostor e vigarista mor do Cagão Feliz e o PS, neste governo, nada ter feito para o repor e tornar universal, como em qualquer democracia. Este assunto nem é referido no plano de destruição agora apresentado pelo governo e é tacticamente aprovado por uma oposição que prova não ser melhor.
A segurança social continua numa penúria de morte por falta de remédio comparável ao que lhe deram nos países democráticos. Por um lado, este governo nada fez; por outro, o mesmo Cagão Feliz e a Manela Leiteira, contrariamente aos sistemas democráticos, querem aumentar o tamanho da fossa entre mais pobres e mais ricos, com sistemas que a população desinformada ao máximo nem compreende a malvadez que isso encerra. As reformas duplas de montantes incontrolados e injustificados não mereceram o interesse do governo nem da oposição. Idem para certos vencimentos, exagerados em países ricos, criminosos num país onde na sua maioria são dos mais miseráveis da Europa. O Zé povinho paga. O dinheiro roubado à nação para dar à corrupção política, um montante total superior ao de qualquer país europeu, não pode ser tocado, os corruptos não têm que contribuir, mesmo que o Sócrates clame que o mal deva ser distribuído pelas aldeias. Mentira! Mentira apoiada por todas as associações de criminosos que em conjunto e em uníssono votaram a lei do roubo pelo seu financiamento.
O dito Plano de Desestabilização e Retrocesso não faz qualquer menção à imprescindível luta contra a corrupção, fonte da maioria os males do país.
Trata-se, pois, de um evidente Plano de Desestabilização e Retrocesso apoiado ou aceite – o que é idêntico – por toda a pandilha política, indistintamente da cor ou dos princípios (!) que proclamam. Os bodes e as cabras berram todos, mas é mesmo só isso, pois que nenhuma proposta de interesse para o bem do país é apresentada. Pura e genuína falsidade. Se não se assentar um jugo no cachaço dessas bestas jamais haverá uma saída da crise, pois que mesmo fazendo-o, visto o ponto baixo a que chegámos, ela está para durar décadas. Bramir contra a continuação do desemprego ou contra tantos outros males sem apresentar ideias lógicas e comprovadas noutros países só pode ser por sofisma de caçar os votos dos ignorantes incautos. Bradar contra um partido ou outro, para quê, se todos roubam à vez e nenhum em 36 anos fez melhor? Porque distribuir os restos do roubo geral para dar a ilusão de riqueza, provocando assim uma inflação muito superior a 5%, como fez o Cavaco, é realmente querer matar o povo e gozá-lo, iludindo-o a votar a sua morte. Foi o que se passou. Agora, quem votou isso que o aguente a pé firme e cale qualquer reclamação. Idem para os que o elegeram como recompensa de os ter atirado para a miséria. São factos passados cujas consequências se vivem hoje, não necessitam de qualquer prova adicional. Incrível a estupidez crassa da população nacional.
Rédea curta em todos eles e bem depressa se se quiser uma democracia e viver melhor, ou não se reclame parvamente. Não há outra solução. Está provado por todas as verdadeiras democracias em que melhor se vive no planeta. Se se quiser assim continuar, que não se reclame.
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Atraso, Atraso mental, Cinismo, Desenvolvimento, Falsidade, Máfia
4 de março de 2010
Greve de Calões Provocada por Ladrões
O assunto dos funcionários calões e incompetentes, que têm conversas intermináveis com os colegas em lugar de nos atenderem e que não se dignam interromper para o fazer, que extraviam os documentos, que não tratam dos processos acertadamente e tantas outras coisas registadas, tem sido focado neste blog. São factos falados e bem conhecidos.
O que espanta é a ousadia de fazerem greve quando – quer o reconheçam, quer não – são dos empregados mais privilegiados no país. Têm razões de queixa justificadas, mas os outros têm-nas bem maiores. Repete-se que o nivelamento por baixo é irrecomendável, indesejável e prejudicial a todos e ao país em geral, mas não é ocasião para reivindicar aumentos de regalias e muito menos de ordenados.
O que o governo deveria fazer era o que se verificou na Irlanda e na Grécia, mas os ladrões preferem apenas escravizar o povo enquanto eles continuam intocáveis. As primeiras medidas a tomar seriam a diminuição dos ordenados dos governantes e de todos os dirigentes e pessoal da administração do estado, sem excepções nem discriminações.
Como os ladrões não fazem, dando o exemplo, logo estão a provocar as greves do tipo daquela a que assistimos. Por seu lado, os sindicatos, agindo do modo idêntico ao do passado, continuam a fazer greves estúpidas, esquecendo-se das necessidades de que deveriam realmente reclamar.
Entre tantas greves que esses desorganizadores montaram, nem uma foi no sentido de garantir um emprego mais estável (por exemplo), como exigir a formação contínua dos assalariados ou para que as entidades patronais fossem recicladas. Estes dois pontos constituiriam os principais alvos para a aplicação dos fundos de coesão, como o seu nome tão bem indica, desbaratados – e sobretudo roubados – pelos governos do Cavaco, preparando assim o país para o estado em que se encontra actualmente. Não aconteceu por obra e graça do Espírito Santo e muito menos por acaso.
Temos assim uma greve de calões a quem, vista a sua produtividade, se deveriam diminuir os ordenados, indubitavelmente provocada pela corrupção da casta mafiosa das oligarquias políticas. Não só o governo é culpado, como o são todos aqueles que aprovaram este orçamento de fantochada, como descrito neste blog.
Por muito que o Sócrates agora faça armado em empresário e caixeiro viajante com séquitos tão numerosos, não será possível em tão pouco tempo inverter uma situação estável criada de modo tão eficiente. É tão incapaz como qualquer outro, tretas políticas. Não tem cura está para durar e o cobarde aldrabão dão informa as pessoas, nem os jornaleiros e todos vivem enganados. O atraso do país, precedente à Abrilada era de cerca de 22 anos sobre a média europeia; há cerca de dois anos, segundo o Eurostat, tinha passado para 52.
A crise é tão profunda que nenhum governo de nenhum partido nem qualquer conjunto de medidas poderá fazer recuperar o país nos próximos 15 anos ou mais. Qualquer pretensão não pode passar de vigarice eleitoral para a conquista dos tachos e do direito ao roubo impune. Obrigado Cavaco, que o povo carneiro já te agradeceu elegendo-te para presidente.
Actualização
Em 5-2-2010
Sobre o assunto deste post é interessante ler o seguinte artigo.
Por João José Brandão Ferreira
Confrontados com os desatinos que estão a pôr os Estados à beira da bancarrota e as nações na esquina de graves confrontos político-sociais, o actual governo irlandês tomou a decisão – certamente uma entre muitas – de cortar os vencimentos dos funcionários públicos em 10%. É certo que o combate a esta crise de contornos globais implica um conjunto de medidas complexas e complementares tanto de carácter nacional como internacional.
Mas não é isso que interessa analisar agora, o que interessa é elucidar este particular. O governo irlandês não se limitou a cortar os 10% ao funcionalismo, também cortou 15% ao vencimento dos ministros e 20% ao do primeiro-ministro. E assim é que está certo. Havendo uma hierarquia no Estado, na sociedade, nas empresas e nas instituições, etc., quem tem mais responsabilidades é que tem de dar o exemplo e a seguir tem que se revelar competente a resolver os problemas, sem esquecer a justiça social com que o faz, isto é, a divisão equitativa do esforço e da recompensa. Só assim é que a população pode rever-se e acreditar na liderança que tem – e neste caso, bem ou mal, elegeu - e darem-se todos as mãos para saírem da(s) crise(s) em que a roda da vida, ciclicamente as imerge. O que acabo de escrever, não é demagogia, não são frases ocas, não são figuras de retórica. As pessoas pensam assim e as coisas passam-se assim.
Ora, em Portugal, tudo corre ao contrário do que devia. Além de esconder (mentir) miseravelmente e de uma forma continuada, as graves realidades que afectam o Estado e a Nação (palavra maldita…), quando há um aperto qualquer a que já se não pode fugir ou escamotear, os responsáveis políticos que nos regem atiram, constantemente, o ónus da resolução dos problemas – de que eles são os principais responsáveis! - para cima do desgraçado do contribuinte, ou para as calendas da dívida pública. E nunca dão o exemplo. Por isso é que a Presidência da República continua a custar mais ao erário público do que a Casa Real Espanhola; o orçamento para a AR não pára de aumentar; os 13(!) juízes do Tribunal Constitucional – que é um tribunal de nomeação politica – usufruem de carros de luxo no valor estimado de cerca de 700.000 euros que , aparentemente, podem utilizar para uso pessoal – o que é excepção aos outros tribunais; a contribuição pública para os Partidos Políticos – que estão a caminho de ser não "pilares estruturantes da democracia", mas os seus coveiros – é um sorvedouro, que nunca ninguém perguntou ao povo se queria pagar (na Idade Média teriam que se reunir Cortes para isso…); os gestores públicos continuam a usufruir de honorários e prebendas, pornográficas enquanto a maioria das empresas públicas acumula deficits exponenciais. A injustiça no pagamento de impostos
é aquilo que se sabe e o ridículo (e falta de vergonha na cara) já teria morto o governador do Banco de Portugal quando se esfalfa a defender a diminuição dos réditos do cidadão comum, quando ele ganha mais do que o seu congénere estado-unidense, e nem sequer consegue controlar – ou dar conta! – das vigarices que se têm passado no sistema financeiro português de que os casos mais eloquentes não saem das páginas dos jornais.
Os bens nacionais têm sido saqueados, é o termo. E como não há autoridade nem bons costumes, a corrupção passou a campear infrene, ameaçando subverter o Estado e desqualificando-nos enquanto sociedade.
Perante todo este cenário, que é real, e por todos intuído, com diferentes graus de entendimento, alguém está à espera que a generalidade da população acredite nos políticos, aceite de boa mente o que dizem, e queira fazer sacrifícios para sair da crise? Só os tontos, mesmo.
A população (embora não isenta de culpas) está entretida a sobreviver e a acumular uma raiva – que ainda não é de morte, mas para lá caminha – enorme, à classe política.
Têm pomposamente chamado a este regabofe de “Democracia”, com algum pão e muito circo à mistura.
Tenham cuidado, pois não há pão que sempre dure e circo que não se acabe.
Como se vê, este artigo mais do que justifica o título do presente post. A má fé, tanto do governo como dos grevistas calões, é de tal ordem que torna impossível o conhecimento da verdadeira adesão à greve.
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Mentiroso
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12 de fevereiro de 2010
O Orçamento Fantoche
A aprovação do orçamento do estado foi a maior palhaçada dos últimos tempos. Para aparentarem preocupação pelo país, os partidos deixaram-no passar, querendo aparentar uma boa vontade inexistente, pelo que se seguiu. Até aqui não há novidade. A novidade reside precisamente no seguimento.
O governo apresentou um orçamento que é uma vergonha por completamente desapropriado à situação vigente. Não inclui requisitos indispensáveis à recuperação, como a redução dos ordenados dos políticos e dos funcionários públicos dos serviços da administração. Na Irlanda, os funcionários viram os seus ganhos reduzidos em 10%, os ministros em 15% e o primeiro-ministro em 20%. Numa hierarquia, os que estão em cima são aqueles que devem dar o exemplo e arcar com as maiors responsabilidade. Não é por isso que ganham Mais? Em Portugal, o exemplo é só o de roubar, roubar, roubar. Que canalhas que nos governam. Nenhum dos partidos armados em associações de criminosos tocou no assunto. Malditos ladrões!
Note-se que, como é hábito, os jornaleiros apenas deram uma notícia curta, rápida e à socapa sobre este assunto. É apenas mais um caso do costume.
O orçamento não inclui a diminuição doutras despesas importantes do estado, como a eliminação de assessores, a redução dos ordenados e dos prémios dos gestores do estado. Suspensão da compra de automóveis com aumento futuro do tempo de substituição e do valor de aquisição, com utilização apenas para funções oficiais. Redução de reformas exorbitantes, eliminação de cartões de crédito ou baixa significante do montante autorizado e fixo.
Também não inclui um aumento de impostos, não ao consumo, tipo IVA, mas às fortunas e aos grandes ordenados. Não inclui o aumento lógico dos impostos pagos pelos bancos nem qualquer intenção de controlar os seus ganhos exagerados. Este ano os lucros dos bancos estão todos acima dos 10% e os miseráveis ladrões anunciaram que querem aumentar os seus lucros. Veremos o que o governo fará sobre isto.
O orçamento não inclui qualquer plano de recuperação financeira ou de fomento a longo prazo. Sobre este último deve notar-se que nenhum governo do após Abrilada jamais satisfez a esta necessidade imperiosa, o tem também indubitavelmente ajudado ao aumento da crise causada pelo roubo e pela destruição dos fundos europeus de coesão pelos governos do Cavaco.
Não obstante todos estes erros imensos demonstrando a falta de interesse e de capacidade do governo e com fortes implicações no futuro, os partidos aprovaram este péssimo orçamento. Aprovaram é o termo, porque, segundo o método de contagem de votos no parlamento, neste caso ou se era a favor ou contra. A abstenção, neste caso, equivale a uma aprovação tácita e táctica. Não exigiram qualquer medida suplementar entre as acima mencionadas para o progresso do país.
Que nojentos de políticos são estes, que não revelam preocupação nem interesse pela nação nem pelos seus soberanos? O bla-bla-bla da banha da cobra deles não tem o mínimo interesse, só as acções contando e essas vemos como são. O problema é sempre o mesmo: os portugueses não têm mentalidade para discernir entre estes dois casos e caiem como tordos.
Daí, que todas as imbecilidades que os políticos em seguida vomitaram contra o orçamento apenas os coloca como aldrabões e impostores, miseráveis vigaristas. Se discordavam, porque não apresentaram propostas, que tanta falta fizeram? O que é que estes biltres reclamam agora, pois se quando o deviam ter feito se demitiram dos seus deveres? Ou não é para isso que se lhes paga? Que votassem contra, ponto final. Uma vez que o deixaram passar, agora que fecham as comuas porcas. Todos sabemos muito bem que as únicas razões que os fizeram aprovar o orçamento foram a ganância, os tachos e os votos para os obter. Fingiram interessar-se pelo país enquanto aprovavam mais uma desgraça. Numa palavra, o sofisma. Cínicos.
Aproveitam-se em estarmos num país onde gente da sua laia, mentirosos, aldrabões e falsos têm crédito e dá votos. Uma vez mais, a culpa é dum povo desinformado e incivilizado. São estes os que governam o país e que o povo tolera e aceita, neles votando, tendo pois o governo que merece sem motivo de reclamação. Parece bem evidente que quem neles vote perca o direito a reclamar acerca da conduta e das acções dos seus eleitos ou consequentes resultados.
É inacreditável que uma grande maioria aprova o aumento de verbas para a Madeira. Não existe apenas um motivo a contrariar a ideia, mas dois. Ambos igualmente importantes, um mais antigo que o outro. Não se admite que se mantenham regiões tão atrasadas no país, como o Alentejo e Trás-os-Montes enquanto a verba para a Madeira vai aumentar o fundo duma outra que já é a segunda nacional em que melhor se vive, portanto que menos necessita. Se não se admite, que no baixo duma crise se vá dar mais dinheiro a qualquer região, menos ainda onde ele menos falta fez. Contrariar estes dois princípios simples e lógicos só pode vir de mentes perversas, e isso é o que mais abunda no país, é o que quase todos os políticos são: gente baixa e perversa.
Quando às diferenças entre as diversas regiões, ele deve-se apenas à má política económica e mau planeamento de todos os governos sem excepção. As facilidades concedidas às empresas são apenas um dos factores, que sozinho não produz qualquer resultado, como se tem verificado, pois que com essa politica as diferenças se têm mantido através de décadas. Nenhum governo até hoje adoptou qualquer das medidas dos outros países europeus para resolver casos idênticos. Não, em Portugal só se adopta e se copia o que está errado. Por isso que o país a cada ano que passa se vai tornando numa maior lixeira.
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Mentiroso
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26 de setembro de 2009
A Grande Fantochada
A estupidez dos portugueses cresce a olhos vistos com o emprenharem pelos ouvidos. A pouco e pouco, até aqueles que aconselhavam o voto em branco ou apoiavam a Democracia Directa – movimento condenado à morte devido à falta de consciência, discernimento e inteligência nacional – aconselham agora a saber escolher em quem se deve votar! Será possível ser-se mais idiota?
A prova da idiotice não surgiu com as eleições. Há muito que os mesmos se esforçam por a demonstrar. O lixo que espalham pelas caixas de correio não é novo, só o género mudou por uns tempos. Não fazem como em todo o mundo, escrevendo as suas ideias num blog lido por quem o desejar. Compraram um computador e acreditaram pia e tolamente ser um brinquedo cuja única utilidade era a de lhes permitir impingir as suas ideias deformadas a quem quer que fosse. Pensam que isso é comunicar sem jamais terem estabelecido relações de comunicação com gente de outros países. Tampouco vão ver o que se passa na imprensa internacional e continuam a ignorar tudo o que a jornaleirada esconde. Não se interessam em conhecer e aprender o que quer que seja sobre o mundo em que vivem. O computador, para a maioria dos portugueses não passa dum instrumento para incomodar os outros com as suas idiotices diárias que pretendem embutir nos seus semelhantes. Em conjunto com os brasileiros deve ser um caso único mundial. Único no atraso, como sempre. Povos embrutecidos que se vedam qualquer avanço, tal como o provam repetidamente nas urnas. Têm o que merecem, aquilo por que votam e, sobretudo, o que aceitam.
O português típico de hoje propenso a criticar tanto o que está mal como bem, mas incapaz de tomar qualquer acção (só bla-bla-bla); em apoiar o que está mal sem ser capaz de usar o seu cérebro raquítico. É presa fácil do marketing político (ou não) sem escrúpulos. Vive na cauda de tudo, como merece.
Para nos darem estes conselhos de mentecaptos, enchem-nos as caixas de e-mail com lixo podre contendo múltiplos exemplos. Só que, pobres aldrabões baratos, os exemplos de cada e-mail individual só pesam para um lado quando o mal este em todos. São mal dizentes, têm esse valor. Lógico que para quem quisesse votar sem ser em branco, o melhor seria fazê-lo sem ser instruido por vigaristas obtusos.
Nos dias que se vivem não há partido isento de criminalidade política que por vezes atinge o próprio crime de sangue ou equivalente (como o Cavaco ou o Sócrates). O mal não está nos partidos, pedras basilares para o jogo da democracia – quando ela existe e não é apenas aparente, como em Portugal –, mas nos que os compõem, os criminosos que só merecem ser corridos e presos. Que credibilidade atribuir a quem critique uma parte deles e dê carta-branca aos restantes assassinos? Que conselhos, pois, nos podem dar esses hipócritas com as baboseiras que nos escrevem? Quem lhes pede a opinião? Contudo, as críticas falsas, quer dum lado quer doutro, são bem fáceis de distinguir.
Estas eleições, mais do que a corrupção, a maledicência e o vale tudo na luta pelo tacho imerecido dos burlões políticos, patenteiam o estado mental da população nacional.
Por outro lado, recebemos uma incrível desinformação constante pela parte jornaleirista. Quem quer que o desconheça, saiba que à parte a segunda estrumeira maior da União Europeia a seguir à nossa, o nosso vizinho indesejável e selvagem, nunca existiu nem houve um país em que os noticiários só falam sem parar nos porcos dos parasitas políticos e suas oligarquias mafiosas durante eleições como cá. Deve ir para o livro do Guineess. Quanto mais importância se der a essa corja pior nos farão; nos países civilizados e avançados conhecem-no bem e por isso não se vê esta palhaçada constante. Contrariamente aos países que avançam, o que interessa aos portugueses não é um programa governamental para nele se votar; é a vigarice, a maledicência, a difamação, a mordacidade, a calúnia, a má-língua e todas as qualidades de malvados que caracterizam a cambada de todos os nossos queridos políticos. São estes sentimentos de cloaca que fazem vibrar os eméritos burros dos eleitores portugueses.
É nesta cambada que querem que votemos? Todos os votos que eles receberem só podem obtê-los por atraso e defiência mental de quem neles votar.
Não obstante e embora seja impossível dar uma sugestão honesta de voto na conjuntura actual, há factos – e não ideias ou opiniões, nem qualquer história reescrita à laia do Fernando Rosas – demonstrados pela história e consagrados na liguística mundial, que podem ser verificados por quem quer que simplesmente consulte um dicionário. São os vocábulos direita e esquerda. Basicamente, a direita é conservadora, anti-progressista e favorece os mais ricos em desfavor dos mais pobres; a esquerda é progressista e favorece a igualdade. Certamente, há muitas direitas e muitas esquerdas, pelo que a partir daqui se podem fazer várias sínteses, todas elas, porém, sobre as mesmas duas bases. Embora ambos os termos actuais tenham a sua origem nos governos que se seguiram à Revolução Francesa, a ideia-princípio sempre existiu por si mesma. Alguns exemplos da nossa história demonstram as diferenças. Os nossos reis que diminuíram o poder da nobreza de então em favor das populações foram reis de esquerda, se assim se pode dizer, pelo menos na aplicação do princípio. Foram esses poucos que fizeram progredir o país. Sempre assim foi. As lutas Miguelistas pelo poder absoluto contra a Carta Constitucional (o embrião da Constituição e da democracia que terminou em 5-10-1910) apoiada Por D. Pedro IV e por sua filha D. Maria II, idem. Exemplos não faltam.
Um povo desmiolado e corrupto, pelo que aceita o inédito assalto da corja partidária aos lugares de administração pública a cada mudança de governo sem dar um pio. A sobreposição da raiva partidaria aos verdadeiros interesses pessoais promove a corrupoção e dá aos corruptos todos os meios para assegurar a sua continuidade com êxito e impunidade. Melhor prova de estupidez crassa?
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Mentiroso
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15 de abril de 2009
Investimento e Consumo
ou o Fim do Planeta?
O investimento é sempre produtivo e gerador de riqueza no sistema neo-liberal e capitalista selvagem em que vivemos, iniciado nos EUA na década de 1950 e que se estendeu a quase todo o mundo. Baseado no consumo e numa produção de artigos de curta duração, a sua eficiência é garantida e provada por décadas em que o desperdício planificado sempre produziu os resultados aguardados.
Numa tal conjuntura não restam dúvidas que os planos do governo de investimentos em grandes obras garantem produção de riqueza, mesmo o mais descabido e inútil de todos, o das linhas de comboio a alta velocidade, completamente desnecessário no país. É assunto confirmado por várias décadas de experiência. Os ataques contra a ideia com base na sua ineficiência só podem pois ser ouvidos por desactualizados que o ignorem, os quais não faltam e de que os políticos, génios do marketing, sabem bem aproveitar-se. Resta que jamais se deveriam conceber investimentos com uma tal inutilidade. Os dois factos demonstram por um lado a idiotice da concepção, por outro a má fé nas objecções.
Esta má fé tem sido amplamente usada e inflada pela oposição do PSD, um partido que tem mal em se encontrar na oposição e que demonstra bem a má índole dos políticos (desse partido ou não, neste ponto todos são iguais) na sua luta desenfreada para conquistar um poder que por falta de controlo e sua desonestidade endémica lhes tem permitido tudo açambarcar e roubar e ficarem indemnes devido à falta de poder associativo da população e sua ignorância, assim como a uma justiça mandriona, podre e corrupta até à medula, que esconde os seus defeitos e incapacidade sob uma capa de arrogância.
Temos visto, ultimamente, a Manela Leiteira falar com uma segurança que só lhe é possível mediante essa grande ignorância da população, assim como à sua mentalidade tão enormemente retardada que se esquece completamente do passado e crê no que os bastardos vigaristas lhe contam a ponto de serem eles mesmos os primeiros culpados da corrupção política. Com efeito e como se tem verificado, o povo, em geral, sempre ataca qualquer governo, sobretudo quando ele não lhes encha o prato e a bolsa, defendendo a oposição. Ora é este o modelo ideal para perpetuar o sistema das oligarquias mafiosas. Voltando-se ora contra uns, ora contra outros, vão-se elegendo corruptos para substituírem outros corruptos, mantendo simultaneamente o ciclo e o sistema. Votar neles é apoiá-los, dizer-lhes que se está de acordo com as suas canalhices, pulhices, baixeza, imoralidade, injustiças, roubos – é mais do que absolvê-los, é aprová-los. Não se compreende como se pode ser tão estúpido a ponto de aprovar aquilo de que se reclama sem cessar. Os políticos, exímios em marketing, a sua primeira e por vezes única formação com alto aproveitamento, não vão deixar de aceitar o que os pobres bobos lhe oferecem num tabuleiro.
A camelice está tão entranhada que resultou na eleição daquele que até hoje mais contribuiu para a desgraça nacional; quem lhes roubou a comida do prato, diminuiu os ordenados, não restaurou o sistema de saúde, diminuiu drasticamente o número de médicos ao ponto que se conhece, etc. Sobretudo, empurrou-os para uma longa penúria por não ter preparado o país para a sua junção ao sistema económico europeu (a junção à moeda única) com os fundos de coesão para esse fim. O pai da miséria nacional. Este processo que demorou uns 15 anos a instaurar-se não poderá ser ultrapassado em menos do dobro desse tempo. Não tenhamos ilusões.
Há quem o queira desculpar dizendo que até hoje esses fundos continuam a jorrar. Pois continuam, mas o tempo passou, a altura para o fazer também e agora nem as empresas nem os trabalhadores – ambos sem formação contínua – estão aptos a competir com os outros países, europeus ou não. Nesta altura, Portugal atravessa duas crises: a mundial, do consumismo e do capitalismo selvagens, devida a um sistema contra a própria Terra e tudo o que ela engloba, incluindo a própria existência humana e a crise nacional da inaptidão instaurada no país pelos governos do Cavaco. O seu crime é tanto maior por ser economista de formação.
Vem a chiba Leiteira contar-nos historietas para adormecer intoxicados, retardados mentais, desinformados, anestesiados e outros mamões porque sabe que eles o são a ponto de virem a votar na sua enorme bestialidade. Bestialidade e malvadez que ela e o seu comparsa Cagão Feliz comprovaram aquando no governo: planearam a exterminação dos sistemas de pensões e de saúde baseados na solidariedade. Inacreditável. É um facto que ela esconde e que os papalvos esqueceram. A ignorância dos portugueses devido à desinformação é de tal ordem que existem muitos que nem acreditam que Portugal é actualmente o único país europeu em que é vedado ao cidadão escolher o médico, que nos outros países, para além dos hospitais, todos os médicos trabalham nos seus consultórios para o sistema nacional de saúde, que existem tarifários acordados entre o equivalente da Ordem dos Médicos e os governos que compreendem todos os actos médicos e que eles são assim retribuídos. Pudera, com o sistema que se tem bem podem construir hospitais, que nunca chegarão. Temos um sistema arcaico do tipo comunista da ex-URSS e satélites.
Voltando aos investimentos, em nenhum caso o seu sucesso económico garantido deve ser tomado como um trunfo, pois que esse sucesso existe apenas mediante o sacrifício do Planeta. O sistema de consumo selvagem actual não pode perdurar paralelamente à vida na Terra. Nos últimos 30 anos destruíram-se 33% dos recursos do planeta. Mais 60 e será a razia completa. Daí, esses investimentos são condenáveis por este motivo apenas e não pelos que a chiba inventa e nos quer impingir mentindo descarada e desavergonhadamente. Só a consciência da ignorância nacional lhe permite todas estas imposturas de maligna. Tem o direito de desacordar e a obrigação de não mentir.
Outro facto contrário a nossa existência na terra e aos nossos descendentes é os governos estimularem a reprodução humana e a imigração para aumento das populações já demasiado grande, unicamente para aumentar o consumo. O seu aumento apenas servirá para abreviar a subsistência da Terra. Outros métodos em que o consumo decresça, a fabricação de bens mais duráveis, assim como a diminuição da população mundial são imprescindíveis se quisermos que os nossos netos tenham netos. Não subsiste hoje qualquer dúvida a este propósito.
Tanto os planos do governo, anti-vida terrestre, ruinosos e supérfluos, quando outros investimentos se justificam como muito mais necessários, como as bestiais barbaridades da Manela Leiteira são contra a natureza, para o empobrecimento e, sobretudo, perpetuam a continuidade do mau sistema.
Se queremos realmente extirpar este cancro das oligarquias mafiosas, gananciosas e corruptas, teremos de pôr um cabresto nos corruptos que as formam para dominá-los por completo. Enquanto não se operar nesse sentido não se tem o direito de reclamar.
Conheça mais sobre a história do consumismo e de como começou, do bem-estar fictício, do progressivo e inexorável extermínio da vida na terra, num filme instrutivo. Nota: Este filme pode vir a ser retirado do servidor.
Autor:
Mentiroso
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3 de novembro de 2007
Os Assassinos da Estrada
Os portugueses continuam a matar-se nas estradas a si mesmos e aos outros. A quantidade de mortes é maior do que nalguns países em guerra. As diminuições, tão frequentemente proclamadas por uma jornaleirada mentirosa, nunca têm passado de meras flutuações num aumento que se tem verificado mais ou menos contínuo. Este ano, para não variar, o aumento é mais uma vez aterrorizador. Como se o facto não fosse só por si suficiente, ainda matam cada vês mais peões. Leia-se a opinião da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados no seu artigo intitulado Uma tragédia à espera de acontecer, sobre os recentes assassínios no Terreiro do Paço, assim como as armadilhas espalhadas pelos corruptos parasitas que ficam sempre impunes, como citado no presente artigo.
Durante as últimas décadas, levados pelos exemplos dos políticos corruptos, os portugueses tornaram-se num dos povos mais incivilizados do mundo, independentemente das classificações atribuídas aos países sob qualquer critério. Daí também a desconfiança que reina entre eles. Em toda a Europa se conhece, menos em Portugal, onde tudo é escondido pela corrupção política e jornaleira. Quando um repórter pergunta a um estrangeiro a sua opinião sobre Portugal, a população ou a comida, só um campeão da estupidez poderá acreditar que o interpelado vá dizer que não gosta de alguma coisa. Vão ouvi-los de volta nos seus países a falar das suas férias e logo conhecerão a verdade.
Esta falta de civismo e de consideração pelo próximo, de serem incapazes de viver em sociedade é descomunal e mostra-se claramente no seu comportamento e por todo o lado, sobretudo pelas pequenas coisas. Um exemplo gritante é como estacionam num espaço de dois lugares, ocupando ambos. Os outros que se lixem. São mentalmente incapazes de se juntarem. Continuam a cantarolar que “O povo unido jamais será vencido”, não compreendendo que o contrário também é verdade. Em Portugal não existe consciência cívica; foi totalmente apagada pela corrupção política. Em seu proveito.
Nenhum português se considera mau condutor, são sempre os outros. No entanto, ao conduzirem, retiram a máscara e revelam claramente como são. Políticos e jornaleiros insuflaram um orgulho demente na população e que disfarçam, chamando-lhe auto-estima, unicamente por interesses próprios corruptos. Em consequência, crendo-se tão avançados e perfeitos, ficaram inibidos de reconhecerem os seus defeitos para os poderem corrigir, pelo que só puderam piorar continuamente, logicamente, atingindo o ponto em que se encontram.
Como podem, pois, reconhecer que o seu ridículo orgulho, oco e fútil, sem base nem justificação, para além de lhes impedir o progresso os transformou nos piores assassinos da estrada? Tanto que transformou e que não o compreendem, que persistem e continuam a matar-se.
A obrigação dos políticos governantes seria a de corrigir o mal, compelindo e ajudando a população a civilizar-se, mas no meio de tudo isto, os políticos, com uma pura malvadez assassina, em lugar de tomarem as medidas necessárias para evitar a desgraça, gozam os carneiros, sacando-lhes dinheiro com controlos de velocidade, dos quais muitos dificilmente poderiam ser mais estúpidos. Põem obstáculos nas estradas, como se fossem gincanas. Mandam a polícia fazer caça à multa, dizem que a culpa de tudo é da velocidade e do álcool. Se assim for, então porque o fazem e continuam? E porque é que os países onde a velocidade nas auto-estradas não tem limite, são dos que menos acidentes registam? A questão da velocidade ser demasiada ou não é bastante subjectiva e particular em cada caso, dependendo de vários factores, os quais nem são suficientemente analisados nos manuais de aprendizagem mal concebidos e praticamente inúteis.
A selvajaria geral é a causa número um das mortes na estrada, mas não só. Nunca falam nas armadilhas que os parasitas que nomeiam têm sistematicamente espalhado pelas estradas de todo o país, como delegados de Satanás.
Somos governados por verdadeiros tarados, pois que todos os postos de responsabilidade estão nas mãos de corruptos parasitas e incompetentes, que ocupam esses cargos por nomeação e não por concurso, por serrem militantes das oligarquias políticas ou seus amigos. Ou serão apenas malvados que querem que o povo se mate nas estradas?
Mais factos elucidativos podem ser encontrados nos links ao alto da coluna azul, sob o título "Sangue na Estrada".
Aditamento
Autor:
Mentiroso
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Tópicos: Atraso, Civismo, Educação, Estupidez, Irresponsabilidade, Malvadez
30 de setembro de 2007
O Grande Estoiro do PSD
e os Noticiários Nojentos
Com estas eleições intestinas do bando do PSD assistimos a vários acontecimentos. Uns importantes, outros ridículos ao máximo.
Ridículas foram as notícias que se arrastaram ao longo dos noticiários, em que às lutas internas duma oligarquia portuguesa foi dada muito mais importância pela jornaleirada que o normal num país democrático. Embora muitos desconheçam e não concordem, trata-se de mais uma demonstração de ausência de democracia.
Não eram eleições nacionais para que a jornaleirada rasca nos atirasse à cara tão longos tempos de reportagens, análises e outros abusos. Os noticiários continuam a funcionar a golpe de scoop, inflação noticiosa (ex.: Madeleine e Esmeralda), falta de coberturas noutros casos (ex.: outros desaparecidos). É uma desorientação fomentada pela incompetência e um abuso devido à arrogância e princípios errados em que foram deseducados. É a geração rasca, como ficou conhecida no tempo de Mário Soares, que cresceu e “ocupou” os lugares vagos da precedente.
O PSD foi arrumado pela política seguida pelo governo. Perdeu toda a capacidade de fazer oposição a um partido que ao herdar o seu governo deu continuidade absoluta à sua política, adoptando todos os pontos, alguns apenas com ligeiras modificações. Como pode opor-se à continuidade da aplicação das medidas que ele próprio iniciou quando esteve no governo? Como pode uma qualquer pessoa, entidade ou partido contradizer o que fez sem cair no ridículo ou ser tomada por mentiroso. É o que aconteceu ao PSD. Foi vítima da sua própria política. Todas as suas críticas actuais só se podem assemelhar a birrinhas de crianças.
Ou seja, se o povo não bate o pé com energia, está feito, quer seja um partido ou o outro no governo. Todos sabemos que pior que o PSD, se tivesse tido tempo, teria feito à Segurança Social e ao Serviço Nacional de Saúde só poderia ser acabar com eles de vez. O palavreado pouco importa, só as decisões contam, e essas conhecemo-las por demonstração bem exemplificada. Lembremo-nos de que o nojo televisivo já elevou três abortos burlões e vigaristas ao poder. Medite-se.
Sobre o abuso das notícias e reportagens, não se pôde deixar de notar até que ponto vai a falsidade, vigarice e más intenções destas bestas políticas. Não notámos como o Luisinho Manuel transformou a sua pronúncia nos discursos que fez no norte? E o outro, o Luisinho Filipe, não fez o mesmo quando se deslocou a terras Lusitanas? Que ridículo! Que repugnante banha da cobra!
O PSD está arrumado por alguns anos e deu um enorme estoiro com esta escolha. Se o outro chefe de clã tivesse continuado não teria sido bom, mas esta mudança tem um significado especial. Os militantes, descontentes com as circunstâncias, que do partido não dependem e contra as quais não têm armas para lutar, manifestaram a sua estupidez com o seu voto. Tipicamente português. Pagarão as consequências. Por demais que escolheram um indivíduo conhecido como traiçoeiro e desonesto, como ele se mostrou agora, de novo, para quem tudo vale como meio de luta. Quem votou nele tem que aprovar estes princípios.
Com esta eleição de mais um fala-barato incompetente, o PSD fica assim arrumado por uns tempos. Nada pior poderia ter acontecido agora ao partido. Tal como outras fáceis previsões aqui apresentadas e concretizadas, o futuro o comprovará.
Autor:
Mentiroso
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26 de setembro de 2007
Estado da Justiça Revela Estado do País
Juízes inteligentes, competentes e sabichões opõem-se hoje aos conselhos sobre os interesses da criança (Esmeralda) e decidem contradizê-los por completo.
Afinal, para que serve a justiça em Portugal? Frequentemente, assistimos a decisões jurídicas ilógicas, sem pés nem cabeça, discordantes da realidade, inoportunas, que não satisfazem ninguém nem a finalidade da justiça. Um tribunal decidiu hoje ir contra os princípios que defendem os interesses duma criança (princípios de Direitos Humanos, entenda-se) de, em aberta contradição com as conclusões médicas qualificadas que estudaram o comportamento psiquiátrico da criança. Irracional, quando se nota que estes estudos foram encomendados por instituições oficiais.
Os tribunais portugueses estão a converter-se em autênticos circos onde palhaços vão representar os seus actos de arrogância e incapacidade, não satisfazem a população que contesta constantemente os julgamentos. Portugal é um dos países europeus onde há um maior número de recursos contra as decisões judiciais
Que se passa com a justiça portuguesa? A resposta não pode agradar a ninguém, mas não reconhecer um qualquer problema só pode servir para assegurar a sua continuidade. Afinal, vendo o que se pasno comportamento no que respeita à justiça. Os que formam o seu corpo, não cresceram eles com a restante população? Não andaram nas mesmas escolas? Não tiveram os mesmos pais que educam os filhos como se conhece, num país onde o método educacional nunca foi reformado como em países avançados desde o fim da Segunda Guerra Mundial?
As crianças portuguesas continuam a ser educadas por pais incapazes, que por demais mentalmente atrasados moldam filhos iguais. Que se pode esperar da continuidade deste método? No entanto um governo completamente desnorteado e super-arrogante, cujo primeiro-ministro é acusado de traidor dos Direitos Humanos pela Human Rights Watch, em lugar de solucionar os problemas de base, entretém-se a estoirar o dinheiro público noutra tolice mundialmente reconhecida com uma enorme asneirola, segundo rezam os resultados obtidos noutros países: dar computadores para jogos aos alunos para que desistem da escola mais rapidamente, o que é um investimento para economizar na instrução.
A mentalidade desses juízes, tal como a da quase totalidade dos portugueses, foi moldada segundo princípios arcaicos e obsoletos, substituídos há 60 anos nos países que maior progresso fizeram em todos os campos. Alguma razão apoiou esse progresso e por algum motivo os portugueses de hoje são conhecidos nesses países por profundamente atrasados. Por qualquer motivo Portugal continua a fazer um progresso inferior ao dos melhores, o que equivale a continuar a atrasar-se e a distanciar-se deles.
Assim vai a mentalidade da carneirada nacional conduzida por maus pastores. E assim continuará até que o povo soberano exija prestação de contas a todos os pedantes inúteis que se julgam soberanos do soberano. Se não se colocarem os abusadores rascas no seu lugar, que esperar do futuro, se não a consolidação da miséria e da desgraça?
Autor:
Mentiroso
às
13:56
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mentiras
Tópicos: Amnesty International, Atraso, Coerência, Contradições, Justiça podre
4 de setembro de 2007
Férias
Aproveite Para se Suicidar
O cão é o mais antigo companheiro do homem, com quem vive há mais de 114.000 anos. Com ele aprendeu muitas manhas e se habituou a viver, caçar, comer, ajudar no que lhe exigiu e ensinou, treinou. Obedece e cumpre sem reclamar.
Conhecendo o velho ditado dos países desenvolvidos e civilizados, que diz que pelo comportamento das crianças e dos cães se conhece a mentalidade dos adultos, chegamos à óbvia conclusão de que difícil seria aos portugueses de terem sentimentos e comportamentos mais atrasados e selvagens.
Costuma ensinar o seu cão a ser agressivo e a morder às pessoas de que não gosta. Acha giro? Se não o fizer ele não morderá. Só o cão dum selvagem morde nas outras pessoas: o cão copia o comportamento e os sentimentos do seu dono, não apenas o que o dono diz, mas muito mais o comportamento e, sobretudo, o que o cão sabe que ele sente. Quando diz ao seu rebento para não fazer uma certa coisa porque não está bem, mas a faz, o que vai ele aprender, o que lhe disse ou o que lhe ensinou com o seu exemplo? O ditado é certo e é pouco conhecido em Portugal porque todos têm vergonha do que ele revela. Desmascara totalmente.
Costuma abandonar o seu cão quando vai de férias? Adquiriu um cão para o seu filho pequeno ter alguma coisa em que bater? É o método mais eficiente e altamente psicológico para formar o carácter duma futura besta humana, que de humano terá tudo menos a mentalidade.
Se está num destes casos, não se esqueça de aproveitar a oportunidade magnífica que tantos aproveitam para nestas férias se suicidar na estrada. Será um contributo patriota para acabar com o mau nome que os portugueses angariaram por todo o mundo para onde foram desde há umas décadas.
Pelo caminho, faça uma paragem para assar um frango numa pequena fogueira. Sabe muito melhor que em casa. Se após ter terminado já não tiver nenhum líquido para apagar, é simples, urine em cima e espalhe o restante com os pés. Mais adiante, ao atravessar uma propriedade bem arborizada, se tiver terminado o seu cigarro, atire a beata acesa para as ervas secas da orla..jpg)
Agora que já contribuiu para os bombeiros justificarem a sua existência, só lhe falta mostrar o que tem entre as pernas para poder consumar tranquilamente o acto essencial. Tente aproveitar estradas vazias para não matar mais ninguém, acelere a fundo e atire-se contra qualquer coisa dura ou para debaixo dum pesado bem grande, se possível pela frente. As mulheres não têm nada entre as pernas, por isso que raramente têm coragem para se suicidarem deste modo.
Conseguiu encaixar-se quase todo sob o pesado.
Aqueles que se virem livres de si agradecerão com reconhecimento, contentamento e alívio. Saudades? Duas ou três semanas. O mundo será um pouco melhor.
Quando o seu espírito pairar sobre o asfalto e olhar para o corpo donde acabou de sair, verá qualquer coisa como isto.
Então e o resto do meu corpo?
São imagens geralmente não publicadas a fim de evitar que os suicidas percam a coragem no momento crucial, perpetuando assim a matança nas estradas.
Nota – Clique nas fotos para as ver em detalhe.
Veja o post adaptado em diapositivos.
Autor:
Mentiroso
às
23:59
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mentiras
Tópicos: Atraso, Civismo, Educação, Estupidez, Irresponsabilidade
19 de junho de 2007
O Cancro Político na Blogosfera Portuguesa
Pequena análise sobre o bando de oportunistas sem escrúpulos, parasitas, facciosos políticos, impostores e outros mal intencionados que infestam a blogosfera portuguesa. Aviso aos incautos, presas fáceis de procedimentos desonestos.
Os falsos profetas
Com o crescimento da blogosfera, paralelamente cresceram também os oportunistas em todos os campos, assim como os parasitas. Refere-se aqui unicamente o oportunismo político, os vendedores da banha da cobra que se aproveitam da miséria do estado da nação para propagandearem a corrupção como salvação aceite por uma população formada por uma grande maioria de ignorantes.
Estes blogs apresentam os casos e discutem-nos dum modo revestido duma falsa imparcialidade. No entanto, ao os lermos, é impossível deixar de notar as alusões feitas em favor de um ou de outro partido, consoante a cor política do seu autor. Logo, o êxito dos seus autores só pode ser atribuído à enorme proporção de carneiros desinformados por eles e pela jornaleirada incompetente iletrada e indigna que os desinformou. Este êxito é também, obviamente, directamente proporcional à percentagem de ignorantes e papalvos que formam a população crédula e tão facilmente manipulável por qualquer vigarista.
O blog intitulado José Maria Martins é por si só uma evidência palpável deste tipo de atitude. Em resumo (para mais, veja-se no link precedente), ataca casos com fundamento e objectividade, mas aproveitando essa mesma justa causa, impinge ideias políticas, demolindo seja o que for para exaltar a sua escolha política. As críticas são justas e apropriadas, mas o caminho imutável apontado a dedo como solução, repleto de sectarismo, é nojento. E porque será que passa casos que dão brado completamente em branco, como o caso do Prof. Fernando Charrua? Autêntica banha da cobra que tem enganado muitos que se deixem levar pelo assobio da serpente. Não se pode fazer como esse blog faz: mencionar os podres e tentar impingir uma solução que só poderá servir para piorar os casos que se refere. Ter-se nascido atrás dum chaparro não dá direito a enganar todo o mundo.
Outro blog que segue a mesma linha de pensamento, arvorando iguais intenções, é o Margem Esquerda (existe outro blog com o mesmo nome, motivo porque aqui se indica o URL deste blog, a fim evitar enganos, mas que se pode aproveitar para notar o interessante conjunto de um post com os seus comentários).
Os anónimos
Os comentários de anónimos têm crescido à olhos vistos, mas não de um modo geral. Este crescimento verifica-se sobretudo nos comentários deixados em blogs políticos polémicos, quer polémicos honestos, quer polémicos desonestos. É unicamente destes anónimos que aqui se trata.
Deve fazer-se ainda uma diferença entre um comentador que use um pseudónimo agregado a um qualquer registo da Internet, seja site, blog ou ISP e um anónimo. Os pseudónimos são apenas isso, pois que são facilmente localizáveis e identificáveis. Muitos escritores, alguns entre os mais conhecidos e notáveis, de todas as nacionalidades, publicaram as suas obras sob pseudónimos. Não foram nem são anónimos. Um anónimo não quer ser reconhecível e, propositadamente, tenta esconder-se ou evita deixar qualquer rasto. Há anónimos que são conhecidos dos autores de alguns blogs onde deixam os seus comentários e apoiam-se neste facto para dizerem que não são anónimos. São, ou não são? Partindo do princípio que um blog é afinal público, e que uma única pessoa o conhece e não tem qualquer obrigação de dar a conhecer de quem se trata nem o faz, a desculpa não tem esteio.
O anónimo, nestas circunstâncias como em muitas outras, é um cobarde. Sobretudo nos comentários em que se reconhece a intenção dele querer fazer passar uma mensagem de contrariedade sem fundamento nem lógica, a defesa dum partido ou acto político condenável por razões humanitárias ou pelos resultados constatados. Sobretudo, ainda, em todos os casos em que se denote propaganda política partidária sectária. Estes casos são prova real da cobardia e da má fé dos comentadores.
Vários facciosos oportunistas não querem perder ocasiões e publicam textos nas áreas de comentários de certos posts, mas que não são comentários, pois que o que lá escrevem em nada se relaciona com o post em si. Um exemplo flagrante dum caso assim pode ler-se nos comentários a um post do blog Do Portugal Profundo. Repare-se que este tipo de propaganda de má fé, embora utilizando o mesmo meio que as tentativas de publicidade que alguns bloguistas efectuam para promover os seus blogs, não é a isso comparável. É um método utilizado para espalhar ideias partidárias que defendem a implementação dum estado que açaima e subjuga a nação, visivelmente fruto de baixos sentimentos e com más intenções.
Endereços de correio electrónico
Outra anomalia nos blogs mantidos por portugueses, por comparação aos blogs particulares noutros países, é a enorme ausência de meio de comunicação, ou seja a ausência da publicação de qualquer endereço de e-mail. A questão do blog ter um acesso por comentário não pode servir de pretexto, não é equivalente.
Que se passará na mentalidade arcaica e cobarde nacional, que justifique este acontecimento? Medo de spam? Não, porque existem vário modos de o evitar para um e-mail exposto. À falta doutra razão não se conhece outra que não esteja ligada às características dum povo atrasado, medroso e desprezando o seu demelhante.
Mais uma fobia como aquela que os impede de se unirem contra aquilo que mais os apoquenta, mas que preferem sofrer em silêncio como uma pobreza envergonhada. Lamentam-se, choram-se, mas nada fazem num sentido que lhes resolva os problemas, que lhes simplifique a vida, que os livre do jugo das oligarquias e das plutocracias.
Adoram nadar na cloaca da corrupção, como muito bem diz o procurador-geral. Daí a validade sempre actual do velho ditado de que “cada povo tem o governo que merece”. Ou se se preferir outra versão pelas palavras de José Saramago: "é altura de protestar, porque se nos deixamos levar pelos poderes que nos governam e não fazemos nada por contestá-los, pode dizer-se que merecemos o que temos".
Só admira é porquê tanta choradeira se nada fazem para mudar e preferem continuar na cepa torta? São realmente o pasto ideal para o desenvolvimento das oligarquias parasitas que os dominam por não terem coragem nem vontade para as sacudir. Os que os exploram sabem-no perfeitamente, pelo que não receiam exercer a repressão, roubar tudo a que possam deitar a mão e escravizar os atrasados.
Tudo isto, claro, com o apoio dos jornaleiros que lhes dá toda a ajuda indispensável para os manter na mais profunda ignorância. Ignorância daquilo que é uma democracia e de como funciona, de como os povos avançados dominaram e subjugaram os seus políticos e os mantêm sob estreita vigilância, a ponto de nalguns países nem terem direito a modificar uma lei ou um imposto sem a autorização expressa do povo soberano.
Evidentemente, o atraso mental é tão grande que tudo isto só pode ser tomado como uma utopia incrédula para a quase totalidade dos portugueses tal a ignorância em que têm sido mantido à força é intensa.
Lembrança para uma possível mudança
Recordemos que estamos fartos de tretas de políticos, falsidades, imposturas, promessas e mezinhas. Sobretudos esta últimas, pois que são usadas para enganar, fazendo como que um blow-up fotográfico dos efeitos imperceptíveis e praticamente inúteis das mezinhas, no único fito de caçar votos.
O povo ainda não compreendeu o que fez as outras nações atingirem a democracia, porque corruptos não são só os políticos portugueses; o problema está em mantê-los à rédea curta. O problema não está nos partidos, mas na corrupção dos políticos que os formam deixados em plena liberdade. Ver aqui, neste blog, uma análise de por onde se deve começar para exterminar a corrupção, relacionado com o assunto deste este post e hoje o mais importante para o país, porque não se está a fazer nada pode mudar. Pelo contrário, tudo o que se faz vai no claro sentido de perpetuar a corupção.
Autor:
Mentiroso
às
01:16
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Tópicos: Atraso, Desunião, Estupidez, Mentalidade

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